Realizando o meu sonho

— "Sua mãe é uma preocupada, David. Mas, honestamente? Acho que você já é homem demais para precisar de babá."

A frase ecoou na sala, carregada de um tom de deboche que fez meu sangue latejar. Eu não esperava por aquilo. Quando abri a porta, às nove da noite, a imagem que encontrei não era a da "amiga da família", mas a de uma mulher que parecia ter sido desenhada para me torturar. Maria usava um pijama de seda curtíssimo, que mal conseguia conter as curvas de um corpo que, aos 34 anos, desafiava qualquer novinha de vinte.

Eu estava sem camisa, sentindo o frescor do pós-banho, vestindo apenas um short de futebol largo. No instante em que meus olhos percorreram as coxas expostas dela, senti a pressão imediata no tecido da cueca. O desejo que eu alimentava desde os 18 anos, em segredo e através de fantasias solitárias, estava ali, a centímetros de mim, exalando um perfume de baunilha e pecado.

O clima na casa era pesado, carregado por aquele silêncio cúmplice de quem sabe que está fazendo algo proibido. Enquanto ela se movia pela cozinha preparando o jantar, eu não conseguia desviar o olhar. Cada movimento dos quadris dela, cada vez que ela se esticava para pegar algo na prateleira, fazia o tecido fino do pijama subir, revelando a pele alva e a promessa de algo muito melhor que a comida.

Jantamos sob um olhar atento. Ela sabia. Sabia que eu a devorava com os olhos; sabia que minha respiração estava irregular. O jogo de sedução era silencioso, mas letal.
Quando nos sentamos no sofá para assistir a um filme, a distância entre nós era um abismo que precisava ser atravessado. Tomei coragem. Minha mão, ainda quente do banho, deslizou lentamente pela coxa dela. Senti um tremor percorrer o corpo de Maria, mas ela não se afastou. Pelo contrário, soltou um suspiro longo, quase um convite.

— Você é muito safadinho, David... — sussurrou ela, a voz rouca, enquanto minha mão subia, explorando a maciez de sua pele.

Não precisei de segunda instrução. O pijama foi descartado com pressa, revelando seios fartos que imploravam pelo meu toque. Eu bebi aquela pele com a fome de quem esperou anos por aquele momento. Meus dedos encontraram a renda de uma calcinha vermelha, minúscula, que escondia a parte mais desejada do meu mundo. Quando a removi, encontrei-a completamente rendida, molhada e pulsante.

Mergulhei meu rosto ali, sentindo o sabor intenso dela. Maria se contorcia no sofá, as mãos enterradas nos meus cabelos, urrando de prazer enquanto eu trabalhava o clitóris com a língua, sem pressa, saboreando cada espasmo de seu corpo. Ela gozou ali mesmo, em um grito abafado contra a almofada, tremendo sob o meu comando.

Mas a noite estava apenas começando.
A experiência dela se manifestou no instante seguinte. Com um olhar predatório, ela se agachou diante de mim. A boca de veludo envolveu meu membro com uma vontade desesperada, sugando com uma intensidade que quase me fez perder os sentidos. Ela não queria apenas me dar prazer; ela queria me dominar.

— De quatro, agora — ordenei, a voz grossa pelo desejo.

Ela obedeceu instantaneamente. Empurrei minha masculinidade contra a sua bunda generosa, sentindo o encaixe perfeito, quente e apertado. A cada estocada, o som da carne batendo ecoava na sala. Eu puxava seus cabelos, ditando o ritmo, enquanto ela gemia alto, chamando meu nome, confessando que sempre quis sentir aquele tamanho dentro dela, apesar do casamento e da idade.

O suor brilhava em nossas peles, fundindo nossos corpos em uma coreografia de luxúria. Em um movimento fluido, ela inverteu as posições, cavalgando meu corpo com força, os seios balançando no ritmo frenético.

— Eu sou doida por você... — ela gemia, as unhas cravadas nos meus ombros.

Quando senti que não aguentaria mais, ela deslizou rapidamente para baixo.

— Não desperdiça nada, David. Quero tudo na minha boca.

Eu gozei com força, preenchendo a boca dela com todo o desejo acumulado de anos. Ela sugou cada gota, com a maestria de quem ama o prazer em todas as suas formas.

O banho que tomamos juntos logo depois não foi para nos limpar, mas para começar tudo de novo, provando que a "vigilância" da dona Maria era a coisa mais prazerosa que já havia acontecido naquela casa.
O vapor do banheiro ainda embaçava o espelho quando nos deixamos cair na cama, exaustos, mas com a pele ainda formigando. O silêncio que se seguiu não era de paz, mas de expectativa. Maria estava aninhada no meu peito, a respiração pesada, mas seus olhos, injetados de desejo, não paravam de me observar. Ela não estava satisfeita; a primeira rodada tinha apenas despertado um apetite voraz.

— Você não faz ideia do que eu imaginei fazendo com você enquanto você crescia, David — ela sussurrou, a voz agora um fio de seda que arrepiava meus pelos.

Ela se moveu com uma agilidade felina, deslizando para baixo dos lençóis. Enquanto seus dedos massageavam meus mamilos com precisão, ela desceu novamente. Dessa vez, não houve pressa. Ela envolveu minha pica com uma lentidão torturante, lambendo a cabeça, provocando, antes de sugar com uma força que me fez arquear as costas. As unhas dela, curtas e bem cuidadas, arranhavam levemente as minhas bolas, criando um contraste delicioso entre a dor sutil e o prazer absoluto.

Eu gemia, perdendo a noção de onde eu terminava e onde ela começava. Quando a tensão se tornou insuportável, ela me olhou fixamente, os olhos brilhando de luxúria, e pediu: *"Gozai na minha boca, David. Agora."*

Eu não resisti. Descarreguei tudo ali, sentindo a garganta dela contrair a cada pulso. Ela engoliu cada gota, sorrindo com um ar de triunfo, como se tivesse acabado de conquistar um território proibido. Mas o verdadeiro ápice ainda estava por vir.

Enquanto ela se limpava com um beijo lento, notei a curiosidade dela. Ela se posicionou, mas desta vez, não foi para a frente. Ela se virou, oferecendo-me a vista mais lúbrica daquela noite: a curva perfeita de sua bunda, expondo a pequena e rosada entrada que nunca havia sido explorada com tanta vontade.

— Quero sentir você... todo — ela murmurou, a voz trêmula.
Com cuidado, usei o resto da lubrificação do momento para abrir caminho. O primeiro toque foi um choque de calor. Quando finalmente penetrei seu cuzinho, senti a pressão absurda, um aperto que quase me fez desistir do controle. Comecei devagar, sentindo cada centímetro daquela resistência deliciosa, deslizando milímetro a milímetro enquanto ela soltava gemidos agudos, surpresos com a sensação de preenchimento total.

— Meu Deus... é tão apertado... — ela arfava.

A lentidão deu lugar a uma intensidade selvagem. A cada estocada, eu sentia a musculatura dela pulsar ao redor de mim, apertando-me em um abraço visceral. A luxúria transformou o ato em algo rítmico e profundo. Maria não apenas aceitou; ela se viciou. Ela começou a empurrar o quadril contra mim, implorando por mais força, querendo ser preenchida até o limite.

Naquela noite, descobrimos que a "amiga da família" escondia uma natureza insaciável. O que começou como uma curiosidade tornou-se o ponto alto do nosso encontro. Quando finalmente gozei dentro dela, sentindo aquele aperto final me espremer, soube que aquele segredo seria o combustível para todas as nossas próximas noites. Ela não queria mais apenas o básico; ela tinha acabado de descobrir o vício de levar na bunda, e eu era o único homem capaz de saciá-la

Foto 1 do Conto erotico: Realizando o meu sonho

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Realizando o meu sonho

Codigo do conto:
268497

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
28/07/2026

Quant.de Votos:
2

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5