O novo amante

Na semana seguinte ao encontro no hotel, L apareceu na empresa de Raquel pouco depois do meio-dia. Entrou no átrio como se fosse apenas mais um cliente qualquer. Fato escuro bem cortado, camisa branca sem gravata, o corpo atlético a notar-se por baixo do tecido. Os olhos verdes procuraram-na logo que ela desceu do elevador, vestida com um fato de trabalho cinzento justo e saltos altos.
— Boa tarde, Sr. L — disse ela, profissional, estendendo a mão. A voz era controlada, mas os dedos apertaram os dele um segundo a mais do que o necessário. — Já preparei a sala de reuniões. Vamos tratar dos números e depois almoçamos, se estiver de acordo. Tenho cerca de hora e meia livre.
Ele sorriu de lado.
— Perfeito. Negócios primeiro… e o resto depois.
Fecharam a porta da sala de reuniões. Durante vinte minutos fingiram falar de contratos têxteis e linhas de crédito. Raquel falava de spreads e prazos, mas a mão dele já deslizava por baixo da mesa, subindo pela coxa dela até apertar a carne firme.
— Para de me tocar ou eu não consigo fingir — sussurrou ela, sem olhar para a porta de vidro.
— Então para de cruzar as pernas assim. Estou a ficar duro só de te ouvir falar de percentagens.
Saíram juntos. No elevador, sozinhos, ele encostou-a à parede e beijou-lhe o pescoço.
— Casa do António? — perguntou baixo.
— Ele está em Lisboa até amanhã. Reunião de diretores. A empregada sai às duas. Temos a casa só para nós.
Chegaram à moradia. Raquel abriu a porta com o código, o coração a bater. Assim que entraram, L fechou a porta com o pé e puxou-a contra si.
— Tira o fato. Quero ver o que tens por baixo.
Ela obedeceu devagar, desapertando o fecho. A peça caiu. Por baixo usava o conjunto verde-escuro de renda que tinha escolhido de propósito: sutiã meia-taça que empurrava os seios para cima, tanga fio dental e liga com cintas que marcavam as coxas. O cu redondo e empinado aparecia quase a descoberto, as nádegas firmes a brilhar sob a luz da sala.
L ficou a olhar, os olhos verdes escurecidos.
— Porra, Raquel… este rabo. Continua a ser o mais perfeito que já comi.
Ela aproximou-se, pôs as mãos no peito dele e desabotoou a camisa, revelando o torso musculado, o peito peludo e o abdómen definido.
— E tu continuas igual. Só mais velho. Mais homem.
Foi então que ela, enquanto ele a beijava o ombro, perguntou baixinho, a voz carregada de curiosidade e de um ciúme antigo:
— L… a tua mulher ainda é a mesma? Aquela com quem andavas quando eu ainda namorava contigo? A que eu soube que tinhas… na altura em que eu ainda morava com os meus pais.
Ele parou um segundo, as mãos a apertarem-lhe as nádegas por cima da renda verde.
— Sim. Ainda é a mesma. Casámos há vinte e dois anos. Mas nunca me fez gozar como tu. Nunca me pediu para a foder com a mesma fome. Nunca se ajoelhou no meio da sala e engoliu o meu pau como se fosse a última coisa que queria fazer na vida.
Raquel mordeu o lábio, os olhos a brilharem.
— Então fode-me como se ela não existisse. Fode-me como se eu ainda fosse a puta que te chupava escondida no quarto dos meus pais.
L empurrou-a para o sofá cinzento da sala. Ela ajoelhou-se sobre ele, de costas para a porta, o cu empinado a poucos centímetros da cara dele. Ele puxou a tanga verde para o lado e passou a língua longa e lenta pela fenda molhada, subindo até ao cu, rodando, chupando.
— Estás encharcada… — murmurou contra a carne dela. — Pensaste nisto a semana inteira, não pensaste?
— Toda a semana — confessou ela, a voz já falhada. — No escritório, nas reuniões, na cama ao lado do António. Pensava no teu pau grosso a abrir-me outra vez. No teu esperma a escorrer-me pelas coxas quando voltasse para casa.
Ele lambeu-a até ela tremer, depois puxou-a para baixo. Raquel desceu a boxer dele e engoliu o pau duro de uma vez, até à base, a garganta a abrir, saliva a escorrer pelo queixo. Os olhos verdes dele fechavam-se de prazer.
— Assim… chupa fundo. A diretora financeira a engolir o pau do cliente no sofá do marido. Que puta linda.
Ela chupava com vontade, a mão a massagear as bolas, a outra a apertar o peito dele. Quando ele não aguentou mais, puxou-a para cima, virou-a de costas no sofá e enfiou-se de uma só estocada.
Raquel gritou.
— Porra… és tão grosso… mete tudo… fode-me forte!
L agarrou as cintas da liga e puxou, as ancas a baterem contra o cu redondo e firme. O som molhado de pele contra pele encheu a sala. Ele fodia-a com força, sem piedade, uma mão a puxar o cabelo dela, a outra a dar palmadas nas nádegas.
— Diz-me o nome do teu marido enquanto eu te como — ordenou ele.
— António… — gemia ela, a cara enterrada no sofá. — O António… mas és tu que me estás a foder… és tu que me enches… mais fundo, L… parte-me!
Ele virou-a de frente, abriu-lhe as pernas e voltou a penetrá-la, olhando-a nos olhos enquanto a martelava. Os seios saltavam dentro do sutiã verde, a renda já molhada de suor.
— Queres que te venha dentro? — perguntou ele, a voz rouca.
— Quero… enche-me… quero levar o teu leite para a cama do António esta noite… quero sentir-te a escorrer enquanto ele dorme ao meu lado.
L acelerou, as estocadas profundas e brutais. Quando gozou, enterrou-se até ao fundo e explodiu, jactos quentes a enchê-la. Raquel veio no mesmo instante, o corpo a tremer, a cona a espremer o pau dele, um gemido longo e animal a escapar-lhe da garganta.
Ficaram assim longos minutos, ele ainda dentro, o peito a subir e a descer contra o dela. Depois ele saiu devagar e o esperma começou a escorrer pela coxa dela, manchando a renda verde.
Raquel passou os dedos entre as pernas, apanhou o líquido branco e levou-o à boca, chupando enquanto o olhava.
— A tua mulher… sabe que andas a foder a ex-namorada de há trinta anos no sofá dela?
L sorriu, os olhos verdes brilhantes.
— Não. E não vai saber. Da mesma forma que o António não vai saber que a mulher dele passou a tarde de joelhos a engolir o meu pau e a pedir para ser enchida.
Ela riu baixinho, ainda ofegante, e puxou-o outra vez para cima de si.
— Então fode-me outra vez. Ainda tenho meia hora antes de a empregada voltar. Quero gozar de novo. Quero sentir-te a marcar-me.
L não precisou de ser convidado duas vezes.
Foto 1 do Conto erotico: O novo amante


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
O novo amante

Codigo do conto:
269503

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
09/08/2026

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