Marina exibida - Uma tempestade me obrigou a ficar presa, nua em uma fábrica e não estava só.



Eu sou a Marina. Sou uma exibicionista, fissurada em andar nua em lugares públicos me arriscando sempre.
Na época eu tinha 19 anos e estava voltando de São Paulo para o apartamento no interior. A pandemia ainda prendia todo mundo em casa e eu já não aguentava mais. Fazia meses que não saía para me expor. O corpo pedia risco.

Foi quando apareceu a oportunidade. Um lugar isolado perfeito para minhas práticas.

Parei num bairro pequeno perto de Pontal. Lugar esquecido, iluminação fraca, quase nenhum movimento. Esperei escurecer no banco de trás do carro, dando alguns cochilos, até chegar o momento.

Sempre fico ansiosa quando vou fazer isso. É uma excitação com medo.

Afinal nunca sabia se seria vista, quem ou se conseguiria escapar. Aquela adrenalina era tão boa.

Quando a noite fechou de vez, tirei toda a roupa. Adoro fazer isso lentamente, olhando para o redor, sentido aquela arrepio por fazer algo errado, alguém aparecer do lado do carro e perguntar o que fazia.

Deixei ela empilhada no assento e saí pelada.

Eu dei aquela esticada. O corpo respondia tão gostoso nessas horas. É sempre viciante.

Parece que tudo ficava mais fácil de sentir quando estava nua.

O chão de terra batida sob os pés, o vento frio nos seios, o silêncio. Eu andava devagar, apertando os mamilos de vez em quando só para sentir.

Como se estivesse sonhando, me obrigando a ver que era real. Qualquer problema não era só acordar.

A fantasia poderia virar pesado facinho.

Já estava úmida e mal tinha andado três quarteirões.

Foi quando o tempo virou de uma vez. O vento veio forte, o céu fechou e a chuva começou a cair pesada.

Estava tão distraída olhando os lados, procurando ver se alguém aparecia que esqueci de olhar para cima.

Tentei voltar, mas o vendo me empurrava com força. Era cruel.

Foi então que algo veio na minha direção e não tive tempo de reação. Uma telha tinha voado de um telhado e se estilhaçou perto de mim.

Tentei correr. Não dava para voltar ao carro. Qualquer outra coisa poderia me pegar no caminho.

Estava assustada, um medo horrível.

Foi ai que vi o prédio abandonado. Uma antiga fábrica de tijolos vermelhos, janelas vazias, três chaminés altas contra o céu preto.

Não pensei duas vezes, entrei por uma porta arrebentada no anexo térreo. O vento uivava lá fora e os vidros restantes tremiam.

Eu estava encharcada, com frio e com o coração ainda disparado.

Vi que ficaria um bom tempo lá. Precisava me distrair. Tentar aliviar aquele susto e me tirar da sensação do frio do meu corpo molhado.

Encostei nas costas numa parede e, sem nem pensar direito, desci a mão entre as pernas.

Me masturbar sempre acalmava o nervoso e naquela hora eu estava bem nervosa. Fechei os olhos e me toquei ali mesmo, ouvindo a tempestade.

Eu gemia alto, curtindo a solidão. Gozei rápido, soltando um som vergonhoso de prazer, as pernas tremendo.

Foi só então que ouvi a voz:

— Já vi muita coisa na estrada… mas nunca uma mulher pelada entrando no meio da chuva e ainda se tocando de forma escandalosa.

Abri os olhos assustada.
Uma garota estava sentada num caixote. Magra, quase ossuda, mas com uma energia estranha.

Eu por um estante achei que era um fantasma, pois não tinha sentido a presença ou visto ela vindo para lá.

Camiseta cinza encharcada colada no peito pequeno, shorts largos de moletom, sandálias de dedo. Cabelo castanho claro bem curto, cortado de qualquer jeito, grudado na testa pela chuva.

Tinha uma boca grande, sorriso fácil e olhos escuros que não desviavam. Parecia ter uns dezoito, mas a postura era de quem já tinha andado muito sozinha. Uma mochila velha descansava ao lado dela.

Ela não parecia assustada. Só curiosa, com um sorrisinho de canto de boca.
— Você não fala nada?

— Não vai se apresentar senhor pelada. Cadê a educação?

Fiquei parada, ainda com a mão entre as pernas, a chuva escorrendo pelo corpo.

Não sabia o que fazer ou dizer.

— Deixa eu me apresentar então. Sou a Jasmine.

Ela estendeu a mão. Eu não apertei.
— Vai me deixar no vácuo? Não vai também falar quem é?

Nessa hora sai do transe.

— Acha mesmo que vou dizer meu nome depois de você me ver assim?

Ela riu baixo, um riso rouco e sem pressa.

— Então vou te chamar de Bebê. Todo bebê chega no mundo peladinho na frente de todo mundo.

O apelido me pegou de surpresa. Eu soltei uma risada sem querer.

— Sério que você não está com medo? Não acha que sou uma louca?
— Medo?

Ela inclinou a cabeça, o cabelo curto pingando.

— Você tem um corpo bonito pra caralho. Esses mamilos… estão assim de frio ou é sempre tão destacados?

Eu cruzei os braços na frente do peito, mas não me afastei.

— Você é maluca.

— Quem está pelada sou eu? Não. Quem está pelada é você Bebê.

Ela se levantou. Era mais baixa do que eu, ombros estreitos, movimentos leves, quase de menino. Veio andando até mim sem nenhuma pressa. Parou perto o suficiente para eu sentir o cheiro de chuva, sabonete barato e um pouco de mofo da mochila.

— Me responde uma coisa, Bebê. Você gosta de estar assim na minha frente?
Eu engoli.

— Que pergunta é essa?

— É uma pergunta sim. Vai, me diz, gosta de estar assim peladinha comigo vendo tudo?

Ficou um pouco sem jeito. Tive dificuldade de encara-la quando respondi.

— Não sei. Você é mulher.
— E daí? Eu gosto do que é bonito. E você é.

— Você tem um corpo que nunca vi em vestiário feminino. Não sei se estou mais fascinada ou morrendo de inveja. Especialmente deste par que você tem.

Apontava para os meus seios.

Ela deu a volta em mim devagar. Eu sentia o olhar dela na minha bunda, nas minhas costas, nas minhas pernas. O frio da pele molhada misturava com um calor estranho subindo pela barriga.

Não sou lésbica, mas era forte a emoção por ter aquela garota me observando, analisando.

Não podia fugir de lá, apenas deixar a companhia dela mexer com meu mundo.

— Tem uma pinta bem aqui.

Ela disse, e tocou de leve a curva da minha bunda com a ponta dos dedos.

— Eu vi quando você estava se tocando. Você se mexe muito enquanto goza.

O toque foi mínimo, mas meu corpo inteiro reagiu. Eu não me afastei.

— Você ficou me olhando o tempo todo?

— Desde que você entrou. Até o gemido final. Foi meigo pra porra.
Eu senti o rosto esquentar. Vergonha e tesão ao mesmo tempo.

— Muita gente já te viu gozar assim pelada Bebê.

— Alguns....

— Aposto que gostou muito e eles também. Deve ser muito bom gozar para um público assim.

Ela chegou mais perto por trás e passou os braços na minha cintura, colando o peito pequeno nas minhas costas. O corpo dela estava quente comparado com o meu.

— O que está fazendo?

— Você está tremendo de frio.

Murmurou perto do meu ouvido.

— Estou com peninha e não quero meu Bebê doente. Deixa eu te esquentar.

As mãos dela subiram e pegaram meus seios por baixo. Os polegares roçaram os mamilos duros. Eu soltei o ar pela boca.

— Porra…

Ela falou baixo, a voz rouca.

— São mais duros que muita coisa que eu já apalpei. Pesados também. Gosto disso.

— Jasmine…

— Fica quieta, Bebê. Só estou conhecendo.
Ela apertou, sopesou, brincou com os mamilos enquanto eu deixava. Meu corpo ia amolecendo contra o dela. Eu estava molhada de novo, e não era só a chuva.

Estava confusa. Sou hétero, mas estava amando aquela curiosidade jovem me tocando. Sentindo o calor dela.

Era uma massagem, um carinho para meu corpo todo.

— Quero olhar para você Bebê.

Viramos um pouco. Ela ficou na minha frente, ainda com as mãos nos meus seios, e me olhou de perto. Os olhos escuros não piscavam.

Estava hipnotizada. Ela me olhava de um jeito que conseguia desnudar o meu corpo nu.

Quase queria encontrar os lábios dela.

Ela sussurrava elogios, me ninava.

Ficamos assim um tempo, só o barulho da chuva e a respiração dos dois. Então a voz dela baixou ainda mais, quase um segredo:

— Bebê… posso tocar mais embaixo?

Eu travei.

— Como assim?
— Aqui.

— Uma das mãos desceu devagar pela minha barriga e parou logo acima da buceta, sem tocar de verdade.

— Na sua bucetinha. Quero sentir. Pode ser?

Eu fiquei confusa. O coração batia forte. Parte de mim queria dizer não. Outra parte, maior, já estava latejando só com a pergunta.

— Estou curiosa, deixa...Deixa eu fazer esse carinho em você. Não somos amigas?

— Eu… tá.

Ela sorriu de canto, sem nenhuma vitória barata, só satisfação.

A mão desceu de vez. Os dedos dela eram finos e frios no começo, depois quentes. Ela abriu meus lábios com cuidado, sentiu o quanto eu já estava molhada e soltou um som baixo na garganta.

— Nossa… você está encharcada, Bebê.

Começou a acariciar devagar, subindo e descendo, apertando de leve o clitóris entre dois dedos. Eu gemiam sem conseguir segurar. O som ecoou no galpão vazio.
— É assim que você gosta?

Ela perguntou, a boca perto do meu ouvido.

— Mais forte? Mais devagar?

— Mais… assim…

Consegui falar.

Ela obedeceu. Os dedos giravam, apertavam, entravam um pouco e saíam. Eu abria mais as pernas sem perceber, empurrando o quadril contra a mão dela. Os seios balançavam a cada movimento. Ela não parava de comentar, a voz baixa e rouca:
— Que buceta gostosa…

— Primeira vez que toca em uma que não seja a minha.

— Ficam mais duros os lábios quando eu aperto aqui, viu?

Eu gemia e me retorcia com aquele toque gostoso.

— Eu não sou homem, Bebê, mas porra… eu curto ver você reagir desse jeito.

— Não sou lésbica, mas não dava para não querer te tocar. Bebê, você mexe com a imaginação e a vontade.

— Geme mais alto. Não tem ninguém pra ouvir além de mim.

Eu gemia. Alto. Sem conseguir controlar. O barulho da chuva misturava com o som molhado dos dedos dela e com a minha voz. Ela masturbava com paciência e atenção, às vezes parando só para espalhar a umidade, às vezes apertando o clitóris de um jeito que me fazia dobrar um pouco o joelho.

— Isso… isso… não para…

— Não vou parar. Quero ver você gozar de novo. Escandalosa igual da outra vez.

O prazer subiu rápido demais. Eu agarrei o ombro dela com força, enterrei o rosto no pescoço curto e gozei. Forte. Escandaloso. Um gemido longo, quase um choro, enquanto o corpo inteiro tremia e a buceta apertava os dedos dela em espasmos. Ela continuou mexendo devagar até eu não aguentar mais e segurar o pulso dela.

Quando passou, eu estava ofegante, as pernas moles, ainda encostada nela.

Jasmine retirou a mão devagar, olhou para os dedos brilhantes e sorriu.
— Gostei.

Falou simples, olhar de moleca que fez algo errado.

— Eu gostei pra caralho de te ver assim. E olha que não tenho pau, se tivesse....Rsrsrs.

Eu não consegui responder nada direito. Só fiquei ali, sentindo o corpo ainda latejar e a chuva lá fora.

Ela limpou a mão na própria camiseta molhada e voltou a me abraçar por cima, sem nenhuma pressa.

— Melhor, Bebê?
— Melhor.

Respondi, a voz rouca.

Ficamos assim até a tempestade enfraquecer. Depois ela me acompanhou até perto do carro, ainda sem pedir meu nome.

Na hora de se despedir, só falou:
— Se um dia você passar de novo por aqui pelada… eu ainda vou estar por perto.

— Não esperava que fosse tão bom estar sozinha com outra mulher.

Ela parou, fez um olhar diferente e depois uma expressão de quem fez algo errado.

— Na verdade eu menti para você.

— Que mentira.

— Que lá só tinha eu para te ouvir. Nós não fomos as primeiras.

Ela saiu rindo. E fez sinal que era tudo verdade.

Quase desabei pensando que mais alguém estava lá no escuro nos vendo. Mas ao mesmo tempo parecia ser uma surpresa tão agradável e gostosa.

Eu entrei no carro com as pernas tremendo e o cheiro dela misturado na minha pele. Não disse meu nome.

Tinha amado o apelido.

Naquela noite, ser só a Bebê tinha sido o suficiente.

Foto 1 do Conto erotico: Marina exibida - Uma tempestade me obrigou a ficar presa, nua em uma fábrica e não estava só.

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Ficha do conto

Foto Perfil marina-exibida
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Nome do conto:
Marina exibida - Uma tempestade me obrigou a ficar presa, nua em uma fábrica e não estava só.

Codigo do conto:
276648

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
07/11/2026

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