Sobrinha sedenta de sexo

O silêncio da casa era interrompido apenas pelo som do ventilador de teto, que parecia girar na mesma velocidade lenta do desejo que nos consumia."

João não era um homem de meias medidas. Aos 55 anos, o tempo havia sido generoso, especialmente porque ele sabia como cuidar da máquina. Os cinco anos vividos na Suíça trouxeram mais do que memanças europeias e fluidez em outro idioma; trouxeram uma mentalidade liberal, um desapego das convenções rígidas e uma disciplina férrea na academia. O corpo era esculpido, a mente aberta e a disposição intacta.

Mas nada na Europa o preparou para o impacto de reencontrar Elsa.

Aos 18 anos, a sobrinha não era mais a criança que ele lembrava. Ela tinha aquele vigor da juventude misturado a uma curiosidade voraz, e o olhar que trocavam durante os primeiros dias do seu regresso era um jogo perigoso de "quem cede primeiro". A tensão acumulada explodiu em uma noite de calor abafado, onde as formalidades familiares foram deixadas na porta do quarto.

O encontro não foi tímido; foi urgente. Quando Elsa montou nele, João sentiu a força daquela juventude. Ela tinha um quadril largo, uma curva generosa que parecia ter sido feita para envolver a masculinidade vigorosa de João. Enquanto ela cavalgava, segurando os próprios cabelos com as duas mãos, os olhos cerrados de prazer, a bunda balançava em um ritmo hipnótico, subindo e descendo com uma vontade que beirava a fome.

— Vai, porra! É só isso? — ela sussurrou, a voz rouca, entrecortada pela respiração ofegante. — Empurra tudo... eu quero que você encha essa buceta, vai!

João não precisou de segunda ordem. Ele socava com vontade, sentindo a umidade quente e apertada acolher cada centímetro dos seus 19 cm. Ele intercalava as estocadas profundas com pausas estratégicas, descendo o rosto para explorar a curva do corpo dela, provando a pele salgada, lambendo a entrada do sexo e explorando, com a língua, a região proibida.

O tesão dela era um incêndio. Elsa mudou a posição com agilidade, ajoelhando-se diante dele. Ela começou a lamber a pica de João vagarmente, como se estivesse degustando um vinho caro, para logo em seguida sugar a cabeça com força, provocando gemidos profundos que ecoavam no quarto. Com as mãos inquietas, ela arranhava as bolas dele e beliscava os mamilos do peito musculoso, tomada por um desejo descomunal.

— Goza na minha boca... agora! — ela implorou.

João entregou-se ao ápice, sentindo o aperto quente da garganta dela. Elsa engoliu tudo, olhando-o nos olhos com um sorriso malicioso e cúmplice, como se tivessem acabado de cometer um crime perfeito.

Mas a noite ainda guardava um segredo. Com cuidado, guiando-a com a experiência de quem já tinha visto o mundo, João explorou o território inexplorado dela. Com lubrificação e luxúria, ele estreou o cuzinho apertado de Elsa. O choque inicial deu lugar a um prazer novo, visceral, que a fez arquear as costas e gritar o nome dele.

Naquela noite, Elsa não descobriu apenas o prazer de um homem maduro; ela descobriu um vício do qual, agora, João sabia que ela jamais conseguiria se libertar.
Você esqueceu de trancar a porta da frente."

A frase de Elsa veio como um estalo, dita com a voz ainda trêmula, enquanto ela se apoiava nos cotovelos, o corpo suado colado ao dele. João não se moveu. Ele ficou ali, sentindo o coração martelar contra as costelas e o calor residual do corpo dela contra o seu. A menção à porta não era um aviso de perigo, mas um convite ao risco; um lembrete de que a casa, embora silenciosa, não estava vazia de memórias e expectativas familiares.

Aquele detalhe, longe de causar pânico, serviu como um gatilho. O perigo era o tempero que faltava.

João sorriu, um sorriso lento, de quem sabe que o controle é a maior das seduções. Ele não se levantou para trancar a porta. Em vez disso, ele a puxou pelo quadril, invertendo as posições com uma agilidade que desafiava a idade, prendendo os pulsos dela acima da cabeça com apenas uma das mãos.

— E quem disse que eu quero que alguém nos interrompa? — ele sussurrou perto do ouvido dela, a voz vibrando em um tom grave que a fez estremecer.

Elsa soltou um gemido abafado, as pernas instintivamente se fechando ao redor da cintura dele, buscando novamente aquele volume que a preenchia por completo. Ela não queria a segurança do trinco; ela queria a urgência daquela transgressão.

João começou a explorar novamente, mas desta vez sem pressa. Ele desceu a mão pelo ventre dela, sentindo a pele macia e quente, até chegar ao centro daquela combustão. Com os dedos, ele começou a brincar com o clitóris dela, fazendo círculos lentos, enquanto a língua traçava o caminho do pescoço até o mamilo endurecido.
Elsa arqueava o corpo, os quadris subindo involuntariamente, buscando o impacto.

— João... por favor... — ela implorou, a voz agora um sussurro desesperado.

— Paciência, Elsa. Na Suíça, aprendi que a antecipação é a melhor parte da refeição — ele provocou, afastando-se deliberadamente apenas para beijar a curva interna da coxa dela, sentindo a lubrificação natural escorrer, fruto de um desejo que não dava trégua.

Ele a virou de costas, forçando-a a ficar de quatro sobre o colchão, a bunda empinada e vulnerável, iluminada pela luz fraca que escapava da fresta da cortina. A visão era hipnótica: a pele jovem, a curva acentuada da cintura e a entrada do sexo ainda rosada e úmida da incursão anterior.

João não usou as mãos para entrar. Ele usou a língua, provocando-a, lambendo a fenda com precisão, sentindo Elsa tremer sob ele. Quando ela finalmente não aguentou mais e começou a implorar, ele entrou.

Foi um golpe único, profundo e seco. O som da pele batendo contra a pele ecoou no quarto, um estalo de carne que selou o destino dos dois naquela noite. Elsa soltou um grito abafado no travesseiro, sentindo cada milímetro dos 19 cm reivindicando o território.

Ele começou a estocar com um ritmo visceral, cada movimento calculado para atingir o ponto exato que a fazia revirar os olhos. O suor agora era um lubrificante natural, tornando o atrito sonoro e intenso. Elsa sentia a força de João, a firmeza de um homem que sabia exatamente onde tocar e como pressionar.

— Você é minha, Elsa... — ele rosnou, apertando a cintura dela com força, deixando marcas que durariam dias. — Entendeu?

— Sua... eu sou sua... — ela gemia, perdendo-se no ritmo frenético, sentindo o ápice subir como uma onda incontrolável.
Quando o orgasmo finalmente a atingiu, foi como uma descarga elétrica. Elsa contraiu-se ao redor dele, apertando-o com uma força quase dolorosa, enquanto João, entregando-se ao instinto, descarregou tudo dentro dela, sentindo o calor sufocante do clímax.

Enquanto recuperavam o fôlego, o ventilador de teto continuava a girar, indiferente ao crime que acabaram de cometer. Eles sabiam que, ao amanhecer, teriam que vestir as máscaras de tio e sobrinha. Mas, enquanto olhavam um para o outro, o segredo compartilhado

...era o único elo que realmente importava.

O silêncio retornou, mas agora era carregado, denso como o mel. Elsa sentia o peso do corpo de João sobre o seu, a respiração dele ainda quente em sua nuca. Ela fechou os olhos, sentindo a pulsação lenta de ambos sincronizando-se no escuro. A adrenalina do risco — a porta aberta, a possibilidade do flagrante — ainda vibrava em suas pontas dos dedos.

— Você acha que eles desconfiam? — ela perguntou, a voz agora pequena, quase infantil, contrastando com a voracidade de minutos atrás.

João se afastou lentamente, sentindo o vácuo úmido e quente de Elsa liberando-o. Ele se sentou na beira da cama, a musculatura das costas definida sob a luz lunar, e olhou para a sobrinha. Ela estava ali, jogada entre os lençóis revirados, com as pernas abertas e o olhar perdido.

— Desconfiar de quê, Elsa? — ele perguntou, com a calma de quem domina o jogo. — De que você é curiosa demais para a sua idade? Ou de que eu sou generoso demais para não te ensinar tudo o que sei?

Ele esticou o braço e, com a ponta do dedo, tocou suavemente o lábio inferior dela, puxando-o para baixo.
— O segredo não está em esconder o que fazemos, mas em fingir que não sentimos nada quando estamos na mesa do jantar.

Elsa soltou uma risadinha anasalada, sentindo um novo calor subir pelo ventre. A ideia de sentar ao lado dele amanhã, de ouvir as histórias de família enquanto sentia, por baixo da mesa, a mão dele deslizando por sua coxa, era excitante demais. Era um jogo de xadrez erótico onde cada olhar era um movimento e cada toque acidental era um xeque-mate.

Ela se arrastou pelo colchão, colando o peito no braço musculoso dele, sentindo a pele áspera e quente.

— E se eu não quiser fingir? — ela sussurrou, movendo o quadril para sentir a rigidez que já começava a retornar ao membro de João.

Ele riu, um som rouco que vibrou no peito. Ele a puxou para perto, sentindo o aroma de sexo e suor que emanava dela, e sussurrou no ouvido da jovem:

— Então nós vamos ter que encontrar lugares muito mais perigosos nesta casa para nos esconder.

João não precisava de mais nada. Ele tinha a juventude dela, e ela tinha a experiência dele. E enquanto a porta da frente permanecia aberta para o mundo, dentro daquele quarto, eles haviam criado um universo onde a única regra era a satisfação mútua.

Ele a envolveu em seus braços, fechando os olhos, mas já planejando a próxima vez que a porta estaria aberta, o corredor vazio e o desejo, enfim, impossível de conter.

Foto 1 do Conto erotico: Sobrinha sedenta de sexo

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Sobrinha sedenta de sexo

Codigo do conto:
268443

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/07/2026

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