O silêncio daquela casa era enganoso. No quarto ao lado, meu pai dormia o sono dos justos — ou melhor, o sono pesado de quem bebeu demais e não aguentava mais o ritmo. Eu, aos 18 anos, com o sangue fervendo e o pau latejando dentro da cueca, ouvia cada gemido de Vera atrás da porta. Ela pedia para ser arrombada, implorava por mais, mas meu pai já tinha gozado e desistido. "Tô cansado, amanhã tenho que trabalhar cedo", ele resmungava.
Eu estava ali, encostado na parede, batendo uma punheta frenética, imaginando aquela loira divina sob o meu comando. Quando ouvi ela dizer que ia tomar banho, corri para o meu quarto, fingindo sono. Mas a Vera era esperta. Ela entrou no meu quarto, nua como a natureza, com aquele olhar de maldade e a cara de quem ainda estava com fome de sexo. Ela não disse nada, apenas me olhou, e aquele silêncio foi o convite mais erótico da minha vida.
Ela saiu do quarto e foi para a cozinha, onde ficava o banheiro. Eu não aguentei. Tirei a cueca, senti o vento no meu pau duro e entrei no banheiro sem bater.
O cenário era um crime de luxúria: Vera estava com uma perna apoiada no vaso, os olhos fechados, massageando a própria buceta com força. Eu não disse "oi", eu não pedi licença. Eu simplesmente me ajoelhei diante dela e mergulhei meu rosto naquela fenda quente e úmida.
— Ahhh! Meu Deus! — ela gritou baixinho, arqueando as costas.
Eu comecei a lamber tudo. Lamber a entrada, subir para o clitóris e dar pequenas sugadas que a faziam tremer. Eu queria sentir cada gota do prazer dela na minha língua.
— Chupa, seu safado... chupa essa boceta! Que delícia! — ela gemia, enterrando os dedos nos meus cabelos, me puxando para mais perto.
. — Vou gozar... ahhh, goza logo aqui!
Ela teve um orgasmo violento bem na minha boca. Aquela vadia estava pegando fogo. Sem perder tempo, eu me levantei, mostrei meu pau latejando e ela, como uma puta faminta, caiu de joelhos e começou a me chupar com uma vontade absurda, fazendo aquele barulho de sucção que me deixou louco.
— Que pica gostosa você tem, menino... — ela murmurou entre as chupadas.
— Chupa, sua vadia! — eu sussurrei, puxando o cabelo dela. — Eu ouvi você pedindo pro meu pai te arrombar. Mas ele tá velho, ele não aguenta mais. Quem vai te arrombar agora sou eu!
Ela soltou uma risada luxuriosa e terminou de me lamber até a base. Eu a peguei pela cintura, a coloquei de quatro, com a cara apoiada no vaso sanitário. Passei a língua no cuzinho dela, limpando a entrada, e ela soltou um gemido agudo.
— Coloca... coloca agora! — ela implorava.
Eu empurrei com força. O cuzinho dela estava apertado, e ela soltou um grito abafado: "É grosso demais, tá doendo!". Mas a dor era o tempero. Eu continuei bombando, metendo e tirando, sentindo a pressão de cada centímetro. O som da carne batendo na carne ecoava no banheiro pequeno. A TV da sala estava ligada, abafando qualquer barulho que pudesse acordar meu pai, que seguia em coma alcoólico.
— Isso! Me arromba, seu puto! — ela gritava, delirando.
Eu a virei, sentei na tampa do vaso e puxei ela para cima de mim. Naquele momento, vi que ela estava chorando. Não era choro de dor, era de excitação, de entrega. Aquilo me deu um tesão animal. Eu a levantei, encostei as costas dela na parede e a soquei na buceta com toda a minha força. Ela travou as unhas nas minhas costas, arranhando a pele enquanto eu bombardeava o clitóris dela com o meu quadril.
— Eu vou gozar! Eu vou gozar agora! — ela gritava, a voz rouca, quase um sussurro desesperado enquanto as pernas dela tremiam e se agarravam às minhas coxas, tentando me puxar para dentro dela com cada fibra do corpo.
Eu não diminuí o ritmo. Pelo contrário, cada estocada era mais profunda, mais bruta. Eu queria marcar aquele território, queria que ela sentisse que aquele pau jovem e faminto era o único que conseguia preencher aquele vazio. O som do impacto era seco, ritmado, como um metrônomo de luxúria ecoando nos azulejos brancos do banheiro.
— Olha para mim, Vera! — eu ordenei, segurando o rosto dela com força. — Olha quem está te fodendo!
Ela abriu os olhos, as pupilas dilatadas, o olhar perdido no prazer. Ela soltou um gemido longo, agudo, que morreuu num soluço quando senti as paredes da buceta dela começarem a contrair violentamente ao redor do meu membro. Era como se ela estivesse tentando me sugar para dentro dela.
— Agora! Goza tudo dentro de mim! — ela implorou, arqueando a coluna, expondo todo o pescoço.
Eu não aguentei mais. Com um último impulso visceral, enterrei meu pau até a base, sentindo o útero dela pulsar contra mim. Gozei com força, sentindo cada jato de sêmen disparar quente, inundando-a por dentro. Meus músculos travaram, meu rosto ficou colado ao dela e eu soltei um grunhido animal, despejando tudo o que tinha naquela vadia deliciosa.
Ficamos ali, em silêncio, apenas com o som da respiração ofegante e o coração batendo descompassado. O suor nos unia, colando nossas peles. Vera ainda tremia, sentindo a descarga do meu orgasmo dentro dela.
Ela soltou um sorriso malicioso, encostando a testa na minha.
— Seu pai nunca soube que você era assim... — ela sussurrou, com a voz carregada de malícia. — Tão bruto, tão safado...
Eu me afastei lentamente, sentindo o vácuo e o líquido escorrer pelas coxas dela. Olhei para ela, nua e exausta, e senti que aquilo não era apenas um deslize. Era o começo de um jogo perigoso.
— Ele não precisa saber, Vera. Mas você... você agora sabe exatamente quem manda aqui.
Ela soltou uma risadinha, lambendo os lábios, enquanto me via vestir a cueca. O jogo estava apenas começando, e a calada da noite agora tinha um novo dono.
Com o passar das semanas, o perigo deixou de ser um obstáculo para se tornar o combustível. A adrenalina de quase sermos pegos transformou o sexo em algo quase religioso, um ritual de transgressão.
Meu pai começou a desconfiar. Não havia provas, mas havia o clima. Ele notava que Vera estava mais radiante, com os olhos brilhando de uma forma que ele não conseguia provocar. Ele percebia que, às vezes, quando entrava na sala, nós dois trocávamos um olhar rápido demais, carregado de uma eletricidade que ele não sabia nomear. Ele começou a fazer perguntas, a questionar por que Vera passava tanto tempo "ajudando" o filho na cozinha ou por que eu estava tanto tempo no quarto dela "ajudando com as coisas".
Mas, em vez de medo, a desconfiança dele gerou um tesão compartilhado e devastador. Saber que ele estava a poucos metros, owno da casa mas cego para a realidade, tornava cada toque proibido mais visceral.
Começamos a planejar encontros arriscados. Viajamos para hotéis baratos sob o pretexto de "resolver coisas da cidade", onde eu a possuía em todas as posições possíveis, sem pressa e sem silêncio, gritando o nome dela enquanto imaginava a cara de tonto do meu pai em casa. Mas o ápice era dentro da casa, durante o dia.
Houve uma tarde em que ele cochilava no sofá da sala, com o som da TV ligada para abafar o mundo. Vera, usando um robe de seda que mal cobria as coxas, entrou no meu quarto e fechou a porta com um clique quase imperceptível.
— Ele está dormindo — ela sussurrou, encostando o corpo quente no meu.
Eu a prendi contra a porta, sentindo o perfume dela misturado ao cheiro de excitação. Eu levantei o robe dela, expondo a buceta já molhada e pulsante. Meti meus dedos ali com força, ouvindo-a morder os próprios lábios para não gritar. A tensão era insuportável; qualquer barulho, qualquer movimento brusco do meu pai no sofá, e o nosso mundo desabaria. Mas era exatamente isso que nos dava prazer. O "crime" de trair o velho tornava a carne mais saborosa.
Eu a virei de costas, colando o traseiro dela na porta de madeira. Tirei meu pau, já latejando, e a enterrei com um golpe seco. Vera soltou um gemido abafado, enterrando o rosto no travesseiro para não acordá-lo. Eu bombardeava as costas dela, sentindo a urgência do pecado. A negligência do meu pai — a forma como ele a ignorava, como ele não via mais a mulher flamejante que tinha ao lado — era o que permitia que a nossa luxúria florescesse. Nós éramos cúmplices de um roubo: eu roubava a juventude e o corpo dela, e ela roubava de mim a inocência.
Anos depois, a verdade emergiu. O divórcio do meu pai e da Vera foi um processo lento, mas necessário. Eles se abraçaram ao assinar os papéis, num reconhecimento mútuo de que aquele casamento era apenas uma casca vazia.
Hoje, aos 26 anos, olho para o lado e vejo Vera. Ela não é mais a "madrasta" proibida, mas a minha esposa, a mulher que me ensinou a profundidade do desejo. E, nos nossos braços, temos um filhote de 3 anos, fruto daquela paixão visceral que começou no silêncio de um quarto proibido.
Sempre que olho para o nosso filho, lembro-me de que ele nasceu de um fogo que não conhecia limites, e que a nossa cumplicidade, iniciada no risco, tornou-se a base da nossa família. O crime, enfim, tornou-se a nossa maior recompensa.





Vera realmente uma delícia com certeza quase idêntica das imagens muito bom