A Noite Que Ela Nunca Esqueceu

A chuva caía sobre o Bairro Alto quando a Carolina finalmente decidiu entrar no bar.

Tinha estado ali parada, do outro lado da rua, durante vinte minutos. A observar pela janela embaciada. A ver o homem sentado ao balcão, sozinho, com um copo de whisky e um livro que não parecia estar realmente a ler.

Três meses de conversas no Tinder. Três meses de mensagens cada vez mais atrevidas. E agora ali estava ela, tremendo, não de frio, mas de antecipação.

Empurrou a porta. O calor do bar envolveu-a imediatamente, assim como o som de fado que saía das colunas. Ele levantou os olhos. E sorriu.

“Carolina.”

Não foi uma pergunta. Ele sabia. Da mesma forma que ela soube, desde a primeira fotografia trocada, que aquela noite ia acontecer.

“Miguel”, respondeu ela, a tirar o casaco molhado. Por baixo, o vestido preto que tinha escolhido com cuidado. Decotado o suficiente para ser sugestivo. Justo o suficiente para não deixar dúvidas sobre as suas intenções.

Ele fez sinal ao barman. “Um vinho do Porto para a senhora.”

Carolina sentou-se no banco ao lado dele. Tão perto que as suas coxas quase se tocavam.
O calor dele era real, palpável. Tinha 38 anos, dissera-lhe. Advogado. Divorciado há dois. E com fantasias que, segundo as próprias palavras, “fariam a maioria das mulheres correr”.

Ela não tinha corrido. Tinha ficado. E tinha respondido com as suas próprias fantasias.

“Estava com receio que não viesses”, disse ele, e havia algo na voz dele que a fez apertar as pernas.
“Também eu”, admitiu. “Mas depois pensei… há quantos anos vivo em Lisboa? Dez? E nunca fiz nada realmente arriscado nesta cidade.”
“E achas que eu sou arriscado?”

Carolina bebeu um gole de vinho. Deixou o silêncio estender-se. Depois, inclinou-se até a boca estar a centímetros da orelha dele.

“Espero bem que sim.”

A mão de Miguel encontrou o joelho dela. Por cima da meia preta. Apenas pousada ali, mas com uma intensidade que prometia muito mais.

“Tens o quarto?”, perguntou ela.
“Tenho. No hotel perto do Chiado. Como combinamos.”
“E trouxeste…?”
“Tudo”, confirmou ele. “Tudo o que pediste.”

Carolina sentiu o pulso acelerar. Durante três meses, tinham falado sobre aquela noite. Planeado. Negociado limites. Estabelecido palavras de segurança. E agora estava ali, prestes a transformar palavras em actos.

O quarto era exatamente como ela tinha imaginado. Grande. Com vista para o Tejo.
Uma cama enorme com lençóis brancos imaculados. E, sobre a cómoda, uma pequena mala preta.

Miguel fechou a porta e, durante um momento, ficaram apenas ali parados. A olhar um para o outro. A respiração de ambos ligeiramente ofegante.

“Posso?”, perguntou ele, aproximando-se.
“Podes.”

O beijo foi tudo menos gentil. Foi fome. Três meses de desejo condensado em lábios, línguas, dentes. Ele empurrou-a contra a parede, as mãos já a subirem pelas coxas dela, a descobrirem que sim, ela tinha seguido a instrução: nada por baixo do vestido.

“Caralho”, murmurou ele contra o pescoço dela. “Vieste preparada.”
“Tu pediste”, lembrou Carolina, já a desabotoar a camisa dele. Revelando o peito que tinha visto em fotografias mas que agora podia finalmente tocar. Quente. Firme. Real.

Miguel afastou-se ligeiramente. Foi até à mala.
Quando se virou, tinha nas mãos exatamente o que tinham combinado.

“Tens a certeza?”, perguntou, e apesar da excitação óbvia, havia seriedade na voz dele.
Carolina não hesitou. “Absoluta.”

As algemas eram de couro macio. Presas aos pulsos dela com um cuidado que contrastava com a brutalidade dos beijos que tinham trocado minutos antes. Miguel prendeu-a à cabeceira da cama, os braços de Carolina acima da cabeça, completamente exposta.
ontos Eróticos em Portugal: A Noite Que Ela Nunca Esqueceu
Home Contos Eróticos Contos Eróticos em Portugal: A Noite Que Ela Nunca Esqueceu
3 meses atrás 3 meses atrás
Contos Eróticos
Contos Eróticos em Portugal: A Noite Que Ela Nunca Esqueceu
Maria Khalifa        por Maria Khalifa3 meses atrás3 meses atrás
2.2kvisualizações
6
Contos Eróticos em Portugal: A Noite Que Ela Nunca Esqueceu
A chuva caía sobre o Bairro Alto quando a Carolina finalmente decidiu entrar no bar.

Tinha estado ali parada, do outro lado da rua, durante vinte minutos. A observar pela janela embaciada. A ver o homem sentado ao balcão, sozinho, com um copo de whisky e um livro que não parecia estar realmente a ler.

Três meses de conversas no Tinder. Três meses de mensagens cada vez mais atrevidas. E agora ali estava ela, tremendo, não de frio, mas de antecipação.

Empurrou a porta. O calor do bar envolveu-a imediatamente, assim como o som de fado que saía das colunas. Ele levantou os olhos. E sorriu.

“Carolina.”

Não foi uma pergunta. Ele sabia. Da mesma forma que ela soube, desde a primeira fotografia trocada, que aquela noite ia acontecer.

“Miguel”, respondeu ela, a tirar o casaco molhado. Por baixo, o vestido preto que tinha escolhido com cuidado. Decotado o suficiente para ser sugestivo. Justo o suficiente para não deixar dúvidas sobre as suas intenções.

Ele fez sinal ao barman. “Um vinho do Porto para a senhora.”

Carolina sentou-se no banco ao lado dele. Tão perto que as suas coxas quase se tocavam.
O calor dele era real, palpável. Tinha 38 anos, dissera-lhe. Advogado. Divorciado há dois. E com fantasias que, segundo as próprias palavras, “fariam a maioria das mulheres correr”.

Ela não tinha corrido. Tinha ficado. E tinha respondido com as suas próprias fantasias.

“Estava com receio que não viesses”, disse ele, e havia algo na voz dele que a fez apertar as pernas.
“Também eu”, admitiu. “Mas depois pensei… há quantos anos vivo em Lisboa? Dez? E nunca fiz nada realmente arriscado nesta cidade.”

“E achas que eu sou arriscado?”

Carolina bebeu um gole de vinho. Deixou o silêncio estender-se. Depois, inclinou-se até a boca estar a centímetros da orelha dele.

“Espero bem que sim.”

A mão de Miguel encontrou o joelho dela. Por cima da meia preta. Apenas pousada ali, mas com uma intensidade que prometia muito mais.

“Tens o quarto?”, perguntou ela.
“Tenho. No hotel perto do Chiado. Como combinamos.”
“E trouxeste…?”
“Tudo”, confirmou ele. “Tudo o que pediste.”

Carolina sentiu o pulso acelerar. Durante três meses, tinham falado sobre aquela noite. Planeado. Negociado limites. Estabelecido palavras de segurança. E agora estava ali, prestes a transformar palavras em actos.

O quarto era exatamente como ela tinha imaginado. Grande. Com vista para o Tejo.
Uma cama enorme com lençóis brancos imaculados. E, sobre a cómoda, uma pequena mala preta.

Miguel fechou a porta e, durante um momento, ficaram apenas ali parados. A olhar um para o outro. A respiração de ambos ligeiramente ofegante.

“Posso?”, perguntou ele, aproximando-se.
“Podes.”

O beijo foi tudo menos gentil. Foi fome. Três meses de desejo condensado em lábios, línguas, dentes. Ele empurrou-a contra a parede, as mãos já a subirem pelas coxas dela, a descobrirem que sim, ela tinha seguido a instrução: nada por baixo do vestido.

“Caralho”, murmurou ele contra o pescoço dela. “Vieste preparada.”
“Tu pediste”, lembrou Carolina, já a desabotoar a camisa dele. Revelando o peito que tinha visto em fotografias mas que agora podia finalmente tocar. Quente. Firme. Real.

Miguel afastou-se ligeiramente. Foi até à mala.
Quando se virou, tinha nas mãos exatamente o que tinham combinado.

“Tens a certeza?”, perguntou, e apesar da excitação óbvia, havia seriedade na voz dele.
Carolina não hesitou. “Absoluta.”

As algemas eram de couro macio. Presas aos pulsos dela com um cuidado que contrastava com a brutalidade dos beijos que tinham trocado minutos antes. Miguel prendeu-a à cabeceira da cama, os braços de Carolina acima da cabeça, completamente exposta.

“Se quiseres parar, dizes o quê?”
“Vermelho”, respondeu ela, a voz já trémula de antecipação.
“E se quiseres que abrande, mas não pare?”
“Amarelo.”
“Boa, miúda.”

As palavras foram como um interruptor. Carolina sentiu o corpo inteiro reagir. O Miguel começou devagar. Beijos no pescoço. Descendo para os seios. Depois, mais abaixo. A língua dele a desenhar padrões na pele dela. Provocando. Prometendo.

Quando finalmente chegou ao destino, Carolina já estava a arquear as costas, as algemas a puxarem levemente contra os pulsos. A boca dele era hábil, experiente. Sabia exatamente onde tocar, como variar pressão e ritmo. Levou-a quase até ao limite e depois parou.

“Ainda não”, disse, com um sorriso que era pura maldade.
Repetiu o processo. Duas vezes. Três. Cada vez levando Carolina mais perto e depois recuando. Até ela estar a implorar. Palavras que nunca pensara dizer em voz alta.

“Por favor, Miguel. Por favor.”
“Por favor o quê?”
“Por favor deixa-me acabar.”

Ele subiu o corpo, posicionou-se entre as pernas dela. A intensidade nos olhos dele era quase assustadora.

“Agora”, disse simplesmente.

E quando entrou, o mundo de Carolina reduziu-se àquela sensação. Àquele momento. Aos movimentos dele, firmes, profundos, exatamente como ela precisava. As mãos dele apertaram os pulsos dela por cima das algemas, imobilizando-a completamente.

Não demorou muito. O orgasmo atingiu Carolina com uma força que a deixou sem ar. O corpo inteiro a tremer. Sons que não sabia que conseguia fazer a escaparem da garganta. E através de tudo, os olhos dele fixos nos dela, a verem cada segundo.

Quando o Miguel também terminou, deixou-se cair ao lado dela. Por momentos, apenas respiraram. Depois, com movimentos cuidadosos, soltou as algemas.

“Estás bem?”, perguntou, massajando-lhe gentilmente os pulsos.
“Estou…”, Carolina procurou as palavras. “Estou incrível.”

Ele sorriu. Puxou os lençóis sobre ambos. E por um momento, ali deitados na escuridão do quarto, com Lisboa a brilhar lá fora pela janela, pareciam apenas duas pessoas normais.

“Sabes”, disse Carolina, “passei três meses a imaginar esta noite.”
“E?”
“A realidade foi melhor.”
Miguel virou-se para ela. “Sabes que isto não tem que ser só esta noite, certo? Se quiseres…”
“Quero”, interrompeu ela. “Definitivamente quero.”

Lá fora, a chuva continuava a cair sobre Lisboa.
Mas dentro daquele quarto, Carolina sentia-se mais quente do que nunca.

Duas horas depois
A segunda vez foi diferente. Mais lenta. Mais exploratória. Miguel tinha mais brinquedos na mala, e usou-os todos com uma perícia que deixou a Carolina a perguntar-se como tinha vivido tantos anos sem experimentar aquelas sensações.

Tomaram duche juntos. A água quente a lavar o suor. As mãos dele ainda exploratórias, insaciáveis. E quando voltaram para a cama, a Carolina tomou o controlo.

Virou-o de costas. Prendeu-o como ele tinha feito com ela. E devolveu cada provocação, cada momento de tortura deliciosa. Até o Miguel estar a implorar da mesma forma que ela tinha implorado.

“Quem diria”, murmurou ela enquanto o montava, as mãos dele ainda presas acima da cabeça, “que um advogado de Benfica pudesse ser tão submisso.”

“Só para ti”, conseguiu ele dizer entre gemidos.

E era verdade. Naquela noite, eram só eles dois. Dois estranhos que se tinham conhecido online e que agora partilhavam uma intimidade que muitos casais nunca alcançam.

Quando Carolina finalmente o soltou, o céu lá fora já começava a clarear. Amanhecer sobre o Tejo. A cidade a acordar lentamente.

“Tenho que ir”, disse ela, já a vestir-se.
“Já?”
Trabalho às nove.” Sorriu para ele. “Mas… fim de semana que vem?”

Miguel levantou-se. Nu. Sem qualquer vergonha. Aproximou-se dela e beijou-a. Diferente dos beijos da noite. Este era de promessa.

“Fim de semana que vem”, confirmou. “Mas desta vez, vamos ao meu apartamento. Tenho lá… mais recursos.”

Carolina sentiu um arrepio de antecipação. “Mal posso esperar.”

Na rua, a caminho do metro, enquanto Lisboa acordava à sua volta, Carolina não conseguia parar de sorrir. Passavam pessoas a caminho do trabalho. Turistas já com câmaras na mão. Vida normal de uma cidade normal.

Ninguém saberia, ao olhar para ela, o que tinha acontecido naquela noite. Ninguém imaginaria as marcas ligeiras que as algemas tinham deixado nos pulsos. Os músculos que doíam de formas deliciosas. A sensação de estar completamente viva que a percorria.

Tinha vindo para Lisboa há dez anos para procurar carreira. Encontrara isso. Mas naquela noite, tinha encontrado algo mais. Tinha encontrado coragem. Coragem para perseguir o que realmente queria. Para não se envergonhar dos seus desejos.

E o Miguel? O Miguel era apenas o começo.

Foto 1 do Conto erotico: A Noite Que Ela Nunca Esqueceu

Foto 2 do Conto erotico: A Noite Que Ela Nunca Esqueceu

Foto 3 do Conto erotico: A Noite Que Ela Nunca Esqueceu

Foto 4 do Conto erotico: A Noite Que Ela Nunca Esqueceu

Foto 5 do Conto erotico: A Noite Que Ela Nunca Esqueceu


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


264422 - Um bom café para um dia difícil - Categoria: Fantasias - Votos: 1
264387 - Os mamilos da minha mãe 1 e 2 - Categoria: Incesto - Votos: 5
264172 - A filha antes de sair para o trabalho libera o cuzinho para o pai. - Categoria: Incesto - Votos: 5
264156 - Dando uma rapidinha com o travesti na boate - Categoria: Bissexual - Votos: 6
264020 - Aulas de Beijo com mãe e filha - Categoria: Confissão - Votos: 4
264016 - Pai e filha: desejo proibido no ônibus - Categoria: Incesto - Votos: 14
263732 - Perdi Minha Virgindade Com uma Femboy - Categoria: Bissexual - Votos: 5
263691 - Meu sogro me comeu no sofá da sala - Categoria: Incesto - Votos: 18
263599 - Selinhos inocentes que viraram luxúria - Categoria: Incesto - Votos: 9
263576 - Irmã Proibida: O Desejo que Não Dá pra Negar - Categoria: Incesto - Votos: 9
263575 - Descobri o segredo safado da minha irmã - Categoria: Incesto - Votos: 12
263133 - Fantasias de um Filho pela Própria Mãe - Categoria: Incesto - Votos: 5
263023 - Presente de Dia das Mães: Comi Minha Própria Mãe - Categoria: Incesto - Votos: 7
263022 - Noivinha crente dando o cu - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
262992 - O DIA EM QUE PAI E FILHO SE ENTREGAM AO SEXO E A PAIXÃO. - Categoria: Incesto - Votos: 8
262952 - Saudades da travaca safada - Categoria: Bissexual - Votos: 5
262893 - Minha deliciosa filha. - Categoria: Incesto - Votos: 14
262840 - Comendo a buceta e o cu da sogra evangélica - Categoria: Incesto - Votos: 16
262796 - Pais ensinam filha a fazer amor - Categoria: Incesto - Votos: 9
262795 - Minha prima lésbica quer meu leite - Categoria: Incesto - Votos: 7
262790 - Minha esposa e meu sogro. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
262732 - Enteada do meu pai é trans. - Categoria: Bissexual - Votos: 15
262719 - Meu sogro dotado me engravidou - Categoria: Traição/Corno - Votos: 15
262713 - Fodendo a minha namorada travesti gostosa - Categoria: Bissexual - Votos: 8
262636 - Meu filho trepou gostoso comigo - Categoria: Incesto - Votos: 9
262633 - No sofá com a mamãe - Categoria: Incesto - Votos: 11
262581 - Virando a puta lésbica da minha mãe - Categoria: Incesto - Votos: 8
262565 - Sogra Tesuda. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 11
262507 - Fodi minha irmã trans - Categoria: Incesto - Votos: 9
262448 - Minha mãe, minha mulher - Categoria: Confissão - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
A Noite Que Ela Nunca Esqueceu

Codigo do conto:
264476

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
14/06/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
5