A vida tem voltas estranhas. Meu nome é Júlio, sou do interior de Minas Gerais. Casei-me com uma ex-garota de programa, acreditei na mudança, mas ela nunca veio. Nos separamos depois de oito anos de casados. Mudei-me para Resende, no RJ, e consegui um bom emprego na PSA Peugeot. A vida finalmente sorria pra mim. Foi quando minha ex, vendo minha situação melhorar, enviou nossa filha para morar comigo.
Rosa, minha filha, já era uma mulher de 19 anos, linda como a mãe, um verdadeiro mulherão, cheirosa e deslumbrante. Ela adaptou-se rapidamente ao Rio. O problema era a casa: só tinha um quarto, era uma casa de solteiro. Eu, no meu turno das seis horas, sempre estava em casa cedo. E eu a via... ela se bronzeando no quintal, de biquíni minúsculo, e eu ficava olhando, escondido. Meu pau ficava duro feito pedra, gritando de tesão, mas eu tentava esquecer, me controlar. Acho que ela percebia meu desconforto, minha luta interna.
Num sábado ensolarado, o calor estava de rachar. Ela chamou:
— Pai, vem se bronzear comigo! Tô sozinha aqui.
O coração acelerou. Hesitei, mas fui. Deitei-me ao lado dela na espreguiçadeira. Ela pegou o óleo.
— Vira de costas, pai. Eu passo em você primeiro.
Ela derramou o óleo morno nas minhas costas. Suas mãos, macias e firmes, começaram a massagear, deslizando pelos músculos. Um gemido baixo escapou dos meus lábios sem querer. Ela riu, suave.
— Relaxa, paizinho... Tá tenso.
Terminou e me deu o frasco.
— Agora sua vez. Passa em mim.
Minhas mãos tremiam levemente quando comecei. Passei o óleo nos ombros dela, depois desci pela coluna. A pele dela era sedosa, quente. Quando minhas mãos chegaram perto da cintura, ela arqueou as costas, soltando um suspiro.
— Isso... Assim tá bom, pai. Desce mais...
Desci, massageando suas nádegas redondas por cima do tecido ínfimo do biquíni. Meu pau latejava contra a minha bermuda, inconfortável. Eu virei de bruços para disfarçar, mas logo senti o óleo pingando nas minhas costas de novo e as mãos dela retornando.
— Vira, pai. Vou passar na frente também.
Não tinha como recusar. Virei-me, e ela viu o volume evidente na minha bermuda. Seus olhos se encontraram com os meus, e um sorriso travesso surgiu nos lábios dela.
— Nossa, pai... O que é isso? — ela disse, rindo baixinho, seus dedos escorregando pelo meu abdômen abaixo do umbigo, até a borda da bermuda, onde esbarraram na rigidez. — Hahaha... Tá durinho, hein?
— Não é nada... — gaguejei, corando.
Ela deitou-se de barriga para cima, abrindo os braços. O biquíni era quase nada.
— Paizinho... agora passa na minha barriga. Por favor?
Perdi a batalha. Minhas mãos, agora cobertas de óleo, começaram a deslizar sobre seu pescoço, seus ombros, a curva dos seios. Quando toquei os seios, firmes e cheios, ela soltou um gemido prolongado, cheio de tesão.
— Ai, pai... que gostoso...
Minha mão desceu, traçando um caminho pelo seu ventre, até a borda da calcinha do biquíni. A hesitação foi breve. Mergulhei os dedos por baixo do elástico, encontrando os pelos macios e, mais abaixo, a fenda já molhada. Comecei a acariciar sua buceta devagar.
— Ai, paizinho... tá tão gostoso... — ela gemeu, e sua própria mão voou para a minha bermuda, apertando meu pau por cima do tecido. — Deixa eu ver esse piru...
Cheirei subitamente os dedos que tinham tocado nela. Aquele cheiro doce e salgado, um misto de perfume feminino e o aroma único do sexo dela, me deixou completamente sedento, animal. Não resisti mais.
Com movimentos ávidos, desamarrei o biquíni dela. Ele caiu, revelando seu corpo em toda a glória. Sem dizer uma palavra, mergulhei meu rosto entre suas pernas. Minha língua encontrou seu clitóris inchado e começou a lamber, devagar, em círculos apertados.
— Aihhh, pai! — ela gritou, os quadris sacudindo. — Assim... não para... lambe a bucetinha da sua filha...
Lambei demoradamente, explorando cada dobra, bebendo seus sucos. Ela gemia sem parar, palavras soltas escapando.
— Lambe... lambe meu cuzinho também, pai... por favor...
Obedeci, deslocando minha língua para o seu anel apertado, lambendo-o com vontade. Ela se contorcia, perdida no prazer. Depois, voltei à sua buceta, chupando e sugando seus lábios, até sentir seu corpo enrijecer e ela explodir com um grito abafado, o sabor doce e acre de sua goza invadindo minha boca. Engoli tudo, sedento.
Levantei-me, tirei minha bermuda e cueca. Meu pau pulsava, impaciente. Rosa sentou-se, olhos vidrados nele.
— Que piru lindo, pai... — sussurrou, pegando-o com as mãos. Ela passou a cabeça em seu nariz, em suas bochechas, lambendo a ponta antes de enfiar tudo, de uma vez, em sua boca quente.
Ela mamava com uma mistura de inocência e luxúria, sugando forte, massageando minhas bolas com as mãos. Os gemidos vibravam em torno do meu pau.
— Ai, pai... me dá leitinho... goza na boca da sua filhinha... que piru gostoso... goza, paizinho...
A visão dela, minha própria filha, chupando-me com tanto desejo, foi surreal e irresistível. Segurei sua cabeça e comecei a bombar mais rápido na sua boca.
— Vai, filha... toma... toma todo o leite do seu pai! — gritei, e jorrei na sua garganta, jatos quentes seguidos de espasmos. Ela tomou tudo, engolindo cada gota, olhando fixamente para meus olhos, um olhar de posse e devoção.
Quando acabou, ela não soltou. Continuou chupando, limpando com a língua, até ele ficar macio novamente. Depois, ela se deitou de costas, abrindo as pernas.
— Agora, pai... come a bucetinha da sua filhinha... me fode com força...
Deitei-me sobre ela, beijando-a profundamente, nossas línguas se entrelaçando, o sabor de nós dois misturados. Posicionei a cabeça do meu pau na sua entrada, já encharcada.
— Segura firme, Rosa... — avisei, e enfiei até o fim, num movimento único.
— CARALHO, PAI! — ela gritou, seus músculos internos se contraindo em torno de mim como uma luva de veludo quente. — Que bucetinha apertada, meu Deus...
Comecei a meter, num ritmo constante e profundo. Cada embate era um choque de prazer puro. Ela gemia, falando sem parar.
— Isso, pai... mete gostoso... tá gozando... a bucetinha da sua putinha tá gozando... mais forte! Enfia no meu cuzinho agora, pai... quero sentir seu pau na minha bunda...
Retirei, ensopei meu pau em seus fluidos e, com cuidado, pressionei contra seu anel anal. Ela respirou fundo, relaxando.
— Vai, pai... enfia no meu rabo... me fode pelo cuzinho...
Entrei devagar, sentindo a tensão incrível, até estar completamente dentro. Comecei a bombar, um vai-e-vem constante, profundo, sentindo cada centímetro dela me apertar. Alternávamos entre sua buceta e seu cuzinho, num frenesi de luxúria. Beijos molhados, mãos por todo o corpo, gemidos que ecoavam no quintal. Gozamos juntos inúmeras vezes, até o sol começar a se pôr, nossos corpos exaustos e brilhantes de suor e óleo.
No dia seguinte, fui a uma joalheria e comprei um par de alianças simples. Não eram para fingir. Desde aquele sábado, já se passaram seis anos. Rosa ainda é minha filha, mas também é minha mulher, minha esposa em segredo. Vivemos como marido e mulher, presos num laço que a sociedade nunca entenderia, mas alimentado por uma paixão e um prazer que transcendem tudo. É proibido, é errado, mas, caralho, é gostoso demais para deixar pra trás. Ela é minha putinha, minha filha, meu tudo. E cada noite, quando nos deitamos, a luxúria renasce, tão intensa quanto no primeiro dia.




