Comendo a Sogra: Três Meses de Pura Putaria ( segunda parte)

O silêncio que se seguiu foi denso, quase palpável. Mari continuava a chorar, mas a respiração dela começou a mudar; os soluços deram lugar a arquejos curtos. Ela olhava para mim, depois para a mãe, e a imagem de Elisa — ainda com os cabelos bagunçados e a pele ruborizada pelo sexo — parecia despertar algo visceral naquelas entranhas.

A raiva de Mari, subitamente, transmutou-se. O nojo deu lugar a uma curiosidade doentia, a um desejo de posse que beirava a loucura. Ela parou de gritar e, lentamente, começou a descer a mão pelo ventre own, acariciando a barriga proeminente enquanto seus olhos se fixavam no meu pau, que ainda pulsava sob a calça.

— Vocês acham que eu vou simplesmente perdoar isso? — ela perguntou, a voz agora baixa, perversa. — Vocês acham que eu vou aceitar ser a idiota da casa enquanto vocês se fodeem na minha cozinha?

Ela se levantou, caminhando até nós com uma lentidão calculada. Ela parou diante de mim, o corpo exalando o calor da gravidez, e olhou para a mãe com um desprezo que escondia uma inveja profunda.

— Eu não quero que vocês se separem. Eu não quero que a minha família acabe por causa desse nojo... mas eu não vou ficar de fora. Se você quer manter esse acordo secreto, se você quer que eu finja que nada aconteceu para o mundo, eu tenho uma condição.

Ela se virou para mim, os olhos brilhando com uma malícia nova.

— Eu quero a mesma coisa que a minha mãe teve. Eu exijo que você me satisfaça da mesma maneira visceral com que fodeu a minha mãe. Eu quero sentir cada gota desse tesão que você guardou para ela.

Eu senti a garganta secar. O jogo havia mudado.

— Mas tem um detalhe, Mari — ela continuou, deslizando a mão para o meu colo, apertando-me com força. — Eu não quero apenas o meu momento. Eu quero assistir enquanto você faz a mãe dela de puta. Ou melhor... eu quero que as duas se entreguem a você ao mesmo tempo. Agora.

O choque da proposta foi como um soco. Elisa, ao lado, soltou um gemido baixo, a ideia de ser compartilhada com a filha, de expor a luxúria diante de Mari, disparando seu próprio desejo. O escândalo, que deveria ter terminado em divórcio e expulsão, tornou-se um pacto de perversão.

— Você está falando sério, Mari? — perguntei, a voz rouca.

— Começa agora — ela ordenou, puxando a própria blusa para cima e expondo os seios pesados da gestação. — Tira a roupa da minha mãe e me mostra como você a fode. Quero ver cada detalhe, quero ouvir cada grito dela, enquanto você me usa aqui do lado.
O quarto tornou-se o cenário de um ritual profano. Sem hesitar, eu agarrei Elisa pela cintura e a joguei na cama, rasgando o que restava de sua dignidade. Mari se posicionou ao lado, observando com fascínio e fome enquanto eu mergulhava no corpo da sogra.

A gestação de Mari tornou-se o centro do fetiche. Enquanto eu possuía Elisa com violência, Mari se encostava em nós, sentindo a vibração dos nossos corpos, as mãos dela explorando o próprio corpo enquanto assistia ao ato. O prazer dela vinha da humilhação compartilhada, do fato de que agora as duas eram, essencialmente, as minhas putas.

— Olha para mim, mãe! — Mari gritava, enquanto eu a penetrava profundamente. — Olha como ele te usa! Olha como você é a puta dele!

Elisa arqueava as costas, gritando de prazer e vergonha, enquanto Mari, em um surto de luxúria, se jogava sobre mim, exigindo que eu a preenchesse também. O sexo em família tornou-se a regra da casa. As sessões eram longas, suadas e brutais. O prazer era amplificado pelo risco, pelo pecado de own sangue se misturando no suor.

A barriga de Mari, crescendo a cada dia, era agora o troféu daquele acordo. Cada movimento dela durante o sexo, cada gemido que ela soltava enquanto via a mãe ser possuída por mim, transformava a gestação em um combustível erótico. O segredo agora era o que nos mantinha unidos: a perversão de serem as duas cúmplices de um crime carnal que desafiava qualquer moralidade. O que começou como uma traição tornou-se um ecossistema de luxúria onde a hierarquia era clara: eu era o mestre, e elas, em sua competição silenciosa por quem conseguia me provocar mais, eram as minhas súditas.

As semanas passaram e a dinâmica tornou-se ainda mais densa. Mari já não conseguia mais esconder a gestação, e a barriga redonda contrastava com a agilidade de Elisa, que parecia ter rejuvenescido dez anos sob o efeito do sexo constante e proibido. A casa tornou-se um campo de minas erótico; qualquer encontro no corredor terminava com uma mão deslizando por baixo de uma saia ou um beijo roubado enquanto a outra assistia, excitada, da fresta da porta.

No entanto, o destino resolveu adicionar uma reviravolta que nenhum de nós previu.

Certo dia, Elisa começou a se comportar de forma estranha. Ela estava mais cansada, sentindo náuseas matinais que ela tentava esconder de Mari, mas que eram evidentes para mim. Um dia, enquanto a prensava contra o espelho do banheiro, notei que seus seios estavam mais inchados e seus mamilos, hipersensíveis, disparando em espasmos ao menor toque.
— Elisa, você está diferente... — sussurrei, sentindo o cheiro doce da pele dela. — Está mais cheirosa, mais... madura.

Ela desviu o olhar, um sorriso tímido e nervoso brincando nos lábios.

— Eu achei que fosse a menopausa, querido. Ou talvez o estresse... mas eu fiz um teste ontem.

Eu travei. Olhei para ela, depois para a barriga de Mari, que passava pelo corredor naquele exato momento.

— O que você quer dizer com isso?

— Minha sogra fica grávida... — ela disse, rindo da ironia da situação enquanto mostrava o teste positivo. — Eu estou grávida, meu amor.

O choque foi imediato. Aos 57 anos, Elisa havia sido fecundada por aquelas sessões brutais e sem proteção que havíamos mantido. A notícia, em vez de causar horror, agiu como um gatilho para um nível de tesão que eu nunca imaginei ser possível. A ideia de que eu tinha colocado sementes em mãe e filha simultaneamente era a fantasia definitiva.

Quando contei para Mari, a reação dela foi visceral. Ela não sentiu inveja; ela sentiu uma excitação doentia.
eus... um em mim e um na minha mãe — Mari murmurou, os olhos dilatados. — Isso é a coisa mais imunda e perfeita que eu já ouvi.

A partir daquele momento, a casa tornou-se um santuário de fertilidade e luxúria. O sexo tornou-se mais lento, mais profundo, focado naquelas barrigas que cresciam em ritmos diferentes. Eu passava horas massageando a pele esticada de ambas, alternando entre beijar o ventre de Mari e a barriga ainda discreta de Elisa.

As sessões agora envolviam as duas nuas, lado a lado, comparando as curvas da gravidez. Eu as fodia em posições que permitiam que elas se tocassem, que as duas barrigas se encostassem enquanto eu as possuía, criando um círculo de prazer e pele.

— Sente o meu filho, mãe — Mari sussurrava enquanto eu a penetrava por trás, enquanto a mão de Elisa acariciava o próprio ventre. — Sente como ele chuta enquanto o pai nos usa.

Elisa gemia, entregue, sentindo a vida nova crescer dentro de si enquanto era preenchida por mim. O prazer era agora amplificado por essa conexão biológica perturbadora. Estávamos criando uma nova linhagem baseada no pecado e no desejo, transformando a nossa casa em um ninho de luxúria onde a única lei era a satisfação carnal.

Foto 1 do Conto erotico: Comendo a Sogra: Três Meses de Pura Putaria ( segunda parte)

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo a Sogra: Três Meses de Pura Putaria ( segunda parte)

Codigo do conto:
272058

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/09/2026

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