Paulo o devorador negro de casadas ( A mulher do policial)

O império de Paulo era construído sobre dois pilares: ferro e desejo. Como dono da academia mais frequentada da região, ele sabia que sua presença era o combustível de muitas ali. Aos 40 anos, com 1,90m de altura e um corpo negro maciço, ele era a personificação do sucesso e da virilidade. Mas Paulo tinha um código de conduta pessoal: ele não buscava romances, ele buscava o perigo. E nada era mais perigoso e excitante para ele do que a barreira de uma aliança.
?Foi assim que seus olhos encontraram Helena.
?Loira, de pele alva e corpo esculpido por treinos rigorosos, ela era o oposto visual de Paulo. Com seus 1,69m, ela circulava pelo salão de musculação com uma distância glacial. Casada com um policial de alta patente conhecido pelo temperamento rígido, ela era território proibido para todos. Mas Paulo, com sua "lata" treinada e o poder que sua posição de dono lhe conferia, começou o cerco. Foram semanas de "bons dias" estratégicos e palavras curtas, até que o gelo quebrou e um papelzinho com o número dela, entregue com mãos trêmulas, selou o destino daquela traição.
?O Encontro no Quiosque
?Oportunidade e desejo se cruzaram em um fim de tarde de sábado. Paulo passava com sua moto preta fosca pela orla quando avistou o vestido branco de Helena brilhando sob o sol no quiosque. Ela estava com duas amigas, mas o destino — ou a vontade dela — fez com que as companheiras fossem embora cedo.
?Paulo estacionou, tirou o capacete e caminhou com passos pesados e decididos.
— "Incomodo se eu me sentar?" — a voz dele, profunda e segura, fez a taça de vinho na mão de Helena balançar.
?— "Meu marido está de plantão... não volta antes de amanhã" — ela confessou, a voz saindo quase como um sussurro de rendição.
?Eles beberam. O vinho ajudou Helena a soltar as amarras da "esposa perfeita". Paulo usava sua lábia, explorando a insatisfação que brilhava nos olhos dela, enquanto sua mão grande e quente apertava a coxa de Helena sob a mesa, sentindo a firmeza do músculo sob o vestido branco justo.
?O Portal do Proibido
?— "Aqui é muito público para o que eu quero fazer com você, Helena" — disse Paulo, levantando-se e estendendo a mão.
?Eles seguiram para a cobertura dele. O trajeto foi feito sob uma tensão insuportável. Quando chegaram ao 35º andar, o elevador se abriu direto na sala minimalista, com vista panorâmica para o mar e para a cidade.
?Helena entrou devagar, abraçando o próprio corpo, sentindo o ar condicionado gelado contrastar com o calor que subia por suas pernas. Ela olhou para a imensidão da sala e para o homem monumental que fechava a porta atrás dela, ouvindo o "click" da fechadura eletrônica.
?— "Pronto, Helena. Aqui dentro as regras dele não existem" — disse Paulo, aproximando-se por trás dela e sentindo o perfume no pescoço da loira
.A porta da cobertura mal havia se fechado e o ar já parecia rarefeito, saturado pela tensão acumulada de semanas. Paulo não deu tempo para apresentações. Ele a prensou contra o portal de vidro e iniciou um beijo visceral, molhado e profundo, que calou qualquer protesto que Helena pudesse ensaiar. Suas mãos grandes, calejadas pelo ferro da academia, percorriam o vestido branco apertado, apertando cada centímetro do corpo malhado da loira com uma possessividade que a fazia perder o fôlego.
?O Despertar do Desejo Bruto
?Num movimento brusco, Paulo arrancou a própria camisa, revelando o tronco negro retinto, uma muralha de músculos que brilhavam sob a luz da cidade. Helena, perdendo toda a timidez, entregou-se ao instinto. Ela começou a lamber cada gomo do abdômen dele, subindo pelos peitorais e mordendo os músculos dos ombros largos de Paulo. Tomada por uma fome que o casamento monótono não saciava, ela foi descendo, ajoelhando-se diante daquela estátua de ébano e mordendo com vontade o volume do pênis de Paulo por cima da calça.
?Paulo rosnou, o som saindo do fundo do peito. Ele não era homem de ser conduzido; ele era o mestre da cena. Enrolou os dedos nos cabelos loiros de Helena com força, puxando a cabeça dela para trás para que ela o encarasse.
?— "Calma... a noite é minha, Helena" — disse ele, a voz carregada de autoridade.
?Ele a levantou como se ela fosse feita de papel e caminhou até o sofá de couro. Sentou-se e a colocou por cima dele, sentada de vestido mesmo, sentindo o calor das coxas grossas dela abraçando sua cintura. Paulo a apertava todinha, sentindo a firmeza daquele corpo que ele desejou desde o primeiro dia na academia. Ele a abraçava com força, deixando-a "gostosa" e entregue, antes de começar a despi-la com uma urgência selvagem, rasgando as barreiras entre a "mulher santa" e a fêmea faminta.
?A Transa: O Acerto de Contas
?Quando finalmente a levou para a cama king-size, Paulo descarregou toda putaria acumulada. Ele sabia que dezenas de homens na academia desejavam Helena, mas todos tremiam diante da farda do marido policial. Paulo, no entanto, não tinha medo. Ele canalizou aquela "magoa" coletiva em uma agressividade que Helena nunca havia experimentado.
?Foi uma transa violenta, sem pudores. Paulo a arrebentou na cama, esquecendo qualquer delicadeza. Ele a virava de costas, puxava seus cabelos loiros com força para trás e desferia tapas sonoros em suas nádegas, deixando marcas vermelhas que contrastavam violentamente com a pele alva dela. Helena gemia feito maluca, gritos agudos de dor e prazer que ecoavam pelas paredes da cobertura. Como ele morava sozinho e o isolamento acústico era de alto padrão, Paulo não se importava; ele queria que ela soltasse tudo o que estava preso.
?Ele a mordia nos ombros, chupava seu pescoço com uma força que deixaria marcas impossíveis de esconder, e a penetrava com uma profundidade que a fazia contorcer o rosto. Paulo não estava apenas transando; ele estava exercendo seu domínio, moldando aquela mulher à sua vontade, provando que, entre aquelas quatro paredes, a única lei que valia era a dele.
?O Desfecho Gelado
?Após o último espasmo de prazer, o silêncio voltou a reinar na cobertura, quebrado apenas pela respiração pesada de ambos. Helena, com o corpo todo marcado e os cabelos desarrumados, olhou para Paulo enquanto ele se levantava para buscar um copo de água, agindo como se tivesse acabado de terminar um set de agachamento.
?— "Paulo... anota meu número aqui. Quero te ver de novo..." — ela pediu, a voz baixa, buscando um sinal de compromisso.
?Paulo parou, tomou o gole de água e olhou para ela com uma frieza que cortava mais que o ar condicionado.
?— "Não precisa de número, Helena. Eu pego o que eu quiser com você lá na academia" — respondeu ele, de forma seca e direta. — "Eu não guardo contato de ninguém. O que a gente viveu aqui foi o momento, e o momento acabou. Na academia, a gente volta ao normal."
?Ele a ignorou enquanto ela se vestia, voltando à sua postura de empresário bem-sucedido e desapegado. Helena saiu da cobertura com o corpo doendo e a alma confusa, entendendo que para Paulo, o predador de casadas, ela era apenas mais um troféu conquistado e devorado. No dia seguinte, na academia, ele seria apenas o dono seco e profissional, agindo como se nunca tivesse ouvido os gritos dela naquela noite de luxúria proibida.
Foto 1 do Conto erotico: Paulo o devorador negro de casadas ( A mulher do policial)


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


259100 - Paulo o devorador de casadas (Apresentação) - Categoria: Confissão - Votos: 1
259019 - Juliane se entregou para o entregador de pizza tesão total - Categoria: Confissão - Votos: 4
258971 - O Álibi de Juliane: Branco, Negro e o Delírio da Casa Vazia - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 5
258882 - Minha apresentação juliane (Curvas e segredo) - Categoria: Confissão - Votos: 21
258454 - De vizinha santa ao pecado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
258129 - Catarina: Entre o Ofício e o Desejo - Um casada recatada garantido sua vaga na empresa - Categoria: Fantasias - Votos: 9

Ficha do conto

Foto Perfil diario-malicioso-
diario-malicioso-

Nome do conto:
Paulo o devorador negro de casadas ( A mulher do policial)

Codigo do conto:
259104

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/04/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
1