Comendo a Sogra: Três Meses de Pura Putaria ( primeira parte)

Comendo a Sogra: Três Meses de Pura Putaria

A frase que mudou tudo não foi dita com carinho, mas com a voz embargada de desejo, enquanto a bunda de Elisa batia com força contra as minhas coxas na cozinha daquela casa. "Me usa! Me usa! Me come sempre que quiser, caralho!", ela gritava, perdendo a compostura de mãe de família para se tornar a puta mais deliciosa que eu já tinha visto.

Tudo começou naquela primeira noite. Depois de ajudar a arrumar as malas e de um almoço tranquilo, Mari subiu para descansar. Ficamos nós dois, sozinhos, limpando a louça. O silêncio era carregado. Eu não conseguia parar de olhar para as curvas dela; aquele corpo de mulher madura, com seios volumosos que pareciam querer saltar do top, e um quadril largo que prometia um encaixe perfeito. O tesão acumulado por causa da gravidez da Mari me deixou em estado de alerta.

Quando Elisa perguntou, com um sorriso malicioso, sobre a minha vida sexual, eu não consegui ser discreto. Ajustei a posição do corpo, deixando claro que meu pau estava latejando, duro como uma pedra dentro do short. O olhar dela desceu, faminta.

— Eu posso te ajudar se você quiser… é melhor do que você procurar fora — ela sussurrou.
Eu não esperei. Meu short caiu pelos joelhos e eu a puxei para perto. Peguei a mão dela e guiei seus dedos até o meu membro pulsante. Ela soltou um gemido baixo, surpresa com a minha ousadia, mas não recuou. Ela começou aquele movimento de vai e vem, com a mão quente e firme, enquanto dizia: "Estou aqui para cuidar de vocês dois".

— Está uma delícia, mas eu preciso de mais que isso, dona Lis… — eu rosnei.

Ela se ajoelhou lentamente, tirando o top e revelando aqueles peitos enormes, com os mamilos eretos e a pele levemente suada. A visão era hipnotizante. Ela começou a mamar a cabeça do meu pênis com uma vontade animal, alternando entre a língua e a sucção profunda.

— Engole! — eu pedi, perdendo o controle.
— Tudo? — ela perguntou, com os olhos brilhando de luxúria.
— Tudo!

Ela abriu a boca e me sugou com afinco, fazendo barulhos úmidos e deliciosos. Eu socava a garganta dela, sentindo cada centímetro do meu pau sumindo naquela boca quente. Quando cheguei ao limite, avisei que ia gozar e despejei jatos espessos e quentes na garganta dela. Ela engoliu a maior parte, deixando apenas um pouco escapar na pia, como se estivesse saboreando um banquete proibido.
Eu a puxei pela cintura, colando nossos corpos. Dei-lhe um beijo longo, possessivo, sentindo o gosto do meu próprio sêmen na boca dela. Minha mão desceu e encontrei sua bucetinha completamente empapada.

— Não estamos indo longe demais? — ela perguntou, embora estivesse arqueando as costas.
— Estou com tesão demais para parar na primeira. Vire agora nessa mesa!

Ela obedeceu, rindo baixinho, com aquela aura de "coroa safada". Eu me ajoelhei entre as pernas dela e comecei a lamber aquela vulva generosa. Passei a língua lentamente por todo o caminho, sentindo o sabor intenso dela. Comecei a lamber o clitóris com movimentos circulares, demorando a cada lambida, sentindo ela tremer e urrar de prazer. Não parei por aí; deslizei a língua para trás, explorando o cuzinho dela com lambidas profundas e delicadas, fazendo ela espasmar.

Quando senti que ela não aguentava mais, levantei e, sem usar camisinha — já que ela garantiu que tomava pílula —, soquei toda a minha pica de uma vez só. O impacto foi seco e delicioso.

— Me usa! Me come sempre que quiser, caralho! — ela gritava, enquanto eu a fodia com violência, sentindo a pressão do seu corpo contra a mesa.
Eu a peguei pela cintura, encaixando meu dedo no cuzinho dela enquanto metia com força na bucetinha. Era um ritmo frenético, de tirar o fôlego . Eu sentindo a lua enorme dela bater contra as minhas coxas a cada estocada bruta. O som da carne colidindo ecoava pela cozinha, um ritmo animal que ignorava qualquer noção de parentesco ou decoro. Elisa estava em transe, a cabeça jogada para trás, os seios balançando violentamente enquanto ela gritava nomes que não eram os dela, mas sim comandos de quem queria ser possuída sem dó.

Eu a virei bruscamente, fazendo-a ficar de quatro sobre a mesa de granito frio. O contraste do gelo da pedra com o calor infernal dos nossos corpos só intensificou o desejo. Eu segurei os cabelos dela, puxando levemente para expor todo o seu quadril, e vi a entrada daquela vagina pulsando, convidativa, banhada em um lubrificante natural que escorria pelas coxas.

— Olha para mim, Elisa. Olha quem está te fodendo — rosnei no ouvido dela.

Ela virou o rosto, os olhos nublados de puro tesão, e soltou um riso malicioso.
— É o meu genro... que putaria, meu Deus! — ela exclamou, e essa percepção do pecado pareceu ser o gatilho final.
Eu a agarrei pelas coxas, levantando-as para que ela ficasse quase suspensa, e enterrei meu pauu com força total, chegando ao fundo, sentindo as paredes dela apertarem meu membro como se quisessem me sugar para dentro. Eu não estava apenas transando; eu estava reivindicando aquele corpo. Cada estocada era profunda, lenta no início e depois frenética, transformando a mesa em um instrumento de percussão.

— Mais forte! Me quebra no meio! — ela implorava, as mãos arranhando a pedra, o corpo tremendo em espasmos.

Eu acelerei. O som tornou-se um chapetear úmido e constante. Eu sentia o clitóris dela esfregando na base do meu corpo a cada movimento, levando-a ao limite. Elisa começou a ter orgasmos sucessivos, a musculatura da vagina contraindo violentamente ao redor do meu pau, apertando-me tanto que eu quase gozei ali mesmo.
Mas eu queria que ela lembrasse disso para sempre. Eu a puxei para cima, encostando-a na parede, as pernas dela envoltas na minha cintura. Olhei nos olhos dela e vi a entrega total de uma mulher que havia esquecido que era mãe, esposa ou sogra; ela era apenas uma fêmea sedenta.

— Agora você vai sentir tudo — sussurrei.

Eu dei as últimas estocadas, violentas e precisas, sentindo o ápice chegar. Quando gozei, foi como uma explosão, despejando todo o meu leite quente nas profundezas dela. Ela soltou um grito abafado, apertando-me com força, enquanto ambos desabávamos naquele êxtase proibido.

Ficamos ali, ofegantes, suados e completamente entregues à luxúria. O silêncio da casa voltou, mas agora era um silêncio cúmplice.

— E agora? — ela perguntou, recuperando o fôlego, com um sorriso pecaminoso nos lábios.

Eu a olhei de cima a baixo, sabendo que aquele era apenas o começo de um verão inesquecível.
— Agora, a gente espera a Mari acordar... e finge que nada aconteceu. Enquanto eu planejo como vou te comer amanhã.

O silêncio da casa, que durante três meses foi o nosso cúmplice mais fiel, tornou-se subitamente ensurdecedor. O jogo de esconde-esconde entre os lençóis, as mãos que se tocavam sob a mesa do jantar e os gemidos abafados no banheiro enquanto Mari tomava banho, haviam criado uma bolha de prazer proibido. Mas bolhas, por natureza, estão destinadas a estourar.

Eu caminhei pelo corredor, sentindo ainda a pele de Elisa quente contra a minha de own hora atrás. O prazer da traição é um tempero forte, mas ele cega a gente para os sinais óbvios.

**Quando entro no meu quarto... vejo minha mulher a chorar imenso e disse: - Como foram capazes de me trair? Eu ouvi tudo...**

O mundo pareceu parar. Mari não estava apenas chorando; ela estava desmoronando. Seus olhos, geralmente tão doces, agora carregavam um brilho de ódio e devastação. Ela estava sentada na beira da cama, com o celular aberto sobre o lençol — provavelmente mensagens que Elisa não apagou, ou talvez a gravação de um áudio que selou nosso destino.

— Mari... do que você está falando? — tentei, com a voz falhando, enquanto o pânico começava a subir pela minha espinha.
— Não finge, caralho! — ela gritou, a voz rasgando o silêncio do quarto. — Eu ouvi vocês! Eu ouvi os gemidos, eu ouvi a minha mãe implorando para você a foder, eu ouvi cada detalhe imundo dessa putaria que vocês montaram nas minhas costas!

Nesse momento, a porta do quarto se abriu lentamente. Elisa estava parada no portal, ainda com aquele olhar de quem não se arrependia completamente, embora a expressão fosse de choque. Ela não conseguia olhar para a filha, mas seus olhos, involuntariamente, buscaram os meus. Havia ali, mesmo no caos, um resquício de luxúria, como se o risco de sermos descobertos tivesse acabado de disparar o tesão de ambos.

— Elisa... — Mari soluçou, a voz agora baixa e cortante. — Minha própria mãe. O meu marido. Vocês dois... naquela mesa...

O silêncio voltou, mas agora era pesado, sufocante. A verdade estava nua, tão nua quanto Elisa e eu estivemos durante esses três meses. O prazer súbito da descoberta trouxe consigo um frio glacial.

— Eu não sei o que dizer — menti, embora meu corpo ainda lembrasse do sabor de Elisa.
Mari levantou-se, os olhos vermelhos, e caminhou até mim. Ela me empurrou com força contra a parede, a mesma parede onde, dias antes, eu havia prensado a mãe dela. O contraste era brutal.

— Saia daqui — ela sussurrou, com um ódio que vibrava no ar. — Saia agora antes que eu queime esta casa com vocês dois dentro.

Eu olhei para Elisa. Ela estava pálida, mas havia um sorriso triste e quase imperceptível nos lábios. Ela sabia que, apesar do escândalo, a semente do desejo tinha sido plantada e não morreria apenas com um grito de raiva. O pecado tinha sido cometido, e agora, nós teríamos que lidar com as cinzas do que restou da nossa família.

Foto 1 do Conto erotico: Comendo a Sogra: Três Meses de Pura Putaria ( primeira parte)

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Comentários


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joca49sp Comentou em 11/09/2026

Agora é esperar os próximos capítulos, tá tudo em família. Show de conto! Votado

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ksadupasscps Comentou em 11/09/2026

Acho que dependendo da circunstâncias sua mulher até perdoa a traição. Mas, o que ela não perdoaria é vc não dar o mesmo ou até mais a ela do que a amante. Mulher realizada e feliz, faz vista grossa . Situa a mulher e a puta, cada uma no seu lugar e daí pode cessar a contenda.

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ksadupasscps Comentou em 11/09/2026

É macho pra satisfazer o desejo seu e da velha, mas não é macho suficiente pra satisfazer as necessidades da esposa? Esposa, com filho é prioridade amigo. Se quer ter filial, tem que ter a capacidade de manter a matriz. Certamente, uma das causas pra esposa desconfiar e descobrir não foi só o flagra, provavelmente vc a negligenciou com a desculpa da gravidez e a foda diária com a sogra e a não deixou satisfeita.

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casualsomente Comentou em 11/09/2026

Delícia de sogra




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Comendo a Sogra: Três Meses de Pura Putaria ( primeira parte)

Codigo do conto:
271969

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/09/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
3