Marina exibida - Na pandemia, Aula online, câmera ligada e eu nua embaixo da mesa

Eu sou a Marina.

O conto que vou contar aconteceu quando eu já tinha 19 anos e estava perto de completar um ano me exibindo em lugares públicos.

1,60 de altura, 55 kg, pele branca, cabelos castanhos escuros longos, seios grandes e bumbum médio.

Sempre fui exibicionista. Não do tipo que só fantasiava trancada no quarto. Do tipo que precisava sentir o risco de verdade na pele.

Quando a pandemia começou, a faculdade passou a ser online e o estágio virou home office. Meus pais acharam mais seguro me deixar sozinha no apartamento que a gente tinha em Botucatu, no interior de São Paulo. Eles voltaram para a capital. Eu fiquei.

De um dia para o outro, minha vida se resumiu a quatro paredes, aulas pela internet e reuniões no computador. O isolamento, em vez de me sufocar, só alimentou o vício.

A rotina mudou rápido. De manhã eu já andava pelo apartamento só de calcinha. Pouco depois, na maioria das vezes, nem isso. Nua, tomava café, respondia e-mails, assistia às aulas. O ar-condicionado gelado na pele descoberta virou parte do prazer diário. Eu gostava de sentir o tecido da cadeira contra a bunda nua, o frio do piso nos pés, o vento do ar-condicionado passando entre as coxas. Parecia que o corpo inteiro ficava mais acordado, mais sensível.

Acostumei a fazer exercícios nuas e demais tarefas. Mas aquilo não era suficiente, não era exibicionismo. Não tinha risco.

Naquela manhã a aula começava às nove.

Começaram a vir algumas ideias. No começo descartei, mas quanto mais se aproximava do horário, mais elas voltavam e se alojavam na minha mente.

Eu queria fazer aquilo.

Antes mesmo de sentar, o medo já estava lá. Um medo fino, constante, que se misturava com o tesão de um jeito que eu já conhecia bem.

Eu sabia o risco. Mesmo com a câmera mostrando só o rosto e o começo do peito, eu estaria nua da cintura para baixo durante uma aula inteira.

Queria aquele jogo com o pessoal da faculdade, com o professor, mesmo sabendo que as aulas eram gravadas e ficavam por uma semana disponíveis para os alunos assistirem novamente.

Qualquer movimento errado, qualquer ajuste de postura, qualquer queda sem querer da câmera e alguém poderia ver. Essa consciência me deixava molhada antes mesmo de começar.

Sentei na cadeira em frente ao pc vestindo apenas uma camiseta larga e fina. Nada por baixo. A barra da camiseta mal cobria o começo das coxas. Na tela aparecia só do peito para cima. Embaixo da mesa, eu estava completamente nua.

A professora começou a falar. Alguns colegas ligaram as câmeras. Eu mantinha o rosto calmo, os olhos no material da aula, a postura correta. Por dentro, porém, o corpo já estava ligado. O medo e o desejo se enrolavam um no outro. Eu sentia o coração um pouco mais acelerado, a pele arrepiada, a umidade começando a aparecer entre as pernas só pela situação.

Abri as pernas devagar sob a mesa. O ar gelado do ar-condicionado tocou logo a parte interna das coxas e subiu até a buceta. Um arrepio longo percorreu minha espinha. Eu já estava úmida só por estar daquele jeito: nua, assistindo aula como se nada estivesse acontecendo, enquanto a pele inteira pedia contato. Mesmo sem mostrar a nudez na câmera, ela existia. E isso bastava para me deixar completamente ligada.

O tesão aumentava muito. Que vontade de mostrar mais. Mas não podia, era tão boa e tão cruel aquela sensação que sentia.

Passei a mão direita pela barriga, descendo devagar. Os dedos encontraram os lábios quentes e já inchados. Deslizei no meio, sentindo o quanto estava molhada. Fechei os olhos por alguns segundos, só apreciando a sensação. O contraste era delicioso: em cima da mesa, uma aluna atenta; embaixo, uma mulher nua se tocando sem pressa.

Comecei a circular o clitóris com o dedo do meio, bem lento. O prazer subia em ondas curtas e quentes. Eu pensava em como o corpo reagia só por estar exposto daquela forma, mesmo sem ninguém me vendo por completo naquele momento.

A simples consciência de estar nua durante a aula já bastava para me deixar mais sensível. Cada movimento dos dedos parecia mais intenso do que seria se eu estivesse vestida. O medo de ser descoberta não tinha sumido. Ele estava ali, latejando junto com o tesão, tornando tudo mais agudo.

Apertei um pouco mais. A respiração quis mudar, mas eu forcei o peito a continuar calmo. A expressão precisava continuar neutra. Só a mão trabalhava, devagar, explorando, sentindo a umidade aumentar e o calor se espalhar pelo baixo ventre. Minha buceta já estava tão molhada que os dedos deslizavam com um leve som úmido que só eu conseguia ouvir.

Em um momento precisei mexer no mouse. Quando levei a mão até ele, senti a barra da camiseta grudar na pele da coxa. Tinha molhado o tecido. Fui obrigada a puxar a camiseta para baixo com cuidado, tentando disfarçar o gesto, o coração acelerando só por aquele detalhe. O tecido úmido contra a pele me fez morder a parte de dentro da bochecha.

Foi então que abri os olhos e olhei para a pequena janela da minha própria câmera no canto da tela. Mesmo sendo só o rosto e o início do peito, dava para perceber. Os mamilos estavam duros e marcavam claramente o tecido fino da camiseta. Minhas bochechas estavam vermelhas. O rosto denunciava mais do que eu queria. Um novo frio subiu pela barriga. Medo e tesão se misturaram de novo, mais fortes. Eu continuei me tocando mesmo assim, os dedos girando com mais pressão, o prazer subindo enquanto eu forçava a expressão a permanecer neutra.

Eu gostava daquilo.

Gostava de sentir o próprio corpo responder enquanto o mundo do outro lado da tela seguia normal. Gostava do segredo, do calor entre as pernas, do frio do ar-condicionado na pele nua, da sensação de estar fazendo algo proibido só para mim — e, ao mesmo tempo, do medo constante de que a qualquer segundo o risco se tornasse real.

Os dedos continuaram o movimento, cada vez mais precisos, e eu me permiti afundar um pouco mais naquela bolha de prazer silencioso e perigoso.

A pressão aumentou. Eu já não conseguia manter o ritmo tão lento. Os dedos giravam com mais vontade sobre o clitóris, molhados, escorregadios. O tesão subia rápido agora, quente, insistente, se espalhando pela barriga e apertando baixo ventre. Minha respiração queria ficar mais fundo, mas eu lutava para manter o peito calmo. O rosto precisava continuar o mesmo.

Olhei de canto para o canto superior da tela. A contagem de participantes mostrava 34 pessoas. Trinta e quatro. Entre alunos e a professora. Qualquer um deles poderia, a qualquer segundo, perceber alguma coisa. Um gesto estranho, uma mudança na respiração, o jeito que eu mordia o lábio sem querer.

A ideia me fez apertar mais os dedos.

O medo estava ali, vivo, latejando junto com o prazer. E era exatamente ele que tornava tudo mais intenso. Eu estava nua da cintura para baixo, me masturbando no meio de uma aula com mais de trinta pessoas do outro lado da tela, e ninguém sabia. Essa consciência me deixava encharcada. Os dedos deslizavam com facilidade, o som úmido quase inaudível sob a mesa, o prazer subindo em ondas cada vez mais fortes.

Senti o orgasmo se aproximando. O corpo começou a retesar. As coxas tremeram de leve. Eu forcei a expressão a permanecer neutra, mas sem querer mordi o lábio inferior. Foi só uma mordida leve, rápida, mas suficiente para eu sentir o gosto e perceber o risco daquele gesto. Meu coração disparou.

Continuei mesmo assim. Os dedos mais rápidos, mais firmes, o clitóris latejando sob o toque. O medo de ser vista e o tesão de estar fazendo aquilo se misturavam até não dar mais para separar. Eu estava perto. Muito perto.

O rosto na câmera ainda tentava parecer atento. Embaixo da mesa, meu corpo inteiro pedia para gozar.

Os dedos não pararam. A pressão ficou quase dolorosa de tão boa. O clitóris latejava forte sob o toque, inchado, hipersensível. Cada círculo arrancava uma onda quente que subia pela barriga e descia pelas coxas. Eu sentia a umidade escorrendo, molhando a cadeira, o tecido da camiseta já esquecido.

Por dentro, o corpo começou a se preparar. O útero contraiu de leve, uma fisgada gostosa e profunda. As paredes da buceta latejaram sozinhas, como se pedissem para serem preenchidas. O calor se concentrou baixo ventre, latejando no mesmo ritmo dos meus dedos. Minhas pernas tremeram com mais força. Tive que pressionar os pés no chão para não balançar a cadeira.

O orgasmo veio sem pedir licença.

Uma contração forte, seca, que começou no clitóris e se espalhou em ondas violentas. A buceta se apertou em espasmos ritmados, molhada, quente, pulsando sem controle. Meu ventre inteiro se contraiu. Por um segundo a visão escureceu nas bordas. O prazer foi tão intenso que travou a respiração no peito. Eu forcei o ar a sair devagar pelo nariz, o rosto ainda virado para a tela, enquanto por baixo da mesa o corpo se sacudia em silêncio.

As contrações continuaram, uma atrás da outra, diminuindo aos poucos, mas ainda fortes o suficiente para me fazer morder a parte de dentro da bochecha. A umidade escorria entre as coxas. Meus mamilos doíam de tão duros, marcando a camiseta. O coração batia tão alto que eu tinha medo de alguém ouvir pelo microfone.

Fiquei parada alguns segundos, os dedos ainda pressionando de leve o clitóris latejante, sentindo os últimos espasmos passarem. O prazer foi baixando devagar, deixando um formigamento quente pela barriga e pelas pernas.

Na tela, a professora continuava falando.

Trinta e quatro pessoas estavam ali. Como aquele número me excitava.

Ninguém parecia ter notado nada.

Eu fiquei sentada mais alguns minutos, imóvel, sentindo o corpo ainda latejar. O orgasmo tinha sido forte. Forte o suficiente para deixar a cadeira encharcada sob mim. Eu sentia a umidade fria agora, grudando na pele da bunda e das coxas. Precisei me forçar a prestar atenção no restante da aula, o rosto neutro, enquanto por dentro ainda tremia.

Quando terminou, desliguei a câmera e o microfone. Fiquei olhando a tela preta por um tempo. O apartamento estava em silêncio. Só o som do ar-condicionado e o meu coração ainda acelerado.

Naquela semana, voltei em todas as gravações das aulas.

Não era só para entender a matéria. Eu avançava o vídeo até o momento em que minha câmera aparecia e estudava o próprio rosto. Procurava qualquer sinal. Uma respiração mais funda, uma mordida no lábio, um leve tremor no ombro, o jeito que os mamilos marcavam a camiseta. Queria saber se, em algum instante, tinha ficado óbvio o que eu estava fazendo embaixo da mesa.

Em alguns trechos eu quase tinha certeza de que dava para perceber. Em outros, o rosto parecia perfeitamente calmo. Essa dúvida me deixava inquieta e excitada ao mesmo tempo.

E já começava a pensar nas próximas aulas.

Como seria aumentar um pouco o risco. Talvez tirar a camiseta também em algum momento, ficando completamente nua. Ou se tocar de forma mais intensa, quase gozando de novo no meio da explicação. A ideia de repetir aquilo, e de ir além, já fazia meu corpo reagir só de imaginar.

Cheguei a cogitar fazer o mesmo durante as reuniões de trabalho. Câmera ligada, rosto profissional, e embaixo da mesa o mesmo segredo. O pensamento me assustou e me excitou na mesma proporção.

Levantei da cadeira. A mancha úmida no estofado era clara. Eu sorri sozinha, ainda nua da cintura para baixo, sentindo o ar gelado na pele molhada.

A pandemia tinha me trancado dentro de casa.

Mas, de alguma forma, tinha também me dado um novo território para o vício.

E eu já sabia que não ia parar.

Foto 1 do Conto erotico: Marina exibida - Na pandemia, Aula online, câmera ligada e eu nua embaixo da mesa

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Ficha do conto

Foto Perfil marina-exibida
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Nome do conto:
Marina exibida - Na pandemia, Aula online, câmera ligada e eu nua embaixo da mesa

Codigo do conto:
275805

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
29/10/2026

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