Paixão ardente

O som do metal contra o piso de cerâmica do banheiro ainda ecoava na minha mente, um ritmo frenético que se fundia ao barulho da chuva lá fora. Quando abrimos os olhos, o quarto estava mergulhado em um crepúsculo azulado, a luz do fim de tarde filtrando-se pelas frestas da cortina. O silêncio da casa, agora que a tempestade havia dado trégua, era quase ensurdecedor, mas a tensão entre nós dois era um fio elétrico esticado ao máximo.

Eu estava aninhada no peito dele, sentindo a batida lenta do seu coração, mas meu corpo não tinha esquecido o gosto daquela entrega. A sensação do chuveiro, do sabão deslizando por nossas peles e daquela invasão profunda no meu rabo ainda pulsava em cada terminação nervosa. Eu me sentia diferente. Não era mais apenas a filha que esperava o pai para ver um filme; eu era a mulher dele, marcada por aquele prazer bruto e proibido.

Senti a mão dele, grande e quente, deslizar vagarosamente pelas minhas costas, descendo até a curva do meu quadril. O toque não era mais apenas carinhoso; era possessivo. Ele me apertou contra si, e eu senti, contra a minha coxa, que o "garanhão" já estava acordando, endurecendo novamente com a mesma urgência de horas atrás.

— Você achou que eu ia me satisfazer com uma vez só, minha pequena? — ele sussurrou no meu ouvido, a voz rouca, enviando um calafrio que me fez arquear as costas.

Eu soltei um gemido baixo, sentindo meu grelinho pulsar instantaneamente. O desejo que havia sido saciado no banho voltou com uma força avassaladora, como se o primeiro round tivesse sido apenas um aperitivo. Eu me virei nos braços dele, olhando naqueles olhos tarados que me devoravam, e deslizei a mão para baixo, sentindo o volume do seu corpo contra o meu.
— Eu quero mais, papai... — murmurei, beijando-o com urgência, a língua explorando a dele em uma dança faminta.

Ele não perdeu tempo. Me puxou para cima, fazendo-me cavalgar seu torso, e suas mãos agarraram meus seios com força, apertando-os enquanto sugava meu pescoço, deixando marcas que contariam a história daquela tarde para qualquer um que as visse. A camisolinha, que já estava jogada em algum canto do quarto, nem sequer era lembrada.

O sexo agora era diferente. A virgindade já havia sido rompida, a dor substituída por uma fome insaciável. Ele me jogou contra a parede do quarto, levantando minhas pernas e me prendendo contra a madeira fria, enquanto o calor do seu corpo me incendiava. O impacto de cada estocada era seco, profundo, preenchendo cada espaço vazio de mim.

— Você é minha, ouviu? Minha putinha gostosa... — ele gemia, acelerando o ritmo, a respiração ofegante misturando-se aos meus gritos abafados contra o travesseiro.

Eu me agarrava aos ombros dele, sentindo os músculos tensos, entregando-me a esse ciclo de prazer que parecia não ter fim. A cada movimento, eu sentia que mergulhava mais fundo em um mundo onde as regras não existiam, apenas a pele, o suor e a luxúria.

Quando gozamos novamente, foi como se o mundo explodisse em cores. Ficamos ali, entrelaçados, exaustos, mas com a certeza de que aquele segredo era o vínculo mais forte que já havíamos construído. A chuva podia ter parado, mas a tempestade dentro daquela casa estava apenas começando.
O silêncio que se seguiu ao orgasmo não era de paz, mas de antecipação. Ficamos ali, com a pele colada, o suor secando e esfriando no ar condicionado do quarto, mas a eletricidade não havia dissipado. Eu podia sentir a pulsação dele diminuindo lentamente, mas o olhar que ele mantinha sobre mim era predatório, como se estivesse catalogando cada centímetro do meu corpo agora que ele sabia exatamente como me fazer gritar.

Ele se afastou minimamente, apenas o suficiente para me olhar de cima a baixo. Seus olhos desceram para as minhas coxas, onde alguns vestígios daquela entrega ainda escorriam, e um sorriso lúbrico surgiu em seus lábios.

— Olha para você... — ele murmurou, a voz ainda carregada de luxúria. — Toda marcada. Toda aberta para mim.

Senti um frio na barriga que não era de medo, mas de submissão. A sensação de ser "dele" de uma forma tão visceral era viciante. Eu me arrastei pelo lençol, sentindo a fricção do tecido contra a minha intimidade ainda sensível, e encostei minha testa no peito dele.

— O que você quer fazer agora? — perguntei, a voz quase um sussurro, provocativa.

Ele soltou uma risada curta e rouca, e a mão dele desceu rapidamente, agarrando meu cabelo com firmeza, puxando minha cabeça levemente para trás para que eu olhasse para ele. A possessividade no seu gesto me fez molhar instantaneamente.
— Agora, eu quero que você aprenda que não existe lugar nesta casa onde você esteja segura do meu desejo — ele disse, e a intensidade de suas palavras me fez tremer.

Sem aviso, ele me pegou nos braços, me carregando para fora do quarto. Eu soltei um pequeno grito de surpresa, mas me agarrei ao seu pescoço, rindo enquanto sentia a brisa do corredor. Ele não me levou para a sala, nem para a cozinha. Ele me levou até a grande janela de vidro da varanda, que dava para o jardim agora úmido e escuro.

Ele me colocou de costas contra o vidro frio, a transparência expondo nossa nudez para a noite lá fora, embora as árvores e a penumbra servissem de escudo. O contraste do vidro gelado contra minhas nádegas e o calor abrasador do corpo dele prensando-me contra a parede criou um curto-circuito nos meus sentidos.

— Você gosta de correr o risco, não gosta, pequena? — ele sussurrou, enquanto sua mão descia para explorar meu rabo novamente, preparando o terreno com dedos firmes e experientes.

— Sim... por favor... — eu implorei, arqueando o corpo, sentindo a urgência dele voltando a crescer contra mim.

Ele não usou preliminares longas desta vez. Ele queria a posse imediata. Ele me virou de costas, forçando-me a apoiar os cotovelos no parapeito da varanda, expondo todo o meu quadril para a noite e para ele. Quando ele entrou, foi com uma estocada única, bruta e profunda, que me fez soltar um grito agudo que ecoou pelo jardim silencioso.
Era visceral. O ritmo era frenético, cada golpe ecoando a urgão de quem não podia mais esconder o desejo. Eu sentia o impacto do seu corpo contra o meu, a fricção da pele, o cheiro de sexo e chuva. Eu não era mais a filha, eu não era mais a estudante; eu era o objeto de sua obsessão, e ele era o meu único mestre.

Enquanto ele me possuía com aquela fúria, ele sussurrava coisas imundas no meu ouvido, descrevendo tudo o que pretendia fazer comigo nos próximos dias, transformando cada cômodo daquela casa em um santuário de pecado.

Quando chegamos ao ápice, juntos e em êxtase, o mundo pareceu parar. Ficamos ali, own the edge, suspensos entre o prazer e a proibição, sabendo que, a partir daquele momento, não havia mais volta. O caminho para a normalidade tinha sido apagado pelo fogo daquela tarde.

Foto 1 do Conto erotico: Paixão ardente

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Paixão ardente

Codigo do conto:
268708

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/07/2026

Quant.de Votos:
1

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