Era o começo de uma manhã de segunda-feira do verão carioca quando ela acordou. Aline tinha dormido apenas de camisola e sem calcinha. Estava com muito tesão e, por mais que o dever lhe chamasse, seu maior desejo era gozar. Eu estava bem ali pelado ao seu lado ainda sonolento. Só quando o relógio tocasse oito horas, é que eu precisaria levantar enquanto ela precisaria sair pro trabalho meia hora antes. No entanto, ainda eram seis da manhã e Aline teria um tempo para brincar com sua linda bucetinha que raspou no fim de semana para que eu a chupasse toda. Só que, naquela manhã, eram as próprias mãos que ela queria sentir tocar. Sua admiração pelo próprio corpo ultrapassava qualquer outro desejo naquele momento. O corpo nu do namorado ao seu lado apenas contribuía um pouco mais para a sua excitação que dependia essencialmente de si mesma. Conhecedora do próprio corpo, ela foi descendo com as mãos até chegar naquela buceta toda úmida. Os peitos restavam duros e Aline não se continha para buscar o prazer. Já acordado, pude contemplar minha gata acariciar sua buceta por vários minutos. A maior parte do tempo ficava de olhos fechados mas, às vezes, ela se observava. Não demorou muito para que Aline se penetrasse com o dedo médio e acelerasse os movimentos. Minutos depois ela já estava gemendo com uma respiração bem ofegante do meu lado, perdendo todo o controle. A essa altura eu é que já não aguentava só olhar, porém de maneira alguma ousaria interrompe-la para interagir pois aprendi a respeitar o desejo das mulheres. Peguei o meu pau duro e comecei a bater punheta. Creio ter gozado no mesmo momento em que ela teve um orgasmo usando as próprias mãos. Algo super intenso, expressando a liberação do poder sexual feminino livre do controle do homem, o que muito admiro numa mulher. Gozei mas ela continuou. Seus gemidos não paravam e ela não se sentia em nada limitada pela minha presença ali no quarto. Quando Aline enfim relaxou, olhou brevemente para mim e sorriu. Viu que eu tinha gozado e o pau estava amolecido após ter lhe rendido minha homenagem. Pegou o vibrador que estava ao seu lado e iniciou uma segunda masturbação. Acessa altura, já passava de seis e meia, o relógio do celular tinha acabado de tocar, mas ela apertou o modo soneca. Mais uns cinco minutos passaram e Aline já estava gemendo outra vez até gozar de novo. O momento que ela desligou o aparelho era quase o instante do despertador tocar. Aline olhou pra mim, deu um beijo de bom dia, tirou a camisola e se levantou da cama toda nua com o corpo exalando tesão e prazer. Estava pronta para se arrumar e ir trabalhar, cheia de energia enquanto eu me sentia acabado. Mesmo sem comer minha namorada, eu também estava super satisfeito com o surpreendente momento que tive naquela manhã de segunda após termos passado o nosso primeiro fim de semana juntos na minha casa. Foi maravilhoso vê-la gozar depois das três noites anteriores em que eu havia recebido deliciosas chupadas e punhetas. Nem quando a chupei e a acariciei, nada foi tão intenso quanto a sua siririca. Que tesão de mulher empoderada!
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