Foda-se a Banheira: O Banquete da Vizinha

Foda-se a Banheira: O Banquete da Vizinha**

"Você não imagina o cheiro de queimado que está vindo daqui, mas acho que o fogo maior está começando agora."

Essa foi a primeira coisa que ela disse quando abri a porta do apartamento dela. Não era a voz de quem estava em pânico por causa de um curto-circuito no motor da banheira; era a voz de quem estava convidando para um incêndio muito mais perigoso.

A fumaça ainda flutuava pelo corredor, mas o ar dentro da sala estava carregado de algo muito mais denso que carbono: era puro tesão. Eu tinha acabado de cortar os fios da banheira, e o silêncio que se seguiu ao clique do alicate foi preenchido apenas pela respiração ofegante dela. Ela estava ali, tremendo, envolta naquele pijama de seda curto que mal escondia a curva generosa da bunda e as pontas dos seios, que insistiam em marcar o tecido.

— Você pareceu tão calma quando desligou o disjuntor... — ela sussurrou, deslizando para perto de mim enquanto nos sentávamos no sofá para esperar a fumaça sumir.
— Eu sei lidar com pressões, linda — respondi, sentindo meu pau pulsar contra o tecido da bermuda.

Começamos com beijos lentos, aqueles que servem para mapear o território. Minha língua explorava a dela com fome, enquanto minha mão subia, deslizando por baixo daquela seda, encontrando a pele quente e macia dos seios. Eu comecei a circular os mamilos, sentindo-os endurecer sob meus dedos. Eu os puxei levemente, e ela soltou um gemido que vibrou no meu peito.

— Ah... que delícia... — ela suspirou, enquanto a mão dela encontrava a minha ereção, apertando-me por cima do short. — Você é tão duro... tão quente.

Eu não aguentei. Abri o pijama dela com calma, admirando aquela obra de arte. Me inclinei e comecei a chupar cada mamilo com vontade, alternando entre lambidas lentas e sucções profundas. Ela arqueou as costas, as mãos perdidas no meu cabelo, enquanto eu descia a língua pelo pescoço, sentindo o perfume dela misturado com o cheiro de excitação.

Tirei a bermuda e a vi me admirar. Sem pressa, eu me ajoelhei entre as pernas dela. A tanguinha era um detalhe ridículo; a buceta dela era tão exuberante que transbordava pelas laterais, gordinha, úmida e exalando um aroma que me deixou louco.

— Deixa eu provar esse suco... — sussurrei.
Passei a língua por toda a extensão daquela fenda, subindo e descendo, saboreando cada gota do caldo que escorria. Cheguei ao clitóris e comecei a brincar com ele, ora com a ponta da língua, ora com sucções fortes. Ela começou a rebolar, as mãos apertando as próprias tetas enquanto gritava:

— Oh meu Deus... chupa mais... lambe tudo, me come inteira!

Eu não parei. Passei a língua para trás, explorando a entrada do cuzinho, sentindo as pregas pulsando. Dei algumas lambidas ali, sentindo o contraste entre a umidade da frente e a tensão do fundo. Ela estava em êxtase, gemendo alto, as pernas abertas para o mundo.

— Agora... — ela sussurrou, puxando-me para cima. — Eu quero sentir esse cacete me rasgando. Quero que você me foda como se eu fosse a sua puta.

Ela se inclinou, pegou meu pau e começou a fazer um boquete lento, profundo, engolindo cada centímetro com uma luxúria voraz. A língua dela envolvia a cabeça do pau, sugando com força, enquanto olhava nos meus olhos.

— Você vai me encher de porra, não vai? — ela perguntou, com a voz rouca.

— Vou te deixar ensopada, linda.
Ela se sentou no sofá, abriu as pernas e me guiou. O primeiro impacto foi elétrico. Eu entrei nela com tudo, sentindo a xoxota apertada e quente me abraçar. O som da carne batendo na carne ecoava na sala.

— Isso... soca fundo! Me fode com força! — ela gritava, as unhas cravadas nos meus ombros.

Eu a fodi com vontade, sentindo cada centímetro daquele canal quente e úmido apertando meu pau em espasmos involuntários. A cada estocada, o som do impacto da minha bacia contra a dela ecoava como um metrônomo de luxúria, preenchendo o silêncio do apartamento que agora cheirava a sexo e desejo.

Eu mudei o ângulo, levantando as pernas dela e apoiando-as nos meus ombros, exponando aquela buceta gordinha e vermelha ao máximo. Agora, eu podia ver tudo: a entrada do clitóris pulsando freneticamente enquanto eu socava fundo, atingindo o fundo do útero dela. Ela começou a soltar gritos agudos, a cabeça jogada para trás no sofá, os olhos revirando enquanto a parede vaginal dela me apertava como se quisesse me sugar para dentro.

— Oh, meu Deus... sim! Assim! Me rasga inteira! — ela gemia, a voz já rouca de tanto gritar.

Eu não diminuí o ritmo; pelo contrário, acelerei. Meus movimentos tornaram-se viscerais, rápidos, sentindo a lubrificação natural dela misturada com o meu suor, criando um som viscoso que me deixava ainda mais louco. Eu sentia que ela estava no limite, o corpo todo tremendo, os mamilos rígidos apontando para o teto.

— Eu vou... eu vou gozar! — ela gritou, as mãos apertando meus braços com força.
No momento em que ela começou a ter as primeiras contrações do orgasmo, eu dei a última estocada, a mais profunda de todas, sentindo o calor interno dela envolver meu pau em um aperto sufocante. Eu não recuei. Empurrei com tudo e senti a descarga elétrica percorrer minha espinha.

Gozei com força, sentindo jatos quentes de porra preencherem o canal dela, transbordando e escorrendo pelas coxas enquanto eu descarregava tudo dentro daquela xoxota deliciosa. Ficamos ali, estáticos por alguns segundos, apenas ouvindo a respiração ofegante de nós dois e o som do líquido deslizando entre nós.

Ela soltou um suspiro longo, relaxando o corpo lentamente, mas ainda me apertando com as paredes internas.

— Acho que a banheira não era a única coisa com curto-circuito aqui... — sussurrou ela, com um sorriso malicioso nos lábios.

Eu a beijei, sentindo que, embora o fogo tivesse sido apagado, a temperatura entre nós dois continuava a subir.
Ela sentou de lado com a bunda virada para mim. Ela queria me provocar.

Vendo aquele rabo, meu pau endureceu e comecei a bater uma punheta para deixá-lo bem duro, pois agora ia comer aquele cúzão. Levantei com o pau bem ereto e pedi para ela ficar debruçada no encosto do braço do sofá.

Me agachei e comecei a lamber aquele cú. Meu pau estava super molhado e a buceta dela cheia de líquido. Enfiei o cacete na buceta para lubrificá-lo bem, sentindo a pressão e o calor daquele canal que já estava implorando por mim.

Saquei o pau e comecei a roçar o buraco do cú. Percebi que esse buraco já estava laceado, não tinha a resistência de quem nunca fora tocado. Perguntei:
– Você já deu o cú antes?

— Eu ponho meu consolo todo dia pensando na hora que você ia me comer — ela disse, a voz trêmula de excitação. — Meu marido não quer me foder por trás. Acho que dar o cú é o máximo. Quando sinto o consolo no meu rabo fico louca de tesão. Agora quero sentir uma pica grossa de verdade dentro do meu cuzão.

Aí, não tive dúvidas. Segurei a cintura dela com força e fui enfiando o cacete naquele rabo, sentindo o anel das pregas abraçar a cabeça do meu pau em um aperto delicioso. A entrada era quente, mas o interior era um abraço apertado que me fez soltar um gemido. Passei a socar com vontade, cada estocada fazendo o corpo dela vibrar contra o sofá.

Ela gritava, a voz ecoando pela sala:
– Assim, assim! Enfia tudo, até o fundo! Quero sentir esta rôla grossa no meu rabo!

Fiquei uns vinte minutos socando e socando, num ritmo frenético, ouvindo a carne bater na carne. O som do impacto era o combustível para o meu tesão. Senti que ela estava no limite, as paredes do reto contraindo ao redor do meu pau. Eu não aguentei mais e gozei fundo, sentindo cada jato de porra preencher aquele buraco, enquanto ela gozava duas ou três vezes, tremendo inteira sob mim.

Cansados, ficamos exaustos, desabando no tapete, suados e satisfeitos.

Mesmo exausta, ela ainda me chupou o pau, com uma vontade voraz, usando a língua para limpar cada gota de suor e luxúria, até que ele endurecesse novamente. Ela não parou até que eu gozasse novamente, desta vez prechendo a sua boca.
Daí pra frente, o acordo estava selado. Eu passava a comer aquele cú todos os dias, transformando a vizinhança em um banquete particular de prazer e proibição.

Foto 1 do Conto erotico: Foda-se a Banheira: O Banquete da Vizinha

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Foda-se a Banheira: O Banquete da Vizinha

Codigo do conto:
272006

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
11/09/2026

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