"Você não imagina o quanto eu desejei que você pousasse hoje", disse Lia, a voz rouca, enquanto me guiava pelo corredor do apartamento.
Aquelas palavras me atingiram como um choque elétrico. Eu vim para São Paulo a trabalho, e Lia, minha sobrinha de 30 anos — morena, alta, com coxas que pareciam feitas para prender um homem e seios que desafiavam qualquer tecido — era quem me hospedaria. Mas havia algo no olhar dela, uma fome antiga, que não condizia com a etiqueta familiar.
O apartamento era impecável, mas o clima era denso, carregado de um erotismo silencioso. Após um banho revigorante, pedimos pizza. Eu estava de bermuda e camiseta; ela, envolta em um roupão de seda que mal conseguia conter a exuberância do seu corpo.
Sentamos no sofá. Lia não ficava parada. Ela se inclinava para pegar o controle da TV, e a cada movimento, o decote do roupão abria-se, revelando a curva magnífica de seus seios. Eram orbes perfeitos, pesados, com biquinhos rosados que pareciam pulsar ao ritmo do meu desejo. Eu tentava manter a compostura, falando sobre a família, sobre minha esposa San, sobre as irmãs dela, mas minha pica já gritava dentro da bermuda, latejando, exigindo alívio.
Lia percebeu. Ela deslizou pelo sofá, colando o corpo no meu. O roupão abriu-se completamente, e aqueles seios saltaram para fora como se quisessem me devorar.
— Tio... — ela sussurrou, os olhos fixos nos meus, a respiração quente batendo no meu rosto — está esperando o quê?
Eu não aguentei. Curvei-me e mergulhei minha boca naqueles seios magníficos. Comecei a mamar com força, sentindo a textura macia e quente, sentindo o gosto da pele dela. Lia soltou um gemido profundo, apertando minha cabeça contra o peito, enquanto sua mão descia lentamente pela barriga.
Quando toquei sua intimidade, ela já estava encharcada. Meus dedos afundaram naquelas paredes quentes e molhadíssimas; ela estava sem calcinha, e o aroma do seu desejo me deixou louco.
— Ah, que delícia... morde mais, come tudo... — ela sussurrou, puxando meu rosto para um beijo voraz.
Nossas línguas se entrelaçaram num ritmo frenético, um beijo que sabia a fome e luxúria. As roupas voaram como se tivessem sido sopradas por um vendaval. No chão, sobre o tapete macio, mergulhei minha cabeça entre aquelas coxas grossas.
Lia abriu-se completamente, oferecendo-me sua buceta latejante. Eu comecei a lamber cada centímetro, focando no clitóris com a ponta da língua, sugando-a com força. Ela arqueou as costas, gemendo alto: "Isso... chupa essa porra, come cada gota do meu mel!".
Enquanto eu me deliciava com ela, Lia virou-se, pegou meu pau e o envolveu com a boca. Ela chupou furiosamente, da glande até o saco, fazendo barulhos de sucção que me levaram ao limite. O contraste era absurdo: minha língua bebendo o suco dela e a boca dela engolindo meu pau. Gozamos quase juntos, num espasmo de prazer bruto, bebendo um do outro.
Mas aquilo era apenas o prelúdio.
Fomos para a hidro, onde a água quente reacendeu o fogo. Saímos own a pele escorregadia e fomos para a cama. Ali, eu a fudi com toda a força que eu guardava. A buceta dela estava inchada, quente, apertando meu pau a cada estocada.
— Mete fundo, caralho! Me fode inteira! — ela gritava, as unhas cravadas nas minhas costas.
O vai-e-vem era constante, rítmico, profundo. Eu sentia cada centímetro dela me apertando, enquanto ela gozava várias vezes, tremendo sob meu corpo, pedindo mais, pedindo tudo. Eu gozei forte, prechendo-a completamente, e dormimos abraçados, exaustos de tanto prazer.
Na manhã seguinte, o desejo não havia diminuído.
Encontrei Lia no box do banheiro e ela não estava sozinha; ela segurava um espelho de mão, posicionando-o de forma que pudesse ver a própria imagem enquanto a água quente escorria por suas curvas. Quando me viu entrar, ela não se assustou. Pelo contrário, soltou um sorriso malicioso e abriu as pernas, encostando-se nos azulejos úmidos.
— Bom dia, tio... — ela provocou, a voz ainda rouca do êxtase da noite anterior. — Achei que você estaria satisfeito, mas vejo que o seu "presente" ainda está acordado.
Ela apontou com o olhar para o volume evidente na minha cueca. Sem dizer uma palavra, aproximei-me e envolvi sua cintura com meus braços, sentindo a pele escorregadia misturada ao sabonete líquido. O cheiro de baunilha e sexo impregnava o vapor do banheiro.
— Você é insaciável, Lia — sussurrei, beijando a nuca dela.
— Eu passei anos imaginando como seria sentir você dentro de mim. Uma noite não é nada perto da fome que eu tenho — ela respondeu, girando o corpo para ficar de frente para mim.
Lia deslizou para baixo, ajoelhando-se no chão do box. A água caía sobre nós dois, criando uma cascata morna que lubrificava tudo. Ela não perdeu tempo: baixou minha cueca e envolveu meu pau com a boca, sugando com uma força que me fez soltar um gemido abafado. A língua dela trabalhava a glande com precisão, enquanto a mão apertava meus testículos, provocando-me a cada sucção.
Eu a puxei para cima, levantando-a e prendendo-a contra a parede do box. Suas coxas grossas envolveram minha cintura, travando-me em um abraço apertado. Com um impulso, empurrei meu pau para dentro dela.
O impacto foi seco e profundo. Lia soltou um grito que ecoou pelos azulejos, as costas arqueadas e os olhos revirando. A buceta dela, já sensível e inchada, recebeu meu membro com uma pressão deliciosa, apertando-me como se não quisesse me deixar sair.
— Ah... meu Deus... é tão grande... — ela arfava, a respiração curta.
Comecei a estocá-la com força, o som da pele batendo contra a pele misturando-se ao ruído da água. A cada movimento, eu sentia o deslizamento perfeito, a lubrificação natural dela fundindo-se ao sabonete, tornando tudo fluido e visceral. Eu a fodia com um ritmo bruto, sentindo a parede do útero dela bater na ponta do meu pau a cada investida.
Lia apertava meus ombros, as unhas cravadas na pele, enquanto balançava a cabeça, perdida no prazer.
— Goza em mim... preenche tudo... me marca, tio! — ela implorava, a voz vibrando contra o meu pescoço.
A intensidade subiu. Eu sentia o ápice chegando, a pressão insuportável que precede a explosão. Dei as últimas estocadas, as mais profundas e violentas, sentindo-a contrair-se ao meu redor em ondas de orgasmo. Quando o gozo veio, foi como uma torrente, prechendo-a completamente enquanto nós dois desabávamos sob a água quente, ofegantes, unidos pelo pecado e pelo desejo.
Depois que a água esfriou e nos secamos preguiçosamente, o clima mudou. Não era mais apenas urgência sexual; havia uma tensão de segredos guardados, algo que pairava no ar como a fumaça de um cigarro esquecido. Tomamos café no terraço, observando o caos de São Paulo, mas o silêncio entre nós era carregado.
Voltamos a conversar sobre as lembranças antigas, as festas de final de ano com todas as irmãs da minha esposa, as risadas, as brigas bobas por heranças e as memórias de quem já partiu. Eu estava nostálgico, sentindo-me seguro naquela bolha de prazer que havíamos criado.
De repente, ela deixou a xícara de café sobre a mesa com um estalo seco. O olhar dela, agora analítico e penetrante, fixou-se nos meus olhos. Ela me fez uma pergunta me pegando desprevenido e me assustando:
— E foi numa dessas vezes, há uns 31 anos, que você comeu a minha mãe, né?
O mundo pareceu parar. O café amargou na minha boca e meu coração saltou no peito.
— Claro que não! Nunca fiz amor com a Silvinha, sua mãe — respondi, tentando manter a voz firme, embora o suor frio começasse a descer pelas minhas costas. — De onde você tirou essa ideia louca?
Lia não desviou o olhar. Ela soltou um riso anasalado, desdenhoso, e cruzou os braços, fazendo os seios, ainda levemente avermelhados pelo sexo, saltarem sob o tecido fino da camisola.
— Você transou sim com a mamãe, e posso provar. Primeiro: minha irmã e meu irmão são todos loiros, olhos azuis e baixinhos.
Ela se levantou e caminhou até mim, deslizando a mão pelo meu rosto, descendo para o meu peito.
— E eu sou morena, de olhos castanhos e alta. Tenho exatamente os traços do seu DNA.
Aquelas palavras me atingiram como um soco. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som da minha respiração pesada. Aquilo sempre me intrigara, mas eu jamais ousara conectar os pontos.
— Isto sempre me intrigou — continuei, a voz agora baixa, quase um sussurro — mas geneticamente é possível... isso significaria que você não é minha sobrinha, e sim minha filha.
Lia sorriu, um sorriso triste e cúmplice ao mesmo tempo.
— Quando apertei a mamãe, antes dela partir, ela abriu o jogo. Disse que vocês transavam sempre que se encontravam e que isto durou muito tempo, até ela falecer. Ela disse que você era a única paixão real que ela teve, apesar de todas as convenções.
Eu, meio engasgado, senti a verdade subir pela garganta. Não havia mais sentido em mentir para a mulher que tinha o meu rosto e o meu sangue. Acabei confirmando, sentindo um aperto no peito que misturava culpa e uma adoração ancestral.
— Eu amara muito a sua mãe — confessei, olhando para ela com uma nova intensidade. — Mais do que consigo expressar.
E como entre nós já não havia qualquer tipo de falso moralismo, e o desejo já havia rompido todas as barreiras, eu a abracei com carinho e muito amor. O choque da revelação não nos afastou; pelo contrário, agiu como um catalisador. O sexo que se seguiu não foi apenas luxúria, foi um reconhecimento.
Eu a levei de volta para a cama, sentindo que cada centímetro do corpo dela era um eco do corpo da mulher que eu amara. A foda agora tinha outro peso, outra profundidade. Eu a possuí com uma entrega visceral, sentindo que estava, de certa forma, amando a Silvinha através da filha que ela me dera.
Tinha acabado de fazer amor gostoso não com minha sobrinha, mas com minha adorada filhinha, fruto delicioso de uma grande paixão que o tempo não conseguiu apagar, mas que o destino resolveu celebrar da maneira mais pecaminosa e perfeita possível.





Realmente muito bom