Como conquistei meu chefe e meu enteado

“— Você não faz ideia de como eu sonhei com esse momento. Acariciar essa bunda linda.”

A frase ecoou no silêncio do consultório, mas não era a primeira vez que eu a ouvia. Na verdade, era a centésima. O Dr. Augusto — ou apenas Augusto, como ele insistia que eu o chamasse entre quatro paredes — tinha a mania de sussurrar seus desejos contra a minha pele, como se estivesse confessando pecados em um tribunal de prazer.

Tudo começou com aquele café. Aquele instante exato em que a barreira profissional desmoronou e deu lugar a uma tensão elétrica, quase palpável. Eu, Vina, cansada de anos de "seca" emocional e física, encontrei no homem de sessenta anos a vitalidade que faltava em qualquer jovem de vinte. Ele era a mistura perfeita de maturidade e vigor, um cardiologista que sabia exatamente onde tocar para fazer meu coração disparar, não por patologia, mas por desejo.

Lembro-me da primeira vez que nossas roupas ficaram espalhadas pelo chão do consultório, contrastando com a sobriedade dos diplomas na parede. A urgência era tanta que o sofá mal serviu de apoio; nós nos devorávamos. Eu precisava sentir a pressão, o peso, o calor. Quando ele me penetrou pela primeira vez, senti que cada célula do meu corpo, que estivera adormecida durante o casamento, despertava em um grito silencioso de satisfação.

O sexo com Augusto era um ritual de descoberta. Ele não tinha pressa. Sua língua explorava cada centímetro da minha pele morena, detendo-se nos meus seios pequenos e firmes, sugando meus mamilos com uma delicadeza que me fazia arquear as costas. E quando ele chegava à minha intimidade, era como se ele estivesse operando com a precisão de um cirurgião: sabia exatamente onde apertar, como sugar, como me levar ao limite até que eu não aguentasse mais e implorasse para que ele me preenchesse.
— Me fode, Augusto... soca fundo! — eu gritava, esquecendo que estávamos em um ambiente de trabalho.

A sintonia era devastadora. A pele dele, marcada pelo tempo, mas firme e quente, colava na minha. O contraste do grisalho de sua barba contra a minha pele morena era um quadro de luxúria. Eu amava a forma como ele me dominava, mas também como se rendia ao meu corpo, especialmente à minha bunda, que ele moldava com as mãos grandes e fortes enquanto me possuía por trás.

Havia algo quase sagrado na nossa entrega. O momento final, aquele que eu mais ansiava, era sempre o ápice. Eu não suportava a ideia de desperdiçar qualquer gota daquele vigor. Quando ele sentia que estava chegando ao limite, eu me posicionava, envolvia seu membro com os lábios e sentia a pulsação frenética. O sabor do "leitinho" quente, como eu gostava de chamar, era o troféu daquela jornada de prazer. Engolir cada jato era a forma mais visceral de dizer que, finalmente, eu estava sendo preenchida.

Com o passar dos meses, a relação evoluiu. Ele se apaixonou profundamente, e embora eu não sentisse a mesma intensidade romântica, eu sentia uma gratidão imensa. Ele me devolveu a feminilidade, a autoconfiança e, acima de tudo, o prazer de ser desejada.

Hoje, quando entro na clínica e troco um olhar cúmplice com ele enquanto atendo um paciente, sinto um tremor percorrer minha espinha. Sabemos que, assim que a porta for trancada e a última consulta encerrada, o doutor deixará a medicina de lado para se dedicar exclusivamente à anatomia do meu corpo.
Estava tudo maravilhoso, até o dia que ele falou:

- Quer casar comigo?

Confesso que fui pega de surpresa, achei que ficaríamos só namorando. Com uma certa lucidez eu falei:

- Meu querido, talvez tenhamos um problema, você tem um filho, jovem ainda, acho que tem dezoito anos não é isso?

- Isso mesmo, mas o que tem ele?

- Será que ele vai me aceitar?

Ele segurou nos meus braços e falou:

- Já conversei com ele, expliquei nosso relacionamento, mas o que importa de verdade é que eu quero, ele vai ter que aceitar.

Pensei um pouco e falei:

- O que você acha de fazermos um teste, vamos morar juntos por um tempo e aí sentimos a reação dele, não quero ser um entrave na vida de vocês dois.

- Seja como você quiser.

Mudei para a casa do Augusto e como era esperado, João ficou um tanto ressabiado com a minha presença, eu compreendi, com certeza ele pensando que eu estava ali para ocupar o lugar da mãe dele, coisa que nunca passou pela minha cabeça. Eu sentia o garotão muito triste e falei isso para o pai dele que respondeu:

- Ele era muito apegado à mãe.

Me esforcei para ser gentil, mas ele se mantinha afastado de mim, quase nunca falava comigo, me olhava com desprezo, isso me aborrecia. O que compensava era que o sexo com o Augusto continuava muito bom. Passados alguns meses o Augusto foi convidado a participar de um congresso e ficaria fora por uma semana. Ele iria viajar no sábado pela manhã e voltaria apenas no sábado seguinte. Na sexta à noite o Augusto falou para o filho sobre o congresso e pediu que o garoto fosse gentil comigo na sua ausência, no que ouviu:
- Amanhã cedo vou para a casa do Kleber – um amigo dele – e passo o fim de semana lá.

O Augusto tentou de todas as formas mover essa ideia do filho, para ele permanecer em casa e fazer companhia para mim, mas ele foi irredutível.

Para ser sincera nem fiquei triste, antes só do que junto com um cara mal humorado. Depois que o Augusto se foi eu fiquei sozinha e à vontade, só de calcinha e sutiã como eu gosto. Coloquei algumas coisas no lugar e à tarde deitei no sofá, liguei a TV num filme, mas acabei cochilando. Estava deitada de bruços e acordei assustada, ouvindo sons que não eram da televisão, fiquei apavorada, teria alguém dentro de casa e ali pertinho de mim? Permaneci paralisada e o som na verdade era de gemidos, virei rapidamente e levei um enorme susto, era o João que também assustado se virou ficando de costas, tentando levantar a bermuda que usava.

Logo entendi, o safado estava batendo punheta olhando para a minha bunda. Ele tentou sair da sala, mas eu o chamei:

- João, senta aqui do meu lado.

Sem jeito e cabisbaixo ele sentou e pediu desculpas. Para quem nunca se importou comigo, era um avanço ouvi-lo se desculpando:

- Tudo bem, posso entender o que aconteceu.

Sem tirar os olhos do meu corpo quase nu, ele disse:

- Talvez você entenda, mas acho que meu pai nunca entenderia. Eu sorri, peguei na sua mão e falei:

- Talvez ele não precise ficar sabendo que você estava batendo punheta me vendo só de calcinha.

Dava para perceber que ele estava em pânico, ainda segurando sua mão eu falei:

- O que você acha disso ser um segredo só nosso?

- Está segura disso?

- Estou, mas com uma condição, seu ganhar um abraço e um beijo de você.

Ele se tranquilizou, sorriu, me abraçou, beijou meu rosto e declarou:

- Marquei bobeira esse tempo todo, você é legal e não percebi isso.

Ele se levantou dizendo que precisava tomar banho. Não sei porque, mas falei algo de improviso:
- Vai sim e lava bem o boneco, deve estar todo melado – olhei para ele sorrindo.

Ele não falou nada, apenas sorriu e se retirou. Sozinha na sala eu passei um dedo na minha calcinha e senti que estava molhada, não é que aquele moleque me deixou com tesão! Levantei e também fui tomar banho. Terminei, passei hidratante no corpo todo, um pouco do meu perfume preferido e ao escolher o que vestir, uma ideia maluca me veio à cabeça e optei por um baby doll de renda preta transparente, sem calcinha. O short curtinho deixava ver a polpa da minha generosa bunda.

Fui para a cozinha preparar um lanche e o curioso é que estava excitada. Pouco depois ele chega e senta numa cadeira, eu estava de costas e apenas falei que estava preparando um lanche para nós. Ao me virar pude ver seu olhar vidrado em mim. Eu sorri e instiguei:

- Não está acostumado a ver mulher com roupa de dormir?

- Vi minha mãe várias vezes, mas ela não usava roupas assim.
Assim como ?

Ele me olhou de cima a baixo e falou:

- Assim tão sexy e transparente.

Para fazer charme eu coloquei um braço sobre os seios, a outra mão na xaninha e falei:

- Pronto, agora estou comportada.

- Que pena – ele falou tristonho – estava tão bom ver seus contornos, são lindos.

- Como sabe que são lindos, o tecido cobre muita coisa.

- Cobre, mas deu chance para eu imaginar.

Não imaginei que ele teria coragem dessas palavras, mas aquilo me deixou molhada e esqueci que ele era filho do meu homem:

- Quer ver como são os meus seios?

Ele abriu um sorriso enorme e falou ficaria muito feliz. Tirei a blusinha que usava e o garoto quase babou diante de mim, dava para ver que sua respiração estava alterada, ofegante. Me aproximei dele e falei:

- Pode tocar se quiser.

Senti que eu estava no comando da situação, com certeza ele nunca mais seria um entrave ali dentro de casa. Ele acariciou meus seios, os biquinhos ficaram duros e ele falou:

- Como nos meus devaneios, já bati muita punheta pensando em você.

- Sério João e porque ficou tanto tempo de birrinha comigo?

Ele deu de ombros, querendo insinuar que nem ele mesmo sabia o motivo. Puxei sua cabeça contra meu peito e ele sentiu o calor dos meus seios. Eu sentia minha buceta melar com essa loucura toda, onde eu estava com a cabeça, mas agora não tinha mais volta:

- Pode beijar se você quiser.

Ele não perdeu tempo, beijou, lambeu e sugou meus mamilos, enquanto suas mãos apertavam minha bunda. Um pouco de bom senso que ainda me restava eu falei que aquilo não era justo com o pai dele, mas ele me garantiu:

- Acredite que da minha parte ele nunca vai saber.

Segurei seu rosto com as mãos e beijei sua boca, de leve no início e aos poucos fui intensificando, enfiando minha língua na boca dele, transformando num beijo molhado e sugado. Fomos para o sofá da sala e ali eu sentei. Ele ficou de pé na minha frente, baixei a bermuda e seu pau saltou duro, empinado e todo melado. Que bela ferramenta, faria o pai ter inveja e estava ali, todinha à minha disposição. Sem pensar muito eu abocanhei aquela rola e comecei a mamar, de tão dura ela pulsava dentro da minha boca. Ele estava muito excitado e começou a foder na boca como se fosse a minha buceta. Seu pau chegava a bater na minha garganta, fazendo eu babar muito. Ele estava possuído de tal forma, que em poucas estocadas acabou enchendo minha boca de porra.
Eu não estava esperando um gozo tão rápido e boa parte do leitinho se espalhou pelo meu rosto, mas o que ficou na boca eu engoli com prazer. Fiquei chupando a piroca até deixa-la limpinha e a danada não baixou, permaneceu dura, santa juventude. Tomada de um misto de arrependimento e angústia eu falei:

- Que loucura , não devíamos estar fazendo nada disso.

Ele afagou meus cabelos e falou que não estava arrependido de nada e faria muito mais comigo:

- O que mais faria comigo João?

- Quero foder você todinha e lhe dar muito prazer.

Ele me deita no sofá, se posiciona entre as minhas pernas e começa a chupar a buceta. Não tem a prática do pai, mas o inusitado da situação me deixou maluca e não demorou para que eu gozasse feito uma cadela no cio. Ele beijou minha boca, mordeu meus lábios e falou:

- Caralho, como você é gostosa.

Aqueles momentos tórridos de sexo nos deixaram com fome e fomos comer um lanche, do jeito que estávamos, pelados, a intimidade tinha sido criada. Enquanto comíamos ele foi falando das vezes que bateu punheta pensando em mim, confesso que fiquei excitada sabendo que era a fantasia dele.

Ele estava sentado ao meu lado, levei minha mão no seu pau e o bicho estava duro, vibrante. Olhei para ele e falei:

- Não posso nem imaginar se o seu pai souber de algo.

- Você ama meu pai Vina ?
Que pergunta difícil de responder, mas fui sincera:

- Não sei se é amor, mas sinto um carinho muito grande, dia-a-dia estou mais apegada a ele.

- Espero que aconteça o mesmo comigo.

Fomos para o quarto dele, deitei na cama e ele veio por cima. Beijou minha boca ardentemente, mamou e lambeu meus seios, meu tesão estava aceso de novo, mas que situação inacreditável, eu estava traindo a pessoa com quem provavelmente eu fosse casar e justo com o seu filho, meu futuro enteado. Perdi toda a minha lucidez e pedi:

- Vem João, mete na minha buceta.

Seu pau teso achou o caminho certo e logo eu sentia a penetração. Com ele todo dentro de mim eu pedi:

- Fode com força bebê, soca fundo na minha xota.

Eu estava muito molhada e o entra e sai do seu cacete fazia aquele som gostoso de uma foda perfeita. Ele tirava quase o pau todo e depois voltava a meter dizendo:

- É assim que você quer putinha?

Confesso que não esperava ser chamada de putinha, mas como adoro uma putaria bem falada:

- Assim mesmo macho tesudo, soca seu caralho na buceta da sua putinha.

Cruzei minhas pernas em torno do seu corpo e o prendi com força. Ele me beijava, sugava minha língua com força e eu retribuía. Desta forma ele não aguentou e disse que assim ele gozaria:

- Aguente mais um pouco, está vindo para mim também.
Ele urrava, nossos corpos molhados se uniam como se fosse um só e assim chegou para nós dois e senti seus jatos fortes inundando meu interior. Saciados dormimos juntos. Quando levantei no dia seguinte o João ljá tinha saído para a faculdade. Ele voltou à noitinha, eu tinha tomado meu banho, esperando-o sentada na sala, vestindo apenas um robe curtinho, deixando de fora minhas belas coxas. Ele chegou por trás, beijou meu pescoço e falou ao meu ouvido:

- Pensei em você o dia todo.

- Ficou de pau duro, meu querido?

- O tempo todo.

- Então vai tomar banho enquanto preparo um lanche para nós.

Ele volta vestindo apenas a cueca e era visível seu pau duro dentro dela. Me aproximei dele, segurei sua rola e falei:

- Tudo isso é para mim?

- Sim minha putinha.

Sentamos e tomamos nosso lanche. Depois de tudo arrumado fomos para o quarto dele. Ao deitar meu robe ficou aberto e ele pode ver que eu não usava calcinha. Ele se atirou entre as minhas pernas e começou a me chupar e cheirar:

- Porra que cheiro gostoso tem sua buceta.

Puxei sua cabeça com força, mandei ele chupar gostoso e logo eu gozei na sua boca.

Dei uma relaxada e deitei de bruços, deixando minha bunda à vista. Ele passou a mão levemente nela e falou:
- Nunca vi uma bunda tão linda como a sua.

- Pelo jeito já bateu muita punheta pensando nela, não foi?

- Você nem sabe quanta.

- Então beija minha bunda, presta sua homenagem a ela.

Ele beija e lambe minha bunda e como sinto muito tesão nela, empino para que ele veja meu cuzinho.

Inexperiente, sinto que ele estava receoso de ousar mais, por isso eu pedi:

- Vai João ,lambe meu cu, não vai querer meter nele?

- Claro que quero.

Ele lambe minhas pregas com fervor, enfia a pontinha da língua e sinto um prazer enorme, tanto que meu cu começa a piscar, clamando por uma rola:

- Vem tesão, mete na minha bunda, fode gostoso meu cuzinho.

Sem muito jeito ele vai logo forçando a rola, mas encosto minha mão na sua barriga e oriento:

- Devagar querido, vai metendo aos poucos.

Obediente e atencioso, vou ditando o ritmo e ele cadencia a penetração, até que sinto sua barriga encostar na minha bunda. Peço para ele ficar parado, todo dentro de mim, forço o esfíncter e meu cuzinho morde sua rola. Ele delira:

- Porra que coisa boa Vina, se continuar fazendo assim eu gozo logo.

Não deu outra, o rapaz encheu meu cu de porra em poucas estocadas, ele é novo, logo aprende como fazer uma boa enrabada. Durante a noite trepamos mais duas vezes antes de dormir.
Trepamos todos os dias até o retorno do Augusto. De imediato ele viu a gentileza como seu filho me tratava, ficou alucinado e assim que ficamos sozinhos ele quis saber:

- Meu bem, o que você fez para conquistar o João?

- Nada de especial, só o tratei com carinho, dei mais atenção a ele, mostrei que não sou sua inimiga e ele se convenceu disso.

- Você não sabe como isso me deixa feliz.

Pois é, meu homem feliz, seu filho feliz e agora, o que vou fazer, esse se tornou meu dilema.

O Augusto insistiu em casamento, mas eu falei:

- Vamos dar tempo ao tempo, principalmente agora que o João começou a se dar bem comigo, estamos em harmonia aqui em casa, não precisamos de um pedaço de papel para selar nossa união, aliás – eu disse com um certo sarcasmo – essa união a três está deliciosa, vamos aproveitar.

Ela compreendeu minha decisão e falou que seria como eu quisesse. Resolvi que não iria sofrer por isso, estava muito feliz em ter o que tanto gosto com dois machos diferentes. Isso acontece há dois anos e nós três estamos muito felizes. Vamos ver onde tudo isso vai parar.

Foto 1 do Conto erotico: Como conquistei meu chefe e meu enteado

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Como conquistei meu chefe e meu enteado

Codigo do conto:
268604

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
29/07/2026

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