Juliane se entregou para o entregador de pizza tesão total
O tédio estava me matando naquela noite de folga. Eram quase onze horas, minhas amigas não paravam de me chamar no WhatsApp para sair, mas eu não estava no clima de agitação. Eu queria algo mais direto, sabe? Estava em casa, sozinha, circulando de um lado para o outro com o meu conjunto favorito: um topzinho vermelho e aquele meu shortinho do Flamengo que é um perigo. Ele é bem curto, de um tecido que gruda, e como minha bunda é grande e arredondada, o shortinho ficava entrando o tempo todo. E o detalhe principal: eu estava sem calcinha, sentindo aquela liberdade que só quem está em casa entende. Decidi pedir uma pizza só para passar o tempo. Quando o entregador chegou, meu coração deu um pulo. Era um moreno que eu já conhecia de vista aqui do bairro, um cara de barba bem feita, camisa preta justa e uma calça jeans que marcava bem. Ele sempre me "comia" com os olhos quando eu passava na rua, e hoje ele estava ali, na minha porta. Abri o portão e vi o choque no olhar dele. Ele me mapeou de cima a baixo, parando o olho exatamente onde o shortinho do Flamengo desenhava tudo. Eu, maluca, resolvi dar o bote: — "Nossa, que noite abafada, né? Não quer entrar para beber um copo d'água?" Ele deu um sorriso de lado, sabendo que não estava calor nenhum, mas aceitou na hora. Fechou o portão atrás de si e me seguiu. Eu fui na frente, rebolando devagar, sentindo o shortinho encravar ainda mais enquanto ele vinha logo atrás, em silêncio, só observando o movimento da minha bunda. Chegamos na cozinha e eu fingi que ia pegar o copo, ficando de costas para ele, empinando bem o corpo. Eu senti a presença dele encostando em mim. Ele nem esperou a água. Largou a mochila de entrega no chão, me segurou pela cintura com uma força que me fez perder o fôlego e sussurrou no meu ouvido: — "Vem cá... para de joguinho que eu já sei o que tu quer. Tu acha que eu não percebo como tu me olha na rua?" Dali para frente, eu perdi o controle. Ele me abraçou por trás, apertando meu corpo todinho contra o jeans dele. As mãos dele eram grandes e pesadas; ele apertava minha carne com vontade, me dando um tapa estalado na bunda que me fez soltar um gemido alto na cozinha vazia. Ele não tinha delicadeza, e era exatamente o que eu queria. Ele começou a morder meu pescoço e puxar meu cabelo com força, me obrigando a olhar para trás enquanto ele me dominava. Eu estava completamente entregue, sentindo o calor dele e a urgência de um homem que estava com aquele desejo guardado há muito tempo. Ele me virou de frente, me prensou na mesa e eu só conseguia sentir o cheiro dele e a pegada bruta que ele tinha. A pizza ficou lá, esquecida em cima da mesa. O que aconteceu naquela cozinha foi muito mais safadeza e intenso do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar. Eu era a "torcedora" do Flamengo entregue nos braços daquele moreno que soube exatamente como me calar e me levar à loucura. Quando ele saiu, eu estava exausta, marcada e com a certeza de que aquela tinha sido a melhor "entrega" da minha vida. Quando ele me prensou, o clima mudou. Ele enrolou meu cabelo na mão com força, puxando minha cabeça para trás, e começou a dar uns tapas no meu rosto — não eram fortes para machucar, mas o estalo e a humilhação me deixaram em choque e, ao mesmo tempo, com um tesão que eu nunca tinha sentido. — "Eu sei o que tu quer, Juliane... tu gosta de se exibir, né? Pois agora tu vai ter o que merece" — ele rosnou, com a voz carregada de malícia. Ele me virou de costas com um solavanco e puxou meu shortinho vermelho para cima com tanta força que o tecido desapareceu no meu bumbum. Ficou totalmente cravado, desenhando cada curva minha. Eu soltei um gemido de susto e prazer, e quando tentei pedir calma, ele me calou na hora: — "Calma é o caralho! Hoje eu vou te foder bem gostoso. Tu não queria que eu entrasse para beber água? Agora tu vai tomar é muito leite!" A Exposição sob o Olhar do Vizinho Ele subiu meu top de uma vez, deixando meus peitos totalmente para fora. Com as mãos grandes e calejadas, ele os apertava com uma agressividade que me fazia morder os lábios, enquanto ele enterrava os dentes no meu pescoço. Eu estava trêmula, sem saber se gritava de dor ou de prazer, mas estava totalmente na dele. Foi então que ele parou um segundo e sussurrou: "Tu quer aqui fora ou quer entrar?". Eu não conseguia nem responder, estava hipnotizada por aquele tratamento bruto. Sem esperar minha resposta, ele arrancou meu short de uma vez e me deixou ali, totalmente pelada no quintal. Eu sabia que o vizinho coroa lá do segundo andar vivia na janela, e eu tinha certeza de que ele estava assistindo a tudo, mas eu não ligava. Pelo contrário, saber que eu estava sendo devorada ali, ao ar livre, só me dava mais fogo. O Banquete na Moto O moreno deu um sorriso de quem manda em tudo. Ele foi até o portão, abriu, e colocou a moto de entrega para dentro da minha varanda. Ele montou na moto, me puxou pelo braço e disse: "Vem cá!". Ele me posicionou deitada sobre o tanque da moto, com o metal frio encostando nos meus peitos e minha bunda empinada lá no alto, apontada direto para ele e para a lua. Foi uma visão de perdição. Ele se posicionou atrás de mim e me possuiu ali mesmo, com a força de quem estava esperando por aquele momento a vida inteira. A moto balançava a cada estocada bruta dele. Eu sentia o guidão nas minhas mãos, o cheiro de gasolina e suor, e os gemidos saíam da minha garganta sem controle. Ele não parava, me chamava de safada dizia que eu era a melhor "entrega" que ele já tinha feito. O prazer era tão intenso que minha vista chegava a escurecer. O Clímax Final Depois de um tempo naquele ritmo frenético, eu senti o corpo dele tencionar. Ele me puxou ainda mais forte pelos quadris, colando o peito dele nas minhas costas suadas, e deu as últimas estocadas, as mais profundas. — "Toma, Juliane... toma tudo!" — ele gritou, e eu senti aquela onda de calor me inundando por dentro. Ele gozou gostoso dentro de mim, um preenchimento total que me fez desfalecer sobre o tanque da moto. Ficamos ali por alguns segundos, ofegantes, no silêncio da noite, apenas com o som da moto estalando pelo calor do motor. Ele se afastou devagar, deu um último tapa na minha bunda agora marcada e disse: "Amanhã eu passo para saber se a pizza estava boa". Eu fiquei ali, nua, trêmula, vendo ele sair com a moto, sabendo que a partir daquela noite, o "Flamengo" tinha uma nova forma de comemorar.
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