Não era um cinema qualquer. Era aquele refúgio no centro da cidade, onde o ar cheirava a perfume barato e desejo proibido, um lugar onde as máscaras caíam antes mesmo de a luz do projetor se apagar. O shopping era para as aparências; aquele cinema era para a carne.
Lá dentro, o silêncio era preenchido apenas pelo som abafado do filme que ninguém estava assistindo. Sentamos no centro da sala, envoltos por uma escuridão cúmplice. Eu me inclinei, sentindo o calor do corpo do João, e comecei a beijá-lo com uma fome que parecia devorar a própria alma. Nossas línguas dançavam um ritmo lento, úmido, explorando cada canto da boca um do outro.
A mão do João, impaciente, deslizou por baixo do meu vestido. Como eu não usava calcinha, os dedos dele encontraram minha buceta já pulsante, encharcada de desejo. Eu abri as pernas, soltando um gemido baixo, sentindo-o me bolinar com precisão, circulando meu clitóris até que eu arqueasse as costas.
"Você está tão molhada, meu amor... que delícia",ele sussurrou, a voz rouca de tesão.
Eu me virei, com os olhos brilhando, e liberei o pau dele. Estava duro, grosso na base e com aquela cabeça rosada que me deixa louca. Comecei a sugar, sentindo o gosto dele, lambendo a glande, descendo a língua pelo corpo do pênis e voltando a sugar com força, ouvindo-o gemer no meu ouvido.
Foi então que, do nada, um perfume floral e intenso invadiu meu olfato. Uma mulher deslumbrante, de vestido justo, sentou-se ao nosso lado.
"Parece que a brincadeira está boa... posso participar?" a voz dela era como veludo e pecado.
"Pode, querida. Pode entrar na festa", respondi, sem tirar os olhos do prazer.
Ela se ajoelhou entre as pernas do João. A cena era hipnotizante: a boca dela envolvendo o pau do meu marido, sugando com uma técnica magistral. O João jogou a cabeça para trás, soltando gemidos profundos enquanto ela trabalhava aquele mastro. Em poucos minutos, ele gozou com força, tremendo por inteiro.
A mulher, que se apresentou como Érica, afastou o João e sentou-se entre nós. Sob o vestido dela, vimos a bandeira armada, um pau grande e imponente que denunciava sua natureza. Troquei um olhar cúmplice com o João e fiz um gesto: *ele era o primeiro*.
João ajoelhou-se diante de Érica. Ele começou a lamber aquele mastro monstruoso, tentando acomodar o tamanho na boca, enquanto eu me entregava aos peitos dela. Eram lindos, firmes, e eu os chupava com luxúria, sentindo a pele dela arrepiar. Érica me beijava com paixão, as línguas se enrolando enquanto o João se perdia no prazer de chupar aquele cacete.
"Ai, meu Deus... que delícia de pau!", o João murmurou entre as lambidas.
Eu me ajoelhei para dar a minha contribuição, lambendo o pau da Érica, apertando as bolas dela com suavidade, sentindo o tremor do corpo dela. Enquanto isso, Érica começou a bater uma punheta no João, num ritmo frenético, até que os dois gozaram juntos, em um êxtase de gemidos e respirações ofegantes.
Érica nos deixou um cartão e desapareceu na escuridão, deixando para trás um rastro de tesão e a promessa de mais.
Mas a verdadeira festa começou em casa.
Assim que a porta bateu, o João já estava com o pau duro, pulsando. Eu não perdi tempo. Coloquei minha cinta com aquele pênis de borracha imenso, lubrifiquei tudo generosamente e mandei ele ficar de quatro.
Agora você é meu, João. Vou comer você inteiro", eu disse, a voz carregada de luxúria.
Eu me posicionei e, com um impulso lento e profundo, enterrei o pênis de borracha no cuzinho dele. O João soltou um grito
que misturava choque e um prazer visceral, as mãos dele apertando os lençóis enquanto o corpo inteiro estremecia. O impacto daquele brinquedo, grosso e implacável, preenchendo cada milímetro do seu esfíncter, fez com que ele arqueasse as costas, sentindo a pressão invadir suas entranhas.
"Porra... que imenso!", ele arfou, a voz embargada, enquanto sentia a borracha deslizar e se acomodar no fundo do seu reto.
Eu não dei trégua. Comecei a estocar com força, num ritmo bruto, sentindo a resistência da carne dele cedendo ao meu comando. A cada investida, o som úmido do impacto da borracha contra a pele ecoava no quarto, misturando-se aos gemidos roucos do João. Eu queria que ele sentisse cada centímetro, que ele soubesse quem estava no controle daquela noite.
Enquanto eu o fodia com fúria, minha mão deslizou para a frente, apertando o pau dele, que pulsava freneticamente. Eu sabia que ele estava no limite, mas eu queria que ele implorasse.
"Olha para mim, João! Olha para quem está te comendo!", ordenei, acelerando as estocadas, sentindo o corpo dele sacudir sob o meu.
Ele virou o rosto para trás, os olhos vidrados de tesão, a respiração curta. "Mais... por favor, continua... me destrói!"Eu mudei o ângulo, empurrando o brinquedo com mais força, atingindo a próstata dele com precisão cirúrgica. O João soltou um urro alto, o corpo entrando em espasmos. Ele começou a gozar sozinho, sem que eu precisasse sequer tocar no seu pênis, o leite jorrando contra os lençóis em jatos violentos enquanto ele desmoronava sob mim, completamente dominado.
Mas eu ainda não tinha terminado. Enquanto ele recuperava o fôlego, eu retirei a cinta com um estalo úmido e, antes que ele pudesse fechar as pernas, virei-o de costas, puxando-o para cima de mim.
"Agora", sussurrei, sentindo o calor do corpo dele, "você vai me dar tudo o que eu quero".
Ele não precisou de segunda ordem. João se posicionou sobre mim, o pau latejante e duro como pedra, e me enterrou com uma força que me tirou o fôlego. O ritmo tornou-se selvagem, orgânico, uma troca de fluidos e gemidos que preenchia o quarto. A gente se movia como se estivéssemos tentando fundir as peles, cada estocada profunda me fazendo ver estrelas, cada beijo com gosto de suor e luxúria nos levando para mais perto do abismo.
Quando o ápice chegou, foi como uma explosão. Eu apertei minhas pernas ao redor da cintura dele, puxando-o para dentro de mim com toda a força, enquanto ele gozava profundamente, preenchendo-me com o calor do seu prazer.
Ficamos ali, ofegantes, envoltos no silêncio pesado do quarto, sentindo apenas o bater dos corações um do outro. O cartão da Érica ainda estava no bolso do meu vestido, caído no chão, mas a memória daquela noite já estava gravada na nossa pele.
"Acho que vamos precisar de um cinema novo", ele murmurou, beijando meu pescoço, enquanto nós dois, exaustos e satisfeitos, finalmente desistimos para o sono.




