Marina exibida - De exibicionista virei caça dos moradores e fui levada nua.

Faziam poucos dias que estava naquela cidade do interior, cuidando da casa de uma amiga. Aquela viagem estava sendo especial, pois me descobri exibicionista. Sai algumas vezes nua, me arriscando a ser pega pelos homens do bar da região. Até a polícia me vigiava. Com certeza eles tinham a intenção de me pegar no flagra, ou pelo menos de assustar. Mas não, eu apenas fiz meu show.

Era tão bom ser vista, apreciada e fingir que não sabia, que não era eu.

Me sentia protegida depois de tudo que fiz. Não tinham como me culpar ou castigar.

O sol da tarde caía preguiçosamente sobre a cidadezinha, pintando o céu de um laranja queimado. Eu estava na espreguiçadeira, completamente nua, com o corpo ainda quente da água da piscina. O roupão preto, meu único acessório naqueles dias, estava jogado no chão.

Eu estava num estado de sonolência deliciosa, com a pulsação constante e febril na base da barriga — o eco daquela tarde anterior, quando me masturbei provocativamente para os binóculos da polícia na mata nos fundos do quintal. Eu adorava aquela sensação de ser o segredo inconfessável daquela gente, a lebre que os lobos vigiavam.

Fechei os olhos por um segundo. Apenas um piscar de olhos.

Quando os abri, o cenário tinha mudado. A quietude do meu quintal foi estilhaçada.

Três homens do bar, aqueles rostos rudes que eu via de longe, estavam parados ao redor da espreguiçadeira. O homem mais velho, aquele que parecia ser o líder, segurava um pedaço grosso de madeira.

Antes que eu pudesse gritar ou me mover, eles se lançaram sobre mim. O cheiro de tabaco e álcool deles me sufocou.

Eu tentei lutar, mas eles eram fortes demais. Agarrei-me à espreguiçadeira, mas eles me puxaram com violência.

— Soltem-me! O que vocês estão fazendo aqui? Saiam da minha casa! — Gritei, com a voz trêmula de pânico.

Eles não responderam com palavras. O mais velho apenas rosnou, com um sorriso sádico:

— Cala a boca, vagabunda. A festa acabou. Vamos leva-la agora para a cidade.

Eles me viraram de bruços na grama. O terror puro me consumiu. Eu estava nua, indefesa, humilhada. Senti a humilhação queimar minha pele.

— Por favor... não! Vistam-me! Deixem-me colocar uma roupa! — Implorei, a voz agora um sussurro quebrado e desesperado.

O homem mais velho, com um olhar gélido, aproximou o rosto do meu ouvido e sibilou:

— Você queria se mostrar? Pois agora o show é para a cidade inteira. Se não se mostrar para todos, não deveria ter se mostrado para ninguém.

As palavras dele ecoaram na minha mente como uma sentença de morte. Ele estava certo, e aquela lógica distorcida aumentava o meu pânico.

Com uma corda grossa de varal, eles amarraram meus pulsos com força nas costas e, em seguida, prenderam meus tornozelos juntos, arqueando minhas costas para trás em uma posição de tortura e submissão. Eu estava completamente imobilizada, nua e em forma de arco.
O homem mais velho colocou o pedaço de madeira que segurava por baixo das minhas amarras, entre meus braços e pernas, transformando-me em um fardo humano. Os outros dois homens levantaram a madeira com o meu corpo amarrado nela, me suspendendo no ar.

Eu estava pendurada como a caça, balançando entre eles, completamente exposta, os meus seios balançando livremente sob a gravidade, com os mamilos duros. Cada passo dos homens faziam eles chacoalhar ritmicamente.

Eles me carregaram para fora do quintal.

— Onde estão me levando?

— Para a rua principal da cidade.

Aquilo me desesperou. Por um instante achei que me levariam para uma viatura ou para o bar, mas não. Seria exposta para todos daquela cidadezinha.

Não conseguia me soltar, não adiantava pedir.

— Não..não, não por favor não. Desculpa pelo que fiz, mas não me levem assim.

Não houve resposta.

Eu pensava que me arrisquei demais naquele fim de mundo. Eles não deixariam barato minha provocação exibicionista.

Então chegamos, era o centro da cidade, a hora do movimento. Pessoas — famílias, homens, mulheres — paravam na calçada, boquiabertas. Carros buzinavam, parando o trânsito.

Alguma seguiam começando a forma um grupo enorme para ver minha humilhação.

Eu estava sendo levada em procissão. Totalmente nua, amarrada, pendurada como um troféu de caça, com meus seios balançando expostos para todos verem. O meu rosto queimava de vergonha, mas uma parte de mim — a parte insaciável que descobri naqueles dias gritava com o horror e o tesão da situação.

Sim, eu estava com vergonha, mas o calor entre minhas pernas era enorme. Aqueles olhos, todos eles.

O pânico misturava-se com uma excitação doentia e incontrolável, uma pulsação constante na base da barriga que eu não conseguia controlar, mesmo aterrorizada.

Eu não sabia mais se minha maior vontade era de correr de lá ou me tocar ali mesmo na frente de todos.

Pensei:

— Sou louca, sou louca como posso pensar nisso.

O peso do meu corpo na madeira feria meus pulsos e tornozelos. O asfalto quente passava sob meus olhos. Os comentários e gritos das pessoas — "Olha só!", "Meu Deus, o que é aquilo?", "É uma mulher nua!" — ecoavam na minha mente, martelando minha dignidade. Eu era a Rainha da Estrada, mas agora era uma prisioneira humilhada, um monstro para a cidade.

— Prendam-na! Matem-na! — Alguém gritou na multidão.
Eu estava aterrorizada. O medo de ser presa, de ser exposta para sempre, de nunca mais ser a "estudante que viajou", era total.

Então todos começaram a vir na minha direção. E senti que era minha hora.

De repente, senti um impacto no rosto. Algo caiu do céu e bateu em minha bochecha com força.

Abri os olhos.

O sol poente estava no mesmo lugar. A piscina estava tranquila. O roupão de cetim preto ainda estava no chão. Minhas mãos estavam livres e macias, sem as cordas que cortavam a pele no sonho.

Um pequeno galho seco, solto da mangueira acima, tinha caído e me acordado.

O meu coração ainda batia acelerado no peito. A respiração estava ofegante. Levei as mãos trêmulas ao rosto, sentindo o alívio avassalador. O cheiro de tabaco e álcool, o peso asfixiante da madeira, a humilhação pública... tudo tinha desaparecido.

Tinha sido um sonho. Apenas um sonho.

Sentei-me na espreguiçadeira, com o corpo nu e suado, olhando para a mata nos fundos do quintal. Eu sabia que eles estavam lá, com seus binóculos, assistindo a tudo.

O pesadelo tinha acabado, mas a realidade agora era mais perigosa, e por isso, infinitamente mais excitante. Aquele sonho não era um aviso, mas uma revelação do meu desejo mais profundo: o risco absoluto, a captura, a humilhação pública exposta para a cidade inteira. Eu descobri que não conseguia mais viver sem esse nível de exposição.
Sorri — um sorriso sádico, vitorioso e insano, olhando para a mata nos fundos. Eles estavam lá, com seus binóculos, me assistindo na espreguiçadeira. O show ia continuar, e eu estava pronta para elevar a aposta, para me exibir ainda mais ousadamente sob o olhar deles, para que a fantasia do pesadelo se tornasse, de alguma forma, a minha realidade. O perigo era agora a minha verdadeira droga.

Mas mesmo assim aquele era meu ultimo dia lá.

Minhas novas aventuras teriam que ser no caminho de volta.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Marina exibida - De exibicionista virei caça dos moradores e fui levada nua.

Codigo do conto:
273981

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
05/10/2026

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