A Puta da Minha Sogra - Comendo o Rabo da Coroa Safada

A Puta da Minha Sogra - Comendo o Rabo da Coroa Safada

Há cinco meses, aconteceu uma coisa que ainda me deixa de pau duro só de lembrar. Me chamo Alex, tenho 20 anos, e namoro a Carla, uma loira gostosa pra caralho: peitos fartos, uma bunda enorme que rebola gostoso na cama e me satisfaz demais. Mas desde que comecei a namorar com ela, há dois anos, sempre fiquei com um tesão do cacete ao ver a mãe dela, a Soraia. Uma morena de 36 anos, um corpo escultural, peitão, uma bunda redonda, empinada, deliciosa. E além de gostosa, era uma puta safada, sempre soltando uns comentários picantes, umas indiretas que me deixavam maluco.

Comecei a dormir mais na casa da Carla, e aí ficava só de olho na Soraia. Ela usava uns shortinhos colados, enfiados no rabo, uns vestidos curtos que deixavam as coxas à mostra. Ficava imaginando comendo aquele rabo gostoso, ouvindo ela gemendo baixinho.

Um dia, o meu sogro, o Ricardo, ia ao mercado e chamou a gente pra ir junto. Eu disse pra Carla que ia ficar dormindo, que estava cansado. Ela retrucou um pouco, mas foi com o pai. Fiquei deitado um tempo, e depois desci, com a desculpa de beber água, mas na real era pra apreciar aquela coroa gostosa.

A Soraia estava na cozinha. Quando passei por ela, me deu um sorriso largo. “Alex, se quiser ver televisão, pode ir no meu quarto. Lá tem TV a cabo. Eu tô aqui terminando umas coisas.”

Aquilo já foi uma indireta? Não pensei duas vezes. Subi e me joguei na cama dela. O quarto cheirava a ela, um perfume doce e marcante. Sentei na cama e depois deitei, afundando o rosto no travesseiro, sentindo o cheiro dela. Estava com o pau latejando dentro do short.

Não demorou muito, e ela subiu. Abriu o guarda-roupa e começou a separar uma roupa. “Vou tomar um banho rápido,” disse, sem nem olhar pra mim direito. Pegou um shortinho preto, daqueles que eu adorava, que marcava cada curva do seu rabão, e uma camisa azul com um decote profundo, que deixaria aquele peitão quase todo à mostra. Vi também uma calcinha branca minúscula. Meu coração acelerou.

Ela foi pro banheiro, mas **não levou a roupa**. Fiquei ali, deitado, ouvindo o barulho do chuveiro, imaginando ela nua, a água escorrendo por aquele corpo. Quando o barulho parou, minha respiração travou.

A porta do banheiro abriu. Ela saiu só de toalha, o cabelo molhado, a pele rosada. Os olhos me encontraram imediatamente. “Esqueci a roupa aqui,” disse, com uma voz suave, carregada.

Foi até a cama, pegou as roupas, e quando se virou, a toalha **escorregou** um pouco no ombro, deixando um dos seios redondos e pesados completamente à mostra. Ela fez um “ops” teatral, puxando a toalha de volta devagar. “Ui, escapou.”

Mas o olhar dela… não era de acidente. Era pesado, convidativo. Meu pau pulsou violentamente. Ela sorriu, uma pontinha da língua aparecendo entre os lábios, e voltou pro banheiro pra se vestir.

Quando saiu, estava uma visão. O shortinho preto estava mesmo enfiado no rabo, marcando tudo. A camisa decotada deixava aquele vale profundo entre os seios. E ela tinha calçado uns saltos altos, que faziam suas pernas parecerem infinitas e davam um rebolado ainda mais puta quando ela andou até a porta.

“Vou lá pra cozinha terminar,” disse, parando na porta. Olhou pra mim de novo, demoradamente. “Fica à vontade.”

Aquilo foi o sinal. Tomei coragem. O tesão falou mais alto. Desci as escadas em silêncio. Ela estava na cozinha, lavando a última louça, de costas pra mim. Aquele rabo empinado, redondo, perfeito, balançando levemente.

Me aproximei por trás, sem fazer barulho. Coloquei minhas mãos na cintura dela e encostei meu corpo no dela, meu pau duro pressionando contra aquela bundona através da roupa.

Ela parou de se mover. A respiração dela acelerou.

“Alex… tá maluco?” ela sussurrou, mas a voz não era de repreensão. Era rouca, ofegante.

Ela **não se moveu**. Não se afastou.

“Eu quero comer esse rabo, Soraia,” falei, baixinho, na orelha dela. “Quero esse cuzinho.”

Ela soltou um gemido baixo. “Se ninguém ficar sabendo…” ela murmurou, em consentimento.

Foi então que ela começou a rebolar, devagar, esfregando aquele rabo enorme no meu pau através do tecido. Um movimento circular, lascivo. Eu segurei seus quadris e puxei ela mais forte contra mim.

“Vem aqui, sua puta,” eu grunhi. “Vem chupar isso.”

Ela riu, um riso safado e baixo, e se virou. Seus olhos estavam escuros de desejo. Sem dizer uma palavra, ajoelhou-se no chão da cozinha. Abriu o botão do meu short e puxou ele e a cueca pra baixo. Meu pau saltou, latejante, na frente do rosto dela.

Ela olhou pra ele, lambeu os lábios e, sem cerimônia, **abriu a boca e engoliu**.

“Ah, caralho…” eu gemei, apoiando uma mão na parede.

A boca dela estava quente, úmida, perfeita. Ela me chupou com uma mistura de habilidade e luxúria, como se fosse a coisa que mais queria no mundo. Uma mão acariciou minhas bolas enquanto a outra segurava meu pau. Ela sugava, lambia a cabeça, descia fundo, fazia um boquete delicioso e demorado. Eu fiquei ali, ofegante, vendo aquela coroa gostosa de joelhos pra mim.

“Sobe… sobe pro quarto,” ela disse, soltando meu pau com um ‘pop’ e olhando pra cima com olhos suplicantes.

Puxei ela pra cima e a beijei, pela primeira vez. Foi um beijo molhado, profundo, de língua, com o gosto dela e de mim misturados. A mão dela foi direto pro meu pau, apertando enquanto a gente subia as escadas correndo, quase tropeçando de tanta pressa.

Dentro do quarto dela, a gente se jogou na cama, beijos por todo lado. Tirei a camisa dela, e ela ajudou, arrancando o short. Fiquei de frente pra aquela visão: a Soraia completamente nua, só de calcinha minúscula e sutiã. Tirei o resto e caí em cima dela, beijando seu pescoço, mordendo seus mamilos, chupando aquele peitão enquanto ela arqueava as costas e gemia.

“Faz um 69 comigo, seu gostoso,” ela pediu, com voz ofegante. “Quero sentir sua língua.”

Virei de forma que minha boca ficasse de frente pra sua buceta e meu pau na frente do rosto dela. Ela não perdeu tempo. Enfiou meu pau na boca novamente, enquanto eu separava os lábios da sua buceta. Estava molhada, quente, linda. Cheirava a mulher, a sexo, a desejo puro.

Comecei a lamber, devagar, focando no clitóris inchado dela. Lambi em círculos, depois de cima pra baixo, beijando, chupando. Ela gemeu alto, a boca cheia de pau. “Isso, lambe essa puta… lambe direitinho.”

Enquanto isso, ela fazia um boquete delicioso, profundo, engolindo quase tudo. A sensação era indescritível. Então, desci um pouco mais com a língua. Passei pelo meio da buceta, até encontrar seu cuzinho. Estava rosado, apertado, pulsando. Encostei a ponta da língua e ele “piscou”, contraindo.

Ela gemeu ainda mais alto, tirando meu pau da boca. “Ah, meu Deus… na língua… no cuzinho…”

Comecei a lamber o cuzinho dela, devagar, com pressão. Lambidelas úmidas, circulares, depois enfiando a ponta da língua. Ela tremia toda, os gemidos ficando incontroláveis.

“Para… para, não aguento…” ela gritou, se contorcendo. “Me bota de quatro, Alex. Agora. **Come meu cuzinho**. Meu marido não é tão chegado nisso… e eu adoro. Já até dei pro amigo dele, uma vez, nessa mesma cama.”

Aquela confissão me deixou ainda mais louco. Virei ela de quatro. A visão daquele rabão empinado, com a buceta molhada escorrendo e o cuzinho convidativo, era de enlouquecer. Peguei um pouco da saliva dela e da lubrificação da buceta e passei no meu pau e no cuzinho dela.

“Tá pronta, sua vagabunda?” eu perguntei, alinhando a cabeça do meu pau com seu anel apertado.

“Tô, porra! Enfia! Me arromba!” ela gritou, jogando a bunda pra trás.

Enfiei. Devagar, sentindo cada centímetro daquele canal apertado e quente se abrindo pra mim. Ela gritou, um grito de dor e prazer misturados.

“Ahhhh, caralho! Isso! Tá enorme!”

Quando estava todo dentro, parei, deixando ela se acostumar. Beijei suas costas, mordi seus ombros. “Que cuzinho gostoso, Soraia… apertadinho.”

“Mete… me come, seu gostoso. Me trata como a puta que eu sou.”

Comecei a meter. Metidas lentas no início, tirando quase tudo e enfiando de novo. O som era molhado, obsceno. A bunda carnuda dela batia contra meu corpo a cada enfiada. Aumentei o ritmo, e ela começou a gemer num tom contínuo, alto, suplicante.

“Arromba meu cu! Fode bem fundo! Isso! Ah, porra, que pau gostoso!”

Pedi pra ela virar e sentar em cima de mim. Ela se virou, com os olhos vidrados, e sentou, guiando meu pau de volta pro seu cuzinho. Ela controlava o ritmo, subindo e descendo, fazendo meu pau **desaparecer** dentro daquele rabo gigante. Eu chupava seus peitos, mordia seus mamilos, e ela gritava, jogando a cabeça pra trás.

“Goza, Alex! Tô quase também! Goza nesse rabo!”

“Vira de quatro de novo. Quero gozar vendo esse rabo.”

Ela obedeceu imediatamente, se colocando de quatro novamente. Retomei o ritmo, metendo forte e profundo naquele cuzinho já bem aberto e lubrificado. A visão, os gemidos, a sensação… foi demais.

“Vou gozar… vou gozar agora, sua puta!”

“Goza! Enche meu cu de porra!”

Não aguentei. Com um último gemido rouco, explodi dentro do cuzinho dela, jorrando leite quente enquanto continuava a meter, até a última contração. Ela gemeu junto, o corpo tremendo, tendo seu próprio orgasmo.

Fiquei ofegante, caído sobre as costas dela. Depois de um minuto, me retirei. Ela se virou, com um sorriso de satisfação de puta.

“Deixa eu limpar isso,” ela disse, com voz doce.

E, antes que eu pudesse reagir, ela se abaixou e começou a lamber meu pau, ainda melado da mistura de lubrificação e porra. Lambeu tudo, devagar, com cuidado, chupando a cabeça para pegar cada gota. E então, olhando nos meus olhos, **engoliu**.

“Nada pode desperdiçar,” ela disse, sorrindo.

A gente se vestiu rápido, ouvindo o carro chegar na garagem. Antes de sair do quarto, ela me puxou pra um último beijo.

“Agora vou ser sua putinha, sempre que você quiser,” ela sussurrou, passando a mão na minha bunda antes de descer, com um rebolado provocante.

E até hoje, é assim. Levo minha sogra pra motel. Quando estou na casa dela e não tem ninguém perto, aperto aquele rabo na cozinha, na sala. E quando dá, ela paga um boquete delicioso, ou a gente sobe correndo pro quarto pra eu comer aquele cuzinho que virou meu vício. Tudo entre gemidos altos, palavrões sujos, beijos molhados e muita, muita luxúria. Ela é, sem dúvida, a puta mais gostosa que já tive.

Foto 1 do Conto erotico: A Puta da Minha Sogra - Comendo o Rabo da Coroa Safada

Foto 2 do Conto erotico: A Puta da Minha Sogra - Comendo o Rabo da Coroa Safada

Foto 3 do Conto erotico: A Puta da Minha Sogra - Comendo o Rabo da Coroa Safada

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Puta da Minha Sogra - Comendo o Rabo da Coroa Safada

Codigo do conto:
272408

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
16/09/2026

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