A noite de sábado começou com uma energia incrível. O karaokê estava lotado, as luzes coloridas piscavam no teto e o som da música preenchia o ambiente. Nós estávamos em uma mesa perto do palco, bebendo cerveja gelada, cantando juntos todas as músicas que sabíamos e rindo de bobagem. Ali mesmo, no meio daquela diversão toda, o clima entre nós já era puro magnetismo. Toda vez que dividíamos o microfone ou brindávamos, nossos olhares apaixonados se cruzavam, misturados com beijos molhados no canto da boca que faziam o tesão explodir por dentro. O jeito safado com que ela me olhava entre uma estrofe e outra deixava claro que aquela noite não terminaria ali. Quando saímos do bar, o frio da madrugada bateu no rosto, contrastando com o calor que emanava dos nossos corpos. Entramos na velha Brasília do pai dela. Eu dei a partida, pronto para pegar o caminho de casa, mas ela tinha outros planos. Com um sorriso de canto de boca e aquele mesmo olhar malicioso do karaokê, ela colocou a mão na minha coxa e sussurrou: — Entra naquela rua ali, amor. Sem entender muito bem, mas completamente hipnotizado por aquele tom de voz, obedeci. Dobrei a esquina e logo nos vimos em uma rua deserta, um local escuro e cercado por árvores, isolado do resto do mundo. Assim que desliguei o motor, o silêncio da noite foi preenchido apenas pelo ritmo das nossas respirações. Não demorou nem um segundo. Ela se inclinou no banco, puxando o meu rosto para um beijo urgente, profundo e carregado de paixão. As mãos bobas começaram a passear sem freio: as minhas apertando a sua cintura e subindo por baixo da sua blusa; as dela arranhando levemente a minha nuca e descendo pelo meu peito. Entre um suspiro e outro, ela se afastou um milímetro apenas para me olhar nos olhos, com aquele carinho imenso que sempre me desmontava. — Você não faz ideia do quanto eu sou louca pelo seu toque — ela sussurrou, a voz mansa, cheia de admiração. — Ninguém me faz sentir o que você faz. Você tem uma experiência, um jeito de fazer gostoso que me deixa completamente sem chão... Ouvir aquilo só fez meu sangue ferver ainda mais. Lembrei de como, no nosso último encontro, ela tinha vibrado nas minhas mãos. — Eu só penso no seu gosto — respondi, acariciando o rosto dela. — No jeito que você se entrega quando eu chupo a sua xoxota, no seu quadril subindo implorando por mais... — E como eu adoro quando você faz isso... — ela interrompeu, os olhos brilhando no escuro do carro. — Você sabe exatamente onde e como tocar. É perfeito. Ela mudou de posição no banco da Brasília, o espaço apertado tornando tudo ainda mais íntimo e excitante. Com uma lentidão provocante, as mãos dela desceram até o cós da minha calça. O zíper se abriu com um estalo no silêncio da noite fria. Ela deslizou os dedos para dentro da minha cueca, libertando o meu pau, que já estava completamente duro e pulsando de desejo. Ao segurá-lo com firmeza e delicadeza ao mesmo tempo, ela soltou um gemido baixinho de pura satisfação: — Meu Deus, como o seu pau é lindo... e gostoso — ela elogiou, apertando de leve. — É o meu vício. Ela me deu mais um olhar cúmplice, transbordando carinho e safadeza na mesma medida, e se inclinou. A boca úmida e macia dela envolveu a cabeça do meu membro. Ela fechou os olhos e começou a mamar com vontade ali dentro do carro, deslizando a boca por toda a extensão, mamando bastante e fazendo um som sôfrego que me fez segurar firme no encosto do banco. Mas o tesão estava alto demais para eu ficar só recebendo. A urgência tomou conta de mim. Segurei-a delicadamente pelos ombros, pedindo licença para trocar de papel. — Agora é a minha vez, meu amor... — sussurrei. Ela sorriu, sabendo exatamente o que vinha a seguir. Ajeitei o corpo dela no espaço reduzido do banco e mergulhei entre as suas pernas. Afastei a calcinha e encontrei a sua xoxota. Comecei a chupar com vontade, usando a língua com aquela experiência que ela tanto elogiava. Fiz movimentos firmes, deixando ela completamente molhadinha e se deliciando com o jeito que eu dominava a situação. O clima de perigo só alimentava a nossa mente: o vidro embaçado, a escuridão da rua, o medo de algum farol apontar ali a qualquer momento. A adrenalina corria nas veias como fogo. Levantei-me, o pau latejando, e ajudei-a a se posicionar de quatro no banco do carro. Aquela visão no escuro era de enlouquecer. Ela olhou para trás por cima do ombro e pediu: — Me fode, meu amor... Fode gostoso, do seu jeito! Encaixei e entrei de uma vez. Comecei a meter forte, sentindo o aperto delicioso dela, enquanto ela rebolava contra mim, ditando um ritmo frenético e selvagem. O barulho dos nossos corpos se chocando e o balanço da Brasília deixavam tudo ainda mais proibido. O tesão era tanto que ela travou as pernas e anunciou, com a voz trêmula: — Vou gozar, vou gozar! Ela tremeu inteira no seu orgasmo. Sentindo aquela pressão, avisei que também estava no meu limite: — Vou explodir, amor... Vou gozar em você! — Na xoxota não, amor! — ela pediu rápido, a respiração superofegante. — Não tomei o remédio, não corre o risco... Bota no meu cuzinho e enche ele! Aquela ordem no calor do momento foi o estopim. Tirei o pau da xoxota molhada e, com cuidado mas sem perder o ritmo, deslizei para dentro do cuzinho dela. O aperto era de outro mundo. Dei mais algumas metidas fortes, profundas e gostosas, ouvindo os gemidos manhosos que ela soltava. Sentindo o ápice chegar, empurrei tudo até o fundo e descarreguei, sentindo meu pau pulsar enquanto enchia o cuzinho dela de leitinho quente. Ficamos ali alguns minutos, ofegantes, rindo da loucura e da adrenalina que tínhamos acabado de viver. Usamos alguns lenços para nos limpar, ajeitamos as roupas e eu dei a partida na Brasília. O caminho de volta para casa foi tranquilo. Quando finalmente deitamos na cama, nos aconchegamos e dormimos de conchinha bem colados. Antes de pegar no sono, no silêncio do quarto, fiquei ouvindo as juras de amor sussurradas por ela — a voz doce de uma mulher completamente apaixonada, agradecendo pela noite e pelo homem experiente que tinha ao seu lado.
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