Marina Exibida - Fui me exibir na chuva e encontrei alguns moradores de rua e fui provoca-los.



Sempre me disseram que sou curiosa demais, mas a verdade é que meu prazer não vive na cabeça, vive na pele. Sou exibicionista. Não no sentido vago de tirar a roupa em casa, mas no sentido visceral de querer que o mundo saiba que estou nua, mesmo que eu esteja sozinha.


Aos 25 anos, com 1,60m, 55kg, pele branca e cabelos castanhos escuros que caem como uma cortina pesada, eu sei exatamente o que meu corpo quer. Eu quero o frio. Quero o medo. Quero a possibilidade real de ser vista.

Aquele mês no litoral era o meu santuário. Uma casa pequena, cercada por construções abandonadas e mata fechada. O isolamento não era fuga, era uma caixa de ressonância para meus impulsos. Eu precisava de silêncio para ouvir o sangue correndo nas veias. Fazia mais de um mês desde a minha última aventura exibicionista. O corpo já pedia risco de novo.

Apesar do lugar isolado, o movimento dos moradores a noite não me permitia viver minhas aventuras.

Mas a oportunidade veio graças a ajuda dos céus.

Na terceira noite, o céu desabou. Uma garoa fina e cortante transformou o ar em uma lâmina fria.
O vento do litoral é maldoso. O que fez as pessoas não saírem.

Esperei o silêncio total. Vestindo apenas uma camiseta fina e um shortinho que mal cobria a curva do quadril, saí.

Deixei a chave escondida sob uma pedra — um ritual que me fazia sentir que não havia volta.

Dez minutos de caminhada pelo caminho de terra. Precisava ter certeza que o movimento era nulo, ou quase.

Eu tremia de frio e ansiedade. Meus dentes batiam um no outro fazendo um som que rivalizava com do meu coração.

O cheiro de terra molhada e mato úmido invadiu as narinas.

Em uma clareira estreita, entre as raízes expostas das árvores, senti que era o lugar perfeito.


Não havia movimento, som, nada. Eu sorria como uma boba pela oportunidade.

Mesmo morrendo de frio e a pela úmida, eu tirei a roupa. Cada peça foi guardada em uma sacola.

Eu aceitava que estivesse molhada, mas não queria suja de terra ou barro.

Nua sob a garoa, o frio imediatamente agarrou minha pele. Parecia ter ficado mais intenso.

Eu sentia como se tocasse cada osso, cada vértebra com um cubo de gelo.

Os mamilos endureceram em segundos, pontos de dor prazerosa que se irradiaram pelo corpo. A água fria escorria pelas curvas dos seios, pingava no centro da vulva, um contraste brutal entre o frio externo e o calor que começava a florescer.

Eu me sentia uma louca expondo e maltratando o meu corpo naquele tempo. Só que o tesão fazia eu não ligar se no outro dia tivesse que ir ao pronto socorro ou farmácia.

Queria viver o momento e ali, perto das casas me arriscando me deixava num grau de excitação violenta.

Eu não estava apenas nua. Estava exposta. E a exposição era o gatilho.

Comecei a me tocar ali mesmo, entre as árvores escuras. Meus dentes batiam de frio, mas não ligava.

A sensação do calor vindo do meu sexo enquanto me tocava era um contraste gostoso e doloroso contra aquele tempo.

O som da chuva cobria meu ofego. O prazer subiu rápido. Gozei tremendo, mordendo o lábio inferior com força, sentindo o gosto metálico do sangue e a vibração do corpo contra as raízes. A sensação de vulnerabilidade absoluta me deixou mais ligada do que nunca.

Mas o jogo real começava quando havia testemunhas.

Eu lembrava das vezes que o passeio tinha um par ou mais de olhos em cima de mim.

Continuei andando, beirando a vegetação, o corpo bem úmido e sensível. As luzes fracas das obras abandonadas apareciam como olhos amarelos na escuridão. Uma delas, com o muro parcialmente desabado, emitia um brilho laranja. O cheiro de fumaça e álcool barato chegou até mim.

Aquele bairro era relativamente novo, mas tinha alguém naquela obra. Não estava mais sozinha. Não sabia quem ou quantos, mas tinha vida ali.

Eu deveria ter voltado. A lógica gritava que era perigoso. Mas a exibicionista em mim puxava na direção contrária. Eu me aproximei de propósito.

Porque gosto do risco. Porque a possibilidade de ser vista quando não estou preparada me excita mais do que qualquer fantasia segura.

Coloquei o dedo na boca, para parar o som dos meus dentes batendo.

Cada passo mexia comigo, já conseguia ver movimento nas sombras.

Meus pulmões faziam meus seios subirem e descerem como loucos. Não havia corrido, mas a respiração estava louca.

O tempo era diferente, não sei explicar, mas era excitante e assustador.

Cheguei perto o suficiente para ver.
Três homens. Moradores de rua, agachados ao redor de uma fogueira improvisada em um tambor de óleo. Me escondi atrás de um bloco de concreto, o coração batendo tão forte que eu temia que ecoasse.

Era o primeiro momento que me protegia da chuva, apenas da chuva.

Meus pés afundavam na terra e eu procurava fazer o menor movimento possível.

Estava a poucos metros deles, completamente nua. A ideia de que poderiam virar a cabeça a qualquer segundo me deixou encharcada de novo.

Aquele risco, como me excitava.

Comecei a me tocar outra vez, bem devagar, os dedos traçando círculos no clitóris enquanto os observava. Imaginava a expressão deles se a luz da fogueira batesse na minha pele branca. A fantasia de ser descoberta, de ser exposta sem aviso, era o afrodisíaco supremo. Minha vulva pulsava, encharcando a parte interna das coxas, misturando meu líquido com a água da chuva.

Dois dos homens se deitaram, exaustos. Ficou um acordado, vigiando o fogo. Minutos depois, ele se levantou e veio na direção de uma pilha de tijolos, virando as costas para mim. A chance perfeita.
Saí da sombra. Não exatamente para ser vista, mas para sentir a proximidade do calor humano sem a barreira da distância. Dei dois passos. A pele arrepiada, o sexo pulsando. Cada movimento era uma fricção involuntária que me fez gemer baixinho.

Eu olhava para os dois que dormiam e fiquei massageando meu corpo. Era gostoso fazer isso, assim perto, corpo iluminado pelo corpo.

Era gostoso aquela forma lasciva que eu me mostrava para eles. Só que isso me fez distrair.

Não vi o terceiro homem que voltava pelo outro lado da obra.

O choque no rosto dele foi imediato. Arregalou os olhos. Ainda estava com o pau na mão.

Ele deveria já estar algum tempo vendo e ficou quieto curtindo a visão.

O tempo congelou. Fiquei paralisada, a nudez exposta sob a luz fraca da fogueira, os seios balançando levemente com a respiração ofegante. A chuva continuava caindo, destacando cada gota na minha pele.

— Que porra é essa? — a voz dele saiu rouca.

— Quem é você? — Olhar com maldade e tesão.

Minha voz saiu quebrada, não só de medo, mas da intensidade do momento:

— Não importa. Só estou passando.

Ele me olhou de cima a baixo, tentando processar a imagem de uma mulher nua, tremendo de frio, no meio daquela escuridão.

— Tá maluca? Nesse frio, pelada?
Não respondi. Deixei que ele olhasse.

Deixei que o olhar dele consumisse cada centímetro da minha pele. A vergonha não existia. Existia apenas a eletricidade do risco. Senti o prazer residual do orgasmo anterior misturado com a adrenalina pura de estar sendo observada.

Quando ele deu um passo na minha direção, o medo real me atingiu. Não era mais só um jogo. Era uma caçada.

Diferente das minhas outras aventuras não era um velho ou existia um muro ou portão para me proteger.

Virei e corri. Não gritei. Gritar atrairia algum vizinho e eu teria que explicar por que estava completamente nua ali.

Corri entre as construções, os seios batendo contra o peito, a nudez exposta à escuridão e à sujeira. O som dos passos atrás de mim era pesado.

Tinha perdido o sentido de direção. Não sabia se estava voltando para casa ou me afastando.

Olhei para trás. Os outros dois tinham acordado. Agora eram três silhuetas me perseguindo.
O medo virou pânico. O peito apertou. A ideia de três homens me alcançando naquela escuridão, de serem tocada, de minha nudez ser invadida por mãos estranhas, me encheu de um pavor que me fez correr ainda mais rápido. Mas, paradoxalmente, a ameaça me fez sentir mais viva do que nunca. A vulnerabilidade era total.

Como estava descalça, alguns momentos derrapava no barro atrasando minha fuga.

Um deles me alcançou pela lateral. Senti o fôlego dele perto do meu ouvido, o cheiro de cerveja e suor. Os dedos roçaram meu ombro — uma queimadura de contato.

— Te peguei - Ele disse com voz de vitória.

Me esquivei, tropecei, quase caí, mas me levantei e continuei correndo.

— Merda, ela corre muito.

Quando encontrei um terreno que não estava um lamaçal consegui correr mais rápido.

Não parei para pegar a roupa. Corri direto para a casa, os pés descalços na terra molhada, o coração na boca. A chave estava onde eu a deixara. Abri a porta com mãos trêmulas, entrei, tranquei duas vezes e fechei todas as cortinas.
Encostei as costas na madeira fria, ofegante, ainda nua, tremendo de frio e de adrenalina. O silêncio da casa era ensurdecedor.

O sentidos ficaram tão aguçados que conseguia distinguir qualquer som e todos me assustavam.

Eu ainda conseguia sentir o lugar do toque.

Fiquei ali por longos minutos, ouvindo os passos se afastarem e a chuva bater no telhado. O frio só veio depois, quando a adrenalina começou a baixar. Fui direto para o chuveiro quente.

Reparei que a sola do meu pé sangrava um pouco. Mesmo assim, lembrando do que ocorreu e do que poderia te acontecido se tivesse sido pega, voltei a me tocar, até gozar novamente.

Fiquei um tempo sentada ali, a agua quente batendo na cabeça e tentando fazer a razão dizer:

— Você não deveria ter feito isso. — Quase foi pega por eles — Você queria mesmo isso?

Não respondi meus pensamentos, apenas me sequei, coloquei um pijama e fui deitar.   

No dia seguinte acordei com febre e o corpo dolorido. Mas, enquanto a febre subia, uma parte de mim já calculava a próxima vez. O risco não me assustava. Me alimentava. Eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, precisaria voltar. Precisaria sentir o vento, o frio e o medo de novo.

Porque, para mim, a verdadeira nudez não era estar sem roupa.
Era estar sem controle.

Foto 1 do Conto erotico: Marina Exibida - Fui me exibir na chuva e encontrei alguns moradores de rua e fui provoca-los.

Foto 2 do Conto erotico: Marina Exibida - Fui me exibir na chuva e encontrei alguns moradores de rua e fui provoca-los.

Foto 3 do Conto erotico: Marina Exibida - Fui me exibir na chuva e encontrei alguns moradores de rua e fui provoca-los.

Foto 4 do Conto erotico: Marina Exibida - Fui me exibir na chuva e encontrei alguns moradores de rua e fui provoca-los.

Foto 5 do Conto erotico: Marina Exibida - Fui me exibir na chuva e encontrei alguns moradores de rua e fui provoca-los.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario saiopeladanarua

saiopeladanarua Comentou em 19/10/2026

Amigaaa, que conto mais excitante! Foi muito gostoso ler pelada e batendo siririca, me imaginando na sua situação. Votei.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


274877 - Marina exibida - Parei na entrada da cidade e fui me exibir perto de uma fábrica e fui vista - Categoria: Exibicionismo - Votos: 3
274774 - Marina exibida - Ficou se mostrando no restaurante para o cara da outra mesa que estava com a esposa - Categoria: Exibicionismo - Votos: 8
274723 - Marina exibida - Pedalando Nua para o Perigo: O Medo que Me Faz Gozar - Categoria: Exibicionismo - Votos: 7
274614 - Marina exibida - Andou nua de madruga e parou para ajudar um senhor que achou no caminho. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
274156 - Marina exibida - Foi andar nua na estrada a noite e não conseguiu encontrar lugar para se esconder - Categoria: Exibicionismo - Votos: 7
274072 - Marina exibida - Exibição no posto de gasolina para os funcionários desavisados. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 5
273981 - Marina exibida - De exibicionista virei caça dos moradores e fui levada nua. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 6
273648 - Marina exibida - Viu a policia e os caras do bar nas câmeras da casa e decidiu fazer um show nua. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 6
273610 - Marina exibida - A polícia bateu a porta, será que fui descoberta? - Categoria: Exibicionismo - Votos: 8
273547 - Marina exibida - Decidiu voltar a noite e se exibir nua novamente ao homens do bar - Categoria: Exibicionismo - Votos: 13
273420 - Marina exibida - Minha primeira vez nua em público. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 19

Ficha do conto

Foto Perfil marina-exibida
marina-exibida

Nome do conto:
Marina Exibida - Fui me exibir na chuva e encontrei alguns moradores de rua e fui provoca-los.

Codigo do conto:
275039

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
19/10/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5