Marina exibida - Enquanto andava nua, encontrei um homem cego e deixei ele me ver com as mãos.

Eu sou a Marina.

Na época eu tinha 19 anos. Era julho, plena pandemia. Já fazia meses que eu não saía do apartamento para me expor. Meses trancada, só tela, só silêncio, só o próprio corpo. Eu não aguentava mais. Precisava sentir o vento na pele nua, o risco real, a possibilidade de alguém me ver.

Por isso saí de madrugada. Ansiosa, angustiada, sedenta pela emoção. Resumindo, louca.

A sensação era diferente. A cidade parecia morta se não fosse por algumas luzes dos apartamentos e casas.

Encontrei um trecho isolado perto dos quiosques fechados, tirei toda a roupa e escondi atrás de uma árvore.

Não é fácil explicara, mas quando removo a roupa na rua, a sensação de cada peça que cai é como me libertar de um peso de academia, ou melhor, tirar partes de uma armadura que não me permitia mover.

Que servia para me proteger, mas não é isso que gosto, eu gosto de me arriscar, de estar indefesa em desvantagem.

Fiquei completamente nua. O coração acelerou na hora. O cheiro de maresia, a brisa fria do mar batendo nos seios, na barriga, entre as pernas. Eu passei as mãos pelo corpo só para sentir. Já estava úmida e mal tinha começado.

Estar nua na rua era libertador. Eu me sentia como alguém que nadou do fundo do mar e agora encontrava o ar.

Andei pela calçada deserta. Os seios balançavam. De vez em quando eu os apertava, beliscava os mamilos até doer de um jeito gostoso.

Adorava esse estimulo. Como tinha sentido falta disso.

O vento batia direto na buceta e me fazia arrepiar inteira.

Parecia que mundo tinha acabado, apenas eu tinha sobrado. Engano.

Foi dobrando uma esquina mais escura que eu vi o vulto.

Senti um choque, o coração batendo como louco, não sabendo se escapava entre os meus seios ou se saia pela boca.

Tinha me desacostumado com esse susto. Por isso paralisei por alguns segundos, o que me permitiu ver os detalhes de quem vinha.

Homem de uns cinquenta anos, camisa de linho aberta, óculos escuros e bengala branca. O som da bengala no chão: toc, toc, toc.

Cego.

Eu quase ri. Eu exibicionista e a única pessoa que cruzo na rua não podia me ver.

Em vez de me esconder, eu fiquei no caminho dele.

Queria brincar um pouco, me arriscar, curtir o diferente. Nunca tive uma experiência deste tipo.

Encostei no muro, abri um pouco as pernas e comecei a massagear os seios bem na direção dele, devagar, provocativa.

Apesar de saber que ele não via, como era gostoso. Podia ser bem vadia nessa hora. Superar o pouco de vergonha, que era quase nula, que sentia ao viver minhas aventuras exibicionistas.

Rebolei o quadril leve, como se estivesse dançando só para ele. O tesão subiu rápido. Estar nua a poucos metros de um homem, me tocando, e ele sem poder ver… era sujo e delicioso.

Ele veio se aproximando. Eu continuei me tocando, apertando os mamilos, deslizando uma mão pela barriga. Quando ele passou bem perto, eu até gemei baixinho de propósito.

Eu conseguia ver os detalhes dele, o som da respiração quando chegou bem na minha frente.

Esperava ouvir:

— Tem alguém ai?

Mas não.

A bengala não parou. Ele seguiu em frente.

Eu fiquei olhando as costas dele e senti uma vontade absurda de continuar a brincadeira.

Comecei a segui-lo, ainda nua, a alguns passos de distância. Eu parecia como um dos cachorros de rua que seguem alguém que simpatizam, ou melhor, alguém que querem atenção e como eu queria.

O risco era enorme. Tinha casas. Qualquer janela podia se abrir. Qualquer pessoa podia sair. E mesmo assim eu ia atrás, sentindo o ar na pele e a buceta latejando.

Depois de uma quadra eu não aguentei. Precisava da atenção dele.

— Com licença… — chamei, a voz já rouca.

— O senhor precisa de ajuda?

Ele parou e virou o rosto na minha direção. Eu quase solucei, resposta estranha do corpo a aquele meio segundo que achei que ele me via.

— Se não for atrapalhar… sim. Tem muitos buracos nessa calçada. Moro logo ali na esquina.

Eu me aproximei. Peguei a mão dele e coloquei no meu ombro nu.

— Pode se apoiar aqui.

Quando os dedos dele tocaram minha pele, um arrepio forte desceu pela coluna. Ele apertou de leve e a gente começou a andar.

Eu guiava um homem na madrugada estando completamente pelada. O corpo inteiro estava ligado. Eu falava baixo, quase no tom de quem está ronronando:

— O senhor está há muito tempo sozinho nessa quarentena?

— Tempo demais.

— Eu também. Às vezes a gente precisa de contato… de qualquer jeito.

Ele deu um riso baixo. A mão dele estava quente no meu ombro. Eu queria que ela descesse.

Aquele caminho me deixava cada vez mais excitada. O risco, a situação, o toque sem intenção, mas que mesmo assim era como um choque sensorial.

Eu precisava arriscar, mais, mais, sim mais.

Em determinado momento eu perguntei, provocando:

— O senhor não quer saber como eu sou?

Ele demorou um segundo.

— Tenho curiosidade sim, mas falar não adianta muito, minha cara. Para eu saber de verdade… eu preciso tocar.

A frase me deixou molhada na hora.

Eu olhei em volta. A rua estava vazia. Puxei ele suavemente para um trecho mais escuro, entre duas casas, onde a luz do poste quase não chegava.

— Então toca — falei, a voz tremendo de tesão.

— Pode conhecer.

Ele hesitou só um instante. Depois ergueu as duas mãos e começou pelo meu cabelo, descendo para o rosto. Os polegares passaram pelas minhas maçãs do rosto, pela boca.

Nossa, que sensação do toque nos meus lábios. Eu quase abri os lábios e chupei os dedos dele. Ele sentiu a intenção e sorriu.

As mãos desceram para os ombros, depois para os braços. Quando chegaram nas minhas costas, os dedos pararam. Ele franziu a testa.

— Não tem tecido nenhum… você está de biquíni?

Eu mordi o lábio. Aquela pergunta, sim aquela pergunta.

— Não.

Ele ficou em silêncio um segundo.

— Nossa, garota… você está nua?

— Estou. Totalmente.

Minha voz saiu baixa e excitada. Eu peguei uma das mãos dele e coloquei sobre o meu peito.

— Quer conhecer o resto do meu corpo?

Ele respirou fundo.

— Só tem um jeito de eu saber de verdade.

— Então explora — respondi.

— Conhece ele todinho. Quero sua opinião.

As mãos dele subiram e pegaram meus seios. Apertaram, sopesaram, os polegares roçando os mamilos duros. Ele comentou baixo, quase para si:

— Firmes… fartos. Os bicos estão bem duros.

— Ummm...Você deve ter entre 18 no máximo 20 anos.

— Nossa. Eu tenho 19. Tem jeito que mesmo me vendo não consegue acertar assim.

Ele se aproximou e cheirou a pele do meu pescoço e do colo.

— O que você está fazendo? — perguntei, arrepiada.

— Pele nua de mulher tem uma fragrância… ajuda a conhecer melhor. Você cuida bem do corpo.

As mãos desceram pelas costelas, pela cintura, e pararam na minha bunda. Ele apertou as duas nádegas.

— Que durinhos. Mesmo nessa época você consegue manter o corpo assim…

— O que o senhor acha? — perguntei, já ofegante.

— Acho que você deve ser uma deusa. Sorte de quem já se perdeu com você.

As mãos continuaram descendo. Passaram pelas batatas das pernas e foram subindo por dentro das coxas. Minha respiração mudou completamente. Quando os dedos chegaram entre as pernas, ele tocou com cuidado, sentindo o quanto eu estava molhada.

— Humm… se depila.

Ele ficou ajoelhado na minha frente. A voz saiu mais rouca:

— Sabe de uma coisa, moça… para conhecer melhor, eu preciso sentir o sabor.

Eu encostei as costas na parede fria, abri bem as pernas e respondi com a voz bem sensual:

— Então sente. Por favor sente, me conheça totalmente.

Ele chegou perto e passou a língua em mim ali mesmo, na calçada, sob a luz fraca dos postes. A brisa do mar batia nas minhas pernas abertas enquanto a boca dele me chupava. Eu gemiam baixo, uma mão nos cabelos dele, a outra apertando o próprio seio.

— Gosta de conhecer meu corpo só com o toque? — provoquei, a voz quebrada.

— Nunca imaginei que ser vista assim fosse tão bom…

Ele não respondeu com palavras. Só aprofundou a língua. Eu gozei ali mesmo, de pé, contra a parede, gemendo com a mão na boca para não fazer barulho, as pernas tremendo, o orgasmo forte e longo enquanto ele continuava me chupando.

Quando os espasmos passaram, ele se levantou. Passou as mãos de novo nos meus seios, lambeu de leve os mamilos e falou, ainda perto do meu rosto:

— Obrigado por deixar eu te ver do único jeito que eu posso.

— Eu que agradeço. Foi tão bom ser vista assim.

Eu o acompanhei até o portão da casa dele em silêncio. Esperei ele entrar e fechar a porta. Depois voltei pelo mesmo caminho, peguei a roupa escondida atrás da árvore e me vesti.

O short ficou imediatamente marcado.

Eu caminhei de volta para o apartamento com as pernas ainda moles e o corpo inteiro sensível. Tinha acabado de ser chupada nua, na rua, por um homem que não podia me ver com os olhos.

E tinha sido uma das noites mais gostosas da minha vida.

Foto 1 do Conto erotico: Marina exibida - Enquanto andava nua, encontrei um homem cego e deixei ele me ver com as mãos.

Foto 2 do Conto erotico: Marina exibida - Enquanto andava nua, encontrei um homem cego e deixei ele me ver com as mãos.

Foto 3 do Conto erotico: Marina exibida - Enquanto andava nua, encontrei um homem cego e deixei ele me ver com as mãos.

Foto 4 do Conto erotico: Marina exibida - Enquanto andava nua, encontrei um homem cego e deixei ele me ver com as mãos.

Foto 5 do Conto erotico: Marina exibida - Enquanto andava nua, encontrei um homem cego e deixei ele me ver com as mãos.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


275805 - Marina exibida - Na pandemia, Aula online, câmera ligada e eu nua embaixo da mesa - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
275634 - Marina exibida - Foi nadar nua e viu o olhar de um desconhecido nas sombras. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 10
275139 - Marina exibida - Em Maceió andei nua a cavalo como na Lenda de Godiva - Categoria: Exibicionismo - Votos: 8
275039 - Marina Exibida - Fui me exibir na chuva e encontrei alguns moradores de rua e fui provoca-los. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
274877 - Marina exibida - Parei na entrada da cidade e fui me exibir perto de uma fábrica e fui vista - Categoria: Exibicionismo - Votos: 4
274774 - Marina exibida - Ficou se mostrando no restaurante para o cara da outra mesa que estava com a esposa - Categoria: Exibicionismo - Votos: 11
274723 - Marina exibida - Pedalando Nua para o Perigo: O Medo que Me Faz Gozar - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
274614 - Marina exibida - Andou nua de madruga e parou para ajudar um senhor que achou no caminho. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 10
274156 - Marina exibida - Foi andar nua na estrada a noite e não conseguiu encontrar lugar para se esconder - Categoria: Exibicionismo - Votos: 8
274072 - Marina exibida - Exibição no posto de gasolina para os funcionários desavisados. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 6
273981 - Marina exibida - De exibicionista virei caça dos moradores e fui levada nua. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 7
273648 - Marina exibida - Viu a policia e os caras do bar nas câmeras da casa e decidiu fazer um show nua. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 7
273610 - Marina exibida - A polícia bateu a porta, será que fui descoberta? - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
273547 - Marina exibida - Decidiu voltar a noite e se exibir nua novamente ao homens do bar - Categoria: Exibicionismo - Votos: 14
273420 - Marina exibida - Minha primeira vez nua em público. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 22

Ficha do conto

Foto Perfil marina-exibida
marina-exibida

Nome do conto:
Marina exibida - Enquanto andava nua, encontrei um homem cego e deixei ele me ver com as mãos.

Codigo do conto:
276423

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
05/11/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5