A Raquel entrou no escritório de casa do Dr. Paulo a pensar que ia ser só uma conversa rápida sobre a promoção. Ele tinha sido directo no telemóvel: “Não quero tratar disto na empresa. Vem cá a casa, a minha mulher está fora e temos mais privacidade.” A porta fechou-se atrás dela e o ar mudou. Paulo estava de pé junto à secretária, fato azul-escuro impecável, camisa branca aberta no peito, gravata desapertada. Os cabelos grisalhos um pouco despenteados, o olhar fixo nela como se a estivesse a despir sem tocar. — Tira a roupa. — disse ele, sem rodeios. Ela obedeceu. Ficou só com o conjunto de cabedal preto que ele tanto gostava: top curto que lhe apertava os peitos, a peça de baixo alta, com aquelas tiras a cruzar-lhe as ancas e as coxas, as meias de rede até meio da coxa. O rabo redondo e firme quase a sair daquela armação de tiras. Paulo aproximou-se por trás, agarrou-lhe a anca com uma mão e puxou-a contra ele. A outra mão subiu-lhe pela barriga até lhe apertar um peito. A boca dele baixou-lhe ao pescoço. — Sabes porque te chamei aqui, Raquel… — murmurou, a voz rouca. — A promoção é tua. Mas quero ver-te a merecê-la. Ela virou-se, os olhos já vidrados de desejo. Agarrou-lhe a gravata e puxou-o para baixo, até as bocas se encontrarem. O beijo foi sujo, urgente. As mãos dele desceram-lhe pelas costas, apertaram-lhe o rabo e puxaram as tiras de lado. Os dedos dele encontraram-na já molhada. — Puta… — rosnou ele, a meter-lhe dois dedos fundo. — Já estavas a pensar nisto desde que saíste do carro, não estavas? Raquel gemeu contra a boca dele, as unhas a cravarem-lhe nas costas do fato. — Sim, senhor… Queria que me fodesse. Paulo virou-a de costas, empurrou-a contra a secretária e desapertou o cinto. O pau dele saiu duro, grosso, já a pingar. Sem mais preâmbulos, enfiou-o de uma vez até ao fundo. O gemido dela saiu alto, quase um grito. Ele agarrou-lhe as ancas e começou a meter com força, o som húmido da pele a bater ecoando no escritório. — Olha para ti… — dizia ele, a foder cada vez mais fundo. — A secretária do chefe, de fato de puta, a levar no cu do escritório enquanto a mulher dele está fora. Isto é o que tu és, Raquel. Ela só conseguia gemer e empurrar o rabo para trás, a pedir mais. Paulo puxou-lhe o cabelo, obrigou-a a virar a cara e beijou-a outra vez, sujo, enquanto a martelava. Quando sentiu que ia vir, puxou-a de joelhos para o chão. Segurou-lhe a cabeça e esporrou-lhe na cara, jorro após jorro a cobrir-lhe a boca, o queixo, as faces. Raquel abriu a boca e engoliu o que pôde, a língua a limpar o que lhe escorria pelos lábios. Ficou ali de joelhos, o rosto sujo de porra, a olhar para cima para o chefe dela. Os olhos brilhantes, rendida. — Obrigada, senhor… — sussurrou, a voz ainda trémula. Paulo acariciou-lhe o cabelo com a mão ainda suja e sorriu, aquele sorriso de quem sabe exactamente o poder que tem. — A promoção é tua. Agora limpa-te e volta para o trabalho. E da próxima vez… não precisas de esperar que eu te chame
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