Ordinários e Apaixonados: O Prazer Proibido de Beth e Beto

Ordinários e Apaixonados: O Prazer Proibido de Beth e Beto

— Sabe o que é engraçado? — Beth sussurrou, os olhos brilhando de malícia enquanto se apoiava na porta do quarto. — Que a gente finge ser normal na frente de todo mundo, mas aqui dentro... a gente é dois ordinários do caralho.

Beto riu, sentindo o sangue pulsar. Aquele era o código deles. O início de tudo.

Tudo começou com aquela "brincadeira" de explorador. No começo, era apenas o desejo proibido de Beto, que passava as noites imaginando a irmã. Mas quando Beth decidiu abrir as portas do seu corpo, a brincadeira virou obsessão. Ele lembrava da primeira vez que gozou nos peitinhos dela, da sensação do leite quente escorrendo pela pele macia, e de como ela, com aquele sorriso safado, o incentivou a ir além.

— Vem cá, seu putinho... — ela disse agora, puxando-o pelo pescoço.

O beijo começou urgente, faminto. Não era apenas um beijo; era uma troca de fluidos, de línguas que se buscavam com luxúria, explorando cada canto da boca um do outro. Beto a apertava contra o corpo, sentindo os seios dela esmagarem-se contra seu peito.
Beth deslizou as mãos para baixo, abrindo o short dele com pressa.
— Puta que pariu, Beto... você nunca amolece quando está comigo. Esse pauzão é um absurdo.

Ela se ajoelhou lentamente, os olhos fixos no membro dele que pulsava de desejo. Com a língua, ela começou a traçar a linha do prepúcio, fazendo pequenas lambidas provocantes na glande, deixando-o quase louco. Então, ela envolveu tudo com a boca. Foi um boquete demorado, profundo, com a língua trabalhando intensamente no freio, sugando com força, fazendo sons de sucção que ecoavam no quarto. Beto gemia alto, as mãos enterradas nos cabelos dela, sentindo cada vez mais o tesão subir.

— Eu quero... eu quero sentir você dentro de mim — ela murmurou, levantando-se e tirando cada peça de roupa com uma lentidão torturante.

Ela se deitou, abrindo as pernas com total entrega. Beto não perdeu tempo. Ele mergulhou entre as coxas dela, focando no clitóris. Com a língua, ele começou um trabalho minucioso, lambendo a fenda, subindo e descendo, explorando cada dobra daquela bocetinha melada.
— Ahhh! Assim! Por favor, não para! — Beth gritava, arqueando as costas, os dedos cravados no lençol.
Beto não dava trégua. Ele lambia o clitóris com precisão, alternando entre lambidas longas e sucções rápidas, fazendo-a tremer inteira. Quando ela estava quase gozando, ele subiu o corpo, beijando seu abdômen, e desceu para o cuzinho. Com delicadeza e luxúria, ele lambeu a entrada do ânus dela, provocando arrepios que percorreram todo o corpo de Beth.

— Agora... mete... mete com força! — ela implorou.

Beto se posicionou. Primeiro, a buceta. Ele entrou com um golpe único, profundo, prechendo-a completamente.
— Porra, você é apertada demais! — ele rugiu.
— Me come, Beto! Me come inteira! — ela respondia, rebolando freneticamente.

O ritmo era constante, um vai e vem selvagem, com gemidos intensos preenchendo o espaço. Após alguns minutos de prazer puro, Beto a virou. Ele queria mais. Ele pegou o lubrificante e preparou o caminho.

Lentamente, ele começou a penetrar o cuzinho dela. Beth soltou um gemido longo, sentindo a pressão, mas logo o prazer tomou conta.
— Isso... entra tudo... — ela sussurrou.
Quando o pauzão estava totalmente enterrado no anal, Beto começou a bombear. Era um sexo profundo, visceral. O som da carne batendo, o cheiro do desejo. Ele metia e tirava, sentindo as paredes do cuzinho apertarem seu membro. Beth rebolava, empinando a bunda, pedindo mais velocidade.
Beto não se contentou apenas com a profundidade; ele começou a usar as mãos para apertar as nádegas dela, puxando-a contra si em cada estocada, fazendo com que o impacto fosse seco e visceral. O som da pele batendo na pele ritmadamente preenchia o silêncio do quarto, misturando-se aos suspiros pesados e ao cheiro metálico de excitação.

— Você é minha... tudo isso aqui é meu — ele rosnou no ouvido dela, a voz rouca de puro desejo.

Beth sentia cada centímetro dele preenchendo seu interior, uma sensação de plenitude que a fazia delirar. Ela jogou a cabeça para trás, os cabelos espalhados pelo travesseiro, enquanto seus dedos cravavam-se nos lençóis, torcendo o tecido em espasmos de prazer. O contraste entre a pressão do anal e a lembrança da fricção na vagina a deixava em um estado de transe erótico.

— Mais... mais forte, Beto! Não para! — ela gritou, a voz já falhando.

Beto acelerou o passo. Ele não queria mais delicadeza; queria a entrega total. Ele a apertou com força, quase levantando-a da cama, e começou a bombear com uma intensidade frenética. A cada estocada, ele sentia as paredes dela contraírem own volume do seu membro, sugando-o para dentro, quase como se o corpo dela estivesse tentando absorvê-lo por inteiro.
O ápice começou a surgir como uma onda avassaladora. Beth sentiu o clitóris pulsar violentamente, mesmo sem o toque direto, apenas pela vibração e a pressão interna. Ela começou a gozar em ondas, o corpo tremendo, os músculos do ânus apertando o pau de Beto em espasmos involuntários que quase o fizeram desistir de qualquer controle.

— Eu vou... eu vou gozar! — Beto rugiu, perdendo a razão.

Ele deu as últimas estocadas, profundas e violentas, enterrando-se o máximo que podia. Com um grito gutural, ele liberou tudo dentro dela. O jato quente e intenso inundou o canal anal, enquanto ele sentia, segundo a segundo, a descarga de tensão deixando seu corpo. Beth, no mesmo instante, atingiu o orgasmo, gritando o nome dele enquanto seu corpo convulsionava sob a pressão do membro dele.

Eles ficaram assim por alguns segundos,ofegantes, suados, com os corpos colados e a respiração ecoando no quarto. O silêncio retornou, mas agora era um silêncio de satisfação, de quem havia acabado de cometer o pecado mais delicioso de todos.

Beto a beijou no ombro, sentindo o coração dela bater acelerado.
— Ordinários, não? — ele sussurrou.
— Os melhores de todos — ela respondeu, com um sorriso safado.
A atmosfera no quarto ainda estava carregada, o cheiro de sexo e suor impregnando os lençóis bagunçados. Eles ficaram ali, emaranhados, recuperando o fôlego enquanto o mundo lá fora — o mundo onde ela era a esposa dedicada e ele o namorado atento — continuava a girar, completamente alheio ao crime de luxúria que acabara de acontecer.

Beth soltou um suspiro longo, aninhando-se no peito de Beto. Ela sentia o coração dele desacelerar, mas a eletricidade entre os dois nunca desaparecia totalmente; era como se houvesse um fio invisível, sempre tensionado, pronto para ser puxado novamente.

— Você sabe que isso é um vício, né? — ela murmurou, traçando círculos com o dedo no abdômen dele. — A gente finge que está satisfeito com a vida "correta", mas a verdade é que ninguém me olha como você olha. Ninguém me toca como se eu fosse um banquete.

Beto riu, a voz ainda rouca, e beijou o topo da cabeça dela.
— É porque eu conheço cada centímetro desse corpo, Beth. Sei exatamente onde apertar, onde lamber e como fazer você esquecer até o próprio nome.
Ela deu uma risadinha maliciosa e se afastou apenas o suficiente para olhar nos olhos dele. O brilho de cumplicidade era quase palpável. Eles eram cúmplices de um segredo que os consumia, mas que também os mantinha vivos.

— Imagine a cara do seu namorado ou do meu marido se eles entrassem por aquela porta agora — ela provocou, deslizando a mão para baixo, sentindo que, apesar de tudo, o corpo de Beto ainda reagia ao toque dela. — Eles acham que a gente se ama como irmãos. Mal sabem que a gente se deseja como animais.

Beto sentiu o sangue pulsar novamente. A provocação dela era o combustível perfeito. Ele a puxou rapidamente, fazendo-a cair sobre ele novamente, os corpos se encaixando com uma precisão quase cirúrgica.

— Eles não sabem de nada — Beto sussurrou, mordendo levemente o lóbulo da orelha dela. — Para o mundo, somos a família perfeita. Mas aqui, entre quatro paredes, a gente é apenas dois ordinários que não conseguem parar de foder.

Beth soltou um gemido baixo, fechando os olhos e sentindo o prazer de saber que, não importava quanto tempo passasse ou quem entrasse em suas vidas, aquele espaço sagrado e profano pertenceria sempre aos dois. Ela se entregou novamente ao abraço, sabendo que a próxima vez viria logo, e que seria ainda mais gostosa.

Foto 1 do Conto erotico: Ordinários e Apaixonados: O Prazer Proibido de Beth e Beto

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Ordinários e Apaixonados: O Prazer Proibido de Beth e Beto

Codigo do conto:
272841

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/09/2026

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