Tocando siririca e querendo bater uma pro namorado na praia enquanto outros mulher delirava
Como um espaço de lazer naturista, a praia tinha suas regras que disciplinavam a convivência entre banhistas nus. Pra início de conversa, homens sozinhos sem vínculos com a associação não podiam sequer entrar. Fazer sexo lógico que era proibido, embora em certos dias e horários, quando o ambiente estava deserto, rolava algo discreto durante a semana na baixa temporada. No entanto, quem é que pode culpar só os homens pelas transgressões numa praia de nudismo? Pois bem, naquele dia de verão, era Carla que estava querendo quebrar as regras enquanto Maurício, diretor da associação naturista, tentava se conter. Os dois já namoravam há um mês e Carla nunca foi naturista. Estava pela primeira vez ali e achava a turma muito careta. Sentindo-se super excitada, Carla acariciava seus seios e também tocava em sua xoxota já molhadinha. Olhava para Maurício para ver sua reação, mas ele se continha em razão das regras. Querendo provocar, Carla tocou em seu pau se insinuando: - Vem comigo atrás daquelas pedras. Estou louca de tesão. Vem comer. Maurício, porém, recusou o convite - Não, amor. Aqui não pode fazer sexo. Eu tenho que zelar pelas regras. - Nem uma punhetinha? Vai dizer que você nunca foi na água gozar sozinho? - É regra da associação. Não pode praticar atos sexuais, embora alguns homens se masturbam discretamente na água quando estão excitados. Principalmente quem é novato. - Desde quando masturbação é sexo? - É considerado ato sexual. - Pra mim, não. Carla continuava se acariciando passando a mão na buceta levemente. De maneira ousada, ela tocou no pau de Maurício novamente enquanto se tocava. - Não faz não, amor. - Então essa noite não vou te dar. - Amor, o corpo é seu. Assim como eu tenho o dever de lhe respeitar, você também deve aceitar minha vontade. - Tudo bem. O corpo é meu... Carla colocou o dedo na boca e, em seguida, enfiou em sua buceta cheia de tesão, fazendo uma siririca bem explícita ali mesmo. Embora a praia estivesse relativamente vazia, havia outros casais em suas barracas e quem percebeu olhou discretamente. Maurício se sentia envergonhado, porém agiu como se nada errado estivesse ocorrendo. No entanto, uma frequentadora da praia de nome Solange observava excitada Carla se masturbando e gozando ao lado de Maurício. Ela estava cinco metros do casal. Quando Carla foi pra água, Solange foi ao seu encontro e se apresentou. - Olá. Meu nome é Solange. Você é nova aqui? - Sim. Sou a Carla, namorada do Maurício. Estou pela primeira vez... - Eu vi e ouvi tudo e adorei. - Passei um pouco dos limites, mas estava super excitada. Aliás, ainda estou. - Eu também. Estou toda molhadinha. Sempre tive vontade de me tocar na areia. - Não devia ser proibido... - Claro que não é proibido. Só quem não pode se masturbar aqui são os homens. - Sério? Como assim? - Depois passa seu whatsapp que mandou pra você o estatuto. A única regra sobre masturbação é o parágrafo único de um artigo que fala do comportamento dos homens solteiros que forem autorizados. Diz lá que se algum deles praticar determinados comportamentos, dentre os quais, se masturbar, será retirado do local. - Então as mulheres podem? - Se o estatuto não proíbe declaradamente, ninguém pode falar nada. - Que bom saber. - Você é um tesão. Viu tocar uma aqui na água pensando no que vi. - Depois pega meu ZAP. Também curto mulheres. - Um dia desses marcamos si nós duas aqui, linda. Ou, se o seu namorado não se importar, ele fica vendo nós duas se tocando. Carla e Maurício foram pra casa almoçar. As duas mulheres se corresponderam e combinaram um encontro no mesmo dia no apartamento do casal. - Amor, a Solange lá da praia vem hoje aqui. - Que legal. Vou comprar um vinho pra nós. Ela virá com mais alguém? - Acho que não. Quando deu novo e meia da noite, Solange chegou. Usava uma saia sem calcinha. Carla e Maurício estavam naturalmente nus aguardando a visita. - Seja bem vinda, amiga. Pode tirar a roupa, se quiser. - Claro. Os três começaram a beber e o papo entre as duas foi ficando quente - Depois da praia, na hora que fui tomar banho, não me aguentei, mulher. Sua siririca não me saiu da cabeça. - Que delícia. Depois do almoço, enquanto Maurício dormia, gozei novamente e ele nem percebeu. Tive que mais uma vez me virar sozinha. - Diz pra ele que, se não quiser, estou aqui. Maurício interveio: - Hoje não estou sob castigo, castigo? - Está sim. Só poderá assistir nós duas gozar. E nem pense em tocar na gente. - Por mim, tudo bem. Solange surpreendeu Carla e lhe deu um beijo na frente de Maurício. As duas começaram então a se envolver. Bem criativa, Carla derramou o vinha que estava na taxa sobre seu corpo. - Vem me chupar, amiga. De pau duro, Maurício começou a tocar punheta observando as duas. Em dez minutos de pegação, o quarto já ardia em brasas. Os beijos, os toques e as chupadas de Solange deixavam Carla louquinha que já sentia falta da pica de Maurício. - Agora vem, amor. Sai do castigo e me come. Vem e mete! - Aaaaaí! Tarde demais. Vou gozar! - Seu filho da puta! Vai me deixar na mão de novo?! Solange então meteu o dedo na buceta de Carla que também gritava de tesão. - Você vai ver hoje que não precisa de um pau pra gozar. Nós fêmeas podemos nos virar sem os homens. Enquanto jatos de porra jorravam da pica de Maurício, as duas mulheres descontroladamente excitadas masturbavam-se mutuamente no sofá daquela casa e juntas alcançaram um tremendo orgasmo. Ofegantes, as duas continuaram se beijando e acariciando até que Carla beijou Maurício, limpando depois com a língua a porra que havia caído sobre a barriga do namorado. - Te amo. Adorei ver você nos homenageando. - Quero que você me mantenha no castigo a noite inteira e o fim de semana todo. - Come pelo menos a Solange... - Amiga, por mim não tem problema. Nós duas fazemos a festa. Não faço questão de pênis dentro de mim. - Vocês duas podem gozar juntas outubro sozinhas pois prefiro assistir. Hoje, na praia, foi delicioso ver Carla tocando uma siririca em meio à natureza. Depois fui na água sozinho e me aliviei. - Seu safado. Agora vou deixar você o mês todo de castigo. - Eu fico. Só quero ver você aguentar. Solange já estava se acariciando enquanto o casal se provocava - Pega aqui o brinquedinho que está na minha bolsa. Você não vai sentir falta. Trouxe camisinha também. - Obrigada, querida. Vou mostrar novamente pra ele que não preciso de pênis. Enquanto o pau de Maurício permanecia mole, as duas já estavam novamente excitadas Assim foi aquela noite. As duas transaram e brincaram até o dia nascer. Maurício não saiu do castigo e ficou só na punheta enquanto elas gozavam incessantemente. Horas depois, Carla já estava de pé preparando o café. - Aqui seu pãozinho, meu gostoso. - Obrigado, amor. Depois eu como. - Deixarei sobre o prato em cima da geladeira. Fique bem pois estou saindo agora com a Solange. Nós duas iremos à praia.
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