Rapidinha

O telemóvel tocou quando Raquel já tinha trocado de roupa. Tinha chegado do trabalho há pouco mais de uma hora, tirado o vestido justo e os saltos, e vestido algo mais simples: uma camisa leve de linho branco, aberta no colo, e uns calções de ganga curtos e justos que lhe moldavam as ancas e realçavam o cu empinado. Por baixo, porém, mantinha a lingerie que tinha escolhido de manhã — preta, de renda fina, o sutiã que empurrava os seios para cima e a cueca que lhe realçava ainda mais o corpo. Tinha-a vestido a pensar no António. Queria foder com ele depois do jantar.
O António estava na sala, a poucos metros, quando ela atendeu. A voz do Dr. Paulo, do outro lado da linha, foi direta.
— Preciso de falar contigo ainda hoje. Não pode esperar até amanhã.
Raquel manteve o tom profissional, consciente de que o marido a ouvia.
— Sim, Dr. Paulo. Estou em casa. Pode vir. O António vai buscar o jantar daqui a pouco. Venha e falamos.
Quando o Dr. Paulo chegou, o António ainda estava. Cumprimentaram-se com a cortesia habitual. Raquel, de pé junto à porta, explicou que o jantar ainda demorava cerca de quinze minutos a ficar pronto e pediu ao marido que fosse buscá-lo ao restaurante. O António acenou, pegou nas chaves e saiu. A porta fechou-se. O silêncio da casa ficou de repente mais denso.
Raquel virou-se para ele. A camisa de linho estava ligeiramente aberta, revelando o início do sutiã de renda. Os calções de ganga curtos e justos moldavam-lhe as ancas e o cu escultural, deixando à vista a maior parte das coxas. Com um metro e cinquenta e sete, curvas generosas e aquele corpo de mulher na casa dos quarenta, parecia ainda mais desejável na simplicidade da roupa de casa.
— Então? — perguntou ela, a voz mais baixa, já sem a formalidade do telefone. — O que é tão urgente?
Paulo não respondeu de imediato. Olhou-a de cima a baixo, o olhar a demorar-se no colo, na cintura, nas ancas marcadas pelos calções justos. Depois aproximou-se.
— O dossier do Dr. Rodrigues. Há um pormenor que precisa de ser clarificado antes de amanhã. Mas… agora que estou aqui, a ver-te assim, a urgência parece outra.
Ela engoliu em seco. O ar entre os dois ficou carregado.
— O António volta daqui a quinze minutos.
— Quinze minutos chegam.
Paulo deu mais um passo. As mãos dele subiram até à cintura dela e puxaram-na contra o corpo. Raquel sentiu o pau já duro através das calças. O cheiro do cologne misturou-se com o perfume discreto que ela usava em casa. Ele beijou-a sem pressa, a língua a explorar-lhe a boca com uma possessividade calma. Ela correspondeu, as mãos a subir pelo peito atlético dele.
Quando se separaram, a voz dele saiu rouca.
— Estás de lingerie por baixo. Senti.
— Tinha vestido a pensar no António — admitiu ela, a respiração já mais rápida. — Queria foder com ele depois do jantar.
— Então vais foder comigo antes.
Sem esperar resposta, Paulo desceu as mãos até aos calções de ganga e puxou-os para baixo com calma. O tecido justo deslizou pelas coxas, pelas pernas, até ao chão. Ficou de pé, de camisa e lingerie preta. O sutiã de renda empurrava os seios generosos para cima; a cueca, fina e cara, realçava o cu empinado e o triângulo entre as pernas. O corpo escultural dela, curto e curvilíneo, parecia feito para ser olhado e tomado.
— Vira-te — ordenou ele, baixo.
Raquel obedeceu. Virou-se de costas para ele e inclinouse ligeiramente sobre o sofá da sala, as mãos a apoiar-se no encosto. Paulo passou a palma da mão sobre uma nádega, apertou, sentiu a firmeza, e depois puxou a cueca para o lado. Os dedos dele deslizaram entre as pregas já húmidas. Ela estava molhada.
— Já estavas assim só de eu estar aqui — murmurou contra a nuca dela.
— Desde que me ligaste — confessou ela, a voz a tremer. — Sabia que ias vir. Sabia que isto ia acontecer.
Ele abriu o fecho das calças. O pau saiu duro, grosso, a latejar. Esfregou a cabeça quente entre as pregas molhadas dela, sem entrar ainda, só a provocar. Raquel arqueou as costas, o cu a oferecer-se.
— Mete — pediu ela. — Não temos muito tempo.
Paulo enterrou-se de uma só vez. Fundo. Até ao fundo. Raquel soltou um gemido baixo, abafado, as unhas a cravarem-se no tecido do sofá. O corpo curto e escultural encaixou-se no dele com uma precisão quase dolorosa. Ele agarrou-lhe as ancas com força e começou a foder com movimentos longos, profundos, controlados. O som molhado encheu a sala. A camisa de linho tremia com cada embate.
— Assim? — perguntou ele, a falar-lhe ao ouvido enquanto a empurrava contra o sofá. — É assim que o teu marido te fode? Ou prefere mais devagar?
— Mais fundo — pediu ela, a voz partida. — Mais fundo, Paulo… assim… fode-me como quiseres. Eu gosto. Gosto de te sentir assim, aqui, na minha casa, enquanto ele está lá fora a buscar o jantar.
Ele acelerou. As estocadas tornaram-se mais pesadas, mais possessivas. Uma mão subiu e agarrou um seio por cima do sutiã, apertando o volume generoso, sentindo o mamilo endurecido através da renda. A outra mão manteve-lhe o cu bem aberto. O corpo atlético dele cobria o dela por completo. Cada movimento era deliberado, luxurioso, quase urgente na sua intensidade.
— Estás a pôr a mesa para três e a levares o meu pau até ao fundo — disse ele baixo, a respiração quente no ouvido dela. — Que putinha bem educada.
— Gosto — admitiu ela, quase a gemer alto. — Gosto de ser fodida assim. Gosto de saber que ele volta daqui a pouco e que eu ainda vou estar molhada de ti. Gosto do teu pau. Gosto da forma como me tomas.
Paulo puxou-lhe a camisa para cima, desapertou o sutiã com um gesto rápido e deixou os seios livres. Os volumes generosos oscilaram com cada pancada. Ele agarrou-os com as duas mãos, apertando, enquanto continuava a foder sem abrandar. O cu dela tremia. O cheiro de sexo misturava-se com o perfume e o cologne.
— Vais gozar no meu pau. Agora. Quero sentir-te a apertar-me. E depois vais limpar-me depressa, antes de ele chegar.
Raquel estremeceu inteira. O orgasmo veio forte, profundo, as paredes a contraírem-se em volta do pau dele em convulsões quentes e ritmadas. Ela mordeu o lábio inferior para não gritar. O corpo escultural sacudia-se sob o dele. Paulo não parou. Continuou a foder através do orgasmo dela até gozar também — fundo, a encher-lhe o interior com jactos quentes e espessos. Quando saiu, parte da esporra escorreu-lhe pelas coxas e algumas gotas espessas caíram no chão da sala, logo ao pé do sofá.
— Merda — murmurou ela, a respiração ainda ofegante. — Caiu no chão.
Ele virou-a, agarrou-lhe o queixo e beijou-a com força. Depois puxou-lhe a cabeça para baixo.
— Limpa-me primeiro. Rápido.
Raquel ajoelhou-se no chão da sala, a camisa ainda desarrumada, a lingerie desviada, o corpo a cheirar a sexo. Abriu a boca e acolheu o pau dele, ainda semi-duro e coberto do gozo dos dois. Chupou depressa, com atenção, a língua a limpar cada centímetro. Quando acabou, ele puxou-a para cima e ajeitou-lhe a roupa com gestos rápidos e precisos. O sutiã voltou ao sítio. A cueca foi puxada. Os calções de ganga subiram, justos outra vez sobre as ancas. A camisa foi abotoada o suficiente para parecer normal.
Raquel passou as mãos pelo cabelo, ajeitou a postura, e depois baixou-se outra vez. Com um lenço de papel que tirou do móvel ao lado, limpou as gotas de esporra que tinham caído no chão da sala, esfregando depressa e com cuidado para não deixar rasto. O interior ainda latejava, molhado e quente. O cheiro de sexo pairava no ar, misturado com o perfume.
— Vai pôr a mesa — disse Paulo, a voz baixa, quase calma outra vez. — Eu fico aqui.
Ela acenou, as pernas ainda um pouco instáveis. Enquanto arrumava os pratos e os talheres na mesa da sala, sentia o resto da esporra a escorrer-lhe lentamente entre as coxas, escondido pelos calções justos. O corpo escultural, ainda a tremer ligeiramente, movia-se com uma elegância forçada. Quinze minutos. O António ainda não tinha voltado. E o Dr. Paulo, sentado no sofá, observava-a em silêncio, o olhar escuro, o corpo ainda tenso.
A mesa estava quase pronta quando se ouviu o som da chave na fechadura
Foto 1 do Conto erotico: Rapidinha


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Rapidinha

Codigo do conto:
272190

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
14/09/2026

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