Meu nome é Marina. Hoje tenho 25 anos, 1,60 de altura, 55 kg, pele branca, cabelos castanhos escuros longos, seios grandes e bumbum médio.
O meu relato se passa quando eu tinha 18 anos.
Naquela época, eu estava tomando conta da casa de uma amiga da família no interior. Era um lugar bem isolado, longe de tudo. A casa tinha uma piscina e um quintal grande, cercado por muros altos e bastante vegetação.
Cuidar foi um grande mentira da minha parte, eu queria apenas a liberdade de curtir um lugar isolado, no meio da natureza e com uma piscina maravilhosa.
Naquela tarde, depois de fazer exercício, eu estava de camiseta branca e shortinho escuro, suada e quente. Decidi me refrescar na piscina. Como não havia ninguém por perto, tirei toda a roupa e entrei nua na água. Foi gostoso sentir a água no corpo inteiro, sem nada por cima.
Fiquei um tempo boiando, relaxada, até ouvir um som estranho vindo de fora. Vozes masculinas, conversa baixa e o barulho de um rádio. Achei estranho. A casa ficava longe de qualquer movimento.
Na verdade o caminho de carro até lá, ficava em torno de uma hora sem qualquer sinal de civilização além dos postos de energia e da estrada de terra.
Novamente ouvi o som, curiosa, saí da piscina ainda nua e fui até o fundo do quintal, onde havia um portãozinho de serviço quase nunca usado.
Abri o portão com cuidado e saí.
Nem pensei em me vestir. Alguma coisa me atraia. E a sensação de procurar de onde vinha aquele som, procurar nua dava um prazer que nunca havia sentido antes.
Do outro lado, depois de vários metros de mato e um caminho estreito, havia um pequeno bar isolado de beira de estrada, meio escondido pela vegetação. Alguns homens estavam do lado de fora, bebendo e conversando.
Meu coração disparou. Eu estava completamente nua, a poucos metros deles. O primeiro impulso foi voltar correndo. Mas algo diferente aconteceu. Em vez de só medo, veio um tesão forte e quente. A ideia de estar ali, exposta, podendo ser vista a qualquer momento, me deixou encharcada.
Eram todos homens do interior, pele marcada pelo som acima dos 40 anos.
Fiquei atrás de uma árvore, observando. No começo só espiava.
Alguma coisa começou a mexer comigo. Uma vontade de arriscar.
Fiquei um tempo encarando, apenas o rosto de fora, depois fui testando. Avançava um pouco, deixava parte do corpo mais visível, depois me escondia de novo. O risco me excitava de um jeito que eu nunca tinha sentido.
Foi quando eu decidi ir além.
Por causa do breu da mata, eu achava que isso dificultava ser vista. Então decidi provocar e jogar com a sorte.
Saí mais da proteção da árvore. Fiquei parada, de frente para eles, completamente nua. O corpo inteiro à mostra. Os seios, a barriga, a buceta. Fiquei ali alguns segundos, só olhando. Um dos homens virou o rosto. Depois o segundo. Em pouco tempo os quatro estavam encarando na minha direção.
Eu não corri. Fiquei imóvel. Senti o olhar deles percorrer cada centímetro do meu corpo. O tesão subiu tão rápido que quase doeu. Passei a mão devagar pela coxa, subi até a virilha e comecei a me tocar na frente deles, sem pressa. Os dedos deslizando, abrindo, apertando. Eu me masturbava abertamente, olhando para os rostos deles.
Um dos homens deu um passo à frente, como se não acreditasse no que estava vendo.
Foi nesse momento que o medo real bateu junto com o orgasmo. Gozei forte, com as pernas tremendo, mordendo o lábio para não gemer alto demais. Ainda estava gozando quando ouvi a voz:
— Tem alguém aí no mato?
O sangue gelou. Virei de costas de uma vez e saí correndo pelo caminho estreito, o cabelo batendo nas costas, a bunda à mostra. Ouvi movimentos e vozes atrás de mim. Com certeza me viram de costas — o corpo inteiro correndo, nu, antes de eu atravessar o portãozinho e trancá-lo com força.
Entrei na casa ofegante, ainda nua, e tranquei a porta da área. Fiquei parada na cozinha, o coração batendo na garganta, as pernas bambas. O corpo inteiro formigava. Eu tinha me exibido. Tinha me tocado na frente deles. E tinha sido vista correndo nua.
Sabia que por causa da pouca luz, eles não deveriam ter visto direito. Mas era tão excitante e gostoso.
Alguns minutos depois, ainda em silêncio dentro da casa, consegui ouvir as vozes dos homens do outro lado do muro, mais próximas:
— Eu juro que vi uma garota nua se tocando no mato.
— Sério?
— Vi sim. Parecia uma sombra, dei uns passos para frente e depois ela correu de costas, pelada pra caralho. O corpo todo à mostra.
Fiquei parada, ouvindo. O medo apertava o peito, mas o tesão voltou com força. Eles tinham me visto. Não sabiam quem eu era, não tinham visto meu rosto com clareza, mas tinham visto meu corpo nu se exibindo e depois fugindo.
Aquilo não saia da minha cabeça. Eu me toquei até gozar e depois uma ideia idiota veio.
Queria sentir o risco de novo.
Depois de um tempo me vesti de novo com a camiseta e o shortinho. Saí pela frente da casa, passei perto do bar, ninguém reparou em mim, apesar de serem os mesmos homens.
Em vez de ir embora, entrei lá e comprei um refrigerante e cumprimentei os homens com a maior naturalidade que consegui. Eles olharam para mim normalmente. Nenhum desconfiou que a garota nua que tinha se exibido e corrido minutos antes era eu.
Naquele dia eu descobri algo sobre mim. O medo de ter sido vista, misturado com o tesão de me exibir de propósito, ficou na minha cabeça por dias. E foi o começo de um vício que carrego até hoje.




