Já namorei algumas mulheres virgens e que continuaram virgens. Uma delas morou comigo e tinha o tesão nas alturas. Eu e ela ficávamos nus em casa, inclusive dormíamos assim. Éramos capazes de nos beijar e abraçar sem que rolasse algum ato de penetração. Na verdade, nem eu e nem ela queríamos meter. Ela, com apenas 19 anos, cursava o primeiro ano da faculdade, não escondia das amigas que era virgem pois achava que ainda não seria o seu momento. Eu, embora não fosse mais virgem, resolvi parar de fazer sexo com penetração desde a pandemia, quando substituí o sexo pela masturbação a dois à distância. E, quando terminou o isolamento social, resolvi não mudar a maneira como passei a me relacionar, abstendo-me da penetração, o que apliquei aos namoros e aos encontros sem compromisso. Com minha namorada virgem tudo se encaixou super bem. Ela se sentia super livre comigo e a gente se masturbava juntos. Ela podia tocar siririca e gozar na minha frente que jamais eu ousava meter. Se estivesse com tesão, tocava uma punheta até à ejaculação. Todavia, ela era insaciável. Quase sempre se masturbava muito mais do que eu. Um fogo que não se acabava...
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