Comeu Meu Cu, Roubou Meu Coração

Comeu Meu Cu, Roubou Meu Coração**

— Você não imagina o quanto eu já imaginei esse momento — sussurrei, com a voz falhando, enquanto meus dedos tremiam ao segurar o celular.

A resposta veio com um sorriso que desarmou qualquer resquício de timidez que ainda me restava. Amanda não era apenas a mulher do anúncio; ela era a materialização de um desejo que eu alimentei em segredo por dois anos. Quando ela desligou as luzes e deixou apenas a luz âmbar do abajur banhando o quarto, o mundo lá fora deixou de existir.

Ela me puxou para o sofá, e o primeiro beijo foi lento, exploratório, com gosto de descoberta. As mãos dela, firmes e gentis, começaram a despir nossa armadura de roupas, revelando a pele morena, macia e divina. Quando ela ficou de pé, apenas de lingerie, eu senti meu fôlego sumir. A feminilidade dela era hipnotizante, mas era aquele volume evidente na calcinha que me fazia delirar.

— Tem desejo por rabo ou piroca, safadinho? — ela riu, a voz rouca e provocante.

Fiquei mudo, o rosto queimando. Ela soltou uma gargalhada deliciosa.
— Ah, você quer meu pau, né? Quer sentir essa rola te preenchendo...
Sem aviso, ela libertou o membro, duro e pulsante, e o posicionou diante do meu rosto.
— Chupa, Nilton. Quero sentir sua boca quente me apertando.

Eu obedegui com um fervor que nem sabia que possuía. Comecei a lamber a glande, sentindo o sabor dela, movendo a língua em círculos antes de envolver toda a cabeça do pau em minha boca. Eu mamei aquela piroca com vontade, sentindo-a pulsar contra minha língua, enquanto ela soltava gemidos baixos, de puro prazer.

— Nossa, você chupa como se estivesse com fome de mim... — ela murmurou, puxando-me para cima.

Entramos em um 69 exploratório, onde o tempo parou. Enquanto eu me perdia no sabor dela, ela mergulhava entre minhas pernas. Amanda começou a lamber meu cuzinho com uma lentidão torturante, usando a ponta da língua para circular a entrada, provocando espasmos em todo o meu corpo. Ela alternava entre chupadas profundas no meu rabo e lambidas úmidas, enquanto nossas mãos se encontravam em uma dupla punheta frenética, deslizando os caralhos um contra o outro em uma roça-roça deliciosa, sentindo o calor e a viscosidade do desejo.

— Eu quero comer esse cuzinho... quero te sentir aberto pra mim — ela sussurrou no meu ouvido, a respiração quente me fazendo tremer.
Eu revelei minha paixão, mostrei as fotos que guardava como tesouros. A surpresa nos olhos dela se transformou em algo mais profundo: afeto.
— Você é louco, menino... mas é a loucura mais gostosa que já senti. Vou realizar cada sonho seu hoje.

Ela me jogou na cama, me colocando de quatro. Senti a língua dela, úmida e quente, invadindo meu rabo, cuspindo para lubrificar, dedando com precisão. Eu gozei na hora, um orgasmo prostático que me deixou sem ar, apenas com a língua dela.

— Olha só... esse cu já está pedindo socorro por uma pirocada — ela riu, vestindo a camisinha e despejando gel.

A entrada foi lenta, mas visceral. O pau grande e grosso começou a rasgar minha timidez, preenchendo cada centímetro do meu rabo.
— Ai, meu Deus... que foda gostosa! — eu gemia, sentindo a profundidade daquela penetração.

Ela começou a meter e tirar com um ritmo constante, socadas fundas que me faziam de modo a me sentir como uma mulherzinha sendo devorada. A cada estocada, um gemido mais alto.
— Você é meu, Nilton... sente esse pau te possuindo! — ela comandava, me colocando na posição de "frango assado", beijando meu pescoço e mordendo meus lábios enquanto me fodia com uma intensidade animal.
No ápice da luxúria, ela tirou a camisinha.
— Quero sentir seu rabo na pele... quero me fundir a você.

Ela bombou freneticamente, o suor misturando nossos corpos. O atrito era puro fogo. Eu sentia
cada terminação nervosa do meu esfíncter gritando de prazer, apertando-a em espasmos involuntários que a faziam rosnar como um animal. A sensação da pele contra pele, sem a barreira do látex, era elétrica, visceral. Cada estocada de Amanda não era apenas física; era como se ela estivesse marcando território dentro de mim.

— Agora, Nilton... abre mais... me deixa entrar até o fundo! — ela ordenou, a voz carregada de luxúria.

Ela mudou minha posição, puxando-me para as costas, elevando minhas pernas até que meus joelhos tocassem meus ombros. Fiquei completamente exposto, vulnerável e faminto. Ela não perdeu tempo. Com um impulso bruto e preciso, ela mergulhou novamente, preenchendo-me por completo. O impacto foi tão profundo que senti a pressão no baixo ventre, um choque de prazer que me fez arquear as costas e soltar um grito que ecoou pelo quarto.

— Oh, meu Deus... você é tão apertadinho... que delícia de cu! — ela gemia, o ritmo acelerando, as mãos apertando meus quadris com força, deixando marcas que eu saberia que estavam lá na manhã seguinte.

Eu não conseguia mais processar pensamentos, apenas sensações. O som da carne batendo contra a carne, o cheiro de suor e sexo que preenchia o ar, e a sensação avassaladora de ser possuído por aquela mulher que, em poucas horas, tinha se tornado o centro do meu universo.
— Vou gozar... eu vou gozar agora! — ela gritou, a respiração ofegante, o corpo tenso como uma corda de piano.

Com três estocadas profundas e violentas, Amanda descarregou todo o seu desejo dentro de mim. Senti o calor do gozo dela preenchendo meu rabo, uma onda de calor que me fez tremer da cabeça aos pés. Ao mesmo tempo, a pressão do orgasmo dela disparou o meu próprio, e eu gozei sem nem precisar me tocar, apenas com a força daquela conexão visceral.

Ficamos ali, colados, os peitos subindo e descendo em sincronia, o silêncio do quarto preenchido apenas pelos nossos suspiros. Amanda não se afastou imediatamente; ela permaneceu ali, sentindo a pulsação final do clímax, beijando minha testa com uma ternura que contrastava com a brutalidade de minutos atrás.

Ela se afastou lentamente, o som do deslizamento da pele me dando um calafrio. Olhei para cima e vi o sorriso dela — não mais o de uma desconhecida de um anúncio, mas o de alguém que agora conhecia meus segredos mais profundos.

— Você disse que eu roubei seu coração, Nilton — ela sussurrou, limpando o canto da minha boca com o polegar. — Mas acho que, nesse jogo, quem saiu ganhando fui eu.
Eu não sabia o que responder. Enquanto ela me envolvia em seus braços, sentindo o rastro do sêmen escorrer lentamente pela minha coxa, percebi que aquele não era apenas o fim de uma fantasia, mas o início de algo que eu nunca imaginei ser possível.

O silêncio que se seguiu àquela explosão de prazer era preenchido apenas pelo som da nossa respiração, pesada e sincronizada. Eu ainda sentia o calor do gozo dela pulsar dentro de mim, uma marca invisível de posse que me deixava em êxtase. Amanda me olhava com olhos marejados, a expressão transformada; a "profissional" havia desaparecido, dando lugar a uma mulher vulnerável e intensamente apaixonada.

— Eu nunca... eu nunca me senti assim — ela confessou, a voz quase um sussurro, enquanto acariciava meu rosto com a ponta dos dedos. — Todas as vezes que vendi meu corpo, eu sentia que estava entregando apenas pedaços de mim. Mas com você, Nilton... foi como se você tivesse visto a minha alma através da minha pele.

Eu a puxei para perto, sentindo a maciez dos seus seios contra o meu peito, e a beijei com uma fome que não era mais apenas sexual, mas emocional. Naquele momento, a barreira entre o "programa" e o "amor" foi completamente derrubada.

— Você não é um programa para mim, Amanda. Você é a mulher que me fez sentir vivo — respondi, sentindo as lágrimas voltarem a cair.
Aquelas horas que se seguiram foram a celebração mais intensa de nossas vidas. Nós exploramos cada centímetro do corpo um do outro, não por obrigação ou técnica, mas por puro desejo de fusão. Fudemos com calma, com pressa, com ternura e com brutalidade. Eu a comia com a vontade de quem descobria um paraíso proibido, e ela me recebia com uma entrega que beirava a devoção. Cada estocada, cada gemido, cada toque era um "eu te amo" dito sem palavras.

Os meses que se seguiram foram a construção de um alicerce sólido. O início foi desafiador; as lembranças da profissão dela às vezes traziam inseguranças, mas o amor que nascemos naquela cama era mais forte que qualquer preconceito. Ela encontrou em mim o porto seguro, e eu encontrei nela a parceira ideal.

O dia em que ela anunciou que queria cursar Direito foi o momento em que percebi que nossa conexão tinha transformado a vida dela. Ela não queria apenas fugir do passado, ela queria construir um futuro onde pudesse lutar pelos direitos dos outros, inclusive daqueles que a sociedade costuma marginalizar.
Hoje, seis anos depois de casados, olho para ela sentada na mesa da sala, revisando os últimos capítulos do seu TCC, e sinto um orgulho que mal cabe no peito. Dezembro está chegando, e com a formatura dela, celebraremos não apenas a conquista do diploma, mas a vitória de um amor que nasceu da forma mais visceral e honesta possível.

Agora, enquanto ela olha para mim com aquele mesmo brilho nos olhos do nosso primeiro encontro, e me sussurra que "está com saudade daquela primeira foda", eu sei que nossa família está prestes a crescer. Planejamos nosso primeiro filho adotivo com a certeza de que nossa casa será preenchida por amor, verdade e a memória de que a paixão mais profunda pode nascer do encontro mais inesperado.

Eu ainda lembro do cheiro daquele quarto, do gosto daquela pele e da sensação de ter sido possuído por ela. Amanda não roubou apenas meu coração; ela me deu uma vida nova.

Foto 1 do Conto erotico: Comeu Meu Cu, Roubou Meu Coração

Foto 2 do Conto erotico: Comeu Meu Cu, Roubou Meu Coração

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Comeu Meu Cu, Roubou Meu Coração

Codigo do conto:
272087

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
12/09/2026

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