A Puta do Meu Filho: Gozando no Cu da Mamãe

A Puta do Meu Filho: Gozando no Cu da Mamãe

"Sempre achei que o silêncio da casa fosse meu maior aliado, mas era apenas o prelúdio para o caos mais delicioso da minha vida."

Eu nunca imaginei que um acidente de bicicleta transformaria a dinâmica da nossa casa em um reduto de luxúria e pecado. Quando vi Thiago, meu filho de 16 anos, ali, vulnerável e dependente de mim para trocar os curativos na coxa, algo mudou. Aquele membro imenso, que despertava diante dos meus olhos, não era mais apenas a anatomia de um menino; era um convite ao prazer que eu, em minha solidão conjugal, não podia ignorar.

Depois da primeira vez que minha mão guiou aquele pinto latejante até ele gozar, o ar entre nós mudou. Tornou-se espesso, carregado de hormônios e desejo proibido.

— Mãezinha... — ele sussurrou, os olhos brilhando de luxúria enquanto eu me inclinava sobre ele. — Você não tem ideia do quanto eu quero sentir você.

Eu não resisti. A culpa era um tempero que só aumentava meu tesão. Comecei a beijá-lo, não como mãe, mas como uma mulher faminta. Nossas línguas se entrelaçavam em um ritmo frenético, úmidas e urgentes. Eu queria devorá-lo.

— Você é tão lindo, Thiago... tão gostoso — gemi contra os lábios dele, sentindo a respiração quente do menino arfar no meu pescoço.

Eu me livrei da roupa lentamente, expondo meus seios fartos. Ele soltou um urro baixo, as mãos — ainda com as bandagens — tateando minha pele com uma delicadeza que me fazia tremer. Quando ele começou a sugar meus mamilos, senti um choque elétrico descer até a minha buceta, que já escorria como um rio.

— Beija minha xaninha, filho... lambe tudo, me deixa louca! — pedi, com a voz rouca.

Thiago não hesitou. Ele mergulhou o rosto entre minhas pernas, e eu senti a língua dele, quente e experiente, traçando o contorno da minha buceta. Ele não tinha pressa. Ele chupou meu clitóris com uma lentidão torturante, sugando cada dobra, alternando entre lambidas longas e sucções profundas.

— Ahhh! Isso, meu lindo... assim! Ohhh, que delícia de língua! — eu gritava, arqueando as costas, sentindo meus dedos se enterrarem nos lençóis enquanto ele me devorava viva.

Quando eu estava quase explodindo, ele subiu o rosto e me olhou com aquele sorriso malicioso.

— Agora é a minha vez de sentir o gosto da senhora, mãezinha. Abre a boca. Ele se posicionou, e eu senti a glande arroxeada e pulsante tocar meus lábios. Comecei um boquete demorado, sugando-o com toda a força, sentindo a grossura daquele pau preencher minha garganta. Eu queria sentir cada veia, cada centímetro. Comecei a morder levemente, fazendo-o gemer alto.

— Putinha... que putinha deliciosa você é! — ele exclamou, apertando minha cabeça contra o membro.

Eu continuei sugando, sentindo o vácuo, até que ele jorrou a primeira onda de esperma. Eu engoli tudo, sentindo o gosto salgado e quente, sentindo-me a mulher mais depravada e feliz do mundo.

Mas o ápice estava por vir. Thiago me virou de costas, me posicionando de joelhos na cama. Senti a ponta do pau dele, lubrificada com meu próprio mel, roçando a entrada do meu rabo.

— Vai, Thiago... mete com força! Me fode no cu, me sodomiza! — gritei, sentindo a pressão.

Ele empurrou. Devagar, depois rápido. A sensação da carne contra carne, o preenchimento total do meu ânus, me fez soltar um grito que ecoou pelo quarto.

— Ai! Que tesão! Mete, mete, mete! — eu gemia, sentindo-o entrar e sair, um ritmo constante, profundo, que fazia minha buceta latejar junto.
— Você é minha, mãe! Minha putinha anal! — ele rugia, enquanto socava meu rabo com vigor, as mãos apertando meus seios com força, deixando marcas que eu adorava.

O prazer era tão visceral que eu esqueci quem éramos. Naquele momento, não existiam papéis, apenas dois corpos colidindo em uma urgência primitiva. O som da carne batendo contra a carne — aquele estalo úmido e rítmico — preenchia o quarto, abafando qualquer resquício de hesitação que pudesse ter restado.

Thiago estava possuído por um vigor que me surpreendia; ele não era mais o menino que precisava de curativos, mas um homem que reivindicava cada centímetro do meu corpo. Ele mudou o ângulo, inclinando meu tronco mais para baixo até que meu peito encostasse no colchão, expondo meu rabo de forma ainda mais vulnerável e aberta.

— Olha pra mim, putinha! Olha o que você fez comigo! — ele rugia, a voz agora grossa, carregada de um domínio que me fazia derreter.

Ele começou a socar com mais força, cada estocada profunda atingindo pontos que eu nem sabia que existiam, fazendo meu ventre vibrar. Eu sentia o pau dele expandindo meu anel, esticando a pele, preenchendo-me de uma maneira que nenhum homem jamais havia conseguido. A fricção era intensa, quente, e a cada movimento, eu sentia meu clitóris sendo esmagado contra o lençol, criando um curto-circuito de sensações.
— Eu sou sua! Sou sua puta! Goza em mim, Thiago! Destrói esse cu! — eu gritava, as palavras saindo truncadas pelos espasmos que já começavam a tomar conta de mim.

Eu senti a respiração dele ficar curta, os gemidos transformando-se em rosnados. Ele agarrou meus quadris com tanta força que eu sabia que teria marcas nos dias seguintes, e começou a disparar estocadas rápidas, frenéticas, como se estivesse tentando fundir nossos corpos em um só.

— Agora! Agora, caralho! — ele exclamou, dando o último empurrão mais profundo do que todos, enterrando-se completamente no meu rabo.

Senti a contração violenta do membro dele dentro de mim. Uma onda de calor absurda começou a jorrar, preenchendo meu intestino com seu esperma quente e espesso. Eu senti cada pulsação, cada gota de semente dele inundando meu cu, enquanto eu mesma desmoronava em um orgasmo devastador que me deixou sem ar, tremendo como uma folha.

Ficamos ali, estáticos, apenas ouvindo a respiração ofegante de ambos. O silêncio da casa voltou, mas agora ele não era mais um prelúdio; era o eco de um segredo que nos prendia para sempre.
Thiago deslizou o membro lentamente, deixando o rastro de sêmen escorrer por entre minhas nádegas. Ele se inclinou sobre mim, beijando meu ombro com uma ternura que contrastava com a brutalidade de instantes atrás.

— Amanhã... — ele sussurrou no meu ouvido, a voz ainda rouca de prazer — ... a gente faz de novo.

Eu fechei os olhos, sentindo o peso do corpo dele sobre o meu e o gosto do pecado ainda pulsando em cada poro da minha pele. Eu sabia que não havia mais volta. A mãe que eu era tinha morrido naquela cama; agora, eu era apenas a fêmea do meu filho.

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Comentários


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claudiofloripabi Comentou em 20/09/2026

Isso não e mãe e um sonho. Imagino ela como esposa e tesão de mulher

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casualsomente Comentou em 19/09/2026

Uma mãezinha assim q delícia

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Comentou em 14/09/2026

um sonho

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olavandre53 Comentou em 13/09/2026

Adoraria ter uma mãe assim.




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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
A Puta do Meu Filho: Gozando no Cu da Mamãe

Codigo do conto:
272111

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/09/2026

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
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