AULAS PARTICULARES: MEU MARIDO FOI CORNO - PARTE 1

Oi meus lindos e lindas;
Recebi esse conto da minha leitora Patricia que quis compartilhar a vida particular dela conosco com fotos reais.

Me chamo Patricia, tenho 40 anos, sou morena com cabelos loiros pintados longos, seios naturais bem grandes, baixinha (1,55m) e com um corpo bem trabalhado pra minha idade. Sou casada com meu marido Odair de 45 anos há 15 anos.

Quando a pandemia chegou eu me afastei das aulas de escola particular e comecei a dar aula por conta própria, pois, conseguia ganhar mais dinheiro, para alunos do terceiro ano que estavam se preparando pro vestibular. As aulas eram na nossa sala de estar, transformada em uma pequena sala de estudos.

Eu era muito elogiada e procurada. As mães dos alunos me recomendavam umas para as outras, dizendo que eu era paciente, clara nas explicações e que conseguia fazer até os mais preguiçosos se interessarem pelos estudos. Mas eu sabia que não era só isso. Muitos alunos, especialmente os meninos, me procuravam por outros motivos. Já recebi bilhete, cantada e até convite pra sair. Mas eu ficava muito brava e até expulsava da minha turma.

Quando o ano de 2024 começou, chegou uma nova turma: seis alunos entre 18, 19 e 20 anos — quatro meninos e duas meninas. Todos já tinham acabado o ensino médio e estavam se preparando seriamente para o vestibular.

Desde a primeira aula, eu percebi os olhares. Eu usava roupas confortáveis para dar aula em casa: blusas mais justas que marcavam meus seios grandes e naturais, leggings que valorizavam minha bunda empinada e minhas coxas grossas de quem malha. Com 1,55m de altura, meu corpo chamava atenção e era uma coroa conservada.

Meu marido, Odair, ajudava a arrumar a sala antes das aulas e sempre brincava comigo quando via os garotos chegando.
— Olha lá, Paty… já estão babando de novo — ele dizia baixinho, com tom de brincadeira.

Eu ficava vermelha, mas respondia:
— Para com isso, Odair… Eu respeito nosso casamento. Sempre foi só você e eu nesses 15 anos.

Ele ria e me dava um tapa leve na bunda antes de sair para o trabalho.
— Eu sei que você respeita. Mas também sei que você é uma delícia. E eles sabem disso também. Não fico bravo não, amor. É verdade mesmo que você é gostosa pra caralho.

E era. Eu via nos olhos deles.
Os meninos não disfarçavam. Lucas, um moreno alto de 19 anos com corpo de quem joga futebol, sempre sentava na primeira fila e ficava olhando direto para o meu decote quando eu me inclinava para explicar alguma coisa no caderno.
Mateus, loiro de 20 anos, mais quietinho, ficava vermelho toda vez que eu passava perto dele e sentia meu perfume doce. Já o Theo, o mais novo com 18 anos, era o mais descarado: sorria de canto e soltava elogios disfarçados.
— Professora Patricia, a senhora explica tão bem… e ainda por cima é a professora mais bonita que eu já vi na vida — ele soltou na segunda semana, fazendo as meninas rirem e os outros meninos concordarem com a cabeça.

Eu fingia que não ouvia direito, mas sentia um calor subir pelo corpo. Sempre respondia com profissionalismo:
— Obrigada, Theo. Agora foquem na matéria, por favor.

Mas à noite, quando as aulas acabavam e eu fechava a porta, meu marido me pegava no colo e me fodia com vontade no sofá que tínhamos na sala ou na cama, sussurrando no meu ouvido:
— Eles querem te comer, né? Olham pra esses peitos grandes e ficam loucos… Mas essa buceta aqui é minha.

Eu gemia alto, gozando forte enquanto ele me comia de quatro, imaginando aqueles olhares jovens e cheios de tesão em cima de mim. Com o passar das semanas, os elogios foram ficando mais ousados.

Um dia, depois da aula, Lucas ficou para trás fingindo tirar dúvida. Ele se aproximou da mesa onde eu estava sentada e ficou bem perto, olhando descaradamente para o meu decote. A blusa estava um pouco aberta por causa do calor, e meus seios grandes e pesados quase saltavam para fora.
— Professora… eu não entendi essa parte de química orgânica. A senhora pode explicar de novo? — perguntou ele e os olhos não estavam no caderno.

Eu me inclinei um pouco para mostrar no livro, sentindo o olhar dele queimando meus peitos. Meu coração batia mais rápido.

Foi nesse momento que Odair entrou mais cedo em casa. Ele parou na porta da sala, viu Lucas praticamente colado em mim, devorando meu decote com os olhos… e não disse nada. Lucas ficou vermelho, gaguejou um “boa tarde” e saiu rápido.

Odair fechou a porta calmamente, largou a mochila no canto e foi direto para a cozinha pegar uma água, como se não tivesse visto nada de mais. Eu fiquei surpresa com a reação dele.
— Odair… você viu isso? O Lucas estava me olhando de um jeito descarado.

Ele me olhou com uma expressão quase indiferente e deu um meio sorriso:
— Paty, você é gostosa pra caralho. Claro que os garotos vão babar em cima de você. Eu não vou ficar nervoso toda vez que um moleque de 19 anos olhar pros seus peitos. Isso é normal.

Eu fiquei chocada com o jeito direto que ele falou.
— Odair! Que absurdo! Isso é loucura… Eu respeito muito nosso casamento. Nunca dei mole pra nenhum aluno. Isso não pode acontecer.

O jeito indiferente do Odair, como se não se importasse mais tanto, mexeu comigo de uma forma inesperada. Senti que ele já estava duro mas fiquei quieta.

Aquela noite, deitada ao lado dele, não consegui dormir direito. Fiquei relembrando o olhar faminto de Lucas… e a total falta de reação do meu marido. Eu me sentia confusa. Parte de mim achava aquilo errado. Outra parte, lá no fundo, sentia um calor perigoso se espalhando… e pela primeira vez, comecei a imaginar como seria ceder a esses olhares.

No feriado prolongado de 2024, resolvi oferecer uma aula de reforço extra na sexta-feira para quem quisesse ir. Avisei o grupo por WhatsApp, dizendo que seria só para tirar dúvidas mais específicas. Das seis pessoas da turma, só Lucas confirmou que iria. Eu senti um frio na barriga quando vi a mensagem dele: “Pode contar comigo, professora. Vou sim.”
Odair tinha viajado para resolver um problema no trabalho e só voltaria bem mais tarde, à noite. Eu sabia disso. E, pela primeira vez, o desejo falou mais alto que a razão.

Tomei banho, tremendo de nervoso, decidi colocar uma saia jeans curta e confortável — daquelas que mal cobriam metade das minhas coxas grossas. Por baixo, nada. Sem calcinha. Meu coração batia tão forte que eu quase desisti.
Fiquei me olhando no espelho, “Patricia, você é casada… isso é loucura”, eu pensava. Mas a buceta já estava molhada só de imaginar.

Quando Lucas chegou, eu o vi pela câmera da porta. A aula começou tranquila, mas o ar estava pesado de tensão sexual. Eu explicava a matéria, mas minha voz saía mais rouca que o normal. Lucas me olhava direto, sem disfarçar. Depois de uns vinte minutos, o desejo me dominou de vez.

Eu me levantei da cadeira, fingindo pegar um livro na estante baixa bem na frente dele. Abaixei bem devagar, de costas, empinando a bunda. A saia subiu quase toda, deixando à mostra minha bunda redonda, empinada e completamente sem calcinha. Minha buceta grande, madura e inchada ficou totalmente exposta.
Lucas soltou um gemido baixo, os olhos arregalados.
— Caralho, professora… que buceta grande e bonita… nunca vi uma assim… tão madura e carnuda…

Eu me virei devagar, fingindo surpresa, mas já estava vermelha e excitada demais.
— Lucas! Que isso? — falei brava.

Ele não falou nada. Só abriu o zíper da bermuda ali mesmo, na cadeira da sala de estudos, e tirou o pau para fora. Era grosso, jovem, já meio duro, com a cabeça rosada brilhando. Ele começou a bater devagar, olhando nos meus olhos.

Eu fiquei parada alguns segundos, chocada, a buceta latejando. A raiva inicial deu lugar a um tesão avassalador. Sem dizer uma palavra, me ajoelhei entre as pernas dele, segurei aquele pau quente com as duas mãos e enfiei na boca.
— Hmmmm… que delícia — ele gemeu, colocando a mão no meu cabelo loiro.

Eu chupei com vontade, babando muito, fazendo barulho de boca molhada enquanto descia e subia no pau dele. Sentia ele latejando na minha língua. Era errado pra caralho. Era proibido. E isso só me deixava mais molhada.

Enquanto chupava, peguei o celular com a mão trêmula, abri o FaceTime e liguei para Odair. Ele atendeu depois de alguns toques, com a cara de quem estava dirigindo.
— Oi, amor… tudo bem? — ele começou a falar.

Eu não tirei o pau da boca. Continuei chupando, olhando para a câmera. Lucas arregalou os olhos, em choque.
Com o pau de Lucas bem fundo na boca, eu falei enrolado, babando:
— Odair… olha aqui… seu corno… tô chupando o pau de um aluno de 19 anos… na nossa sala… na sua casa…

Odair ficou em silêncio total por dois segundos, o rosto congelado na tela.
Eu continuei, com a voz manhosa e safada:
— Ele tem um pau bem grosso, amor… bem mais duro que o seu agora… tô sendo uma vadia pra ele…

Lucas brochou na hora, o pau amolecendo rápido na minha boca por causa do susto. Eu desliguei a chamada sem esperar Odair responder nada. Joguei o celular no sofá e voltei a chupar Lucas com mais fome ainda. Lambi, chupei as bolas, coloquei tudo na boca até ele gemer alto e o pau voltar a ficar duro como pedra.
— Professora… caralho… você é louca… — ele sussurrou.

Eu me levantei, levantei a saia curta e subi em cima dele na cadeira. Segurei o pau duro e, devagar, comecei a sentar. Lucas soltou um gemido longo quando a cabeça do pau abriu meus lábios grandes e carnudos.
— Porra… que buceta grande e madura… tá engolindo meu pau inteiro… que delícia, professora…

Eu gemi alto ao sentir ele me abrindo por dentro e comecei a quicar com vontade, meus seios grandes pulando dentro da blusa, a saia embolada na cintura. Lucas segurava minha bunda com as duas mãos, me ajudando a subir e descer enquanto metia fundo.
— Me fode, Lucas… me fode bem gostoso… goza dentro de mim… — gemi sem vergonha.

Ele não aguentou muito tempo. Com um gemido rouco, apertou minha bunda com força e gozou forte, jorrando porra quente bem fundo na minha buceta grande e madura. Senti o jato quente me enchendo enquanto eu tremia de prazer, gozando junto com ele, minha buceta apertando o pau dele. Comecei a fotografar minha buceta inchada e mandar pro corno do meu marido.

Eu sabia que Odair ia chegar em algumas horas. E, pela primeira vez, eu não sentia culpa. Só tesão.
...
FOTOS DA MINHA BUCETINHA LOUCA DE TESÃO

Foto 1 do Conto erotico: AULAS PARTICULARES: MEU MARIDO FOI CORNO - PARTE 1

Foto 2 do Conto erotico: AULAS PARTICULARES: MEU MARIDO FOI CORNO - PARTE 1

Foto 3 do Conto erotico: AULAS PARTICULARES: MEU MARIDO FOI CORNO - PARTE 1

Foto 4 do Conto erotico: AULAS PARTICULARES: MEU MARIDO FOI CORNO - PARTE 1

Foto 5 do Conto erotico: AULAS PARTICULARES: MEU MARIDO FOI CORNO - PARTE 1


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Comentários


foto perfil usuario frota-men

frota-men Comentou em 29/04/2026

Delícia amoo um bucetao arreganhada assim eu apaixono linda morena maravilhosa deixa eu dar leitinho nela bem gostoso vem de pv




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Ficha do conto

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Nome do conto:
AULAS PARTICULARES: MEU MARIDO FOI CORNO - PARTE 1

Codigo do conto:
260744

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/04/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5