O vício naquele moleque já tinha virado uma doença. Eu não conseguia mais pensar em outra coisa a não ser no pique bruto que ele me dava. Em uma tarde de semana, o meu marido policial estava no batalhão cumprindo um plantão longo e eu tinha conseguido dar um jeito de deixar os meus quatro filhos fora de casa por algumas horas. O filho da vizinha, que controlava os meus passos e sabia exatamente a hora que eu ficava desimpedida, não perdeu tempo.
Ele cruzou a rua trazendo uma sacola do mercadinho nas mãos, fingindo que estava entregando um pedido que eu sequer tinha feito, apenas como desculpa caso algum vizinho fofoqueiro olhasse pelo portão.
Quando abri a porta da frente, ele nem pediu licença. Entrou com aquela marra de cria, jogou a sacola de qualquer jeito em cima do balcão da cozinha e já me puxou pela cintura com as mãos grandes, colando o corpo dele, quente e forte, contra o meu.
— Sei que tu tá sozinha, safada. Hoje eu vim te quebrar no meio — ele sussurrou com aquela voz rouca, cheia de gíria, direto no meu ouvido.
Eu estava toda preparada, esperando por aquilo. Vestia uma camisa solta e, por baixo, um conjunto de calcinha e sutiã rosa-claro. A calcinha era daquelas de lacinho nas laterais e fio dental atrás, bem provocante. O tesão acumulado era tanto que as minhas pernas vacilaram na hora. Sem dar espaço para conversas, peguei ele pela mão e o levei direto para o quarto de casal. Tranquei a porta e, num reflexo de desespero para abafar qualquer som, liguei o aparelho de som num volume considerável antes de me entregar completamente ao perigo, bem na cama onde durmo com o meu marido.
O Meio: A Buceta na Cara e os Xingamentos Pesados
Antes de me morder por trás, ele se jogou de costas no colchão conjugal e me puxou pelo quadril, ditando a ordem com aquela autoridade de cria:
— Tira essa calcinha rosa aí e senta com a buceta direto na minha cara!
Eu obedeci cega de desejo. Des amarrei o lacinho, joguei a calcinha de lado e fiquei por cima dele, apoiando as mãos na cabeceira da cama. O filho da vizinha agarrou a minha bunda com as duas mãos grandes, cravando os dedos na minha pele, e começou a me chupar de um jeito tão gostoso e selvagem como ninguém nunca tinha feito em toda a minha vida. A língua dele trabalhava rápido, firme, subindo e descendo pelo meu clitóris com tanta precisão que o quarto parecia rodar. Eu me contorcia inteira em cima do rosto dele, sentindo a boca dele encharcada com o meu próprio mel, enquanto ele alternava as chupadas com gírias abafadas contra a minha pele. Aquela preliminar brutal me deixou completamente ensandecida.
Depois de me sugar até eu quase gozar ali mesmo, ele me mudou de posição sem nenhuma delicadeza, me mandando ficar de quatro, com os joelhos apoiados e a bunda empinada. Ele puxou o conjunto rosa-claro para o lado e, sem usar camisinha, com zero preocupação e no pelo, ele me socou por trás de uma única vez.
O impacto daquela entrada brutal me fez morder o lençol para abafar o grito de dor misturado com um prazer absurdo. Sentir aquela carne grossa entrar rasgando até a raiz, sem capa nenhuma, me deixou completamente louca. Ele começou a meter com uma velocidade insana, e o estalo da carne dele batendo contra a minha bunda ecoava pelo quarto. No calor da transa, o rapaz perdia totalmente o respeito e despejava uma enxurrada de xingamentos pesados no meu ouvido:
— Toma, sua puta! Engole o cano do cria todinho! Tu é uma vagabunda mermo, né cara? Mulher de polícia dando a buceta assim no pelo pro menor da favela... Olha o tamanho disso dentro de tu, sua safada!
Ouvir aquelas ofensas enquanto o caralho dele batia com força lá no fundo do meu útero me levava ao delírio. Passava pela minha cabeça o contraste da minha vida: o meu marido PM sempre tão correto, cheio de cuidados, tirando antes ou usando proteção, e eu ali, de joelhos na cama conjugal, sendo xingada de tudo e tratada daquele jeito selvagem por um moleque do bairro. Ele cravava os dedos na minha cintura, deixando marcas roxas na minha pele alva, e puxava o meu cabelo por trás para erguer a minha cabeça, me obrigando a olhar no espelho o estrago que ele estava fazendo.
O Fim: O Ápice e o Transbordo
O ritmo ficou completamente descontrolado nos minutos finais. Eu já chorava e gemia arrastado no travesseiro, totalmente sem forças, rebolando o quadril para trás involuntariamente a cada estocada brutal para receber o membro inteiro. Ele me virou de frente rapidamente na cama, puxou as minhas pernas para cima dos ombros dele e continuou bombardeando a minha intimidade de cima para baixo, com os olhos vermelhos de puro tesão.
No ápice da foda, o filha da puta não pensou em tirar nem por um segundo. Ele segurou as minhas duas coxas com força total, desferiu os últimos golpes profundos e travou o corpo contra o meu, descarregando jatos massivos, densos e extremamente quentes de porra bem no fundo da minha buceta.
Eu contraí a musculatura inteira em espasmos violentos, tendo um orgasmo tão forte que o meu corpo inteiro estremeceu antes de eu desabar exausta sobre os lençóis. Ele se vestiu com aquela mesma marra de sempre, pegou a sacola vazia e saiu do quarto com um sorriso cínico no rosto, me deixando ali jogada, sentindo o sêmen quente dele transbordan do de mim e sujar o lençol do meu casamento. O perigo tinha vencido mais uma vez.
Se você ficou sem fôlego com os detalhes dessa foda proibida no Jardim Letícia com direito a buceta na cara e conjunto rosa-claro, deixe o seu voto no conto! A sua interação e o seu voto são o que me inspiram a continuar escrevendo relatos cada vez mais quentes e cheios de adrenalina para vocês. Vote aqui!