O namoro dos dois não envolvia penetração. Embora fizessem uso das videochamadas, os encontros rolavam quase que semelhante a uma relação sexual, porém sem meter. Um dos recursos do jovem casal de namorados era a masturbação a dois. Podiam um fazer no outro ou cada um em si mesmo. Naquela noite, completando três meses de namoro, os dois fariam algo inédito, mas teria que ser sob o controle total da namorada. Caberia a ela todas as iniciativas e ele ficaria literalmente em suas mãos. Nós vários encontros presenciais, os dois já tinham experimentado diferentes posições como lado a lado na cama do quarto de Clara em que um tocava no outro ou se beijavam. Também já tinham feito o delicioso 69. E o que mais excitava Marcelo era ficar frente a frente nas poltronas da sala assistindo ela se masturbar para ele até gozar enquanto punhetava. Naquele dia, deitaram frente a frente. Clara chegou com sua buceta bem perto do pau do namorado que já estava duro e cheio de tesão. Com sua buceta molhadinha, a novinha desejava ao mesmo tempo sentir como seria aquela pica dentro dela e ver jorrar o gozo pulando sobre o ar, abstendo-se da penetração que ambos pactuatam não fazer. Para ele só a aproximação daquela buceta toda molhada era como uma gota de chuva numa terra seca e fértil. Uma verdadeira atração química, mas que ele deveria se conter e não tentar nada contra a vontade da namorada. Cheia de tesão, Clara passou o pau do namorado na entrada da vagina e encostou em seu clitóris. Fez daquele membro viril teso um vibrador massageando a vulva com vontade, gemendo de prazer. Num certo momento, ela já cogitava a ideia de introduzir a cabecinha em sua vagina ou então sentar em cima. Só que, a essa altura do campeonato, Marcelo não aguentou e gozou lançando jatos de esperma no ar. Admirando a cena, Clara passou a tocar siririca com as próprias mãos penetrando a si mesma com os dados, conforme costumava fazer quando Marcelo gozava pra ela batendo punheta. Aliás, aquele era um dos momentos mais picantes do casal em que a cena do desperdício do gozo masculino mexia com as emoções da jovem que tiveram poucas experiências com penetração antes de iniciar aquele namoro quase casto. Para Marcelo a experiência de chegar quase lá foi maravilhosa. Algo que os dois namorados iniciantes na faculdade ainda estavam descobrindo, embora não fossem mais virgens.
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