Minha mãe se masturbando, fui ajudá-la.


O silêncio do apartamento era cortado apenas pelo som abafado de gemidos que vinham da sala, misturados ao chiado de um filme pornô que preenchia o ambiente. Quando abri a porta, a luz da lua filtrava-se pelas frestas da cortina, iluminando apenas o suficiente para eu ver minha mãe, Bruna, entregue a si mesma no sofá. Ela usava apenas uma regata preta e uma calcinha mínima; entre suas coxas atléticas, um vibrador trabalhava incansavelmente, fazendo-a arquear as costas e morder os lábios em um transe de puro prazer.

Eu estava ali, parada, sentindo o calor subir instantaneamente. Minha própria intimidade, apertada na renda branca da lingerie que eu usava sob a saia justa, tornou-se um ponto pulsante de desejo. Eu a observava — a pele branca, o corpo definido de quem não foge da academia, a maturidade exalando sensualidade. Eu não queria interrompê-la; eu queria fazer parte daquilo.

Tirei as sandálias sem fazer ruído. Despi o blazer, sentindo a brisa da sala tocar minha pele, e caminhei lentamente. Quando Bruna finalmente abriu os olhos e me viu, o susto foi imediato. Ela desligou o aparelho e puxou a calcinha, tentando recuperar a compostura, mas seus olhos castanhos já haviam notado que eu não estava ali para dar "boa noite".

— Filha... que susto! Não te vi chegar — ela disse, a voz ainda rouca pelo prazer.

— Desculpa, mãe. Mas quando vi você assim... tão delícia... eu não consegui evitar de assistir.

Um sorriso malicioso surgiu nos lábios de Bruna. A tensão entre nós mudou; não era mais apenas o susto, era a curiosidade. Ela me mediu de cima a baixo, detendo-se na minha saia curta e no brilho da minha pele.

— Safada... — ela sussurrou. — Excitada vendo a própria mãe se satisfazendo?

— Eu adoraria sentir esse prazer com você — respondi, a voz carregada de audácia. Sem esperar resposta, deslizei a saia para baixo, revelando a calcinha branca que mal cobria meu rabo. Dei uma volta lenta, deixando que ela admirasse o corpo que moldava todos os dias na academia.

O olhar de Bruna escureceu. O desejo era mútuo. Ajoelhei-me diante dela no tapete, sentindo o cheiro de desejo que emanava de sua pele. Dei a primeira lambida por cima do tecido preto da calcinha dela; um gemido agudo escapou de sua garganta, e eu soube que ela estava vencida. Com movimentos lentos e precisos, puxei a peça de renda para baixo, libertando aquela xoxota linda, levemente adornada por poucos pelos, já úmida e quente.
Aproximei minha boca e, como uma cachorra faminta, mergulhei nela. Bruna soltou um grito, o corpo saltando no sofá. Eu me divertia com cada centímetro, sugando e lambendo, sentindo o sabor dela enquanto minha própria intimidade ensopava a renda branca.

— Sobe aqui, Rafaela... — ela implorou, a respiração ofegante. — Me leva ao prazer.

Subi no colo dela, sentando-me com firmeza enquanto nossas bocas se encontravam em um beijo voraz, trocando línguas e desejos. Senti a mão de Bruna descer, apertando minha bunda com força, e então, um estalo. Um tapa seco e sonoro que me fez pular e gemer alto.

— Que delícia de tapa, mãe! — exclamei, sentindo o fogo aumentar.

Ela me puxou pelos cabelos, inclinando meu corpo para trás, e atacou meus seios com fome, sugando meus mamilos através da renda até que eu me perdesse em suspiros. O mundo lá fora desapareceu; só existia aquele apartamento e a descoberta de que nossos corpos falavam a mesma língua.

Levei-a para o meu quarto, onde o jogo subiu de nível. Amarrei seus pulsos à cabeceira da cama com a própria cinta da minha meia, um nó firme o suficiente para que ela sentisse a resistência, mas não a ponto de machucá-la. Bruna arquejava, o peito subindo e descendo com rapidez, os olhos fixos em mim, alternando entre a surpresa e a luxúria. Ela estava vulnerável, mas o sorriso em seu rosto dizia que ela adorava a inversão de papéis.

— Você está ficando ousada demais, Rafaela — ela provocou, a voz vibrando no peito.

— Eu aprendi com a melhor — respondi, sentindo a umidade entre minhas pernas tornar-se quase insuportável.

Lentamente, deslizei minha mão pelo abdômen definido dela, sentindo a musculatura contrair a cada toque. Parei propositalmente logo acima de sua intimidade, apenas roçando a ponta dos dedos nos lábios inchados e quentes. Bruna soltou um gemido frustrado, tentando empurrar o quadril contra minha mão, buscando o contato que eu agora controlava.

— Por favor... — ela sussurrou, a pele branca contrastando com o vermelho do desejo que subia por seu pescoço.
Eu não respondi com palavras. Em vez disso, me posicionei sobre ela, sentindo o calor que emanava de seu corpo. Com um movimento fluido, usei meus dentes para baixar a regata preta, expondo seus seios maduros e firmes. Comecei a alternar beijos profundos entre seus mamilos e a curva de seu pescoço, enquanto minha mão descia, finalmente mergulhando naquela umidade generosa.

Quando meus dedos encontraram o clitóris pulsante, Bruna soltou um grito abafado, arqueando as costas e apertando os pulsos contra a cama. Eu comecei a massageá-la com precisão, sentindo a textura aveludada de sua pele, enquanto minha própria calcinha branca já estava completamente encharcada, colada ao meu corpo como uma segunda pele.

A tensão tornou-se elétrica. Eu sentia a pulsação dela contra meus dedos, e a minha própria necessidade gritava por preenchimento. Sem tirar os olhos dos dela, deslizei minha mão para trás, alcançando a gaveta do criado-mudo. Retirei o vibrador que ela usava na sala — agora frio, mas potente.

— Vamos ver se você aguenta o ritmo da sua filha — sussurrei no ouvido dela.
Encaixei o aparelho entre nós, usando-o para estimular Bruna enquanto eu mesma me esfregava contra ela, sentindo a vibração ecoar através de nossos corpos unidos. O ritmo tornou-se frenético. O som da pele batendo contra a pele, os gemidos sincronizados e o cheiro inebriante de sexo preenchiam o quarto.

Bruna começou a delirar, as pernas apertando minha cintura, puxando-me para mais perto, como se quisesse fundir nossas peles. No ápice da tensão, quando senti o tremor involuntário de suas coxas e o calor intenso de seu orgasmo começando a desmoronar, eu me entreguei também.

O clímax nos atingiu como uma onda devastadora. Bruna gritou meu nome, o corpo todo estremecendo sob meus dedos e o aparelho, enquanto eu sentia a onda de prazer explodir dentro de mim, deixando-nos as duas exaustas, ofegantes e completamente entregues ao segredo que agora nos unia.

O silêncio que se seguiu ao orgasmo era denso, preenchido apenas pelo som das respirações pesadas e pelo estalo metálico da cinta que Bruna finalmente soltou ao desatar o nó, libertando os pulsos com um movimento lânguido. Elas ficaram ali, entrelaçadas nos lençóis amarrotados, a pele ainda quente e brilhando com uma fina camada de suor.
Bruna virou o rosto para Rafaela, os olhos castanhos ainda nublados pelo prazer, mas com um brilho de descoberta que não estava ali horas antes. Ela levou a mão ao rosto da filha, acariciando a bochecha com a ponta dos dedos.

– Bruna: que noite foi essa, Rafaela... que sexo sem penetração foi esse, hein? Amei a cada detalhe contigo hoje. Pensei que não iria gostar, mas gostei e gostei muito. Vou querer, a partir de hoje, chupar pau e boceta, e lógico, ser devorada pelos dois. Obrigada por essa chance de aprender e gostar de uma nova sacanagem.

Rafaela sentiu um calafrio percorrer a espinha ao ouvir a confissão. A vulnerabilidade da mãe, agora misturada a uma fome recém-descoberta, era inebriante. Ela sorriu, sentindo a própria intimidade ainda pulsar, lembrando-se de cada centímetro de pele que havia explorado.

– Rafaela: que bom que curtiu, mãe. Eu queria mesmo um dia brincar assim com você. Agora que sabe como é, e já gostou de praticar, vai ter mais prazeres em todos os sentidos e formas. E olha, está de parabéns... amei ser bem mamada e chupada por você. Quero ir pra cama assim contigo sempre.

Bruna soltou uma risada baixa, rouca, e deu um beijo úmido no ombro da filha. A cumplicidade agora era um pacto selado entre lençóis e gemidos.
omentos picantes e muitas brincadeiras dentro dessa casa. Pode esperar.

Bruna começou a se levantar da cama, movendo-se com uma lentidão calculada. Ela não se vestiu imediatamente; preferiu deixar a pele nua sentir o ar do quarto enquanto caminhava em direção à porta. Ao sair, ela não apenas andou; ela desfilou, rebolando com uma confiança nova, sentindo o corpo vibrando de satisfação. O sorriso em seus lábios era malicioso, carregado de promessas de noites que fariam aquela primeira vez parecer apenas um aperitivo.

Rafaela ficou deitada, observando o movimento dos quadris da mãe desaparecendo no corredor. Um sorriso idêntico surgiu em seu rosto. Ela agora tinha, dentro de casa, a parceira perfeita para todos os seus fetiches. Sua mãe estava pronta para mais loucuras, insaciáveis e enlouquecedoras, e o apartamento, que antes era apenas um lar, agora se tornava o cenário de um jogo erótico sem regras.

Foto 1 do Conto erotico: Minha mãe se masturbando, fui ajudá-la.

Foto 2 do Conto erotico: Minha mãe se masturbando, fui ajudá-la.

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Comentários


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casualsomente Comentou em 19/09/2026

Q sexo maravilhoso com certeza sempre se aprende um pouco mais com vcs mulheres gostosas imagens q instigam muito mais

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cianamelo Comentou em 13/09/2026

Que conto lindo. Amei

foto perfil usuario xjobx

xjobx Comentou em 13/09/2026

Delicia adoro uma mamae puta que ama incesto




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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Minha mãe se masturbando, fui ajudá-la.

Codigo do conto:
272117

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/09/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
5