Paulo o devorador de casadas ( Comendo a filha de sua empregada)
O império de Paulo era um lugar de silêncio e ordem, mantido pela mão firme de Antônia, sua empregada que mal levantava os olhos do chão. Mas o caos entrou na cobertura quando Antônia, gripada, enviou a filha, Bia, para adiantar o serviço. ?Bia era o tipo de tentação que Paulo não costumava procurar, mas que jamais dispensava. Uma morena de 21 anos, baixinha, com 1,65m de pura curva e atitude, com a pele coberta por tatuagens que subiam pelas pernas e braços. Paulo, do alto de seus 1,90m e 40 anos de pura musculatura negra e maciça, observou a morena se movimentar pela casa com um shortinho jeans e uma regata que não deixava nada para a imaginação. ?A Deixa no Mármore ?A sedução foi rápida. Paulo, mestre na lábia e no poder, cercou-a na cozinha. Enquanto Bia tentava limpar a bancada, ele se postou atrás dela, sentindo o perfume doce da juventude misturado ao cheiro dos produtos de limpeza. ?— "Sua mãe é muito séria para ter uma filha tão... desenhada", sussurrou ele, a voz grave vibrando no pescoço dela enquanto sua mão grande e escura apertava a cintura fina da morena. ?Bia estremeceu, mas não recuou. Ela se virou de frente, os olhos brilhando com o desafio. Paulo não perdeu tempo. Levantou-a e a sentou na pia de mármore gelada, afastando as coisas. ?O Banquete de Luxúria ?Ali mesmo, a transa começou sem pudores. Paulo puxou o shortinho dela e deu de cara com uma calcinha preta de renda, que sumia entre as nádegas firmes de Bia. Ele a penetrou com força, um contraste brutal entre o mármore frio e o calor do corpo dele. Bia gemia alto, as mãos cravando nos ombros largos de Paulo, enquanto ele a manuseava com a malandragem de quem entende tudo de anatomia. ?Mas Paulo queria mais. Ele a levou para o sofá de couro da sala. Lá, ele a colocou de bruços, segurando-a pelos cabelos e desferindo estocadas profundas que faziam o sofá ranger. Depois, a virou de frente, explorando cada tatuagem com beijos e mordidas, enquanto a devorava com um vigor que ela nunca vira. ?A possessão continuou em uma cadeira de design da sala de jantar. Paulo a sentou ali, de pernas abertas, e a possuiu com uma autoridade absoluta, os pés de Bia mal tocando o chão enquanto ela era sacudida pelo impacto do corpo dele. ?Em um momento de tesão total, Paulo parou, sentou-se na cadeira e ordenou com a voz rouca de prazer: — "Fica de joelhos. Agora." ?Bia obedeceu prontamente. No chão gelado, ela o chupou bem gostoso, entregando-se ao domínio de Paulo, que a observava de cima com o olhar de quem é dono de tudo. Ele guiava o movimento com a mão na nuca dela, sem pressa, saboreando cada segundo daquela submissão. ?O Desfecho de Gelo ?Após o clímax, o silêncio voltou a dominar o 35º andar. Paulo levantou-se, vestiu a calça de moletom e foi até a varanda, sem olhar para trás. Bia, ainda ofegante e com as pernas trêmulas, tentava se recompor, a calcinha preta jogada no canto. ?— "Paulo... a gente pode se falar de novo? Você tem meu número lá no Zap da minha mãe...", começou ela, com a voz carregada de expectativa. ?Paulo virou o rosto apenas o suficiente para que ela visse seu perfil gélido. ?— "Não, Bia. Não vamos ter contato. O que aconteceu aqui morre aqui. Amanhã sua mãe volta e você segue sua vida", disse ele, seco e frio, sem qualquer resquício da transa de minutos atrás. — "Pode ir. O pagamento extra da Antônia já está na conta dela." ?Ele não deu tchau, não ofereceu Uber e nem sorriu. Para Paulo, o "Devorador de Casadas" e agora de "Novinhas", ela tinha sido apenas uma diversão de tarde, uma página virada antes mesmo de o suor esfriar. Bia saiu dali entendendo que, para um homem como Paulo, ela era apenas mais uma tatuagem em sua memória de luxúria, e nada mais.
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