Saí do " Armário"

A primeira coisa que senti não foi o prazer, foi o cheiro de amaciante barato e medo."

Eu não sabia que o medo tinha um aroma tão doméstico. Estava parado no corredor do condomínio, o coração martelando contra as costelas como se quisesse escapar do peito, enquanto olhava para a porta do apartamento que me foi indicada. Em 2020, o mundo lá fora estava em caos, mas o meu caos particular era interno: eu era um homem casado, vivendo sob a redoma de uma normalidade que eu mesmo construí, mas que agora me sufocava.

Eu nunca tinha tido coragem de admitir que, enquanto beijava minha esposa, parte de mim desejava a força, o cheiro e a pele de outro homem. Até aquele sábado.

A porta se abriu e lá estava ele. Vinte e sete anos, branco, com aquele olhar de quem compartilha o mesmo segredo sujo e urgente que eu. Não houve tempo para apresentações formais. Assim que entrei e a porta bateu, ele me puxou para um beijo que tasteava a fome de anos de repressão. Eu estava rígido, a timidez me travando como um freio de mão, mas ele sentiu.

— Calma — sussurrou ele, a voz rouca, afastando-se apenas o suficiente para me olhar nos olhos. — A gente só quer aliviar. O tesão por cara é diferente, né? É visceral.

Aquela frase foi a chave. Ele não estava me julgando; ele era o espelho.

Começamos a nos explorar com uma urgência quase desesperada. O momento em que nossos paus se esfregaram pela primeira vez, através do tecido das cuecas, foi como um curto-circuito no meu cérebro. Era físico, era real, era proibido. Tiramos as roupas, revelando volumes que ansiavam por contato. Quando ele se ajoelhou e tirou meu pau para fora, elogiando-me com um olhar faminto, eu senti um calafrio que desceu até a ponta dos dedos.

A boca dele era quente, úmida, movendo-se com uma precisão que me fez arquear as costas. Eu retribuí com a mesma voracidade, sugando-o, sentindo a rigidez daquela cabeça rosada contra a minha língua. Eu queria devorar cada centímetro, compensando cada vez que fingi não querer aquilo. Ele delirava, confessando entre gemidos que a esposa jamais faria aquilo por ele.

Então, o ritmo mudou.

— Posso te fuder? — a pergunta foi curta, direta.
Eu concordei, a respiração curta. Ele abriu a gaveta, o som do lubrificante deslizando na mão foi o sinal. Ele me deitou de bruços na cama, e foi então que senti algo que nunca imaginei: a ponta da língua dele, explorando a entrada do meu rabo. Minha bunda empinou instintivamente, as pregas se abrindo para recebê-lo, como se meu corpo soubesse o que minha mente ainda temia.

Quando ele começou a encaixar a cabeça do pau, a realidade me atingiu. Doeu. Uma dor aguda, seca, que me fez travar e pedir para parar. Mas ele foi paciente, usando o deslize do lubrificante, empurrando milímetro por milímetro até que o aperto inicial cedeu.

O que começou como dor logo se transformou em uma pressão avassaladora. Cada estocada, lenta e profunda, preenchia um vazio que eu nem sabia que existia. Eu não estava relaxado — meus músculos lutavam contra a invasão — e, ironicamente, isso tornou tudo mais intenso para ele. Eu mordia o pau dele enquanto ele me possuía, um ciclo de prazer bruto e descobertas viscerais.

O ápice veio como uma avalanche. Ele gozou rápido, tomado por um tesão acumulado, e eu, em um choque de prazer elétrico, gozei sem nem precisar tocar em mim mesmo. Apenas sentindo aquela pica me preencher por completo.

Quando nos despedimos e fechei a porta do meu carro, o silêncio do condomínio voltou a me envolver. Enquanto dirigia de volta para a vida de "marido exemplar", eu sentia meu cuzinho arder a cada solavanco do carro. Era uma ardência incômoda, sim, mas para mim, naquele momento, era a prova mais honesta de que eu finalmente estava vivo.
O primeiro encontro tinha sido um choque, um despertar bruto que me deixou em estado de transe por semanas. Mas o desejo, quando é alimentado pela proibição, não se sacia; ele cresce, torna-se uma fome geométrica. Precisávamos de mais. Não bastava a curiosidade; eu queria a entrega.

Tivemos um segundo encontro, mas desta vez foi mais completo, mais visceral.

Não houve a hesitação do corredor ou o medo do desconhecido. Quando a porta se fechou, o beijo já estava lá, carregado de uma urgência que beirava a agressividade. Não era mais sobre "aliviar", era sobre dominar e ser dominado.

Desta vez, eu não quis ser apenas o receptáculo. Eu queria sentir o peso do meu próprio desejo. Começamos com as carícias, as mãos explorando cada centímetro de pele, descobrindo onde o corpo dele estremecia. Descemos para a boca, entregando-nos a um 69 frenético; eu sentia o calor da garganta dele apertando meu pau, enquanto eu me perdia no sabor salgado e quente daquela pica que me hipnotizava. Era um jogo de espelhos, onde cada sucção era respondida com outra mais profunda, um ritmo sincopado de prazer mútuo que nos deixou ofegantes, com o gosto um do outro impregnado nos lábios.

Então, ele me tomou. Com a mesma força da primeira vez, mas com uma precisão nova. Ele me fodeu loucamente, as estocadas batendo no fundo, fazendo a cama ranger e o ar sumir dos meus pulmões. Eu me perdia naquele ritmo, sentindo a pressão preenchendo cada espaço vazio, enquanto ele gemia no meu ouvido, perdendo o controle.

Mas eu tinha um plano. Eu queria sentir a sensação de entrar, de romper a barreira, de possuir aquele corpo que me desestruturou.
Aproveitando o êxtase do momento, eu o convenci. Com movimentos lentos, mas decididos, eu o virei. O lubrificante deslizou novamente, e eu posicionei minha tora de 20 cm na entrada dele. O olhar dele, por cima do ombro, era de antecipação e entrega.

Quando eu enterrei meu pau na bunda dele intensamente, senti um aperto que me fez soltar um urro. Era visceral. Comecei a cavalgar, sentindo a fricção quente, o deslizamento perfeito da pele contra a pele. A cada estocada profunda, nós trocávamos beijos de língua intensos, como se estivéssemos tentando sugar a alma um do outro através da boca enquanto nossos corpos se fundiam ali embaixo.

Foi rápido, quase como um curto-circuito de prazer acumulado, mas foi intensamente real. O clímax veio como uma explosão, nos deixando exaustos, suados e em silêncio, apenas ouvindo a respiração pesada um do outro.

Nos despedimos com a mesma pressa discreta de sempre. Voltei para casa com o cuzinho ardendo, sentindo cada movimento do carro como um lembrete físico daquela entrega.

Nunca mais nos falamos. O destino, ou talvez a covardia de nossas vidas duplas, cortou o vínculo. Mas ficou na memória, guardado em um lugar onde a rotina não chega. E até hoje, em noites de insônia, eu fecho os olhos e volto para aquele quarto, babando só de lembrar daquela pica e do modo como nos perdemos nela.

Foto 1 do Conto erotico: Saí do


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


268684 - Manter a chama acesa. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
268638 - Oportunidade perigosa - Categoria: Incesto - Votos: 5
268609 - Boa noite amor - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
268604 - Como conquistei meu chefe e meu enteado - Categoria: Confissão - Votos: 0
268534 - Fetiche por Trans - Categoria: Fetiches - Votos: 5
268497 - Realizando o meu sonho - Categoria: Coroas - Votos: 3
268479 - Foda com o meu pai - Categoria: Incesto - Votos: 9
268443 - Sobrinha sedenta de sexo - Categoria: Incesto - Votos: 4
268412 - Tesão proibido pela minha mãe provocante - Categoria: Incesto - Votos: 5
268376 - A melhor amiga da minha mulher (Continuação) - Categoria: Bissexual - Votos: 1
268373 - A melhor amiga da minha mulher - Categoria: Bissexual - Votos: 2
268362 - Filha consola sua mãe após divórcio - Categoria: Incesto - Votos: 8
268330 - Gêmeos separados á nascença .( Final) - Categoria: Incesto - Votos: 4
268325 - Gêmeos. separados á nascença .( Capitulo 1) - Categoria: Incesto - Votos: 4
268295 - Loucura sexual de Pai e filha - Categoria: Incesto - Votos: 8
268226 - Paixão ardente incestuosa - Categoria: Incesto - Votos: 7
268215 - Padrasto e a enteada fuga da solidão - Categoria: Confissão - Votos: 3
268199 - Safada de 18 me pediu para foder - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
268193 - Rapidinha intensa . - Categoria: Lésbicas - Votos: 1
268192 - Troféu inesperado - Categoria: Bissexual - Votos: 3
268155 - Meu primo com uma rola enorme - Categoria: Incesto - Votos: 7
268137 - Meu sogro me pegou (capítulo 2) - Categoria: Confissão - Votos: 3
268132 - Meu sogro me pegou.( Capítulo 1) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
268121 - Minha Avó insaciável - Categoria: Incesto - Votos: 6
268084 - Flagra delicioso - Categoria: Incesto - Votos: 4
268078 - Tia Rosa - Categoria: Incesto - Votos: 3
268061 - Aprender com os Pais - Categoria: Incesto - Votos: 8
268057 - A pergunta inocente ( Final) - Categoria: Confissão - Votos: 4
268055 - A pergunta inocente ( entrega total) - Categoria: Confissão - Votos: 3
268053 - A pergunta inocente - Categoria: Confissão - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Saí do " Armário"

Codigo do conto:
268670

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
30/07/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
1