O Dia em que a Patroa Virou Cadela ( Verídico enviado no privado)

Meu Deus do céu… eu ainda estou aqui deitada nessa cama do HG, tentando recuperar o fôlego enquanto o chuveiro corre ali no banheiro. Minha perna ainda está tremendo e eu mal consigo fechar as pernas direito. Eu precisava escrever isso, colocar para fora, porque se eu guardar só para mim, eu acho que eu enlouqueço. Minha cabeça está um turbilhão.
?Olha onde eu vim parar... Eu, a esposa de um cara que todo mundo teme, o dono do pedaço, um homem perigosíssimo que trabalha na milícia e passa as noites na rua. Todo mundo sabe da fama dele, todo mundo morre de medo. E eu sempre tive que manter aquela pose. Quando eu ia buscar meus filhos no colégio, eu descia do meu carrão — aquela BMW preta que ele tem o maior ciúme do mundo, tem mais ciúme daquele carro do que de mim — com aquela cara de arrogante, de patroa intocável, sem dar moral para ninguém. Eu não gostava de me misturar.
?Mas tinha aquele vigilante, o Militão.
?Aquele homem musculoso, cheio de marra, bem de favela, com aquele físico de jogador e os braços fechados de tatuagem. Ele sempre me olhava na portaria. O que eu não sabia é que ele tinha pego o meu número na lista de contatos do colégio e salvou o meu WhatsApp. Ele passou a ver todos os meus status. E, cara, eu sei que eu sou gordinha, mas eu sei que eu sou bem gostosa. E o Militão... ele tem esse fetiche em gordinha e, principalmente, em mulher casada. A adrenalina de fazer o proibido corre na veia dele como um vício. E, vamos ser sinceras, quem é que não gosta de um sexo com adrenalina? Aquele perigo de ser pega faz o sangue ferver.
?Ele começou a jogar o jogo dele bem devagar. Começou reagindo aos meus status com umas carinhas nada a ver, bem bobas, só para eu ver que ele estava me vigiando ali também. Eu fingia que não era comigo, mas quando eu ia buscar os meninos na escola, eu olhava para ele e soltava aquele sorriso bem discreto, de canto de boca, bem de leve para ninguém mais perceber. Eu sustentava a minha pose de marrenta para os outros, mas aquele sorrisinho era o nosso segredo.
?Até que, em uma madrugada, lá para as duas da manhã, eu estava me sentindo muito sozinha. Meu marido, como sempre, estava na rua trabalhando na noite. A casa enorme vazia, um silêncio horroroso... Me bateu uma tristeza profunda e eu postei um desabafo nos status. O Militão estava em um pagode, em uma festa lá na favela do Taquaral, em Bangu. Ele já estava meio bêbado, com a cachaça na mente — e a gente sabe que quando a bebida entra, o medo do perigo some. Ele foi e comentou no meu status triste.
?A gente começou a conversar. Eu, que nunca me abria com ninguém, comecei a desabafar sobre as pressões da minha vida, sobre a solidão, sobre o meu casamento de aparências. No dia seguinte, ele me confessou que acordou sem nem acreditar que tinha falado comigo daquele jeito, sabendo o quanto meu marido é perigoso. Mas o contato já estava feito.
?A coisa escalou. O Militão começou a postar fotos do corpo dele, e eu perdi a linha. Comecei a reagir com palminhas, depois mandava "amei" e, por fim, já estava mandando aquelas figurinhas que representam calor, safadeza pura, capetinha com chifre, anjinho safado... a gente já estava flertando descaradamente. E ele, muito esperto, percebeu que meus momentos de carência eram sempre de madrugada, justamente quando o meu marido estava de plantão na rua.
?Aí ele aproveitou a deixa. Papo vai, papo vem, e o Militão começou a elogiar o meu corpo de um jeito mais ousado. No começo, eu fingia que ficava sem graça, dava aquela relutada de fachada, falava que ele era atrevido, mas eu nunca dizia "não" de verdade. Eu nunca mandava ele parar. Vendo que eu estava gostando, ele começou a ser bem "para frente", falando coisas absurdas, provocantes e puramente sexuais sobre as minhas curvas, exaltando a minha bunda, os meus peitos, me deixando cheia de tesão do outro lado da tela.
?Até que hoje tudo explodiu.
?Eu me atrasei quase uma hora para buscar os meninos. A escola já tinha fechado e o expediente do Militão já tinha acabou. Ele já tinha até batido o ponto e trocado de roupa, estava sem farda, mostrando aquele corpo forte dele. Mas, por responsabilidade e para me ajudar, ele falou com a diretoria e ficou esperando com os meus filhos do lado de fora.
?Quando eu cheguei com aquela BMW preta, ele até assustou, achando que era o meu marido. Eu abaixei o vidro com cara de paisagem e perguntei: "Demorei?". Ele olhou para o relógio e debochou: "Não, só algumas horas...".
?Eu, já com a intenção toda na cabeça, ofereci uma carona para ele. Ele relutou, disse que não queria arrumar problema com o emprego dele e muito menos com o meu marido. Eu insisti que não tinha nada a ver. No meio do caminho, parece que tudo já estava armado na minha mente. Eu falei que ia passar na casa da minha mãe para deixar os meninos porque depois eu precisava ir para a faculdade. Ele não estava entendendo nada, só concordou.
?Quando os meninos desceram, o Militão virou para mim e foi bem sincero: "Olha, estou sendo papo reto com você. Não quero arrumar problema com ninguém. Eu sei da fama do teu marido, não quero ferrar minha vida e nem meu emprego".
?Eu olhei para ele, dei um sorriso e mandei a real: "Relaxa. Meu marido viajou a negócios, só volta daqui a três dias. Por que você acha que eu estou andando com o carro dele hoje? Ele tem o maior ciúme desse carro... tem mais ciúme do carro do que de mim".
?Perguntei onde ele queria que eu o deixasse, e ele disse que era melhor não ser na porta da casa dele na Vila Aliança, porque um carrão daquele ia chamar muita atenção dos crias e seria perigoso para eu voltar sozinha depois. Ele brincou que conhecia todo mundo lá, mas fomos seguindo pela estrada do Parque Shopping, sentido Campo Grande, conversando sobre coisas aleatórias.
?De repente, o sinal fechou perto do West Shopping. O Militão deu uma de maluco. Ele parou de falar, ficou me encarando com aqueles olhos pretos, fixos. Eu sorri, meio nervosa, e perguntei: "Que que foi?".
?Ele respirou fundo: "Cara, me desculpa, mas eu não estou aguentando mais não, tá bom?"
"Aguentando o quê?" — eu perguntei, com o coração disparando.
?Ele não respondeu com palavras. Ele simplesmente avançou e me deu um beijo daqueles na boca. No susto, eu cheguei a puxar a cabeça para trás, assustada, perguntando o que era aquilo. E ele, com aquela voz grossa, respondeu na minha cara: "Isso é todo o meu tesão que está guardado sobre você".
?Eu fiquei louca. Desviei o caminho na hora e entrei no estacionamento de um supermercado ali perto. Estava completamente vazio. Eu inventei uma desculpa esfarrapada, disse que ia só comprar um creme de cabelo. Mas assim que eu desliguei o motor, ele me puxou com força. Eu não relutei mais. Comecei a beijar ele com uma fome, com uma vontade acumulada de meses. A gente se agarrou ali dentro do carro, um amasso quente, pesado, a mão dele entrando por baixo da minha roupa.
?Ele quis fazer ali mesmo, mas eu tive medo: "Aqui não, meu marido é muito conhecido na área...". Liguei o carro correndo, desisti de creme de cabelo, desisti de tudo. Dei a volta perto do Racha Faria e entrei direto no Motel HG. Peguei um quarto com garagem privativa, entrei com o carrão e o portão automático fechou. Ali o perigo sumiu. Só existia nós dois.
?Assim que a porta da suíte se fechou, a pose de patroa arrogante que eu sustentei por anos caiu por terra. A gente começou a se arrancar as roupas ali mesmo, no meio do quarto, jogando tudo pelo chão enquanto nos beijávamos com desespero.
?Quando ele tirou a calça e ficou totalmente nu, eu juro que eu fiquei completamente boba, sem ação. O apelido de Militão não era à toa... Meu Deus, ele tem um membro gigante, muito comprido e extremamente grosso. Eu nunca tinha visto nada parecido. Ele subiu na cama, ficou de joelhos e me chamou com aquele olhar dominador.
?Eu não pensei duas vezes. Perdi toda a minha dignidade de madame. Subi na cama de quatro, engatinhando igual uma cachorrinha na direção dele, e abocanhei aquilo com tudo. Eu me deliciei por quase 15 minutos, mas era tão grande que eu não conseguia nem fechar a boca direito ao redor dele. O tesão estava nas alturas.
?Depois desse tempo me deliciando, eu não aguentei mais. Me joguei de costas na cama, abri bem as minhas pernas e mandei ele meter com tudo. O Militão pegou as minhas pernas e ergueu lá em cima, expondo todo o meu corpo sob a luz forte do motel. Olhando para o tamanho daquilo, eu fiquei com medo e implorei: "Por favor, bota bem devagarzinho...".
?Ele sorriu de canto, posicionou a cabeça gigante bem na minha entradinha úmida e, assim que sentiu que ela encaixou, ele simplesmente ignorou o meu pedido e empurrou tudo de uma vez, sem dó.
?Eu soltei um grito agudo que deve ter ecoado pelo motel inteiro. Doeu e deu um prazer absurdo ao mesmo tempo. "Por que você fez isso?!" — eu gritei, chorando de tesão.
?Ele olhou bem nos meus olhos, com aquela cara de mau, e falou com a voz mais firme do mundo: "Porque puta igual você merece".
?Aquilo me desmontou por inteira. Ele pegou uma das minhas pernas, jogou por cima do ombro dele para abrir ainda mais o meu corpo e começou a estocar com uma força brutal, enterrando tudo lá dentro. Conforme ele ia me penetrando por trás com aquela fúria, com uma das mãos ele apertava o meu peito com força, quase me machucando, e começou a me xingar de tudo quanto é nome de puta, me humilhando do jeito que eu mais desejava no fundo da minha alma.
?Eu comecei a gemer alto e, no meio do prazer insano, comecei a pedir manhosamente para ele parar. Mas ele não parou. "Não, puta igual você tem que ser tratada assim mesmo, puta igual você".
?Ele me segurou com força, me virou de bruços na cama e me tacou de quatro. Ele voltou a me penetrar por trás com toda a profundidade. Eu não conseguia mais me controlar, passei a gemer alto feito uma cadela no cio, enquanto ele me xingava sem parar. No meio das estocadas brutas, ele enfiou um dos dedões no meu ânus e começou a massagear ali. Eu, completamente entregue, sussurrei que queria fazer aquilo também. Ele deu uma risada de lado e disse que só estava testando, porque na próxima vez ele ia meter era ali.
?A gente transou feito dois loucos varridos, sem limites. Quando ele estava quase lá, no limite do prazer, eu senti que ele ia gozar e gritei desesperada: "Não goza dentro! Eu não tomo remédio!".
?Mas o Militão estava totalmente possuído pelo instinto animal. Ele simplesmente olhou para mim e disse: "Foda-se, o problema é seu". E descarregou uma quantidade absurda de gozo quente bem lá no fundo de mim.
?Eu fiquei simplesmente pasma. Aquele homem que sempre me tratava com tanto carinho nas mensagens tinha se transformado em um verdadeiro animal selvagem ali dentro. Mas quer saber? Foi a melhor coisa que já me aconteceu. Assim que ele terminou, eu me derreti toda. Fui para cima dele cheia de carinho, cobrindo o rosto dele de beijos, e ele me beijou de volta feito um maluco.
?Na hora de ir embora, ele, mantendo a postura de homem dele, disse que não precisava que eu o levasse, que ele ia chamar um Uber. Eu fiz questão de pagar tudo no Pix: o quarto do HG e a corrida dele. Ele ainda tentou recusar, mas eu insisti de verdade. Eu precisava retribuir aquele dia maravilhoso. Eu nunca, em toda a minha vida, tinha tido um homem assim na minha cama. Nenhum homem nunca me fez sentir o que o Militão me fez sentir hoje.
?Ele pegou o Uber e foi embora sozinho para a casa dele.
?E eu estou aqui agora. Acabei de sair do banho, olhando para o espelho desse quarto de motel. Minha intimidade está completamente vermelha, inchada, dolorida e cheia do gozo dele que ainda escorre pelas minhas pernas. Eu estou aqui, com o corpo todo marcado, com a minha BMW preta do miliciano parada na garagem, pensando em cada segundo de brutalidade e prazer que eu vivi hoje nos braços do vigilante da escola dos meus filhos. E eu só consigo pensar em quando vai ser a próxima vez.
Foto 1 do Conto erotico: O Dia em que a Patroa Virou Cadela ( Verídico enviado no privado)

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Nome do conto:
O Dia em que a Patroa Virou Cadela ( Verídico enviado no privado)

Codigo do conto:
267162

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/07/2026

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