Comprei um sitio há alguns anos, e desde sempre tinha o João e a Ana como caseiros, alias, eles já estavam la quando comprei. Ele, baiano, forte, cuida de todo lugar e ela, da casa. Ana é uma mulher branca, alta, nunca a vi sem que estivesse com um vestido cumprido, seus olhos azuis num rosto marcado pelas rugas de quem trabalhou no sol muito tempo, sempre tímida, poucas palavras trocamos em anos, ela normalmente falava mais com minha esposa. Em janeiro desse ano minha esposa foi para o exterior com meus filhos e os pais dela, foram para o casamento da irmã dela, e eu fiquei, ia somente na véspera do evento, e com pouco movimento no trabalho fui para o sitio sozinho, disposto a recarregar as baterias para o ano que seria pesado. Cheguei e quando a Ana me viu sozinho estranhou, não falou nada, apenas ouviu a minha explicação. O João com um problema numa cerca nos fundos da propriedade, saia cedo e só voltava a noite, e no 3ª dia, estava sentado na mesa da cozinha olhando para o notebook quando a Ana entrou, me viu, como sempre baixou a cabeça e foi lavar a louça, fiquei olhando aquela mulher alta, magra, mas sem muitos atrativos, até que, de repente, ela sem se virar disse: Seu Jay, ta olhando uma mulher magrela porque? Eu até engasguei, ri e disse que nada em especial, apenas admirando mesmo, ela deu de ombros e disse: se na juventude, quando eu era linda, os homens só olhavam e não me davam bola, e eu tonta cai na lábia do João e nunca mais vi nada de diferente na vida, agora o senhor me olhando assim me fez lembrar como era! Eu ri e disse que se estivesse incomodando eu não olharia mais, ela deu uma risadinha triste e disse: nada, pode olhar, não tem muita coisa pra admirar mesmo! Sei lá o que me deu, aquela coroa de mais de 50 anos, ali parada, a minha mercê, dando bola, levantei e cheguei perto dela e disse: não sabia que voce era carente assim Ana, se eu soubesse tinha te dado mais atenção! Ela riu tímida de novo, e disse: o senhor sempre ta com a esposa, nunca aconteceu da gente ficar sozinho, vejo o senhor ai sempre preocupado e fico pensando como ajudar, mas sempre tem muita gente aqui! Peguei na sua cintura e trouxe seu corpo colado no meu, senti seu cheiro no pescoço e disse: voce não imagina como eu adoraria um carinho, isso sim me ajudaria imensamente! Senti seu corpo firme se arrepiar, e pra confirmar minhas duvidas, ela disse: Seu Jay, há tanto tempo que não sei o que é um homem me apertar que se o senhor estiver falando sério eu topo fazer carinho no senhor! Peguei ela pela mão, fui conduzindo ela para a minha suíte, fechei a porta e passei a chave, ela sempre olhando para o chão, voltei a abraça-la, de frente, levantei seu queixo e dei um beijo na sua boca, ela foi abrindo devagar, mas em alguns instantes nossas línguas já brigavam, fui buscando zíper do vestido, mas não tinha, e pra não perder o ritmo, tirei o vestido por cima, ela claramente ficou desconfortável, então já arranquei a minha roupa tbm, ficando só de cuecas, ela com uma lingerie velha e surrada, os pelos saindo pela lateral da buceta, aquilo me deu um puta de um tesão, ela magrinha, sem barriga nenhuma, os seios médios, branquinhos, biquinhos bem rosados, fui chupando e apalpando, ela dava gritinhos, tirei a cueca e fiz ela pegar, meia bomba, ela sorriu nervosa, sentei na cama e fiz ela sentar de frente pra mim, já sem calcinha, meu pau foi encaixando, ela tapava a boca com a mão, perguntei se ela não queria mais, ela me disse que é muito maior que o do João, e que não sabia se cabia, virei nossos corpos, fiquei por cima, apontei e fui forçando, ela gemia e ainda tapando a boca com a mão pra abafar os gemidos, apertava os olhos, mas estava muito melada, e fui tirando e pondo de novo, ela dobrou as pernas pra cima e ficou toda arreganhada, isso facilitou muito, logo metia tudo, ela com carinha de dor só gemia, mas quando aumentei a metida enquanto chupava suas tetas, ela me abraçou forte, como se quisesse me conter, mas me travou com as pernas também e gemendo disse entrecortado: não para mais, continua, faz mais! Fui bombando e a Dona Ana gozando, sentia seu corpo serpentear, ela me apertava com os dedos finos, e nesse ritmo, ela foi ao ápice, e como se tivesse desistido de lutar, largou as pernas de me apertar e os braços caíram de lado, ela so gemia de leve, como se estivesse totalmente relaxada. Nos olhamos, ela sorriu e disse: Seu Jay, como foi gostoso, seu pinto é grande, mas coube tudo, nunca senti tão gostoso assim! Eu agora me sentia o rei, fui deitando ao seu lado, beijando sua boca, ela se aninhando de costas pra mim, puxei sua bundinha magra e fui metendo na buceta por tras, e no seu ouvido comecei: Ana, voce é uma delicia, sua buceta ta me sugando, parece que faz tempo que o joão não mete aqui hein, sera que só brinca com os dedinhos? Ela gemendo mais forte disse: seu Jay, ele me come pouco mesmo, não brinco não, se não da vontade de fazer mais e ele só mete pra gozar! Fui segurando pela cintura e bombando sem dó, uma mão segurando um seio prendendo o biquinho entre os dedos, sentia aquela mulher madura gemer e jogar o corpo pra tras, ela estava realmente curtindo a metida, e quando já estava pronto disse: goza minha coroa safada, goza porque agora quero encher tua buceta de porra! Me olhando de lado, seus olhos azuis brilharam, ela levantou a perna pra que eu fosse mais fundo ainda, apertava minhas mãos sobre seus seios e fechou os olhos, fui bombando e ela gemendo baixinho, quando percebi que ficou mais tensa, sua buceta me espremendo mais ainda, fui deixando rolar, a cada bombada um jato de porra dentro daquela buceta quente, e falando: to gozando sua puta, voce é muito gostosa, vou te comer o dia inteiro agora! E ela balbuciando algo gozou comigo, jogava o quadril pra tras e levava mais fundo ainda na buceta, até que fomos desacelerando, meu pau enfiado dentro dela, os seios brancos com as marcas da pegada estavam vermelhos. Ficamos colados um tempo, até que ela foi levando o corpo pra frente desengatando, foi procurando as roupas, eu protestei, disse pra ela não se vestir, queria mais, ela me olhou assustada, mas obedeceu, foi ao banheiro, e fiquei na cama vendo aquela mulher com um belo e firme corpo, os seios caídos mas de um formato ainda muito tesudo, se olhando no espelho e arrumando os cabelos, vi ainda ela respirar, botar um soriiso no rosto e voltar ao quarto, ficou me olhando como se esperasse uma ordem, chamei ela para a cama, voltei a beijar sua boca, e pedi: agora quero que me chupe, lambe meu pau pra deixar ele duro de novo, quero comer teu cuzinho! Ela se assustou, disse que o João nunca comeu direito, que doía muito, eu ri e disse que quando eu acabasse ela só iria querer ser comida assim! E sem discutir, aquela mulher desceu, pegou meu pau meia bomba e foi chupando, eu delirava em ver aquela mulher se tornando minha putinha, ela esticava ele e admirava, lambia e beijava, e quando estava pronto, fui até a cômoda e peguei um creme que usava pra enrabar a minha mulher, ela corou e disse que sempre viu esse potinho ali mas nunca imaginou pra que servia, ri e fiz ela virar e ficar de quatro na cama, passei o creme no seu cuzinho rosado, ela tremia, fui brincando um pouco, peguei ela pela cintura e meti forte na buceta, agora ela gemia livremente, dizia que ia muito fundo, que era gostoso assim, acho que até pra tentar me fazer desistir, mas não ia desperdiçar nada, tirei da buceta e apontei no cuzinho, ela travou, dei um tapa na bunda e disse que se ela relaxasse ia acabar viciando, e confiando, ela não reagiu mais, a cabeça passou e ela choramingou, disse que estava rasgando ela, mas não dei bola, avisei que minhas putas dão o cuzinho rindo, e gozam assim! Fui na boa, colocava e tirava, sempre indo mais fundo, bombei um pouco na metade e quando já metia tudo, ela gemia baixinho, subi seu corpo pra sentir e apalpar suas tetas, ela tremia toda, gemia dolorida, mas não pedia pra parar, mas em 10 minutos comendo aquele cuzinho recém deflorado ela disse: seu Jay, goza, por favor, ta gostoso, mas doi demais, eu deixo o senhor gozar na minha boca, mas meu rabo ta ardendo muito! Fui bombando e disse: ta bom, rebola pra mim e pede pra eu gozar, quero encher esse cuzinho delicioso de porra, mas quero que voce peça! E ela disse baixinho, eu metendo forte não ouvi, até que ela disse: mete seu safado, já sabia que o senhor gostava de bunda, ouvi sua mulher varias vezes gemendo enquanto voce comia o cu dela, ouvi sua sobrinha e a sua enteada, todas dando o cu para voce, agora a velha aqui ta levando esse ferro, então goza seu safado! Ouvir aquilo me deixou mais animado ainda, segurei forte pela cintura e fui bombando, ela gemia alto, falava que era minha puta, e eu gozei, travei com o pau todo dentro dela, os jatos saiam descontrolados, e quando parei, suávamos muito, minhas pernas tremeram, as pernas dela escorriam, tinha gozado tbm, ficamos engatados deitados um tempo, ela foi tirando e correu para o banheiro, ficou la um tempo, ouvi o chuveiro, quando entrei no banheiro ela estava jogando agua no cuzinho, me olhou e deu uma risada nervosa, cheguei e fui beijando sua boca, suguei seus seios e ficamos nos esnaboando. Nos secamos e deitamos na cama pelados ainda, e ela contou que sabia de todas as putarias que eu fazia, das minhas sobrinhas que eu comia na madrugada, da minha enteada e da minha mulher, e que nunca imaginou que um dia estaria ali toda arrombada naquela cama!^Rindo eu pergutei: mas gostou? Ela fez carinha de safada e disse: se gostei, quero meter todo dia enquanto o senhor estiver aqui! Fiquei quase duas semanas, comi a Ana de todos os jeitos, inclusive ela já vinha de manhã me acordar sem calcinha, e como eu disse, era pegar o creminho que ela já virava a bundinha magra e levara rola sorrindo!
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.