A safada da Minha Irmã: O Segredo do Pomar

"Você sempre foi muito curioso, Alex. Só não sabia que eu era ainda mais ousada que você."

Essas foram as palavras de Marcela enquanto ela ainda estava no alto do pé de jambo, a saia levantada, expondo para o mundo — e para mim — a ausência total de calcinha. Eu estava ali embaixo, com o cesto na mão e o pau latejando dentro do short, sentindo o sangue ferver.

A tensão entre nós não era nova, mas naquele sítio, com o calor do interior abraçando a gente e minha esposa dormindo profundamente no quarto, algo mudou. Quando ela desceu da árvore, não houve pressa. Houve desejo.

— Você não tirou o olho da minha bucetinha, né, safado? — ela sussurrou, a voz carregada de luxúria, aproximando-se tanto que eu podia sentir o perfume da pele dela misturado com o cheiro de fruta madura.

— Como eu ia tirar, Marcela? Você estava me convidando com cada centímetro desse corpo... — respondi, a voz rouca.

Ela não respondeu com palavras. Ela deslizou a mão pequena e quente por cima do meu short, apertando minha barra de ferro com força.
— Eu estou na carência há dias, Alex. Aquelas brincadeiras de criança... eu só queria ver se você ainda tinha esse fogo por mim. E agora que vi que você está louco para me comer, eu não aguento mais esperar. Esquece que sou tua irmã. Me beija agora!

Eu a puxei pela cintura, colando nossos corpos, e a beijei com toda a fome que estava guardada. Foi um beijo úmido, profundo, de línguas que se exploravam como se quisessem devorar a alma um do outro. Marcela soltou um gemido abafado contra meus lábios, as mãos apertando meus ombros, puxando-me para mais perto.

Tirei a blusinha dela com urgência, revelando os peitos médios e firmes, os mamilos já eretos, implorando pelo toque. Eu me ajoelhei, mergulhando minha boca naqueles mamilos, chupando e lambendo com vontade, sentindo ela arquear as costas e soltar um grito baixo:

— Ahh... sim... chupa tudo, Alex... me devora...

Ela me empurrou gentilmente, pedindo que eu me livrasse das roupas. Quando fiquei nu, ela ficou em silêncio por um momento, admirando meu pau latejando. Ela passou a língua nos dedos, acariciou a cabeça do meu membro e, sem aviso, ajoelhou-se.
O boquete foi lento e deliberado. Marcela começou a lamber a base, subindo com a língua até a ponta, fazendo-me soltar um suspiro pesado. Ela abriu a boquinha linda e começou a sugar, alternando entre a sucção profunda e lambidas rápidas na glande. Eu sentia a língua dela explorando cada nervo, e quando ela tentou colocar tudo na boca, fazendo aquele som de sucção deliciosa, eu quase gozei ali mesmo.

— Você é grande demais... — ela murmurou entre uma chupada e outra. — Vou te comer inteira.

Eu não aguentei. Tirei-a dali e a deitei na grama alta, afastando suas pernas. A visão era hipnotizante: a bucetinha rosadinha e lisinha, brilhando de excitação. Eu mergulhei meu rosto ali, começando por beijos suaves nas coxas, subindo lentamente até chegar ao clitóris.

Comecei a lamber com intensidade, fazendo movimentos circulares com a língua, sentindo o gosto doce dela. Marcela gemia alto, as mãos enterradas no meu cabelo, me forçando contra ela.

— Oh meu Deus, Alex... continua... chupa mais... ahhh!
Eu não parei. Desci a língua para o cuzinho dela, dando lambidas profundas e precisas, sentindo ela tremer por inteiro. Eu alternava entre a bucetinha e o cu, criando uma sinfonia de gemidos e espasmos. Ela estava em delírio, as pernas tremendo, quase gozando apenas com a minha língua.

— Agora... por favor... me come de quatro! — ela implorou, a voz embargada de tesão.

Eu a coloquei na posição, segurando seus quadris com força, sentindo a pele quente e macia sob meus dedos. Marcela arqueou as costas, empurrando a bunda para trás, oferecendo-se completamente. A visão era devastadora: a curva perfeita daquelas nádegas, a entrada rosada e úmida, e o contraste da pele clara com o verde vibrante da grama do pomar.

Eu não precisei de segunda vez. Posicionei a cabeça do meu pau na entrada daquela bucetinha apertada e, com um impulso firme e lento, deslizei para dentro.

— Ahhh! Meu Deus, Alex! — ela gritou, o som abafado pelas folhas da árvore, enquanto sentia cada centímetro de mim preenchendo seu vazio.

O encaixe era absurdo. Parecia que nossos corpos tinham sido moldados um para o outro. Eu comecei a estocar, sentindo as paredes dela apertarem meu membro em ondas de calor. A cada estocada, o som da carne batendo na carne ecoava pelo silêncio do sítio, um ritmo visceral que ignorava qualquer pecado ou parentesco.

Marcela começou a gemer ritmicamente, a cabeça jogada para frente, as mãos agarrando a terra e as raízes da árvore para não desmoronar. Eu acelerei o passo, sentindo a lubrificação natural dela facilitando cada entrada profunda. Eu queria chegar ao fundo, queria marcar cada centímetro daquela intimidade proibida.
— Mais forte... me fode mais forte, Alex! — ela implorava, a voz trêmula de prazer.

Eu mudei o ângulo, segurando-a pelos cabelos para inclinar sua cabeça, enquanto minhas mãos apertavam suas coxas, puxando-a para trás com mais força a cada estocada. O tesão era tão palpável que parecia eletricidade no ar. Eu sentia o clitóris dela raspando no meu púbis a cada movimento, criando uma fricção que me levava ao limite.

Senti as contrações dela começarem. Marcela começou a tremer, os gemidos tornando-se curtos e arfados.

— Eu vou... eu vou gozar... ahhh! — ela gritou, o corpo inteiro tencionando.

Ao sentir o espasmo dela apertando meu pau com uma força surreal, eu não consegui mais me segurar. Dei as últimas três estocadas, profundas e violentas, sentindo o ápice me atingir como uma onda. Gozei fundo dentro dela, sentindo o calor do meu sêmen inundando sua bucetinha, enquanto ela desmoronava na grama, completamente exausta e saciada.

Ficamos ali, em silêncio, apenas com o som da respiração ofegante e o barulho dos pássaros que pareciam ignorar o segredo que acabávamos de plantar naquele pomar.
Marcela virou o rosto para mim, um sorriso malicioso e úmido nos lábios.

— Agora imagine a cara da sua esposa se soubesse que você acabou de plantar a semente do prazer na irmã dela... — ela sussurrou, enquanto se afastava lentamente, deixando-me ali, ainda latejando, com a certeza de que aquele era apenas o começo de um jogo perigoso.

No segundo dia, o pomar não era mais apenas um lugar de colheita, mas o nosso santuário de pecado. O sol mal havia vencido o horizonte quando Marcela me encontrou entre as macieiras. Ela não usava nada por baixo de um vestido de seda branco, leve como uma névoa, que revelava a silhueta de seus mamilos eretos e a curva generosa do quadril.

— Ontem você me tomou por inteiro, Alex — ela sussurrou, deslizando as mãos pelo meu peito, os olhos brilhando com uma fome nova. — Mas eu sinto que ainda existe um lugar em mim que você não explorou. Um lugar que só você tem a chave para abrir.

Ela não esperou minha resposta. Com um movimento fluido, Marcela deu as costas para mim e se inclinou sobre o tronco caído de uma árvore antiga, arqueando a bunda para o céu. O vestido deslizou para cima, expondo a perfeição de suas nádegas e, bem ali, o pequeno anel rosado e apertado que pulsava de antecipação
.- Eu quero sentir você onde ninguém nunca chegou — ela murmurou, a voz carregada de um desafio erótico. — Quero que você me possua por trás, Alex. Agora.

O sangue latejou no meu pau com uma força violenta. Eu sabia que precisava de cuidado, que aquele caminho era estreito e exigia paciência. Aproximei-me, sentindo o calor que emanava daquela região. Usei meus dedos para abrir a entrada, sentindo a resistência inicial da musculatura dela, que logo cedeu ao toque, lubrificada pelo desejo.

Posicionei a cabeça do meu membro na entrada do cuzinho dela. Marcela soltou um suspiro longo, fechando os olhos e apertando as mãos contra a casca da árvore.

— Devagar... — ela pediu, mas o tom era de súplica, não de medo.

Com um impulso lento e deliberado, comecei a empurrar. Senti a pressão absurda, o aperto sufocante daquele canal que nunca havia sido aberto. Marcela soltou um gemido agudo, metade choque, metade prazer, enquanto eu vencia a resistência milímetro a milímetro.

— Ahhh... meu Deus, Alex... que aperto... — ela arfou, sentindo meu volume forçando a entrada.
Quando finalmente consegui enterrar a metade do meu pau, parei por um momento, deixando que ela se acostumasse com a sensação. O prazer para mim era visceral; a sensação de estar sendo esmagado por aquelas paredes quentes e apertadas era quase insuportável.

— Agora... termina... me preenche toda! — ela gritou, empurrando a bunda contra mim, impaciente.

Eu dei o golpe final, enterrando-me completamente no cú dela. Marcela soltou um grito abafado, o corpo inteiro estremecendo. O encaixe era perfeito, uma pressão intensa que me fez soltar um rosnado de satisfação.

Comecei a estocar. No início, eram movimentos curtos e lentos, sentindo cada dobra daquela anatomia proibida. A cada entrada e saída, o som úmido da carne batendo ecoava no silêncio do pomar. Marcela estava em êxtase; ela movia os quadris em um ritmo frenético, buscando mais profundidade, mais pressão.

— É isso... ahhh! É exatamente isso! — ela gemia, a voz rouca. — Me fode assim... me destrói por aqui...
Eu acelerei o ritmo, sentindo o prazer subir como uma maré. O sexo anal era diferente; era mais intenso, mais visceral, como se estivéssemos quebrando a última barreira de pudor que nos restava. Eu a segurava pelos quadris, as digitais marcando a pele branca, enquanto meu pau deslizava naquele canal apertado, extraindo dela gemidos que beiravam o choro de prazer.

A cada estocada, Marcela sentia a pressão do meu membro atingindo pontos profundos, criando ondas de orgasmo que a faziam tremer. Ela estava viciada naquela sensação de preenchimento total.

— Eu não quero mais... nada... além disso... — ela sussurrou, enquanto eu dava as últimas estocadas violentas, gozando com força total dentro daquele aperto delicioso.

Quando me retirei, Marcela ficou ali, ofegante, com as pernas trêmulas e o olhar perdido. Ela virou-se para mim, o rosto corado e um sorriso pecaminoso nos lábios.

— Agora eu sei do que você está falando —

— Agora eu sei do que você estava falando quando dizia que eu era "estreita" demais para você, Alex — ela sussurrou, sentindo o rastro do meu gozo escorrer lentamente por suas coxas, misturando-se ao suor do esforço.
Ela se levantou com dificuldade, as pernas ainda bambeas, e começou a vestir aquele vestido de seda branco, que agora grudava em sua pele úmida. Ela não tinha pressa. Sabia que eu estava hipnotizado, observando cada curva que acabara de explorar, cada centímetro de pele que agora carregava a minha marca.

— Você acha que acabou por aqui? — Ela deu um passo à frente, ficando a milímetros do meu rosto. — Isso foi só o aquecimento. O pomar é grande, Alex, e nós temos a semana inteira.

Ela passou a ponta do dedo indicador pelo meu lábio inferior, puxando-o levemente para baixo, e depois desceu a mão, traçando a linha do meu abdômen até chegar ao meu pau, que ainda se recusava a murchar completamente.

— Amanha, eu quero que você me use no celeiro. Mas tem uma condição... — Ela fez uma pausa dramática, os olhos faiscando. — Eu quero que você me use enquanto a sua esposa estiver na cozinha, preparando o café. Quero sentir o risco de sermos pegos, a adrenalina de saber que ela está a poucos metros, enquanto você me rasga ao meio.
O simples pensamento fez meu sangue pulsar nas têmporas. A periculosidade daquela proposta era o que a tornava irresistível. O contraste entre a domesticidade da cozinha e a selvageria que nós dois estávamos desenvolvendo era excitante demais para ignorar.

— Você é louca, Marcela. — Eu disse, puxando-a para mais um beijo rápido, mas possessivo.

— Sou a louca que te deixa com as pernas bambas, querido. — Ela sorriu, afastando-se com um rebolar de quadris provocante, caminhando em direção à casa.

Enquanto eu a observava sumir entre as árvores, percebi que a dinâmica da nossa relação havia mudado permanentemente. Não éramos mais apenas parentes compartilhando as férias de verão; éramos cúmplices de um crime prazeroso. Cada toque, cada gemido, cada gota de sêmen depositada nela era um segredo que nós dois guardaríamos, mas que a pele dela — e a minha — não conseguiria esconder.

Caminhei de volta para a casa, sentindo o peso do segredo. Quando entrei, vi minha esposa, Sofia, sorrindo, preparando a mesa do café. Ela não sabia que, enquanto ela planejava o nosso dia, eu e sua cunhada já tínhamos planejado a nossa próxima hora de prazer.

— Bom dia, amor! — Sofia disse, beijando minha bocheca.
Olhei para Marcela, que estava sentada à mesa, com um olhar neutro, mas com um brilho nos olhos que só eu entendia. Ela me olhou, e por um segundo, senti como se ela estivesse nua diante de mim, lembrando-me do calor do pomar.

— Bom dia, Alex. Dormiu bem? — Marcela perguntou, com a voz suave, mas com um tom de deboche que quase me fez gozar ali mesmo.

— Dormindo... — respondi, sentindo a tensão elétrica preencher a sala. — Dormindo muito bem.

A semana estava apenas começando, e o pomar era apenas o primeiro cenário de um jogo que nós dois pretendíamos jogar até a exaustão.

Foto 1 do Conto erotico: A safada da Minha Irmã: O Segredo do Pomar

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A safada da Minha Irmã: O Segredo do Pomar

Codigo do conto:
272001

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/09/2026

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1

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