A frase foi dita entre risos, mas havia uma tensão elétrica no ar que tornava o ambiente do escritório quase insuportável. Eraramos colegas de trabalho, mas naquela tarde, o silêncio do intervalo de café tinha se transformado no confessionário de um desejo guardado há quase duas décadas.
Eu tinha 34 anos e um segredo: a curiosidade visceral, quase hipnótica, de descobrir como era a sensação de possuir uma travesti. Nunca tive coragem, ou oportunidade, até que ela chegou. Linda, decidida, com um olhar que parecia ler meus pensamentos mais sujos. Quando confessei meu fetiche, ela não recuou; ela sorriu, um sorriso cúmplice que prometia que a teoria seria muito melhor que a prática.
O dia do encontro chegou com a urgência de quem não aguenta mais esperar. O trajeto até o motel foi marcado por um silêncio tímido, aquele frio na barriga de quem está prestes a pular de um precipício. Mas, assim que a porta do quarto bateu, a timidez foi incinerada.
Ela se soltou. A lingerie preta, rendada e provocante, moldava as curvas do corpo dela de um jeito que me deixou sem fôlego. Eu estava perdido, a mão tremendo levemente, sem saber por onde começar a explorar aquele território novo e excitante.
— Deita — ela ordenou, com uma voz rouca que me fez obedecer instantaneamente. — Deixa que eu cuido de tudo.
Eu me despiu rapidamente e me entreguei ao colchão. Ela não começou logo; ela provocou. Fez uma dança lenta, os quadris balançando no ritmo de uma música que só existia na cabeça dela, enquanto me olhava com uma luxúria predatória. Quando ela finalmente desceu, o mundo sumiu.
Foi o melhor boquete da minha vida. Não era apenas técnica, era entrega. Ela me chupava enquanto mantinha o contato visual, os olhos brilhando com uma malícia que me incendiava. A língua dela trabalhava com precisão, e a cada sucção, eu sentia que estava perdendo o controle. Ela subiu lentamente, a língua traçando um caminho úmido pelo meu abdômen, subindo pelo peito, até que seus lábios encontraram os meus em um beijo profundo, carregado de desejo.
Mas o clímax estava guardado para o final. Ela se levantou, afastou a calcinha preta para o lado com um movimento fluido e virou as costas para mim, revelando a entrada estreita e convidativa.
Eu estava duro, pulsando, com meus 20 centímetros implorando para entrar. Ela mesma deslizou a camisinha no meu membro, sentindo a rigidez do meu pau, e então, com um suspiro, sentou-se sobre mim.
O impacto foi devastador. Sentir minha pica carnuda preenchendo cada milímetro do cu dela foi uma sensação indescritível. Ela começou a cavalgar, ritmando a descida com precisão, apertando-me com força enquanto soltava gemidos baixos. Eu segurava seus quadris, sentindo a pele quente, enquanto ela subia e descia, transformando aquele motel em um santuário de prazer proibido. Foi visceral, intenso e absolutamente real.
Agora, o problema é a realidade do escritório. Ela sabe que foi inesquecível, mas prefere manter a discrição profissional. Ela não quer repetir, ou ao menos diz que não quer. Mas, toda vez que a vejo no corredor, lembro do aperto daquele corpo e do olhar safado durante aquele boquete.
Eu sei que ela ainda quer. Só preciso encontrar o argumento certo para convecê-la a voltar para aquele quarto.





Votei. Uma amizade assim deve ser para sempre , algumas não gostam de se apegar ou criar algo pode ser o caso dela. Mas vc deve repetir e descobrir novas experiências e com mais prazer ainda. Parabéns