Paulo o devorador de casadas (Comendo a funcionária da padaria casada)
Paulo é um homem que entende que o tempo é um aliado tão poderoso quanto o ferro. No seu condomínio de luxo, ele poderia ter tudo o que quisesse, mas havia um ritual matinal que ele não dispensava: buscar pão fresco na padaria da esquina. Não era pelo pão, mas por Juliana. ?Aos 21 anos, Juliana era uma visão de juventude e gostosura reprimida. Ela trabalhava no caixa e, embora tentasse manter a postura de "esposa dedicada" de Pedro — um rapaz de 24 anos, trabalhador, mas que não tinha um décimo da presença de Paulo —, ela não conseguia esconder quem realmente era. Juliana era do tipo que adorava provocar: usava calças jeans tão justas que pareciam pintadas e blusas que, ao menor movimento, revelavam a marquinha de biquíni impecável, fruto de tardes escondidas na laje. ?O Cerco Silencioso ?Paulo jogou o jogo da sedução com a perícia de um mestre. Ele não chegou chegando. Durante meses, foi apenas o "cliente especial". Ele chegava, olhava no fundo dos olhos dela com aquela autoridade de homem de 40 anos, e lançava elogios curtos que a deixavam pensando o dia todo. ?— "Esse sorriso não combina com essa cara de quem discutiu cedo, Juliana" — disse ele em uma manhã, percebendo os olhos dela levemente inchados. ?Pedro e Juliana viviam em pé de guerra. O marido era ciumento e limitado; Paulo era o oposto: um empresário negro, maciço, bem-sucedido e que exalava uma liberdade que ela invejava. Paulo sabia que a "deixa" viria na raiva. E veio. ?A Deixa da Emoção ?Em uma noite de chuva, Juliana saiu de casa após uma briga feia com Pedro. O celular dela vibrou. Era um "Oi" de Paulo, enviado no momento exato em que ele sabia que o terreno estaria fértil. ?— "Vem tomar um vinho. Esquece o mundo lá fora por uma hora" — dizia a mensagem. ?Juliana não hesitou. Ela queria se vingar, queria sentir o poder de um homem de verdade. Ela se vestiu para matar: um vestido branco curtíssimo, tão justo que cada passo era um risco, e por baixo, uma calcinha fio-dental preta minúscula, que marcava o contraste proibido sob o tecido claro. ?O Encontro na Cobertura ?Quando ela entrou na cobertura de Paulo, o choque foi imediato. O luxo do lugar e a presença monumental de Paulo, apenas de calça social e sem camisa, fizeram as pernas dela vacilarem. ?— "Você está linda, Juliana. Mas esse vestido está me dizendo que você não veio aqui só para conversar" — sussurrou ele, aproximando-se e sentindo o cheiro de chuva e puta que emanava dela. ?Ele a conduziu até o centro da sala. Paulo começou devagar, beijando o pescoço dela enquanto suas mãos grandes subiam pelas coxas de Juliana, sentindo a textura da pele e a firmeza daquele corpo de 21 anos. Quando ele encontrou a calcinha fio-dental preta através do vestido, Juliana soltou um gemido que estava preso há meses. ?A Transa: O Despertar da Fera ?Paulo a levou para o quarto, mas o tesão era tanto que eles nem chegaram à cama de imediato. Ele a prensou contra a cômoda de madeira escura. Paulo agiu com uma malandragem brutal. Ele levantou o vestido branco dela, expondo a calcinha preta e a marquinha de biquíni perfeita que ele tanto cobiçou na padaria. ?A transa foi uma explosão de sentidos. Paulo a penetrou com uma força que fez Juliana ver estrelas. Ele não teve pudor; esqueceu que ela era a "menina da padaria" e a tratou como a mulher sedenta que ela provou ser. Ele a colocava de lado, puxando sua perna para o alto para entrar com tudo, sentindo o aperto de um corpo jovem e malhado. ?Juliana gritava de praxer e dor, uma dor gostosa que Pedro nunca soube proporcionar. Paulo a virou de costas, segurou seus cabelos com força e desferiu tapas sonoros em seu bumbum, deixando a pele alva marcada com o peso de sua mão negra. O contraste visual era hipnotizante: o branco do vestido, o preto da calcinha, o dourado da marquinha e o ébano da pele de Paulo. ?Ele a possuiu em todas as posições: na beirada da cama, em pé contra a parede e, por fim, no chão de carpete, onde ele a devorou com um vigor que parecia não ter fim. Juliana estava em transe, arranhando os músculos das costas de Paulo, entregando-se àquela traição com uma fúria que só a raiva do marido poderia alimentar. ?O Final Gélido ?Quando o suor esfriou e a adrenalina baixou, Paulo levantou-se. Ele não a abraçou, não fez carinho. Apenas vestiu seu roupão de seda e olhou para o relógio. ?— "Melhor você ir, Juliana. O Pedro logo vai começar a te procurar e eu não gosto de confusão na minha porta" — disse ele, com uma frieza que parecia gelo. ?Juliana, ainda com o batom borrado e o corpo trêmulo, tentou se aproximar. — "Paulo... a gente vai se ver de novo? Eu posso te mandar mensagem?" ?Paulo deu um sorriso de canto, sem olhar nos olhos dela. — "Juliana, a gente se vê na padaria. Amanhã eu passo lá para pegar meu pão. Não precisa de mensagem. O que aconteceu aqui fica aqui." ?Ele abriu a porta para ela sair, agindo como se aquela transa épica tivesse sido apenas um negócio fechado. Juliana desceu o elevador sentindo-se usada e, ao mesmo tempo, viciada. Ela sabia que amanhã, quando desse o pão nas mãos de Paulo, ele a olharia com o mesmo desdém profissional de sempre, e isso era o que mais a enlouquecia. Paulo tinha o que queria, e ele nunca, jamais, deixava ninguém entrar no seu coração — apenas na sua cama.
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Muito gostoso comer casada branquinha. É perverso e gostoso a sensação de sentir a esposa chifrando o corno no seu pinto duro. É uma sensação de liberdade e individualidade. Ninguém tá vendo , só os dois desfrutando
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