Foda com o meu pai

Se você contar para a sua mãe que eu gosto de ser chamado de "monstro" na cama, nós dois estamos mortos.

A frase ecoou no silêncio do quarto, mas não era um aviso de perigo; era um convite. Cláudia sorriu, sentindo o coração martelar contra as costelas enquanto observava o pai, Ricardo, terminar de fechar a porta do quarto com a chave. O clique metálico da fechadura foi o gatilho que disparou anos de desejo reprimido.

Tudo começou com a curiosidade juvenil, que se tornou obsessão aos quinze. O ponto de virada, porém, aconteceu há seis meses. Cláudia, ao abrir a porta own-sala para buscar um copo d'água, deu de cara com a cena: os pais, em um emaranhado de corpos e suor, entregues a uma luxúria animal que ela nunca imaginara existir. Em vez de desviar o olhar, ela ficou congelada, fascinada pela força com que Ricardo dominava Márcia. Naquela noite, Cláudia não dormiu; ela passou horas imaginando aquele mesmo vigor voltado para si.

Agora, a casa estava vazia. Márcia viajara a negócios, e o silêncio da residência era apenas interrompido pela respiração pesada dos dois.

Cláudia não usava lingerie. Sob o robe de seda, seu corpo era uma escultura de tentações: a pele morena contrastando com os olhos verdes, a cintura fina que estilizada parecia feita para ser agarrada, e as coxas grossas que ela abriu deliberadamente enquanto se sentava na beira da cama.

— O senhor sabe que eu sempre quis... — ela começou, mas a voz sumiu quando Ricardo se aproximou.
O jogo proibido começou com toques hesitantes que rapidamente se tornaram urgentes. Quando os dedos dele finalmente encontraram a entrada de sua intimidade, Cláudia soltou um suspiro que era quase um grito. Ela abriu as pernas ao máximo, oferecendo-se completamente, permitindo que ele explorasse cada centímetro de sua "grutinha" úmida. A surpresa veio quando Ricardo percebeu, pela facilidade da penetração de seus dedos, que a filha não era mais virgem. O choque inicial dele transformou-se em um desejo libertador; a culpa, que até então era uma barreira, dissolveu-se. Se ela já conhecia o prazer, ele não precisava mais se conter.

Cláudia entregou-se ao ritual. Beijou-o com fome, descendo a língua por aquele "mastro" imponente, explorando a glande e sugando-o com uma vontade que beirava o desespero. Ela brincava com as bolas enormes dele, sentindo a tensão do homem que tentava, inutilmente, manter a sanidade diante daquela luxúria.

— Me fode como o senhor fodeu a tia Márcia! Arromba minha bucetinha, eu te imploro! — a voz dela era um comando, um pedido de rendição.

Ricardo não resistiu. Com um cuspe na glande para facilitar a entrada, ele se posicionou. O frio na barriga de Cláudia tornou-se um fogo quando sentiu a grossura daquela pica invadindo seu espaço, preenchendo-a completamente. O impacto inicial foi profundo, roçando seu útero, fazendo-a agarrar o pescoço dele com força.

— Vai devagar... por favor, devagar... — ela gemia, enquanto se acostumava àquela dimensão.

Mas, conforme o ritmo aumentava, a lentidão deu lugar a socos profundos e ritmados. O som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto. Cláudia estava em êxtase, as pernas bombeando, os seios sendo apertados pelas mãos fortes do pai.

— Goza na sua filhinha! Encha tudo! — ela gritava, perdendo a noção de onde terminava ela e onde começava ele.
O ápice chegou como uma descarga elétrica. Quando Ricardo sentiu que não conseguiria mais se segurar, ele a prensou contra o colchão, estocando-a com uma força visceral. Cláudia gozou alucinadamente, sentindo cada gota do sêmen dele inundar seu interior, enquanto seus músculos contraíam em espasmos de puro prazer.

Ficaram ali, entrelaçados, recuperando o fôlego. Cláudia sentia o corpo mole, a mente nublada por uma satisfação que nunca imaginara ser possível.

— Que delícia, papai... O senhor me deixou sem forças — ela sussurrou, com um sorriso malicioso. — Ainda vai me deixar mal acostumada, hein?

Ricardo a olhou, a respiração ainda pesada, o desejo não totalmente extinto.

— Que bom que está gostando, filha. Você é gostosa demais... adorei meter nessa sua bucetinha apertadinha.

Ele sorriu, deslizando a mão para baixo, explorando a nova fronteira que os aguardava.

— Mas eu tive que me segurar para não gozar tudo agora... porque ainda quero gozar no seu cuzinho.
Cláudia sentiu um calafrio percorrer a espinha ao ouvir a proposta. O desejo pelo "pauzão" do pai era como uma droga que consumia todo o seu raciocínio. Ela se virou lentamente, ficando de quatro no colchão, expondo as nádegas arredondadas e a entrada estreita e rosada do seu rabo, que já pulsava de expectativa.

— Por favor, papai... não demora. Eu quero sentir o senhor me rasgando por dentro — ela pediu, a voz embargada, sentindo a pressão do corpo dele contra suas costas.

Ricardo não precisou de mais incentivos. Ele pegou o lubrificante que já estava na mesa de cabeceira, aplicando generosamente na glande e no corpo do membro, que latejava, rígido como pedra. Cláudia sentiu o toque frio do gel, seguido imediatamente pelo calor abrasador da ponta daquele pau encostando na entrada do seu cuzinho.

— Respira fundo, querida. Vou entrar agora — avisou ele, com a voz rouca de luxúria.

O primeiro empurrão foi lento, mas a grossura era tamanha que Cláudia sentiu as paredes do reto se expandirem ao limite. Ela soltou um gemido agudo, enterrando o rosto no travesseiro para não gritar. A sensação de preenchimento era absoluta; parecia que ele estava ocupando cada milímetro de espaço dentro dela.

— Ai! Papai... é muito grande... está doendo... mas é gostoso! — ela exclamou, sentindo a pressão interna aumentar enquanto ele continuava a penetração, centímetro por centímetro, até que a base do pau batesse contra as suas nádegas com um baque surdo.

Com o pau totalmente enterrado no seu cuzinho, Ricardo ficou imóvel por alguns segundos, permitindo que ela se acostumasse com a dimensão do membro. Cláudia tremia, sentindo o vazio de sua bucetinha ser compensado pela plenitude do rabo.
— Agora aguenta, porque o papai vai começar a trabalhar — ele sussurrou no ouvido dela, antes de iniciar as estocadas.

O ritmo começou lento, mas logo se tornou frenético. Ricardo a agarrou pelos quadris, usando as mãos para impulsioná-la contra si a cada golpe. O som do impacto era visceral. Cláudia sentia que aquele pauzão estava reorganizando seus órgãos internos, atingindo pontos de prazer que ela nem sabia que existiam. A dor inicial transformou-se em um prazer lancinante, uma agonia deliciosa que a fazia arquear as costas e implorar por mais.

— Isso! Fode o meu rabo, papai! Me arromba toda! — ela gritava, perdendo a noção de tudo ao redor.

A cada estocada profunda, Ricardo sentia a pressão absurda daquele cuzinho apertado, que sugava seu membro com força. O prazer era tanto que ele mal conseguia se controlar. Ele acelerou o passo, as estocadas tornando-se curtas e violentas, transformando o quarto em um cenário de pura luxúria.

— Eu vou gozar... vou gozar no seu rabo, minha linda! — Ricardo rugiu, perdendo a compostura.

Com um último impulso poderoso, ele enterrou o pau até o limite e disparou jatos quentes de sêmen profundamente no intestino de Cláudia. Ela sentiu o líquido inundar seu interior, uma sensação de preenchimento que a fez ter um orgasmo involuntário, contraindo as paredes do rabo ao redor do pau do pai em um aperto quase insuportável.

Eles desmoronaram juntos, suados e exaustos. Ricardo permaneceu conectado a ela por alguns minutos, sentindo a pulsação do próprio membro diminuir lentamente enquanto Cláudia, ainda ofegante, sentia o prazer escorrer por suas pernas.

— O senhor é um monstro, papai... — ela sussurrou, com um sorriso satisfeito. — E eu sou a sua pequena cobaia favorita.

Foto 1 do Conto erotico: Foda com o meu pai

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Comentários


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Comentou em 28/07/2026

Delícia comer uma safadinha assim, filha, sobrinha, neta, cunhadinha. Muito bom o insesto




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Foda com o meu pai

Codigo do conto:
268479

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/07/2026

Quant.de Votos:
12

Quant.de Fotos:
5