Boquete no sofá vendo filme
A sala estava envolta na penumbra, o único clarão vinha da televisão, onde cenas de uma paixão cinematográfica se desenrolavam. O sofá grande de veludo era confortável demais, um convite à intimidade. Rogério, meu cunhado, havia se recolhido mais cedo, vencido pela gripe e pelo comprimido. O silêncio da casa era quebrado apenas pelos diálogos do filme e pela nossa respiração.
Carla se aninhou ao meu lado, o perfume suave dela, algo floral e doce, misturando-se ao cheiro de pipoca. “Posso deitar minha cabeça no seu colo, João?”, perguntou, a voz um sussurro rouco que parecia fazer parte da trilha sonora.
“Claro”, respondi, tentando soar natural. Ela se acomodou, o peso leve da cabeça dela uma presença quente e inegável nas minhas coxas.
O filme, porém, tomou um rumo inesperado. As cenas, antes apenas românticas, tornaram-se intensamente sensuais, explícitas em sua coreografia de corpos entrelaçados. Um calor estranho começou a subir pela minha nuca. Sob o tecido fino da minha calça de algodão, uma resposta física, involuntária e traiçoeira, começou a se formar. Um desconforto agudo, quase doloroso, quando o tecido se apertou contra a excitação crescente.
Carla não se moveu, mas sua respiração pareceu mudar de ritmo. “João”, murmurou, a palavra quente contra minha perna. “Tás tendo uma ereção?”
A vergonha foi instantânea, um rubor queimando meu rosto mesmo no escuro. “Desculpa, Carla. É… é o filme. E ter você aqui assim… foi involuntário.”
Ela se moveu lentamente, erguendo a cabeça do meu colo. No clarão intermitente da tela, seus olhos encontram os meus. Havia uma curiosidade intensa neles, um brilho que não era de reprovação. “Sabes”, disse, a voz ainda mais baixa, um segredo compartilhado apenas com as sombras. “Sou irmã da tua mulher. Isso torna tudo… proibido. Perigoso.” Uma pausa carregada, onde só se ouviam os gemidos abafados da TV. “Se for um segredo só nosso… eu posso resolver isso para ti. Agora.”
O coração parecia querer sair pelo meu peito. Antes que qualquer racionalidade, qualquer senso de lealdade pudesse formar uma palavra de protesto, seus dedos ágeis encontraram o zíper da minha calça. O som foi obscenamente alto no silêncio. E então, seu toque, decisivo, tirou-me da confusão do tecido.
O primeiro contato de sua boca foi um choque de puro êxtase, tão suave e ao mesmo tempo tão assertivo que me fez prender a respiração. Não foi hesitante ou experimental. Foi conhecedor. Ela me envolveu completamente, com uma habilidade que falava de uma confiança silenciosa, e o mundo exterior—o filme, a casa adormecida, os laços de família—desfocou-se até desaparecer. Tudo se reduziu àquela sensação úmida, quente e implacável, ao som suave e úmido que ecoava na sala silenciosa, um ritmo hipnótico que sintonizava com a pulsação frenética do meu sangue.
O tempo perdeu o significado. Pode ter sido minutos, pode ter sido uma eternidade. Uma tensão avassaladora começou a se acumular na base da minha espinha, uma tempestade prestes a se desencadear. “Carla… para, vou…”, consegui gaguejar, meus dedos se enterrando no veludo do sofá.
Ela não parou. Pelo contrário, seu ritmo se intensificou, suas mãos firmes em meus quadris, ancorando-me. Foi um ato de posse, de aceitação total. E quando a explosão finalmente veio, foi com uma força que me tirou o fôlego, uma onda de puro abandono. Ela não se afastou. Permaneceu lá, recebendo cada tremor, cada espasmo, até o último.
Quando finalmente se moveu, erguendo-se lentamente, o clarão da televisão iluminou seu rosto. Um fio prateado e perolado escapou do canto de seus lábios, traçando um caminho sensual em seu queixo antes que ela o limpasse com as costas da mão, um gesto despretensioso e incrivelmente íntimo. Seus olhos, agora totalmente adaptados ao escuro, mantinham o meu. Havia um ar de satisfação tranquila neles, e algo mais—um desafio silencioso.
“Gostaste?”, perguntou, a voz rouca de uma maneira nova.
A pergunta ecoou na sala carregada. A realidade, com suas consequências e complicações, começava a se infiltrar novamente nas bordas da minha consciência. Mas naquele momento, dominado pelo cheiro dela e pelo gosto salgado do pecado no ar, só havia uma verdade.
“Foi… foi muito bom”, sussurrei, e as palavras pareciam insignificantes para descrever o turbilhão dentro de mim. O filme na TV chegou ao fim, rolando os créditos em silêncio. Nossa noite, no entanto, havia apenas começado um novo e perigoso capítulo, selado no escuro, entre irmãs e segredos.
Finalizando comendo boceta no quarto…
Minhas amigas, talvez seja que o melhor para mudares de rotina era convidares o teu cunhado para passar o fim de semana, foi o que eu. Um bom prato de caracóis cozidos. Os meus pais para a casa da minha irmã Fatima que estava grávida, mas ela teria que me emprestar o marido por três dias.
João chegou na sexa-feira e no final do jantar, Rogerio foi dormir... assim, ele me deixou sozinha com o cunhado da minha irmã mais velha. Começamos a ver um filme e eu deitei com a cabeça no colo dele. Pensei como ele estava a tomar comprimidos para a depressão não haveria problema, pois o seu pênis continuava dormindo. Contudo estava engañada.
— Não acredito! — Eu lhe dei um inchaço! – pensei atrapalhada…mas antes que ele pudesse reagir, coloquei uma mão por dentro das suas calças do pijama e logo agarrei o seu penis por dentro dos boxers…começei uma deliciosa punheta. Estava curiosa para ver aquele caralho…logo tirei-o para fora e começo a chupá-lo…estava a ficar doida de tesão…então segredo ao seu ouvido:
— Ei! — nem pense em dizer nada ao Rogerio —: recostei-me na poltrona com os quadris em cima da cabeça dele proporcionando ao meu cunhado João óptimas vistas…o filme tinha-me deixado muito excitada, não podia acreditar que estava a oferecer a minha rata para ele chupar.
— Vamos, seu safado, chupa-me bem... — disse inclinando-me para a frente. Nossa... está muito duro.
E com uma mão agarrei o seu pau e com a minha boca comecei a chupá-lo novamente.
—Mmmm... uiii — João começou a gemer enquanto sentia os meus dentes a arranhar-lhe todo o pénis... E quanto mais eu o lambia, mais ele também gostava, mas eu não aguentei seu minete e soltei um grito.
— Caramba!... enquanto me vinha —, senti-me na glória, ninguém me tinha feito sentir assim. Abri mais as coxas para lhe oferecer o meu púbis até sentir espasmos por toda a barriga... enquanto isso, ele me penetrava com a língua...
— Que delícia! — comecei a dizer —, assim, sim, sim... — mais um pouco e já estava disposta a ir mais longe, estava totalmente rendida a ele. As minhas pernas já tremiam, até que cheguei a outro orgasmo fatal e caí por cima dele quase como morta. Mas agora tinha de fazê-lo ejacular, pensei…mas tive de intervir quando aquele idiota se prepara para bate uma punheta:
— Não me fodas... — nem penses em fazer isso.
— Tens outra ideia? – inquiriu ele.
— Está bem... — no outro quarto?
— Sim, estou em dívida contigo... — Vou foder-te muito bem, diz ele.
Assim enquanto Rogerio dormia profundamente, nós traíamo-lo em troca. O outro quarto ficava no andar de baixo, por isso podíamos fazer uma grande confusão e gemer à vontade. Quando chegámos, dei-lhe um empurrão forte e ele caiu de costas na cama. Então, caí de boca em cima do meu cunhado para preparar o seu membro para a acção.
— Quero deixar-te bem rijo para me comeres o cu.
— Não, cunhada... — nunca fiz isso... , mas insisti.
— Sabes, dá-me tesão fazer isso com o marido da minha irmã...e continuei…
— Não acredito que nunca experimentaste um cuzinho — disse-lhe sorrindo. Há sempre uma primeira vez para tudo, desbravar o desconhecido é prazeiroso. Não te zangues quando digo que quero muito que me comas pelo cu, porque a cabra da minha irmã já o tem bem dilatado. Ela começou a tomá-lo muito cedo, quando tinha quinze anos, com um rapaz da escola, para não engravidar. E os outros namorados foderam-na quase sempre por aí.
Mas João ao ouvir isso, o seu pau murchou...
— Não te preocupes, já vou fazê-lo levantar — disse enquanto lhe dava uma amostra da minha rata:
— É só para experimentares —, não quero engravidar de ti —, pelo menos hoje...
Assim, o pau do Juan renasceu ao sentir a minha parede vaginal. Por um momento, ele estava nas nuvens, mas não podia deixar que ele se viesse dentro da minha cona...
Um dia de praia
Um dia de praia
O sol da tarde beijava a pele de Carla enquanto ela me puxava para longe da agitação da praia, em direção a um recanto isolado entre os rochedos imponentes. O ar salgado e o som suave das ondas criavam uma atmosfera de intimidade, um prelúdio perfeito para o que estava por vir. Carla, com um sorriso malicioso nos lábios e um brilho nos olhos, virou-se para mim. "Eu quero que você me coma o cu", sussurrou ela, a voz rouca de desejo.
A ousadia da sua proposta me fez sentir um arrepio percorrer a espinha. Era um desejo que eu sabia que ela possuía, algo que tínhamos explorado em sussurros e olhares furtivos, mas nunca de forma tão direta e explícita. A praia deserta, com seus contornos rochosos e a vastidão do oceano como testemunha silenciosa, parecia o palco ideal para concretizar essa fantasia.
Com as mãos trêmulas de excitação, comecei a despir Carla, peça por peça, cada toque um convite, cada deslizar de tecido uma promessa. A pele dela, aquecida pelo sol, era macia e convidativa. Quando ela finalmente ficou nua, o corpo esguio e curvilíneo se revelou em toda a sua glória, um espetáculo que me deixou sem fôlego. Levei minhas mãos para o seu corpo, explorando cada curva, cada contorno, até que nossos lábios se encontraram em um beijo profundo e apaixonado.
O beijo se tornou mais intenso, mais urgente, à medida que a excitação tomava conta de nós. Carla gemeu contra a minha boca, suas mãos agarrando meus ombros com força. Ela se afastou um pouco, apenas o suficiente para me encarar com aqueles olhos que agora ardiam com uma chama insaciável. "Agora", ela disse, a respiração ofegante.
Guiado pelo seu desejo, ajoelhei-me entre as suas pernas. A visão do seu ânus, apertado e convidativo, fez o meu coração disparar. Era um lugar de vulnerabilidade e de entrega, e eu me sentia honrado por ser o escolhido para explorar essa intimidade. Carla arqueou as costas, um gemido escapando dos seus lábios enquanto eu me aproximava. Com cuidado, mas com uma determinação crescente, comecei a penetrar.
A resistência inicial foi sentida, a pele se esticando para acomodar o meu membro. Carla apertou os olhos, um gemido de dor misturado com prazer escapando dos seus lábios. Eu parei por um instante, esperando que ela me dissesse para parar, mas ela apenas apertou mais minhas costas. "Continue", ela sussurrou, a voz embargada.
Com mais força, voltei a penetrar, a cada movimento sentindo a textura única da sua pele, o calor que emanava de dentro dela. O sexo anal duro era exatamente o que ela queria, e eu me entregava a essa intensidade com a mesma paixão que ela demonstrava. O ritmo aumentou, nossos corpos se movendo em uníssono contra a areia quente. As ondas quebravam suavemente na costa, um som que se misturava aos nossos gemidos e suspiros.
Cada estocada era mais profunda, mais ousada, explorando os limites do prazer. Carla se contorcia sob mim, seus gritos de dor se transformando gradualmente em gemidos de êxtase puro. Eu via o reflexo do desejo nos seus olhos, a entrega completa à sensação que a consumia. O suor escorria pelos nossos corpos, a pele brilhando sob a luz do sol que começava a se pôr.
O ápice se aproximava, a tensão crescendo a cada segundo. Carla agarrou-me com mais força, o corpo tremendo de antecipação. Eu senti a sua pulsação acelerar, os músculos contraindo-se ao meu redor. Com uma última investida poderosa, senti a liberação de ambos, um clímax avassalador que nos deixou ofegantes e exaustos.
Quando finalmente me afastei, Carla estava ofegante, o rosto corado e os olhos marejados. Ela gemeu baixinho, apertando o traseiro. "Ai, meu cu dói", ela disse, a voz ainda trêmula. Mas então, um sorriso lento se espalhou pelo seu rosto. "Mas valeu a pena", ela acrescentou, o olhar fixo no meu.
Naquele momento, sob o céu alaranjado da praia deserta, eu sabia que tínhamos compartilhado algo especial. A exploração do desejo, a entrega à intensidade, a dor que se transformou em prazer. O sexo anal duro tinha sido uma jornada, e Carla estava certa. Tinha valido a pena. A dor era passageira, mas a memória daquele momento de pura entrega e paixão ficaria gravada para sempre.
Boquete no cinema
O silêncio espesso da sala de cinema em Rio de Mouro era amplificado pela escuridão, apenas pontuado pelos sons abafados do filme de terror que se desenrolava no ecrã. Carla, sentada ao lado de João, sentiu uma onda de excitação percorrer-lhe o corpo. A tensão do filme era um prelúdio perfeito para o que ela planeava há semanas.
A sala escura do cinema, com o burburinho abafado da antecipação, era o cenário perfeito para o que estava por vir. Eu estava ali, sentado ao lado de Carla, minha cunhada, o cheiro suave de seu perfume pairando no ar. Os primeiros minutos do filme se arrastaram, mas a verdadeira ação começou quando, sem aviso, a mão de Carla deslizou por cima das minhas calças. Senti o calor que emanava de sua palma, a pressão sutil, e soube que não era um gesto inocente.
Um arrepio percorreu minha espinha. A mão dela se moveu com uma destreza surpreendente, desabotoando minhas calças e puxando o zíper com um clique quase inaudível. O tecido da minha cueca cedeu em seguida, e senti o ar frio da sala contra a pele exposta. Carla se inclinou, seus olhos fixos nos meus por um instante, um brilho travesso neles, antes de se abaixar.
O que aconteceu a seguir foi uma explosão de sensações. Ela tirou minhas calças e cueca completamente, deixando-as caírem no chão em frente aos nossos pés, um monte de tecido esquecido. Sua boca, quente e úmida, encontrou meu membro em ereção. Cada movimento era calculado, experiente. A língua deslizando, os lábios envolvendo, a sucção que me puxava para mais perto de um êxtase incontrolável.
O som abafado do filme e os murmúrios dos outros espectadores pareciam distantes, irrelevantes. Tudo que importava era a sensação vertiginosa, o prazer cru e intenso que Carla estava me proporcionando. Eu me perdi naquele momento, incapaz de pensar, apenas sentindo. Cada toque, cada movimento, era uma promessa cumprida, um desejo satisfeito.
Quando o clímax se aproximou, eu quase gemia, lutando para conter qualquer som que pudesse chamar atenção. Carla, no entanto, parecia imune à necessidade de discrição. Ela continuou, intensificando o ritmo, guiando-me para o precipício. E então, o orgasmo veio, avassalador, com uma força que me deixou tremendo.
Mas Carla não parou. Ela me puxou para mais perto, sua boca ainda em volta de mim. Com uma determinação que me deixou sem fôlego, ela continuou a me estimular, a me dar prazer. Eu não aguentava mais. A sensação era demais, o proibido, o secreto, tudo se misturava em uma onda de pura luxúria.
Ela engoliu cada gota da minha porra, com um sorriso satisfeito nos lábios. O ato, realizado ali, no meio de uma sala cheia de desconhecidos, era incrivelmente excitante. Quando ela finalmente se afastou, seus olhos brilhavam, e um fio de esperma escorria pelo canto de sua boca. Eu estava ofegante, o corpo vibrando com a intensidade do que acabara de acontecer. A cena no telão perdeu toda a sua relevância. O verdadeiro espetáculo estava ali, entre nós, um segredo compartilhado na escuridão do cinema. Carla, minha cunhada, havia me proporcionado um momento inesquecível, um ato de puro erotismo que eu jamais esqueceria. A ousadia, a entrega, a satisfação mútua – tudo se gravou em minha mente, um lembrete vívido da noite em que o cinema se tornou nosso palco particular.
Foda no átrio do prédio
O átrio do prédio estava silencioso, iluminado apenas pela luz fraca que entrava pelo vitrô da portaria. O cheiro de cera e desinfetante pairava no ar. Eu segui Carla, minha cunhada, com passos hesitantes, o coração batendo forte contra as costelas. Ela não disse uma palavra, apenas pegou minha mão com uma urgência que me deixou sem fôlego.
Quando chegamos ao vão da escada, um espaço estreito e mal iluminado, ela se virou para mim. Seus olhos, geralmente tão brincalhões, estavam sérios, carregados de uma intensidade que eu nunca tinha visto. Sem quebrar o contato visual, ela levantou discretamente a barra do vestido floral, deixando as cuequinhas deslizarem pelos tornozelos. O tecido caiu em um movimento suave, quase em câmera lenta. Depois, virou-se para a parede de concreto frio, apoiando as mãos contra a superfície áspera.
“Vai, João,” sussurrou ela, a voz um fio de som que ecoou no espaço vazio. “Fode a coninha da tua cunhadinha.”
A crueza das palavras me chocou, mas algo dentro de mim respondeu. Um instinto primitivo, enterrado sob anos de respeito familiar e limites cuidadosamente mantidos. Avancei, e o mundo ao redor desapareceu. Havia apenas o calor dela, o cheiro do seu perfume barato misturado ao suor, o som abafado da nossa respiração.
Ela gritou de prazer, um som rouco que ela tentou abafar contra o próprio braço. A vista era, de fato, prazerosa de uma forma que me envergonhava. As havaianas vermelhas nos seus pés, as unhas pintadas de um vermelho desbotado. As pernas dela tremiam, não de fraqueza, mas de uma tensão deliciosa. Meus olhos percorreram a curva das suas costas, a linha da sua coluna visível sob a pele.
“Mete, soca... que piça tão boa,” ela gemeu, e as palavras pareciam sair de um lugar profundo, selvagem.
Carla estava ficando viciada na minha pica. Eu também na sua cona gostosa. Era um segredo sujo, um laço que nos unia mais do que qualquer afinidade familiar. Apertei seus seios através do tecido do vestido, sentindo os mamilos endurecidos. Aumentei o ritmo, as estocadas ficando mais profundas, mais desesperadas, até que ela arqueou as costas e gritou novamente, sem se importar mais com quem pudesse ouvir.
“Vai, esporra-te todo, esporra-te dentro da tua cunhadinha!”
Foi o que fiz. Um tremor percorreu todo o meu corpo, uma libertação avassaladora seguida por uma onda de culpa igualmente intensa. Desabei sobre ela, ofegante, minha testa contra suas costas.
“Não sabia que minha mulher Fátima tinha uma irmã tão gostosa,” soltei, a frase saindo antes que eu pudesse pensar. Era verdade, e ao mesmo tempo, uma traição à minha esposa, à confiança da minha família.
Ficamos ali, grudados, esperando a respiração ofegante se acalmar. O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado do que tínhamos feito e de tudo que isso significava. Sem trocar olhares, nos arrumamos. Ela puxou as cuequinhas, alisou o vestido. Eu me virei, ajustando a roupa, incapaz de olhar para ela.
Entramos no apartamento como fantasmas. O corredor estava escuro, apenas uma fresta de luz saía do quarto do meu cunhado, Rogério. Carla desapareceu atrás da porta do quarto deles, onde ele provavelmente dormia, inocente e confiante. Eu me recolhi ao quarto de hóspedes, o mesmo onde minha esposa Fátima e eu costumávamos ficar nas visitas familiares. Deitei na cama de solteiro, olhando para o teto, o gosto da traição ainda na minha boca.
O sono não veio. Apenas reviravoltas e a memória vívida do seu corpo contra o meu. Até que, no silêncio mais profundo da noite, a maçaneta da porta girou sem fazer um ruído.
Ela entrou, um vulto na penumbra, vestindo apenas uma camiseta grande que eu reconheci como sendo do Rogério. Não disse nada. Apenas deslizou sob os lençóis, seu corpo fresco encontrando o meu, ainda quente da insônia.
E demos “umas três fodinhas”, como ela chamaria depois, com um sorriso cúmplice. Mas não foram “fodinhas”. Foram umas fodinhas lentas, profundas, quase melancólicas. Cada toque era um segredo compartilhado, cada suspiro uma promessa de silêncio eterno. Fizemos amor dessa vez, se é que esse verbo podia ser aplicado ao que havia entre nós. Era mais do que o desejo animal da escada; era uma conexão perigosa, uma intimidade forjada na traição.
Na última vez, ela chorou. Silenciosamente, lágrimas quentes escorrendo pelo rosto e molhando o travesseiro. Eu as beijei, sabendo que eram de culpa, de medo, de um prazer tão intenso que doía.
Ao amanhecer, ela se foi, deixando apenas o cheiro dela nos lençóis e um vazio no meu peito que eu sabia que nunca mais seria preenchido. Quando saí do quarto para o café da manhã, ela estava na cozinha, ajudando Fátima, sua irmã, minha esposa, a preparar o pão. Usava um roupão, o cabelo ainda húmido do banho.
Nossos olhos se encontraram por um segundo sobre a mesa posta. Nada foi dito. Nada precisava ser dito. O segredo estava lá, vivo e pulsante entre nós, um terceiro convidado invisível à mesa de família. Rogério passou a manteiga no pão, contando um caso engraçado do trabalho. Carla sorriu, seu riso claro e confiante ecoando na cozinha ensolarada.
E eu, sentado ali, sabia que aquele café seria o primeiro de muitos, todos envenenados pela doce e amarga sombra do nosso desejo..
Uma rapidinha com minha cunhada
O sol de domingo ainda lutava para aquecer quando no apartamento de Fátima e João no Seixal a campainha tocou, anunciando a chegada dos meus cunhados, Carla e Rogério, juntamente com o irmão da minha mulher, Eduardo, e os meus sogros, Helena e Zé Carlos. O almoço foi regado a risos e conversas, mas a tarde trouxe consigo uma necessidade de descanso. Carla, com os olhos pesados, pediu à sua irmã Fátima permissão para tirar uma soneca deitada na cama junto comigo.
Helena, a matriarca, interveio com um sorriso: "Não há mal nenhum nisso, são como irmãos. Carla pode dormir vestida dentro da cama." E assim, enquanto os outros se dirigiam para o café, Carla e eu ficamos no quarto. Com um olho entreaberto, vi Carla despir a saia e a colocá-la cuidadosamente no cadeirão. Aquele vislumbre despertou em mim uma tusa avassaladora.
"Não estás a dormir," sussurrou Carla, a voz rouca de sono. "Temos uns dez minutos. Tem de ser uma rapidinha, mas tem de ser anal. Não quero engravidar, parei este mês de tomar a pílula."Seria muito estúpido teres um sobrinho-filho, sorriu…
"Pois seja assim," respondi eu, João, com a voz embargada pela excitação.
"Espera, João," ela ofegou, aproximando-se. "Deixa eu tocar uma punhetinha para ele ficar bem rijo." As suas mãos ágeis despiram-me da cintura para baixo, o seu toque enviando arrepios pela minha espinha. Em poucos momentos, o meu membro estava duro como pedra. Ela então baixou as suas meias e a cueca roxa, revelando um tesouro escondido. Guiou-me com ternura até ao seu orifício.
"Foda-se... está enorme..." suspirou Carla quando sentiu a cabeça do meu caralho a penetrar o seu esfíncter.
"Fode... soca... fode meu cuzinho..." implorava ela, arqueando as costas ao ritmo frenético das minhas estocadas.
Eu bombava naquele cuzinho com toda a minha força a urgencia de gozar rápidamente assim obrigava…
"Ai cunhadinha, vou gozar..."
"Goza... goza dentro do meu cuzinho..."
Três jatos de porra inundaram o seu interior, um turbilhão de esperma e gases borbulhando para fora, testemunha da intensidade do momento. Ajudei-a a subir as cuequinhas e as meias, tudo arrumado como se nada tivesse acontecido. Carla adormeceu profundamente. Quando os outros regressaram, Helena comentou: "Que esquisito, Carla está mesmo com sono. Que pena acordá-la."
"Não faz mal," disse seu marido Rogério. "Ela fica cá a dormir e eu venho buscá-la dentro de dois dias." O meu coração saltou de alegria. Teria a minha cunhada junto de mim por mais tempo.
A noite caiu e Fátima, a minha mulher, entrou no quarto. "Carla, toma esta camisa de dormir. Deve servir-te." Carla vestiu a camisa branca e, por volta das duas da manhã, o desejo voltou a consumir-nos e minha cunhada Carla voltou a querer fazer anal comigo.
"Foda-se... mete... soca... mete caralho... arrebenta-me o cú..." gemia Carla, cada vez mais entregue à paixão. Suspeitei que Fátima pudesse ter ouvido algo, mas não entrou no quarto. No dia seguinte, o pequeno-almoço decorreu normalmente, como se o segredo não tivesse sido revelado.
Contudo, enquanto Fátima e Carla lavavam a loiça na cozinha, um silêncio carregado pairou no ar. "Olha," começou Fátima, a voz calma. "À quanto tempo vocês estão enrolados?"
"Ai maninha, que vergonha, desculpa," respondeu Carla, o rosto corado.
"Não faz mal," disse Fátima, um leve sorriso nos lábios. "Faz dois anos," admitiu Carla.
Fátima suspirou, mas o seu olhar fixou-se em mim. "Quero que me ajudes a convencer o meu marido, João, a fazer um trio connosco."
"Tudo bem," respondeu Carla, um brilho nos olhos.
Mais tarde, Fátima veio ter comigo. "Está tudo bem, João. Só te perdoo se trepares com as duas." A proposta era tentadora, uma promessa de prazeres inimagináveis. Claro que aceitei. Seria uma puta foda.
O tempo avançou, e com ele, a cumplicidade entre nós cresceu. Fátima, com a sua perspicácia habitual, percebeu a tensão que pairava no ar sempre que Carla e eu nos cruzávamos. Num final de tarde particularmente quente, enquanto preparávamos o jantar, ela decidiu abordar o assunto diretamente.
"Sabem," começou Fátima, a voz suave mas firme, enquanto picava cebolas na bancada da cozinha, "tenho notado uma certa... eletricidade entre vocês os dois."
Carla engoliu em seco, o seu olhar encontrando o meu por uma fração de segundo. Eu senti um arrepio percorrer-me a espinha. "Não sei do que estás a falar, Fátima," disse eu, tentando soar o mais casual possível.
"Oh, não sabes?" Fátima sorriu, um sorriso que não chegava aos olhos. "Eu sei. E não me incomoda. Na verdade," ela acrescentou, virando-se para nós, "estava a pensar em algo. Algo que poderia ser muito interessante para todos nós."
O meu coração começou a bater mais rápido. A atmosfera na cozinha tornou-se densa, carregada de antecipação. Carla, pela primeira vez, parecia genuinamente nervosa.
"Estava a pensar," continuou Fátima, aproximando-se de mim e pousando uma mão no meu peito, "que talvez fosse altura de explorarmos um pouco mais a nossa intimidade. Juntos."
Carla levantou o olhar, uma mistura de surpresa e excitação a dançar nos seus olhos. "Juntos?" perguntou ela, a voz um sussurro.
"Sim," confirmou Fátima, o seu olhar fixo no meu. "Um trio. Tu, eu, e o João." Ela virou-se para mim, um convite explícito nos seus olhos. "E tu, meu amor," ela disse, a voz a descer para um tom rouco, "acho que tens uma puta de sorte em satisfazer as duas."
A audácia da proposta deixou-me sem palavras. A ideia de estar com as duas mulheres que mais desejava, numa união tão íntima e transgressora, era avassaladora. Carla, recuperando a compostura, deu um passo em frente.
"Eu topo," disse ela, a voz firme e decidida. "Se o João também quiser, claro."
O meu olhar encontrou o de Fátima, e depois o de Carla. A promessa de prazeres inexplorados pairava no ar. Respirei fundo. "Aceito," disse eu, a minha voz embargada pela excitação. "Será uma puta foda."
A noite que se seguiu foi um turbilhão de sensações. As paredes do quarto pareciam vibrar com os nossos gemidos e suspiros. Fátima, com a sua paixão ardente, e Carla, com a sua doçura e ousadia, complementavam-se de uma forma que eu nunca poderia ter imaginado. Explorámos cada recanto do prazer, cada limite da nossa intimidade. A noite foi longa, repleta de momentos de êxtase puro, onde os corpos se entrelaçavam numa dança de desejo e entrega. A cumplicidade que se forjou naquela noite transcendia o físico, criando um laço invisível que nos unia de uma forma profunda e inesperada.
Os dias seguintes foram um prolongamento daquela noite mágica. O segredo partilhado entre nós três tornou-se um fio condutor, tecendo uma tapeçaria de prazer e intimidade. Cada toque, cada olhar, cada sussurro carregava a promessa de novas descobertas. A dinâmica da nossa relação transformou-se, evoluindo para algo mais profundo e complexo do que qualquer um de nós poderia ter previsto. A casa no Seixal tornou-se o nosso santuário, um refúgio onde o desejo reinava supremo e onde os limites da paixão eram constantemente redefinidos. A vida, antes previsível, ganhara uma nova dimensão de excitação e cumplicidade, alimentada pela audácia e pela entrega mútua. E eu, João, sentia-me mais vivo do que nunca, à beira de um oceano de prazeres que mal começara a explorar.
Finalmente um trio com minha cunhada
O sol da tarde filtrava pelas persianas, pintando listras douradas no chão de madeira polida. Fátima, com seus cabelos escuros caídos em cascata sobre os ombros nus, sorria para mim, um convite silencioso que eu não podia recusar. Estávamos em casa, um refúgio de intimidade e desejo, e a tarde prometia ser longa e repleta de prazeres inexplorados.
O ar estava carregado com o perfume suave da pele dela, misturado ao aroma fresco do sabonete que usáramos durante os banhos. Fátima, minha esposa, era um vulcão adormecido, e eu adorava ser o único a despertar suas chamas. Ao lado dela, quase como uma sombra convidada, estava sua irmã, Carla. Carla, com seus olhos penetrantes e um corpo que desafiava a gravidade, sempre possuíra uma aura de mistério e ousadia que me intrigava profundamente.
Enquanto nossos corpos se aproximavam, a tensão no ar aumentava, palpável. A cumplicidade entre Fátima e eu era um fogo que ardia há anos, mas a presença de Carla adicionava um tempero novo, uma eletricidade perigosa. Comecei com beijos suaves, explorando os contornos do rosto de Fátima, descendo para o pescoço, sentindo a pulsação acelerada sob meus lábios. Nossas línguas se encontraram em um abraço ardente, um prelúdio familiar e excitante.
Foi então que Carla se moveu, seus olhos fixos em nós, um brilho de desejo refletido neles. Um sorriso malicioso brincou em seus lábios enquanto ela se aproximava, sua mão deslizando hesitantemente para o meu ombro. "Posso entrar no jogo?", sussurrou, sua voz rouca, carregada de uma promessa ousada.
O convite pairou no ar, um portal para um território desconhecido. A troca de olhares entre as irmãs foi rápida, um pacto silencioso selado em um instante. Fátima assentiu, um suspiro escapando de seus lábios, um misto de surpresa e excitação. E ali, naquele espaço íntimo, a porta para a exploração se abriu amplamente.
Carla se juntou a nós, seus lábios encontrando os meus com uma ferocidade que me pegou de surpresa. A dança de línguas se tornou um quarteto, um turbilhão de sensações que me desorientou e me excitou em igual medida. O corpo de Carla se pressionou contra o meu, suas curvas se encaixando perfeitamente com as minhas, enquanto Fátima se movia entre nós, seus toques em meu peito e abdômen aumentando a intensidade.
A atmosfera se tornou um caldeirão de desejos reprimidos e excitação reprimida. As mãos exploravam sem hesitação, os corpos se entrelaçavam em uma busca frenética por prazer. A linha entre o familiar e o proibido se desfez, substituída por uma onda avassaladora de luxúria. Fátima, com sua paixão ardente, e Carla, com sua ousadia contagiante, transformaram a tarde em uma sinfonia de gemidos e suspiros.
A intimidade se aprofundou, transcendendo a simples união de corpos. Tornou-se uma exploração mútua de sensações, um mergulho em águas profundas de prazer. A suruba, como a ousadia de Carla a apelidara, era um palco para a liberação de desejos que, até então, haviam permanecido adormecidos.
Em meio à dança frenética de corpos suados e respirações ofegantes, a minha atenção se voltou para Fátima. O seu corpo, que eu conhecia tão bem, parecia vibrar com uma energia nova, amplificada pela presença de sua irmã. Nossas bocas se encontraram novamente, um beijo que prometia e entregava tudo. Senti o calor do seu corpo contra o meu, a umidade que surgia em resposta aos meus carinhos. Deslizei minhas mãos por suas costas, sentindo cada curva, cada músculo tenso.
A entrega de Fátima era total, seus gemidos se misturando aos meus em uma melodia primitiva. A paixão se intensificou, e em um momento de pura entrega, nossos corpos se uniram em um ritmo que era ao mesmo tempo familiar e excitante. A sensação de Fátima dentro de mim era um fogo que consumia, um êxtase que me levava ao limite.
Enquanto eu me perdia na intensidade do momento com Fátima, senti um toque suave em minha perna. Carla estava ali, seus olhos brilhando com uma fome que espelhava a minha. Sua mão deslizou para cima, explorando a pele exposta, seus lábios beijando meu ombro com uma audácia que me fez tremer.
A troca de olhares entre nós foi um reconhecimento mútuo do desejo que fervilhava. Fátima, percebendo a nova dinâmica, sorriu, um sorriso cúmplice que me deu a permissão final para mergulhar ainda mais fundo. Virei-me para Carla, meu corpo ainda unido a Fátima, e a abracei, puxando-a para perto.
O aroma de seu corpo era embriagador, uma mistura de floral e selvagem. Seus lábios encontraram os meus, um beijo que era ao mesmo tempo suave e exigente. Senti a maciez de sua pele, a curva de seus quadris contra os meus. A sensação de Carla em meus braços era nova, excitante, uma promessa de prazeres ainda não descobertos.
A exploração se tornou mais intensa, mais ousada. A suruba era um convite à entrega total, à liberação de todos os pudores. Os corpos se moviam em um ritmo desenfreado, as línguas se entrelaçavam em um balé sensual. O prazer se multiplicava, cada toque, cada beijo, cada gemido amplificando a sensação.
Em um momento de pura luxúria, meus lábios encontraram a entrada para o corpo de Carla. A sensação de sua cona apertada e húmida era um choque elétrico que percorreu meu corpo. Seus suspiros se tornaram gemidos mais profundos à medida que eu explorava cada centímetro de sua intimidade. A maciez de sua pele, a resistência de seus músculos, tudo contribuía para um êxtase avassalador.
O desejo de explorar ainda mais me consumia. Com um movimento deliberado, deslizei meus dedos para o seu ânus. A resistência inicial foi leve, mas logo cedeu à minha pressão. A sensação de seu cú apertado, úmido e receptivo, era um convite irrecusável. Seus gemidos se transformaram em gritos de prazer à medida que eu me aprofundava em sua intimidade.
O prazer era avassalador, uma onda que me consumia. A combinação das duas irmãs, a paixão de Fátima e a ousadia de Carla, criaram um cenário de luxúria que superava minhas expectativas mais selvagens. Os corpos suados, os gemidos sincronizados, a atmosfera carregada de desejo, tudo se fundia em um turbilhão de prazer que parecia não ter fim.
A tarde se transformou em uma jornada de descoberta, onde os limites foram redefinidos e os desejos mais profundos foram saciados. A suruba entre nós, Fátima e Carla, foi um interlúdio de pura liberação, um mergulho em um oceano de prazer que deixou marcas indeléveis em minha memória e em minha alma. Cada toque, cada beijo, cada penetração, foi um ato de entrega e exploração, uma celebração da sensualidade em sua forma mais crua e intensa. E enquanto o sol se punha, pintando o céu com tons de fogo, a intensidade do nosso prazer apenas aumentava, prometendo uma noite ainda mais longa e repleta de descobertas.
A tusa de Fatima
Longe dali, na minha casa, a minha mulher Fátima não conseguia dormir.
Raios! Já são quatro da manhã e não consigo dormir. Já pensei três vezes em masturbar-me a pensar nos meus antigos namorados. Dizem que os que se chamam Ernesto têm-nas boas vergas. Eu tive um que se chamava Ernesto, mas mesmo uma masturbação com os dedos não era suficiente para me molhar toda, eu precisava de uma pila…
Lembrei-me que tinha alguns brinquedos na cómoda... fui buscá-los... estavam na última gaveta... um azul e outro de outra côr.
Escolhi o de cor-de-rosa. Tinha escolhido o vibrador maior e estava inserido até o fundo da minha vagina, mas desta vez também aparafusei um dos anéis que vinha preso no meu ânus, o vibrador rosa era duplo. Este vibrador também tinha audio e me dizia que queria me ver transar com vários paus ao mesmo tempo e que me obrigariam a engolir o leite de cada um deles, isso me excitou tanto, imaginar ser escrava me deixa super excitada... Já com o meu cu dilatado e eu ardendo, tirei a camisola e fiquei só de calcinha, sentei na cama, e me ajeitando de lado inseri o anel maior no meu cu. Ufffff... já está dentro enquanto o outro na vagina está muito frio, é metálico, mas gosto de sentir essa sensação. Sentei para senti-lo até o fundo, dando pequenos saltos para sentir como ele se insere até o fundo, ufff que sensação deliciosa, as bordas roçando minhas nádegas…
Minha respiração se acelerou, desejava gozar mas queria me fazer sofrer, prefiro demorar para gozar. O prazer que me dou é sempre tão intenso que preferi demorar para conseguir o orgasmo para que fosse brutal. Com os dois inseridos, deitei de costas e abri bem as pernas, ao máximo... não pude abri-las mais. Como eu gostaria de ter ali uma língua sedenta da minha buceta, que não me deixasse fechar as pernas e que me dissesse o quão linda estou com o meu cu bem ocupado. Tenho certeza que a vista dali, com a minha fenda bem inchada, meu clitóris pulsando e o dilatador inserido e sobressaindo do cu é espetacular!
É difícil entrar, mas quando minha vagina dilata o mais puro e grande prazer, toca todo o meu fundo e às vezes dói, mas até uma dose de dor dá prazer, então, coloquei a ponta na minha buceta com umas gotinhas de lubrificante e fui apertando pouco a pouco, centímetro a centímetro para inseri-la bem enquanto acariciava meu clitóris inchado. Tinha os olhos fechados, vieram à minha mente minhas experiências vividas, todas as vergas que já peguei, as bocas que me lamberam... as ideias que me vêm à mente e com as quais posso fazer-te contos eróticos. Imaginei-me aberta, na minha cama e amarrada, não consigo me mover, estou à mercê do homem que tenho à minha frente, com sua grande verga bem ereta e dizendo que vai me estuprar. Quando ouvi essas palavras na minha mente, apertei o consolador com a mão até o fundo, inseria e retirava rapidamente, me dando duro, como se fosse gozar dentro de mim. Parei de repente, estava prestes a terminar e não queria que durasse tão pouco tempo. Queria prazer e cada vez que cortava meu orgasmo sabia que sua intensidade aumentava. Quis estimular meus mamilos, mas ambas as mãos estavam ocupadas, então pensei nas pinças e brinquei mais uma vez com a ideia de colocar os anéis... hoje, seriam as pinças... umas muito coquetes de cor vermelha, coloquei-as nos meus mamilos e doeu bastante, imediatamente minha fenda começou a escorrer. A sensação é fantástica, me excitou muitíssimo. Meus mamilos são muito sensíveis e sabes que sou capaz de gozar só de tocá-los.
Tinha meus seios, meu clitóris, a vagina e o ânus estimulados!, o que mais podia pedir!! Minha imaginação estava a mil... Hoje tinha pensado em um trio, as faces dos meus homens imaginários se misturavam enquanto transávamos e a maneira tão deliciosa, as sensações dessas vergas dentro da minha buceta me dando prazer, suas mãos, suas bocas, seus beijos... me deixam louca. Esses pensamentos e sensações passavam pela minha cabeça como um filme rápido enquanto sentia que o orgasmo chegava através dos meus dedos no meu clitóris.
Eu me contorcia, mas mantive minhas pernas abertas, ofegava mais alto, gemia... minha mãe e meu pai estavam no quarto ao lado, pude esquecer, disse a mim mesma, não se reprima...então o audio falava: grite!!! Solte tudo, grite!!! Estava conseguindo o prazer que estava buscando e queria que todos soubessem o quão gostoso estava sendo…
Do outro quarto minha mãe me chamava—: Fátima, querida, você está bem?
— Droga! Será que ela me sentiu? — Parei um pouco até que ela voltasse a dormir. Mas hoje ousei fazer algo mais. Liguei a câmera do meu celular, mandaria um vídeo para o meu João para que ele pudesse ouvir como terminava, mandar para ele me pareceu uma ideia genial. Toda trêmula, apertei o botão de gravar do celular e comecei a gemer de novo. Quando não aguentei mais, soltei o consolador, os espasmos da minha vagina cuspiam o último dos meus sucos. Toda a minha virilha latejava de prazer, eu sentia isso percorrendo meus membros, meu cu também se contraía, o dildo não saía, mas isso agora não importava. Meus dedos agora imóveis estavam completamente molhados daquele líquido de prazer que já molhava meus lençóis.
Agggghhhhhh……— Puta que pariu! — Inarrável….o que eu sentia é inarrável, eu te garanto. Mas sei que você pode ter uma ideia, imagino. Chupava meus dedos, adorei, adoro meu sabor….. muito bom.
Agora que já estava mais relaxada, tinha que parar a gravação. Fiz isso. Mais tarde eu te mandaria, tirei as pinças que beliscavam meus mamilos e estes agora estavam inchados e doloridos com uma linda cor roxa, tirei o dildo do meu cu sem poder evitar soltar um suspiro, imaginei-o aberto ao máximo, Que delícia!! Queria que você pudesse ver, você gostaria muito, eu precisava dormir, eu merecia depois de uma noite tão intensa…
Tive vontade de trair de novo
Um mês depois, Rogério e eu fomos almoçar com meus pais na casa da minha irmã, era o aniversário dela. Depois das sobremesas e felicitações, como de costume, João dormia a sesta, então minha irmã foi com minha mãe e meu pai até o café, deixando-nos sozinhos na sala em frente à televisão.
Rogério tentou me provocar.
— Não quero agora—, eu disse choramingando para meu marido.
Rogério me colocou sobre os joelhos dele. E eu esperneava como uma gata. Para ele era o mesmo, ele levantou meu vestido, abaixou minhas calcinhas, esquentava minhas duras nádegas batendo nelas com as mãos.
—¡¡Plassssssss!!
—¡Foda-se, cabrão!
—Plasssssss, plasssssss, plasssss,
—¡aiiiiiii!
—Plasssssss, plasssssss, plasssssss, plassssss
—¡desgraçadooooo!—berrava.
— ¡¡Plassssssss, plassssss!!
— Deixa-me, cabrão!—, eu subi as calcinhas e o vestido, e sentei um pouco mais longe para tirar as ideias dele, e chorando disse:
—Se eu fosse homem, te daria umas porradas, abusador! Além disso, você ficou excitado!— eu olhei e vi o volume na calça dele. Pela rejeição, ele ficou ainda mais endiabrado do que já estava. Te excita bater em uma mulher, desgraçado!!
— Não foi por isso, foi ao ver seu cu.
—Maricón!—: eu estava realmente furiosa…
— Mas eu o vejo lindo.
— Se você diz— como eu não parava de chorar, Rogério sentou-se ao meu lado e me deu um beijo na bochecha:
— Você me perdoa? —, não pensei que ia doer tanto.
— Sai daqui, abusador! —, eu o empurrei….
O que realmente me doía não foram as palmadas, mas a tentativa de me dominar à força e justamente com meu cunhado dormindo. Ele me deu outro beijo. Rogério gostava de beijar a bochecha, as lágrimas lhe davam um sabor salgadinho.
— Anda, me perdoa! — Rogério me suplicou.
Então limpei as lágrimas com o dorso da mão direita dele e disse:
— Já perdi a vontade, além disso, me dói a cabeça, quero deitar um pouco.
— Bom, assim eu vou para a rua.
Rogério ficou bravo pela minha rejeição... já que estava sozinha, fui deitar na cama da minha irmã, onde, claro, meu cunhado estava. Tirei os sapatos e me deitei vestida sob os lençóis ao lado de meu cunhado João.
Depois de um tempo, não pude evitar me aproximar do meu cunhado, dando-lhe as costas.
— Você não está dormindo!
— Não, você me excitou com seu cu.
Eu me virei para o pescoço dele para mordiscar a orelha enquanto João acenava para abaixar o zíper do meu vestido. Ele me virou de lado para que ele pudesse tirar meu sutiã facilmente. Eu estava corada e os pelos dos meus braços se arrepiaram. Ele me colocou de barriga para cima e fechei os olhos pensando em Rogério, para que não fosse tão mórbido. Ele abaixou meu vestido até a cintura. E fazendo cruzes com os dedos enquanto João me beijava na testa, no queixo,"na comissura dos meus lábios, beijou-me na boca e meteu-me a língua dentro para que a chupasse. Depois ele beijou-me o queixo, o umbigo, os mamilos dos meus seios tão eretos e voltei a beijá-lo também com a língua. João chupava a minha também. Depois meti as mãos no vestido para me despir enquanto João me tirava minhas meias-calças.
— Vê lá para não as estragares.
Arqueando o corpo para facilitar que me tirasse tudo. João tirou-me o vestido e as cuecas de uma só vez… beijou-me o clítoris, o cu...e parou.
— Por que paraste?
— Posso engravidar-te?
— Estou com a menstruação, não há como engravidar… —, continua por favor.
— Sim, muuuahhh cabrão— ofegava enquanto ele movia a língua de um lado para o outro dentro da minha cona e depois a meteu dentro. Então levantei a pélvis excitada ao extremo que gritei…—: Gozeeei!
João pensava que eu estava a brincar. Quase não me tinha tocado muito, mas não, não estava a brincar, comecei a ofegar e a tremer como uma cadela, soube que estava a gozar porque da minha cona saíram fluxos de uma cor rosa em quantidade...
Ao acabar de gozar recompus-me toda digna…e disse-lhe –: Queres gozar dentro de mim?
— Queres que a tire antes?
— Não digas tolices...vamos, dá-me o leite, abusador de cunhadas.
João pôs a sua pila na entrada e quando senti a boca molhada do meu coelhinho pelado impúbere… Zas!, meti-lhe a cabeça para dentro. Eu tinha a pila agarrada entre os meus dois dedos e não a deixava entrar mais. Então esfrego seus testículos com uma mão e, atasco sua pila com a cabeça dentro da minha cona. Peguei-lhe numa mão e levei-a aos meus seios para que os apalpasse, agarrei-lhe o rabo com força e dei-lhe um empurrão, muitas vezes comíamos a boca. Por fim João soltou um grito.
— Caramba! —, a pila em todo esse trâmite cravou-se até ao fundo do útero… desapareceu toda até aos ovos.
— Gozeeei. — ofegou enquanto me dava quatro jatos dentro da minha cona.
Abaixei-me à frente dele e chupei-a deixando-me foder de boca como uma puta. Pouco depois, senti como ele estremecia e gozava tudo na boca que me deu náuseas. Depois de reintroduzir de novo o seu pau pois continuava duríssimo, agarrou-me os seios aumentando as investidas e chegou a grande eclosão…
— Gozo dentro da tua cona de novo! —, assim fui recheada de esperma, convulsionava com tremores nas pernas, afrouxaram-se-me do prazer que senti no orgasmo mais feroz da minha vida. Ao acabar de gozar tirou a pila da minha cona apertada. Nesse momento dei-me conta de que gostava de ser empalada duro tanto pelos rabos como pelas conas, de maridos como de cunhados. Mas sempre Depois do gosto vem o desgosto...não me dei conta que estava no fim da minha menstruação e fiquei grávida de João, mas nunca lhe disse.
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Dois anos depois
Rogério nunca soube que o menino que tive não era dele...por isso João via-me cada vez menos. Até que passados dois anos fui de férias com a minha irmã... fomos os quatro.
Um dia de manhã Rogério ia ao supermercado fazer compras com a minha irmã e fiquei sozinha com o meu cunhado.
Depois do pequeno-almoço João estava na cozinha a lavar a loiça quando cheguei ao lado dele. Trazia vestido um roupão azul.
— Queres ajuda, cunhadinho?
—Não é preciso, os tachos já secam sozinhos.
—Deixa que eu acabe de os lavar.
Meu cunhado tirou o avental e deu-mo.
— Tudo teu.
Enquanto a minha irmã tinha que viajar em trabalho e deixava o meu cunhado sozinho, pensando nisso eu pus-me a lavar a loiça enquanto João bebia um copo de vinho tinto e sentava-se numa das seis cadeiras que tinha a mesa da cozinha, eu, a esfregar uma travessa, perguntei-lhe:
— Sentes falta da minha irmã quando estão longe?
— Já não, e olha que nos conhecíamos há muito tempo, mas aprendi a viver quando não estamos perto. As histórias de amor acabam, Carla.
— Eu disso sei muito pouco, tenho sempre o Rogério ao meu lado.
— Estranho, que te pergunte, !"Você não se deitou com nenhum homem antes de conhecer Rogerio?!”
— Não, João, jamais.
— E com alguma garota?
Se Juan pudesse ver meu rosto, veria que ele havia corado. Ela respondeu:
— Ai caramba, que pergunta!
Mas João percebeu que minhas palavras indicavam que ela tinha alguma relação lésbica. João, para que eu não me sentisse desconfortável ao falar sobre isso, disse:
— Para mim, tanto fazia se de alguma forma você tivesse chupado algum pau quando jovem. Todos temos nosso passado.
— Que travesso! Eu nunca fui tão longe, não passou de tocar nos seios e nos beijar, e foi só com uma garota, com minha prima Eulália.
— Vocês se molhavam?
— Isso sim, nos molhávamos muito.
— Eu também me molhei ao ver você amamentando seu filho David.
Eu tinha acabado de lavar a louça, me virei. João me viu o quão vermelha eu estava quando ele perguntou:
— Você realmente se molhou?!
— Sim, é porque estou há dois anos a pão e água. E você sempre cora com tanta facilidade?
— Sim, se eu falo de sexo, sim. Sinto muito por tê-lo excitado, não era minha intenção.
— Eu sei, cunhadinha, eu sei.
Enquanto eu tirava o avental, o cinto do meu roupão também se soltou e ele se abriu. Eu não usava sutiã nem calcinha. João viu meus seios enormes com aréolas escuras, meus mamilos grossos e minha buceta peluda de mãe. Ele se levantou da cadeira e foi em direção à minha boca. Mas eu o evitei, o empurrei e disse:
— Não, João, não! —, já estou curada desses vícios de transar com você.
Mas ele ignorando meu pedido, sua boca mamou um dos meus seios e se encheu de leite. Eu o empurrei novamente.
— Me deixe, abusador, me deixe!!
Ele ainda se abaixou e começou a lamber minha buceta. Eu puxei o cabelo dele para afastá-lo de mim.
— Pare, Joõa, pare!!
O menino começou a chorar no quarto. Eles o haviam acordado. João parou de lamber. Eu saí correndo da cozinha. João me disse:
— Sinto muito, Carla!
E que merda ele sentia! Ele estava duro como um touro e se o menino não tivesse acordado, ele não a teria deixado até transar comigo direito.
Enquanto pegava meu filho, voltei a amamentá-lo. No entanto, sua língua em minha buceta veio à minha cabeça e eu não pude evitar me molhar.
Meu cunhado foi para o quarto e me viu amamentando o menino. Eu estava sentada na beira da cama. O roupão caía pelos lados e João podia ver minhas pernas robustas. Ele me disse:
— Não sei o que me deu. Foi uma bobagem. Você me perdoa?
Olhei para a virilha dele e vi o volume que seu pênis fazia.
— Sim, mas vá embora, vá embora do meu quarto.
João foi embora, eu o ouvi entrar no quarto ao lado. Ao terminar de amamentar o menino, ele já havia voltado a dormir. Eu o troquei e depois o cobri com um lençol, o deixei sobre a cama e fui para o quarto de João. A porta estava entreaberta, eu o chamei, e ele me disse:
— Entre, Carla.
Abri a porta, vi que ele estava coberto com um lençol e não vi nenhum volume suspeito nele.
— Não vou entrar. Só queria fazer uma pergunta. Por que eu? É porque sou sua cunhada? — Você tem algum fetiche com isso?
— É porque eu te desejo desde o primeiro momento em que te vi.
— Mas eu sou a irmã da sua mulher, Rogerio seu cunhado. Você deveria me respeitar. Além disso, David seu filho —, ele nunca saberia.
— Caramba, mulher! — Você está brincando?
— Não é verdade, mas ninguém sabe.
— Você me deixa a mil.
Eu me senti lisonjeada e queria mais elogios, por isso perguntei:
— Você me deseja tanto assim?!
— João tirou o lençol de cima e pude ver que ele estava esmagando o pau com uma mão. Ao tirá-la, ele ficou ereto em direção ao teto.
— Veja o quanto eu te desejo, Carla.
Eu não pude evitar que um sorriso se desenhasse em meus lábios sensuais. Cobri a boca com uma mão e depois disse:
— Caramba! Você tem um enorme.
João pegou o pênis e sua mão começou a subir e descer por ele.
— Por favor, fique aí, deixe-me gozar imaginando que o buraco que minhas mãos fazem é sua buceta.
Mas eu, na soleira da porta e com o rosto vermelho como um tomate maduro, disse a ele:
— Você enlouqueceu?!
— Sim, Carla,"""Você me deixa louco.
Eu o via aparecer e desaparecer a cabeça do pau sob a pele e sentia como sua buceta e seu cu se abriam e fechavam. Eu disse a ele:
— Eu me sentiria como uma puta vendo você se masturbar.
— Não se sinta puta, seja puta por uma ou duas horas.
— O quê?! Você sabe o que disse?!
— Sim, quebre os moldes e se deixe levar. Afaste o roupão para um lado e me mostre a buceta. Seja puta, Carla, seja puta.
— Não sei que porra está acontecendo comigo?
— Você está excitada?
Sem saber, me deixei levar.
— Muito. — eu respondi.
João continuava me excitando…eu tentava reprimir meu desejo…
— Seja puta, porra, seja puta. Me mostre a buceta.
Eu via o pau dele duro e a mão subindo e descendo e que vontade me dava de ir para a cama e ser puta como João me dizia. Então afastei o roupão para um lado e mostrei minha buceta peluda.
João me viu brilhar minha pele morena na parte superior das minhas coxas junto à buceta. Eu já estava me derramando por fora.
— Abra o roupão.
Eu abri o roupão e o deixei ver todos os meus encantos. Eu era um monumento de mulher. Minha cintura estreita, meus seios gordos e minhas grandes ancas não eram algo que se via todos os dias em uma mulher magra. Olhando como ele descascava o pau, eu disse:
— Estou me sentindo puta a gosto.
— Tire o roupão e dê uma volta.
Eu tiro o roupão e o deixo cair no chão. Dei a volta e mostrei o cu. Já me lancei sem paraquedas (sutiã).
— Você gosta do meu cu, cunhadinho?
— Porra, eu adoro!
Dei a volta e disse a ele novamente:
— Quero ser sua puta, cunhadinho.
João parou de mexer, pois se não o fizesse, gozaria como um burro.
— Aperte os seios para ver se sai leite deles.
Então eu falo com voz açucarada.
— Claro que sai, bebê.
— Preciso ver para crer.
— Olhe.
Aperto meus seios e sai leite em quantidade deles.
Venha aqui, Carla, venha, amor. Aproxime-se da cama para que eu possa te ver bem.
Eu fui para o lado da cama rebolando os quadris e com os seios movendo-os levemente para os lados.
— Abra a buceta para ver como está.
— Está molhada, cunhadinho.
— Deixe-me ver.
Eu abri minha buceta com dois dedos e Juan viu que estava encharcada de sucos brancos.
— Quero conhecer o seu sabor.
Eu o peguei pela cabeça, ele se levantou, lambeu minha buceta meia dúzia de vezes, e depois eu disse:
— Vou te foder até te deixar seca!
— Sim, bebê, me foda até me deixar sem sucos.
Eu já morria de vontade de ter aquele pau dentro da minha buceta. Subi na cama e me deitei ao lado dele. João disse:
— Me monte você. Sinta-se puta.
— Já não me sinto puta, cunhadinho, sou uma puta.
Eu o montei em cima, ele enfiou o pau dentro da buceta encharcada e comecei a foder duro. Nós estávamos loucos de contentes.
— Me dê seu leite, Carla, me dê seu leite! — ele dizia enquanto chupava meus seios.
Eu aperto os seios e joguei jatos de leite na boca e no rosto dele.
— Me banhe, Carla, me banhe.
Eu o fodendo e banhando, fiquei como uma cadela perdida.
— Me chame de puta!
João me fodeu com toda a força mais de uma dúzia de vezes, e depois eu disse:
— Me banhe, puta!
Eu o banhei e depois dei os seios para ele mamar. João apalpou meus seios e bebeu leite até que, movendo meu cu ao redor, eu disse:
— Vou gozar, cunhadinho. Não goze dentro de mim, disse. Vou gozar, vou gozar, vou gozar. Estou gozando, bebê!
Eu me joguei sobre João. Meus seios se apertaram contra o peito dele e o encharcaram de leite. Minha buceta apertou o pau dele e o banhou com meus sucos. João mal conseguiu se conter, mas esperou que eu terminasse para tirá-lo e gozar fora enchendo meu rosto de porra.
Enquanto isso, quando ele terminou de descarregar, eu lhe dei um beijo e disse:
— Eu já estava com muita vontade. Já sentia sua falta.
— Nós dois estávamos com vontade.
— Você pode continuar?
João me virou. Me colocou debaixo dele, me beijou com língua, e depois perguntou:
— Você quer que eu te dê no cu?
Coloquei uma mão no peito dele, o empurrei, sorri e disse:
— Claro seu idiota!
—Isso quer dizer que sim?
Fiquei séria.
— Sim... quero que você me enfie no cu...
— O que me dás em troca? Perguntei com voz mordaz.
— O que queres?
— Que me comas a cona, mas bem comida.
— Quantas vezes você quer gozar na minha boca?
Fiquei surpresa com a pergunta.
— Comendo minha buceta?!
— Sim.
— Nunca gozei assim, Rogerio nunca foi até o fim.
— Pois já está na hora de você gozar três ou quatro vezes.
João colocou duas almofadas debaixo do meu rabo e depois enfiou a cabeça entre minhas pernas. Eu flexionei os joelhos e estiquei os braços ao longo do meu corpo. Então meu cunhado brincou com a ponta da língua no cu, lambendo-o, fodendo-o… Logo saía leite dos meus seios que descia pelo corpo dele e caía na cama e sucos brancos e espessos que molhavam meu cu e que Juan engolia. Ele parou de lamber meu cu, enfiou o dedo médio dentro e fodeu meu rabo com ele enquanto lambia minha buceta de baixo para cima. Comecei a gemer, minhas mãos pousaram na cabeça dele e apertei a língua dele contra a buceta. Mexi a pélvis de baixo para cima cada vez mais rápido, até que ele disse:
— Estou gozando!
Movendo o rabo em círculos e desfazendo-me em gemidos, gozo na boca dele.
Quando o prazer se foi, meu cunhado tirou o dedo do meu rabo, cheirou-o e depois o chupou. Eu, sorrindo, disse a ele:
— Que porco você é, cunhadinho!
O porco lambeu minha buceta e depois começou a lamber o clitóris de todas as maneiras possíveis, para cima, para os lados, em volta… Lambendo, juntou três dedos, molhou-os com o leite que saía dos meus seios e foi abrindo espaço com eles até que os três entraram no rabo, depois movendo-os em volta e chupando a glande do clitóris, enquanto eu tive meu segundo orgasmo.
— Você vai me matar de prazer!
Gozando, ele lambeu minha buceta e bebeu dela. Depois tirou os dedos do rabo. Mas quando ele se preparava para os cheirar, eu peguei a mão dele, levei os dedos ao meu nariz, cheirei-os e depois os chupei. João, eu disse:
— Tudo de ruim pega.
— O ruim, não, as coisas gostosas, cunhadinho.
Ele voltou a me comer tudo. Seios, dos quais ele se fartou novamente de beber leite doce como mel. Buceta, lambendo lábios, fodendo minha vagina com a língua. Cu, lambendo e fodendo o rabo… Depois enfiou dois dedos na buceta e a fodeu com eles. Ao tê-la bem cachorra, ele fez o redemoinho sobre a glande do clitóris, e eu exclamei:
— Eu morro, cunhadinho, eu morroooooo!!
Depois da tremenda gozada e de me recuperar, eu disse a ele:
— Vou te recompensar, cunhadinho, você pode me enfiar no cu.
Ele subiu em cima de mim, pegou a verga empinada, esfregou-a na buceta, enfiou-a até o fundo dez ou doze vezes, depois tirou-a suja de sucos, colocou-a na entrada do cu, empurrou com o rabo. E enquanto ele enfiava a glande, eu gritei:
— Oooooooooy, oooooooooy, ooooooy!!! — ele tirou-a.
— Dói muito meu cu!
João me colocou de quatro. Lambeu meu rabo e fodeu o cu com a ponta da língua até que, entre gemidos, eu disse a ele:
— Não quero saber, enfia no meu cu.
Ele a enfiou na buceta para lubrificá-la, depois, devagar, enfiou a glande novamente no cu. Eu fechei os olhos com força, apertei os dentes e resmunguei:
— Caralhooooo, que grande!
João enfiou a glande e fodeu o cu só com ela… Fodendo-o devagar, muito devagar, eu disse a ele:
— Acabará por gostar.
Eu não acreditei, era muita verga para um cu tão estreito. Um pouco mais tarde, eu já não pensava o mesmo.
— Mais, enfia mais verga, abusador!
Pouco a pouco ele a enfiou até que os ovos batiam na minha buceta. Meu cunhado com as mãos acariciava minhas nádegas. De vez em quando ele tirava a glande, deixava cair saliva sobre ela e a enfiava novamente. Eu já estava sem freios.
— Ai caramba, que gostoso, cabrão, ai que gostosoooo!
Pouco mais tarde, eu dizia a ele:
— Mais rápido, porco, mais rápido e mais forte.
João me deu como eu queria. Eu já era uma égua descontrolada.
— Açoita meu rabo! Implorei gemendo.
Enfiando-a, ele me deu com as palmas das mãos — Plasssssss, plassssss. plassssss, plasssss!
— Me dá mais, porco, me dá mais e mais forte!
Ele me deu tão forte que as mãos dele doeram.
— Passssss, plasssss, plasssss, plasssss…!!!
Eu estava indo muito longe e já não tinha remédio.
— Eu vou gozar, cunhadinho, eu vou gozar! Eu vou gozar, seu filho da puta!
Com todo o meu corpo tremendo horrivelmente e ofegando como uma cadela, eu gozei como um rio enquanto meu cunhadinho me enchia meu cu de leite.
Ao terminar, deitada ao lado dele e brincando com um dedo em seu cabelo, disse:
— Vamos fazer mais um e amanhã fingimos que não nos conhecemos, o que você acha?
— Você quer que tudo acabe depois de mais uma transa?
— Sim, cunhadinho.
João, desanimado, me disse:
— O que é bom dura muito pouco. Não é?
— Você não me entendeu, João.
João estava confuso.
— O que eu tenho que entender? Você disse que quer que eu finja e finja que não nos conhecemos.
— Exato, assim quando você quiser fazer de novo terá que me seduzir novamente.
Meu cunhado Rogerio se desvía da rota e entramos por atalhos
Deixando meu marido com minha irmã Carla no apartamento, fomos às compras no mercado. Depois de um tempo, já tínhamos quase tudo.
Eu coloquei dois pacotes de absorventes menstruais, um para mim e outro para minha irmã, porque sempre que convivíamos juntas nossa menstruação viria ao mesmo tempo.
— Também preciso disso e disso. — Rogério pegou lubrificante anal e camisinhas tamanho extra grande.
— Você precisa desse tamanho? — Ei, desculpe, não sei por que eu disse isso.
— Sem problema. Se quiser, eu te mostro.
— Você não deveria dizer isso para sua cunhada... bem, enquanto eu pego mais alguma coisa para a casa, você poderia ir à farmácia buscar meu remédio para diabetes... aqui está a receita...
— Sem problema... já vou.
Quando Rogério chegou na farmácia... perguntou ao funcionário.
— Olhe, eu quero pegar uma mulher muito bonita... será que existe algo para deixá-la muito excitada.
— Puta merda, cara, você sabe o que está me pedindo!
— Tenho aqui o milagre perfeito, toma-se como insulina sob a pele, uma injeção de bremelanotide e pronto, ela fica excitada para você, mas preciso que me dê 8000 pesos.
— Sem problema... ela merece tudo.
Fátima, embora estivesse vestida de forma muito informal, com uns jeans justos que tanto me agradam e uma camiseta simples, a verdade é que estava muito atraente. Era um dia muito quente, e ela usava o cabelo preso em num rabo de cavalo daqueles que a faziam parecer recém-saída da cama.
A camiseta era amarela, daquelas de alcinha, muito veraneia, e embora não tivesse um decote extremamente acentuado, ao se mover ou ao escorregar a alça, eu podia ver que por baixo ela usava um sutiã branco. Colocamos tudo no carro e partimos para o nosso destino.
Fomos conversando sobre vários assuntos, ouvindo música reggaeton.
— Essa música tem ditos sexuais. — disse.
— Sem problema, não me incomoda.
Aproveitando a paisagem... Enfim, o normal nesse tipo de viagem.
Nada especialmente notável durante muitos quilômetros; com exceção de alguma olhadinha disfarçada em seu decote ou a tentativa de intuir seus mamilos através do tecido da camiseta. Eu estava com o ar condicionado no máximo, tentando que o frio me ajudasse em meu propósito, mas provavelmente porque ela usava sutiãs com algum enchimento, era impossível intuir qualquer outra forma que não a própria base do sutiã.
Perto das 14h30, meu telefone tocou através do viva-voz do carro. Era minha esposa.
Ligava para nos avisar que eles tinham ido para a praia, demorariam umas 4 ou 5 horas a mais do que o inicialmente calculado. Ou seja... até o anoitecer não haveria ninguém para nos abrir as portas da casa alugada.
Uma vez conhecida a notícia, Fátima e eu começamos a avaliar diferentes opções sobre o novo horário a seguir. Inicialmente contávamos em chegar lá por volta das 4, mais ou menos. Preferíamos não parar para comer para chegar o mais rápido possível e já beliscaríamos algo no destino, mas claro... sendo assim, de nada nos serviria continuar naquele ritmo, pois assim que chegássemos, estaríamos sozinhos diante daquela casa fechada.
Concordamos que seria preferível comer pelo caminho, pois a essa hora, depois de mais de 3 horas de estrada, já começava a dar vontade de descansar um pouco, além de que ambos já tínhamos um pequeno buraco no estômago, pois não havíamos comido nada desde a hora do café da manhã.
O caso é que viajávamos por uma estrada secundária, afastada de qualquer vestígio de civilização. Pelo que indicava o GPS, a cidade mais próxima estava a meia hora de caminho, e ainda teríamos que desviar alguns quilômetros da nossa rota.
Viajávamos por uma estreita estrada regional, margeando a costa do rio da prata, e embora a paisagem fosse espetacular, pois íamos muito perto do penhasco, não havia perspectivas de encontrar por ali nenhum restaurante ou bar de estrada.
Como tínhamos empanadas e algo para beber no porta-malas, concordamos que seria preferível comer mesmo que fosse no carro, e depois pararíamos para tomar um café na próxima cidade que encontrássemos.
Tive que rodar ainda alguns quilômetros mais, pois naquela estrada tão estreita nem sequer havia um lugar onde pudesse parar e estacionar com alguma segurança.
Finalmente, após uma longa reta, encontramos um pequeno bosque com um parque, onde pude deixar o carro estacionado no acostamento sem perigo de ser atingido pelos que vinham atrás.
Era uma pequena extensão da vala, com espaço suficiente para deixar o carro sem invadir a pista, quase à beira do precipício que dava para o mar.
Encostei o carro o máximo possível para evitar ocupar a pista e descemos para pegar a empanada e as bebidas do porta-malas.
Assim que abrimos a porta, uma rajada de ar abrasador nos atingiu o rosto. Como vínhamos com o ar condicionado, nem tínhamos percebido o calor tão sufocante que fazia lá fora.
Ali de pé, revirando as coisas do porta-malas em busca de uma faca para cortar um par de porções, sentíamos o sol do meio-dia batendo diretamente na nuca. Em apenas um par de segundos, já começávamos a suar.
—Puff!.. Vamos ter que entrar de novo no carro e comer lá dentro!; eu disse a Fátima.
— Caramba.. pois não será muito confortável, mas também não me agrada a ideia de ter que comer aqui de pé, torrando ao sol.
Nisso, dando uma olhada por entre a vegetação que descia o penhasco, pude vislumbrar um pequeno areal no fundo. Não podia ser considerada uma pequena enseada, porque nem sequer, mas sim um pedaço de terra no meio da costa, mas que bem valeria para sentar um pouco à sombra de um pinheiro e comer aquele almoço com um pouco mais de conforto.
—"Olha lá embaixo".. Você acha que conseguiria descer sem quebrar a cabeça?; perguntei.
—Suponho que sim..; respondeu animada com o conforto que aquela pequena extensão de areia nos oferecia.
Pegamos uma espécie de bandeira de tecido grande que sempre levo no porta-malas para proteger o estofamento do carro, colocamos em uma sacola as porções de empanada, um par de guardanapos e uma garrafa de 2 litros de água que àquela altura do dia já não estava muito fria, e como pudemos, fomos descendo por entre as pedras e a vegetação até aquele reduto de terra no meio do nada.
Uma vez lá embaixo, parecia ainda menor do que de cima. Não deveria ter mais de 10 ou 15 m2.
Além disso, só havia sombra em um pequeno canto, mas era o suficiente para nos acomodarmos ambos sobre aquela espécie de toalha, e degustar a empanada com um certo conforto.
Preparamos aquele tipo de piquenique, tiramos os sapatos para ficar mais confortáveis, e assim que sentamos demos um bom gole na garrafa de água. Entre o calor sufocante e o esforço da descida, estávamos ambos pingando de suor.
— "Que pena não ter trazido o biquíni"; disse Fátima enquanto sacudia a camiseta grudada no corpo.
— Quem diria, mas bom, eu quase que tiro a roupa igualmente porque vai pegar fogo em mim. Mal tinha terminado a frase e eu já tinha tirado a camisa e, quase instintivamente, sem pensar muito, decidi tirar também as calças, ficando apenas com os boxers pretos justos que usava naquele dia.
Fátima ficou meio sem jeito, pois embora tivéssemos ido juntos inúmeras vezes à praia, certamente me ver de cuecas não era exatamente a mesma coisa.
Ver-me tão decidido a tirar a roupa a tinha pegado de surpresa e, embora seja verdade que não havia nada de mais, como eu disse, ela sempre me vira com um certo respeito e, certamente, aquela situação não era excessivamente confortável.
Ela hesitou por alguns instantes sobre o que fazer, tentando balbuciar alguma palavra que eu não consegui entender muito bem, mas finalmente se atreveu e, morrendo de vergonha, tirou também a camisa, ficando de sutiã branco.
— "Que chato, né?.. mas é que estou pingando"; ela me disse meio corada enquanto secava as axilas com a camisa.
Devo admitir que eu também fiquei um pouco nervoso ao vê-la tirar a camisa. Que bobagem, vocês dirão!, pois eu não estava vendo nada que já não tivesse visto na praia, nem estava descobrindo um segredo, pois sabia perfeitamente como era o sutiã. Branco, com um pouco de enchimento.. enfim.. como quase todos.
Se ao menos fosse daqueles que deixam o mamilo um pouco transparente ou algo assim, aí sim, mas certamente era absurda aquela vergonha que pairava no ar.
Depois de tirar a camisa, começamos a comer, tentando quebrar aquela tensão com comentários pouco relevantes e clichês repetitivos do tipo.
— "Realmente está calor, sim..".
Na 2ª ou 3ª garfada, Fátima tentou arregaçar a barra da calça jeans que ainda usava, mas como era tão justa, a barra mal se moveu, e ela foi obrigada a desistir de sua tentativa.
Vendo os receios que ela mostrava em tirar as calças, imaginei que talvez estivesse menstruada e que seria muito desconfortável ficar de calcinha na minha frente, caso a compressa aparecesse ou ela tivesse se sujado um pouco. Não sei.. coisas que nós homens pensamos, mas mesmo assim perguntei:
— E não seria melhor você tirar as calças?; não acho que vou me assustar por te ver de calcinha.
— Não, eu sei... mas é que...; ela balbuciava.
— É que você tem vergonha.. ha,ha... A essa altura!..
— Não, idiota, não é isso. Quem dera eu estivesse de calcinha para você poder vê-las; mas é justamente esse o problema.
Assim que ouvi isso, rapidamente pensei que ela ia me dizer que estava sem roupa íntima, mas não... eu não teria tanta sorte.
—"Também me ocorre que justamente hoje vim de tanga, e vamos lá.. nem uma tanga qualquer... peguei a primeira que tinha à mão e acabou sendo uma das menores do meu armário"; ela confessou toda corada.
Quase me engasguei com a empanada, mas depois de mastigar algumas vezes e me ajudar com um gole de água, consegui esvaziar a boca.
— Compreendo; -eu disse sorrindo-, pois você mesma... deixe estar — e mordi a empanada novamente —
Talvez tenha sido ao ver minha atitude despreocupada, como querendo tirar a importância do assunto, o que a animou e ela disse:
— Que caramba!.. De perdidos ao rio! (perdido por cem perdido por mil…ou que se foda), de modo que se levantou, e na minha frente tirou as calças, cuidando pelo menos para não me dar as costas em excesso. Suponho que ela tinha mais receio de que vissem seu bumbum nu do que qualquer outra coisa, então, depois de jogar as calças para o lado, rapidamente se ajoelhou, ficando sentada sobre as próprias pernas, tentando se cobrir o melhor possível.
Foram apenas alguns instantes enquanto ela estava de pé, mas o suficiente para eu verificar que a tanga era realmente bem pequena. Branca - combinando com o sutiã - e daquelas "tipo fio" (eu intuía, embora não tivesse visto por trás). Pela frente, apenas um pequeno triângulo de tecido cobria seu precioso tesouro.
Continuamos comendo, tentando aparentar uma normalidade que certamente não existia, eu tentando não ficar excitado, desviando meu olhar para o mar, e ela ali, meio agachada, procurando uma pose o mais digna possível.
O sol havia avançado um pouco, de modo que a sombra já se projetava um pouco mais para a direita, então eu propus.
—"Vamos mover um pouco a toalha para lá, para pegar mais sombra".
Ela entendia que eu tinha razão, mas a mudança de postura a obrigava a se levantar e, claro... a vergonha era mais poderosa que a sensação de calor.
Compreendi perfeitamente a situação, então eu me lancei:
— "Vamos mulher, levanta".. Que particular tem!.. É uma tanga e pronto, não é?
Atordoada e envergonhada, ela demorou a decidir, mas finalmente assentiu com a cabeça e, tentando quebrar o gelo com sorrisinhos e brincadeiras, levantou-se.
Primeiro movemos a toalha e depois, ela teve que se virar para pegar a garrafa de água atrás dela, momento em que pude ver perfeitamente seu bumbum vestido apenas com aquela minúscula tira de tecido que afundava entre os glúteos.
—"Tariro, tariro..." brinquei com a típica melodia dos streaptase.
—"Não me olhe", brincou ela enquanto tentava cobrir o bumbum com uma mão.
— Bom mulher, bom... Que particular terá! Se é que você vê como somos os humanos, não é?... Se estivesse de biquíni não seria nada estranho, mas, por ser roupa íntima que praticamente cobre o mesmo, ficamos muito mais pudicos.
—Sim, eu sei, mas o que você quer que eu faça.
— Relaxa mulher, você está linda. Além disso, ninguém te vê! Dê uma voltinha para eu te ver bem, e você verá como rapidamente perde a vergonha.
Essas demonstrações de compreensão da minha parte, e ver como eu tentava tirar o peso do assunto, pareceram relaxá-la um pouco e continuamos comendo um pouco mais confortáveis com aquela semi-nudez.
Enquanto mastigava, não pôde evitar dar uma olhada mais de perto no pequeno triângulo que cobria seu sexo, e pela pouca extensão que cobria, eu podia imaginar o quão depilada ela estava ali embaixo.
Pela forma como o tecido afundava na abertura dos lábios, e pelas zonas nuas que a tanga não cobria, eu sabia que ela estava praticamente toda raspada.
Entre essa imagem do seu sexo sem pelos na minha cabeça, e o calor do momento, meu pau parecia querer ganhar vida própria dentro da minha cueca. Eu estava com dificuldade para manter a mente fria e aquilo se complicava a cada momento.
— Bom, tenho que dar a insulina — ela não percebeu que era uma injeção de bremelanotide.
Fátima começou a olhar de um lado para o outro, como se procurasse algo.
—"O que você está olhando?"; perguntei..
—Nada, é que..
— É que o quê?.. a interrompi.
—Rogerio!!.. é que estou com vontade de fazer xixi e não vejo um lugar onde possa ter um pouco de privacidade; ela me respondeu jucosamente.
O atendente me disse que a substância começava a fazer efeito enquanto ela tivesse vontade de fazer xixi.
—Nossa, que problema!, ironizei..
—Sim, ria... para vocês, homens, é muito fácil, mas para mim é muito difícil fazer xixi ao ar livre, e principalmente, se há pessoas por perto.
— Não se preocupe, mulher... Você se afasta um pouco e faz ali ao lado.
— Que remédio!... Vire-se! e nem pense em se virar até que eu te avise.
— Claro que sim!.. então me levantei e me virei para a estrada para -na medida do possível- que ela tivesse um pouco de privacidade.
Foram alguns segundos de tensão imensa, onde me parecia que eu não conseguiria mais controlar minha ereção. Saber que minha cunhadinha estava mijando ali de costas, meio nua, em uma situação tão "íntima" fazia meu coração bater a mil por hora.
— Não olhe, hein?"""
— Claro que não, sua chata!...
Como ela estava a poucos metros de mim, e embora o barulho das ondas dificultasse, o som do seu jato de xixi ao ser expelido chegou aos meus ouvidos.
Sabendo que ambos estávamos de costas um para o outro, não pude resistir à tentação e virei a cabeça. Lá estava ela!.. de costas para mim, agachada na areia com o biquíni no meio das coxas e seu bumbum redondo me convidando a fantasiar com ela.
Foram apenas 2 ou 3 segundos, mas o suficiente para que aquela imagem ficasse gravada na minha retina. Voltei a olhar para o penhasco com medo de que ela percebesse que eu a tinha visto, quando a ouvi dizer.
—"Não tem uma guardanapo por aí para eu me secar, né?"...
Com a desculpa de responder, virei levemente a cabeça novamente, mas desta vez ela também estava olhando para mim, de modo que viu perfeitamente como eu a tinha visto naquela postura comprometida.
— "Não olhe", ela gritou, meio zangada, meio brincando.
— Não, não tem mais. A não ser que você se limpe com aquela cheia de óleo da empada; eu disse enquanto voltava o olhar para as rochas.
— Pois vai ter que ser mesmo assim; ela respondeu.
— Quase instantaneamente, eu me virei completamente, como se desse por certo que ela já havia terminado e eu tinha permissão para me virar.
Naquele segundo que durou a virada, consegui vê-la sacudir os quadris no ar como se tentasse não deixar nenhuma gota e subir aquela minúscula tanga novamente.
— "Não te disse para não virar enquanto eu não avisasse?"; ela me inquiriu enquanto terminava de ajustar as alças do elástico.
— Sim, bem... mas você já terminou.
— Sim, claro...
— Afinal, do que você tem medo?... De que eu veja seu bumbum?...
—Ha, ha... ambos caímos numa risada boba que indicava que a situação já começava a ser mais amigável para todos. O bremelanotide fazia seu milagre e Fátima estava ficando mais desinibida.
Enquanto ela percorria os poucos passos que a tinham afastado da toalha, não pude evitar dirigir o olhar para o seu biquíni. Umas gotinhas de xixi tinham molhado o tecido fino e acentuavam ainda mais a fenda dos seus lábios. Justo naquele instante, ela esticou o tecido para ajeitá-lo como se tivesse percebido que eu tinha visto.
Minha rola tinha ficado um pouco inchada, e com certeza sua forma se insinuava através do boxer apertado. Ela também não pôde evitar desviar o olhar e quis fazer de conta que não tinha percebido.
Olhamos que horas eram, e como ainda era cedo, decidimos deitar um pouco para descansar. Como só tínhamos aquela grande toalha, devíamos compartilhá-la de modo que, deixando a máxima separação que podíamos permitir, nos deitamos confortavelmente para dormir a sesta.
O sol continuava avançando e a sombra já começava a desaparecer, de modo que mais bem podíamos dizer que estávamos tomando sol mais do que descansando à sombra. De qualquer modo, ao estar assim leves de roupa, e com a brisa do mar, a sensação não era de todo desagradável.
Não sei exatamente quantos minutos estaríamos assim deitados ao sol. Ela de bruços, a poucos metros de mim, com seu magnífico bumbum dourando-se sob o sol, e eu, ali ao lado, tentando me acalmar para evitar que a ereção me escapasse de controle.
Enquanto eu tentava repassar mentalmente assuntos pendentes do trabalho - para não pensar no indevido - ela começou a se mover inquietamente como se algo a incomodasse.
Nisso, ela me diz:
— Meu Deus... o sol está esquentando meus encaixes metálicos do sutiã e você não imagina como queimam na pele. Ainda vão me causar feridas e tudo.
— Pois tire-os; eu respondi zombeteiramente.
— Sim, claro... era o que faltava. Se a situação já não fosse suficientemente inapropriada, se você quiser, continuo me despindo.
— Psstt... pois você que sabe. Pouco da sua anatomia resta por descobrir, a verdade. - mais risadas zombeteiras -
— Aí você também tem razão. Superado o mau momento do biquíni minúsculo que não tapa nada, e o ter que fazer xixi ali agachada como se fosse um cachorro, pois pouca vergonha deve me restar.
E dito isto,"""Ela desabotoou o sutiã, jogou-o para o lado e deitou-se de bruços novamente.
Eu também me deitei de bruços, tentando disfarçar a ereção que, naquele momento, já estava fora de controle. Virei a cabeça para o outro lado, como se tentasse pegar no sono. Com sorte, conseguiria dormir um pouco e tudo se acalmaria.
Minutos depois, embora estivesse olhando para o lado oposto a Fátima, notei que ela se virava e se deitava de costas.
Agora era a minha oportunidade. Eu só precisaria me virar sutilmente, como quem não quer nada, e poderia me deliciar com a visão de seus seios totalmente nus.
Esperei mais um pouco, como se tentasse disfarçar minhas intenções e procurando fazer o mínimo de barulho, caso ela estivesse sonolenta, e me virei para ela. Lá estava ela, deitada, com os olhos fechados, um joelho flexionado e levantado, e a outra perna totalmente esticada.
Seus pequenos seios, certamente pareciam ainda menores assim esticada, mas de qualquer forma faziam meu coração bater a mil por hora.
Eu estava vendo minha cunhada, a secreta inspiração das minhas fantasias proibidas, praticamente nua. Tão simples, tão natural, tão ela mesma...
Ela tinha mamilos pequeninos, com auréola rosada, que convidavam a serem mordiscados com doçura. Deleitei-me repassando todos os detalhes de seu corpo, imaginando a sensação de cobrir com minha mão aqueles seios tão cativantes.
Enquanto a repassava visualmente, ela deixou cair a perna que tinha semiflexionada, ficando totalmente esticada sobre a areia, de modo que seu monte de vênus se destacava proeminentemente como convidando a ser conquistado pelas hordas inimigas.
O pequeno pedaço de tecido que cobria seu sexo, insistia em afundar em sua fenda, oferecendo um espetáculo irrepetível. Agora que a olhava descaradamente, estava convencido de que ela tinha a vagina totalmente depilada.
Pelos pequenos espaços que o tecido não cobria, dependendo da postura adotada, eu não conseguia ver em nenhum momento qualquer vestígio de pelos. Além disso, aquele tecido tão fino, tão colado ao corpo, deixaria perceber a forma de seus pelos e, no entanto, oferecia um toque uniforme e liso.
Não sei até que ponto ela estava sonolenta, mas pela sua expressão tranquila parecia que estava à vontade naquela espécie de sesta de verão.
Depois de um tempo, procurando uma posição mais confortável para dormir, ela se virou de lado, dando-me as costas e ficando com as pernas dobradas, uma mais adiantada que a outra. Como se estivesse dormindo no colchão de sua cama.
Permaneci imóvel por alguns minutos, como se tentasse me certificar de que ela realmente estava dormindo. Como agora ela me dava as costas, eu tinha certeza de que ela não me via olhando-a descaradamente.
Eu me levantei e fiquei deitado apoiado nos meus próprios cotovelos, como se estivesse olhando para o mar, mas em vez do mar, meus olhos se perdiam em outras maravilhas da natureza.
Deleitei-me olhando suas costas nuas, percorrendo-as com o olhar e a imaginação desde a nuca até a parte de baixo, bem onde se ajustava a cintura do biquíni.
Seu bumbum formava uma figura perfeita, interrompida apenas pela pequena tira de tecido que se perdia entre os glúteos.
Imaginava a sensação de agarrar aquelas nádegas com minhas mãos, apertá-las, acariciar com meus dedos a fenda de seu bumbum, deslizando-os depois pela dobra que o glúteo forma com a coxa.
Ela tinha as pernas um pouco separadas, o que me permitia ter uma visão um pouco mais profunda de sua virilha com apenas adiantar um pouco minha posição. Virei-me disfarçadamente buscando um melhor ângulo e parei um bom tempo vendo como o biquíni se perdia entre suas pernas abertas.
Nessa área da virilha, o pedaço de tecido era realmente minúsculo, pois praticamente não conseguia cobrir seus lábios vaginais que, dali, eu podia confirmar estarem totalmente raspados. Eu podia ver seu delicado ânus, cruzado ao meio pela tira de tecido.mas sem cobri-lo em toda a sua superfície.
Deleitei-me em seu esfíncter, rosado, franzido, enquanto meus boxers começavam a encharcar-se com os fluidos que meu pau segregava.
Imaginava como seria chupá-lo, acariciar seu íntimo buraquinho com a ponta da minha língua, cuspi-lo, deixando a saliva escorrer por entre suas nádegas até chegar à sua buceta.
A pequena tanga não conseguia cobrir a totalidade de seu sexo, de modo que um bom pedaço daqueles lábios carnudos e sedutores saía para fora para meu gozo e deleite.
Nunca imaginei que minha inocente cunhadinha fizesse depilações tão sedutoras.
Eu a imaginava se depilando, no chuveiro, separando as pernas para facilitar o acesso da lâmina a cantos tão íntimos, e meu pau palpitava como que clamando por minha atenção.
Notei que ela se mexia e, prevendo que ela se virasse, deitei-me rapidamente e me virei para o lado oposto, tentando que ela não descobrisse minha ereção.
Às minhas costas, sentia que ela se mexia em busca de uma posição melhor.
Assim que notei que ela havia se acomodado novamente, esperei vários minutos e voltei a me virar com o propósito de continuar com meu espetáculo.
Como o sol havia avançado um pouco mais, ela havia se movido 45 graus para ficar totalmente perpendicular ao sol. Ou seja, ela havia se colocado transversalmente à minha posição.
Como ela sempre reclamava que no verão lhe saíam sardas com o sol, ela havia coberto o rosto com a camiseta, de modo que eu podia continuar dirigindo meus olhares furtivos sem medo de que ela percebesse.
Ela estava deitada de costas, com as pernas ligeiramente separadas, o suficiente para que, da minha posição, eu continuasse vendo sua buceta mal coberta pela pequena porção de tecido. Eu adoraria que ela separasse mais as pernas, para vê-la mais exposta, mas por enquanto aquilo era tudo o que havia.
Meu pau estava prestes a explodir, e eu tinha uma vontade louca de me masturbar. Pensava em como poderia fazê-lo, mas todas as ideias tinham suas falhas.
Pensei em entrar na água e me masturbar lá dentro, mas a verdade é que eu não queria abrir mão do espetáculo que estava desfrutando.
Pensei em me posicionar contra o penhasco, de costas, como se fosse urinar contra as pedras, mas claro... se ela me visse tanto tempo ali de pé, estranharia uma mijada tão longa.
Será porque naquele momento o sangue não me irrigava o cérebro, ou porque o calor do momento me nublou o sentido, mas quase instintivamente tirei o pau e comecei a me masturbar ali na frente dela.
Levaria apenas alguns minutos, então seria ruim se ela acordasse justo naquele instante. Ainda hoje tremo ao pensar em ter cometido essa irresponsabilidade, mas naquele momento, não pude conter a ânsia de me tocar.
Pela excitação que tinha, sabia que não demoraria muito para gozar, então, sem parar para pensar muito nas falhas do meu plano, tirei o pau e comecei a me masturbar ritmicamente a poucos centímetros dela.
Enquanto me masturbava, observava descaradamente seu protuberante monte de vênus, vagamente camuflado atrás daquele minúsculo pedacinho de tecido que continuava insistindo em afundar-se na fenda para meu maior deleite.
Percorria o avanço do tecido que se estreitava à medida que se adentrava entre suas nádegas, de modo que a fina tira branca nem sequer cobria a totalidade de seu ânus. Deleitei-me imaginando a sensação de acariciar aqueles deliciosos seios, brincar com seus mamilos... E imerso em meu prazer estava, quando de repente ela pareceu despertar de sua sonolência, descobriu o rosto que mantinha protegido do sol sob a camiseta, e me pegou "em flagrante" no meio do ato.
— "Mas o que você está fazendo, seu maluco...?", exclamou surpresa.
— Desculpa!, é que... isto... pensei que você estava dormindo e...; mal conseguia balbuciar palavra alguma enquanto tentava acomodar o pau dentro da cueca.
— Sim, claro, você pensou que eu estava dormindo e você, enquanto isso, se esbaldando, não é?
— Sinto muito, de verdade. Não sei o que me aconteceu. De repente, vi-te ali e não sei... não consegui conter-me. Por favor, não contes à tua irmã.
— E o que queres que eu lhe conte?... Que estivemos aqui meio despidos e que tu não te soubeste conter? A culpa é minha por andar a provocar.
No seu tom, parecia-me notar que não havia um excesso de reproche, mas sim que o afirmava com uma certa frescura e jovialidade.
— A sério, desculpa — insisti eu. — Sei que não tem justificação alguma, mas entre o calor, ver-te assim tão "sexy" e uma coisa e outra... Compreende-me; a paixão foi mais forte que a razão.
— Sim, homem, tranquilo. Não vou contar nada. São coisas que acontecem. Mas, a propósito... Não te deixei terminar, certo?
— Pois, na verdade, não. Tu decidiste acordar no melhor dos momentos.
— Então continua; mas aí de pé, à minha frente. Quero ver-te também, não vais ser o único a tirar proveito desta situação.
— Não!... Nem pensar!... Que chato!...
— Sim, claro!... Que se lixe!... Tu ficas excitado a olhar para mim e eu não posso fazer o mesmo contigo. Isso não é justo. O que pensas?... Que o meu coelho não fica alegre ou quê?... Uma mulher também tem os seus calores. Então, vá...
Vendo-a com tanta determinação e como eu realmente não tinha argumentos para a rebater, levantei-me à sua frente e continuei com a minha masturbação.
Com o susto, a minha ereção tinha diminuído um pouco, mas assim que a tirei de novo, saltou como uma mola e ficou rapidamente dura, desafiadora, pulsando a cada movimento que eu lhe fazia com a mão.
Fátima continuava deitada à minha frente, desfrutando do espetáculo e, nisto, decidiu também passar à ação. Separou totalmente as pernas e, metendo a mão por baixo da tanga, começou a acariciar o seu sexo.
— Uff!... Sinto-me estranha — Estou encharcada!, disse ela, enquanto levava os dedos húmidos à boca, saboreando os seus próprios eflúvios.
Ritmicamente nos masturbávamos, um em frente ao outro, eu suavemente tentando adiar a explosão do meu orgasmo e ela um pouco mais acelerada, como se os seus desejos sexuais estivessem a descontrolar-se.
Tirou a tanga para ter maior liberdade de movimentos e finalmente pude ver a sua vagina totalmente exposta. De facto, estava totalmente depilada na zona dos lábios, tendo deixado uma pequena tira de pelos na parte superior do púbis. Enquanto com uma mão estimulava o clitóris com movimentos circulares, com a outra afundava 2 dedos na profundidade do seu sexo.
Pressentindo que o seu orgasmo estava perto, deixei-me cair de joelhos sobre a sua virilha e quis saborear aquele fruto proibido.
— "Eh, para"... isto não está bem... Uma coisa é uma masturbação e outra é que chegue a haver contacto físico entre nós.
— Ah, vá lá!, não sejas hipócrita. Nem tu acreditas nessa asneira.
E, de facto, ela não acreditava, então, resignando-se a cair no proibido, afastou as mãos, deixando-me praticar-lhe uma magistral comida de xoxota.
Certamente estava encharcada, então a minha língua rapidamente recolheu os seus fluidos, inundando a minha boca com um sabor inebriante. Talvez enriquecido pelo suor produzido num dia tão quente, ou pelas gotículas de urina que certamente se tinham perdido por ali, o seu sexo exalava um aroma e um cheiro intenso, profundo e penetrante.
Deleitei-me a sugar aqueles lábios carnudos, percorrendo com a minha língua as suas pregas vaginais, pressionando e estimulando com a minha língua o seu clitóris pulsante até que parecia que ia gozar.
Assim que notava a tensão nos seus músculos, pressagiando o ansiado momento, abrandava o ritmo e retirava-me para zonas menos sensíveis, como a parte interna das suas coxas e a zona alta do seu monte de vénus.
Ela, totalmente entregue, desfrutava daquele prazer proibido até que, numa aproximação ao seu clitóris, não conseguiu conter-se mais e um chicote de prazer arqueou-lhe as costas enquanto a minha língua brincalhona prolongava a agonia do seu orgasmo.
Sem quase a deixar recuperar,"""Voltei a deslizar a minha língua pela sua fenda e continuei a avançar em busca do seu precioso buraquinho traseiro.
Com as minhas mãos, levantei as pernas dela para que ela elevasse o traseiro, deixando-o mais acessível para mim.
Entendendo as minhas intenções, ela agarrou as pernas por trás do joelho e levantou-se ligeiramente como se fosse dar uma cambalhota para trás.
Tinha diante de mim, totalmente aberto e exposto, o seu cantinho íntimo, o seu precioso tesouro, a sua "porta traseira" franzida e rosada.
Estava perfeitamente depilada, de modo que não havia um único pelo à volta do seu anel apertado.
Separei ligeiramente as suas nádegas para abri-lo e deixei cair um jorro da minha saliva nele, favorecendo que escorresse para o seu interior. Com a ponta da língua, tentava empurrar a saliva para dentro ao mesmo tempo que o penetrava ligeiramente. Beijava-o, acariciava-o com os lábios, deslizava a minha língua pelo meio das suas nádegas, desde a sua cona até ao seu cu, sujando tudo com um almíscar dos seus sucos e da minha saliva.
Minha cunhada Fátima parecia gostar do meu beijo grego, pois enquanto estimulava o clítoris com a mão, cuidava de não deixar cair o rabo contra o chão para me ser mais acessível e permitir assim que a minha língua lhe vasculhasse as entranhas mais comodamente.
Vendo o quão lubrificado o tinha, quis meter um dedo na sua estreita gruta mas mal introduzi metade do meu dedo indicador, o seu esfíncter fechou-se aprisionando-o.
— "Não, não..." por aí não.. Prefiro que nesta que será a nossa primeira e última vez (como querendo deixar as coisas claras) desfrutemos de algo mais romântico". Quero que me faças amor, apaixonadamente, abraçando-me, beijando-me...
—Vá, que romântica te puseste!
— O que preferes?.. Isso ou terminar de te masturbares sozinho?, respondeu zombeteiramente.
Tirei-lhe o dedo do cu e deixei que se acomodasse no chão, deitada, com as pernas abertas. Teria gostado de lha meter na boca primeiramente e deleitar-me a ver como ma chupava, mas a verdade é que estava prestes a ejacular e isso provocaria um orgasmo imediato.
— Assim, põe-te tu em cima; sussurrou-me.
Assim, com todo o romantismo que era capaz de encontrar no meio daquele calor, acomodei-me sobre ela e apontei a minha estaca para o seu sexo.
Deslizei a minha glande contra os seus lábios vaginais externos, a modo de apresentação, mas dada a grande quantidade de fluidos que embadurnavam os nossos sexos, aquilo parecia querer deslizar para um poço sem fundo.
Mal acomodei a ponta do meu pénis sobre a sua abertura, deixei-me cair -sem força mas com firmeza-, de modo que lhe entrou toda ela abrindo caminho através daquele túnel apertado e húmido.
— Ahhhhhh.....; exclamou agonizante perante a minha investida.
Após deixá-la ali quieta uns segundos, como em busca de acomodação, os nossos corpos começaram a mover-se procurando a sincronia perfeita.
A minha anca marcava ritmicamente os tempos enquanto ela parecia derreter-se num abraço comigo, acariciando-me as costas e apertando-me os glúteos com as suas pequenas mãos.
Na sua forma de me abraçar, de me beijar, por como me olhava com essa mistura de paixão e ternura, sabia que aquilo era muito mais do que sexo visceral. Não vamos falar de amor nem nada por aí, mas seria absurdo negar que aquilo era a manifestação física de um cúmulo de sentimentos adormecidos pela correção de formas que devem dar-se entre cunhados. Amo loucamente a minha esposa -a sua irmã- mas isso não impede que sinta um certo afeto especial por Fátima, e naquele dia em que todas as barreiras tinham sido eliminadas, ambos nos entregávamos um ao outro tentando desfrutar de tudo aquilo que nos era vedado.
Abraçado fortemente a ela, virei-me de lado para mudar de posição e para que ela se pusesse em cima. Continuou a cavalgar-me rapidamente, quebrando o tempo e o ritmo do seu movimento de ancas. Primeiro para cima e para baixo, depois fazendo círculos, depois movendo-se em vaivém... ela estava a desfrutar enquanto eu acariciava por baixo os seios com que tantas vezes tinha fantasiado.Ele se inclinou para a frente, momento em que aproveitei para morder suavemente um de seus seios. Eu o prendi entre meus lábios e, sem deixá-lo escapar, brincava com minha língua contra seu mamilo.
A vantagem de ter seios pequenos é que são facilmente manejáveis, de modo que, forçando um pouco a mandíbula, eu podia colocar praticamente todo o seio dela na boca, algo que ela parecia adorar.
Enquanto eu comia seus seios, ela gemia e apertava seu púbis contra o meu, buscando a máxima pressão de seu clitóris contra a base do meu pau.
Agarrei suas mãos e entrelaçamos nossos dedos enquanto nos fundíamos em um beijo intenso e apaixonado. Notei que ela estava prestes a gozar novamente, então aumentei o ritmo dos meus movimentos.
Ela se levantou, nossas mãos ainda entrelaçadas, seus seios balançando para cima e para baixo, e naquele instante ela não conseguiu mais se conter, soltando outro gemido intenso de prazer enquanto gozava, olhando-me fixamente nos olhos.
Eu tentava reter meu clímax, pois queria aproveitar ao máximo aquela primeira e, aparentemente, única oportunidade de foder minha cunhada. Quando seus últimos espasmos de prazer terminaram, tirei meu pau de sua buceta e a empurrei para trás, deixando-a descansar apoiada em sua bunda enquanto eu tentava diminuir meu tesão.
Ela, sentada de pernas abertas sobre mim, terminava de se recuperar daquele orgasmo apoteótico enquanto me cobria de beijos e mordidinhas.
— 2 a 0, estou ganhando...; ela riu zombeteiramente.
— Um que é assim tão generoso com suas amantes, que as faz enlouquecer de prazer.
—Bem, a verdade é que sim. Não sei se é pelo morboso do tesão, mas fazia tempo que não me fodiam assim. Eu já tinha ouvido falar que você era um grande amante, mas nunca pensei que minha irmã se referisse a isso.
— Mas como?.. Por acaso vocês contam essas coisas?...
— Bom, homem, coisas de irmãs... você não entenderia. E vamos, sigamos que já está na hora de te dar prazer, não é?
—E que prazer você vai me dar?; perguntei ironicamente enquanto meu dedo voltava a acariciar o buraco do seu cu.
—Ei, não... não vá por aí...
— Por onde não posso ir?, perguntei zombeteiramente enquanto enfiava meu dedo indicador novamente.
Apertando novamente o cu, ela me confessou que havia praticado sexo anal com seu primeiro parceiro e que ele a machucava muito. E com seu marido João ela nunca teve sexo anal, não se sentia capaz de fazê-lo. Que as lambidas que eu havia dado antes tinham sido sua experiência mais próxima e, embora tivessem sido especialmente prazerosas, ela tinha medo de que doesse ser fodida por trás.
Eu tentava convencê-la de que não precisava ter medo, que se ela relaxasse não doeria, blá, blá, blá e todas aquelas coisas que nós homens dizemos quando nos negam a entrada pela porta secundária.
Ela tentava encontrar acomodação para meu dedo, como querendo cumprir sua parte, mas cada vez que eu pressionava um pouco mais do que o permitido, ela logo sentia a pressão de seu esfíncter bloqueando o avanço.
—Sente-se você em cima do meu pau, assim você controla a situação.
Excitada como estava, e pensando que talvez fosse uma boa oportunidade para experimentar experiências esquecidas, ela se animou a tentar, de modo que levantou um pouco a bunda para deixar meu pau enfiar em seu cu quase virginal.
Abrindo as nádegas com as mãos, ela assentou minha glande contra seu esfíncter, enquanto eu guiava o processo com a ajuda da minha mão.
Olhando-me fixamente nos olhos:
—"Faço isso por você"—, ela deixou seu peso cair sobre meu pau enquanto eu a segurava para evitar que se movesse e escapasse do objetivo.
Devido a ter brincado previamente com meu dedo, e dada a quantidade de fluidos que lubrificavam tudo aquilo, a glande pareceu entrar sem muita dificuldade, mas ao notar os primeiros incômodos do meu pau abrindo suas entranhas, ela parou de continuar abaixando a bunda, mantendo o controle sobre a profundidade.
— Aaahhh... você vai me quebrar!..; ela gemeu morbidamente.
Eu empurrava meu quadril para cima,"""como tentando avançar mais, mas ao se manter por cima ela controlava perfeitamente até onde podia ir.
Mantivemos "essa luta" por alguns minutos, enquanto ela tentava relaxar para dar espaço ao novo inquilino e eu a segurava firmemente com a mão para que não se movesse e escapasse em um descuido.
Vendo que não conseguia enfiá-la mais fundo, quis mudar de posição e virou-se de costas para mim, apoiando-se nos pés e cuidando com as mãos para não perder o equilíbrio.
Ali, agachada em cima de mim, eu podia ver o cu dela aberto, vermelho pela fricção dos movimentos, convidando-me a desflorá-lo.
Ela enfiou o próprio dedo um pouco, tentando alargar o buraco que parecia não querer abrir, e em seguida me agarrou com firmeza para direcioná-la novamente para seu túnel escuro.
Embora o resultado não fosse muito mais esperançoso, vê-la naquela posição me causava uma excitação visual maior, então entre isso e os roces para dentro e para fora na ponta do meu pau, eu estava prestes a gozar.
— Deixa pra lá, hoje não é dia para desvirginar cu nenhum. Isso tem que ser feito com calma, com lubrificante, pouco a pouco... Não quero que esta experiência anal seja incômoda ou desconfortável por não poder fazê-lo com os meios apropriados.
— Tem certeza?.. Eu gostaria de poder entregá-lo a você e acredite... isso nunca mais vai se repetir.
— Bom, isso está para ser visto; respondi ironicamente enquanto a agarrava e a deitava novamente no chão.
Sem disfarces, levantei uma de suas pernas para apoiá-la no meu ombro e, tendo-a assim, totalmente aberta, afundei meu pau prestes a explodir em sua buceta escorrendo.
Comecei a bombear energicamente, sabendo que meu clímax era quase iminente.
Ao me ver assim descontrolado, ela acelerou novamente e começou a acompanhar meu ritmo com seu jogo de quadril.
Após algumas investidas, ela baixou a perna do meu ombro para buscar um acomodo mais próximo. Eu, deitado sobre ela, a fodia energicamente, com um certo ar selvagem que, como ela me confessou depois, a fazia sentir-se suja e desejada.
Sou um cara bastante corpulento, então, desdobrando toda a minha energia sobre ela, a fazia sentir-se totalmente indefesa e exposta às minhas investidas.
Rapidamente Fátima chegou novamente à beira do orgasmo, pois pelo modo como arqueava as costas e pressionava o púbis contra o meu, eu sabia que ela estava prestes a gozar.
Eu também estava. Sabia que ela tomava a pílula, então não me preocupei com nada além de aproveitar o momento.
Agarrei-a fortemente para que não se separasse de mim enquanto lhe dava as últimas investidas. Deitado sobre ela, esmagando-a ligeiramente, eu a abraçava com um braço pelas costas enquanto com o outro segurava o seu cu.
Um golpe de quadril, outro, outro... cada vez mais forte, cada vez mais rápido...
— Puta que pariu!... Como eu gosto, caralho!!.. gritou euforicamente enquanto gozava.
Nós nos olhamos nos olhos, dizendo tudo sem dizer nada, e deixei que meu esperma a inundasse, sentindo como meu pau se espremia a cada espasmo de prazer, impedindo que se separasse nem um milímetro, como tentando tocar com a ponta do meu pau o mais fundo do seu ser.
Exaustos, ficamos um em cima do outro, escorrendo de suor sob aquele sol de verão, totalmente impregnados dos fluidos um do outro. Sujos, desejosos e com a satisfação de ter resolvido aquela espécie de dívida pendente de cobrança.
Após recuperar um pouco de energia, consegui me levantar e me deixar cair para o lado, pelo menos para que ela não morresse ali esmagada.
— Ufa!... Minha nossa!... Tenho a buceta dolorida de tanto pau; ela me soltou enquanto se aninhava no meu peito.
— Pois imagine se eu tivesse enfiado no seu cu; respondi enquanto explodíamos em uma sonora gargalhada.
Ficamos ali deitados, abraçados, saboreando os últimos instantes do que seria aquela loucura que ambos concordamos em nunca mais repetir.
Uma vez apaziguado o tesão,"""conversamos por um bom tempo sobre sentimentos, sobre coisas que nunca havíamos nos dito e reconhecemos aquela espécie de "carinho especial" que havia propiciado tudo aquilo.
Suponho que seja algo normal entre cunhados, e ainda mais se são tão próximos como Fátima e eu, então estava tudo bem.
Não havia reprovações nem falsas expectativas. Ambos amávamos minha esposa -sua irmã- e sabíamos que termos nos deitado naquela tarde não mudaria nada.
Foi uma espécie de libertação que sem dúvida nos aproximaria ainda mais e reforçaria os laços afetivos que havia entre nós.
Quase sem perceber, já haviam passado algumas horas e era hora de arrumar as coisas e retomar a caminhada, só que estávamos tão à vontade ali deitados, exaustos, nus e abraçados que não queríamos que o momento terminasse.
—"Bom, vamos lá..." vamos arrumar; disse Fátima.
— Cinco minutinhos mais...
— Tenho certeza que você diz isso para minha irmã todas as manhãs, não é? Também sei que ninguém consegue te tirar da cama. Além disso, estou me mijando, entre a água que bebemos a tarde toda e a quantidade de leite que você soltou aí dentro, devo ter um caldo que nem te conto...
— E o que você quer?.. Que eu me vire de costas de novo?; perguntei zombeteiramente.
Pois não seria má ideia... se me olharem, o jato corta, ela respondeu brincando enquanto se levantava e se afastava alguns passos.
Ela se agachou ali, na minha frente, mas desta vez não se preocupou em me dar as costas e, como querendo brincar comigo, abriu as pernas e deixou sair seu jato com força.
Vê-la assim, mijando na minha frente, com aquela cara de prazer que se experimenta ao esvaziar a tensão da bexiga fez com que meu pau ficasse brincalhão novamente e, sem hesitar, levantei-me e me aproximei rapidamente dela.
Sem lhe dar tempo de reagir, agarrei sua cabeça com uma mão e com a outra levei meu pau à sua boca. Surpresa com esta reação, não lhe restou outra opção senão abrir os lábios e deixar que eu o enfiasse até o fundo, aproveitando que ainda estava meio flácido e cabia inteiro.
Ao me aproximar dela, ela tentou cortar o xixi, mas não conseguindo segurá-lo por muito mais tempo, teve que deixar o xixi fluir novamente, encharcando meus pés enquanto eu a fodia na boca.
Lá estava eu, de pé, pisando em seu xixi, fodendo sua boca com meu pau ainda sujo dos restos de fluidos da transa anterior.
Após algumas sucções, já o tinha totalmente ereto e Fátima se esforçava para dar-lhe toda a capacidade que sua mandíbula permitia.
— Puxa... O que você quer?... Marcar outro ponto?...
— Claro... lembro que estamos 3 a 1. Posso aceitar a derrota se o jogo foi bem jogado, mas também não é necessário perder por goleada.
— E você não podia me deixar terminar? Que porco você é.
— E você gosta que eu seja, respondi enquanto voltava a enfiar o pau na boca dela.
Ela passou um bom tempo trabalhando-o com a boca. Por estar agachada, percebi que ela se cansava naquela posição, então a agarrei pelos ombros e a puxei um pouco para que caísse sobre os próprios joelhos, terminando ajoelhada na areia molhada de sua própria urina. A cena era das mais mórbidas e eu sentia que estava prestes a gozar novamente.
Enquanto ela me chupava os ovos, eu me tocava, lubrificando a glande com o prepúcio, ansioso para entregar-lhe outra dose da minha essência.
Vê-la ali ajoelhada diante de mim, saboreando meu pau, chupando-o, proporcionando-me prazer, ia me fazer gozar novamente.
Não foi preciso dizer nada. Ao perceber que eu estava prestes a gozar, ela mesma se colocou em posição, submissa, abrindo a boca, colocando a língua para fora e jogando a cabeça para trás, esperando o embate final.
Dois leves movimentos mais e chooff!... Um intenso orgasmo provocou a expulsão de outro jorro de sêmen que foi cair diretamente em sua língua.
Por ter gozado tão intensamente há poucos minutos,o depósito estava quase vazio, então, sabendo que não a engasgaria com grandes quantidades de esperma, não me preocupei em nada e enfiei meu pau na boca dela para que ela terminasse de espremê-lo dessa forma.
O sêmen recém-ejaculado, suas babas e o resto dos fluidos que emanavam do meu pau faziam com que aquela cavidade húmida e quente fosse das mais reconfortantes. Ela digeriu tudo aquilo com habilidade e maestria, deleitando-se com o sabor da minha essência e deixando meu pau sem nenhum vestígio de leite.
Ela engoliu tudo, prolongando no paladar o sabor como se fosse um grande vinho, e ao terminar me soltou.
— 3 a 2; com sorte, o do empate você marca no dia em que me desvirgar o cu.
Nós nos lavamos como pudemos na água do mar, recolhemos nossas coisas e seguimos novamente rumo ao destino, sabendo que para nós, pelo menos, o melhor daquele fim de semana já havia passado.
Assim chegamos em casa, depois de nos ducharmos eles chegaram… Fátima, sentindo-se culpada, chamou sua irmã nos banheiros.
— Vem cá… Carla, quero dizer que amo muito vocês e dei um beijo em seus lábios. Estranhamente, sem saber por que, Carla me devolve o beijo… nos beijamos como duas amantes lésbicas e ela me disse.
— É que também te amo, irmã.
Até hoje, nem eu nem Rogério voltamos a fazê-lo novamente… e ninguém ficou sabendo.
Por Carla
Fim




