Uma mãe viciada em porra - Parte 1

Eu amo porra.
Tipo, amo mesmo pra caralho. Acho que devia ser um grupo alimentar só dela.
Sou viciada em porra. Viciada igual um viciado da cracolandia é viciado em crack, sabe?
Se eu não tomo pelo menos uma gozada por dia, de preferência duas ou três , já começo a passar mal, tremendo, ansiosa, louca pra sentir aquele gosto de novo.

Adoro ter uma rola na boca… principalmente quando ela tá mole e eu sinto crescendo, endurecendo na minha língua, pulsando até virar uma vara grossa e quente.
Amo a variedade de tamanhos: tem rola curtinha que mal dá quatro dedos, tem umas que parecem cacete de cavalo, passando fácil dos 22 cm.
Tem as fininhas tipo caneta, tem as grossonas que mal cabem na boca, tipo linguiça calabresa bem recheada.
Mas o que eu amo mesmo, acima de tudo… é a porra.

Porra é minha iguaria de luxo. Pra mim, é muito melhor que caviar. Adoro aquela sensação gosmenta, viscosa na boca… às vezes deixo ela rodar na língua como se fosse provar um vinho caro, sentindo o gosto forte, salgado, único de cada macho. Cada gozada é diferente: mais grossa, mais rala, mais doce, mais amarga… igual ostras, mas mil vezes mais gostosa.

Resumindo, caso ainda não tenha ficado claro: eu amo porra. Prefiro mil vezes chupar uma rola do que meter na buceta ou no cu (e olha que eu já testei os três buracos um monte de vezes, em várias combinações).

Quando tenho uma rola na boca, eu mando. Eu decido quando o cara goza, controlo o prazer dele inteiro. É poder puro.
E mesmo adorando engolir tudinho, também curto pra caralho levar uma na cara. É tipo um banho quente de porra na cara… e dizem que faz bem pra pele. Aos quarenta e cinco anos eu ainda ouço elogios da minha pele lisinha, perfeita. Só umas poucas amigas íntimas sabem o segredo: banho de porra regular.

Enfim… acho que pegou a ideia.

Quando eu era nova, era fácil arrumar quantas gozadas eu quisesse num dia só. No ensino médio eu era da representante de classe e organizava todo tipo de festa na escola, mas pra conseguir minha dose de porra eu ia pros nerds da sala de informática ou do clube de RPG de mesa. Eles ficavam felizes da vida com uma mina querendo chupar eles e, melhor ainda, sabiam calar a boca.

Um vez depois de jogo do inter-classe da escola, enquanto as outras meninas iam pra casa ou pra festinha com o pessoal que ganhou o torneio, eu ia pra casa do Lucas o mestre do grupo de rpg e chupava todos os nerds enquanto eles jogavam Tormenta ou Old Dragon, ou sei lá que campanha tava rolando naquele fim de semana. Eles jogando dados, eu de joelhos embaixo da mesa, mamando um depois do outro.

Na escola mesmo, os nerds tinham uma salinha reservada pros projetos de informática porque os professores confiavam neles. Eu aparecia lá no intervalo, no recreio, e saía com uma, duas, três gozadas na boca. Todo dia no almoço eu dava um jeito de sumir um pouco e voltar com a barriga cheia de porra cremosa.

Na formatura do Ensino médio, eu perdi a virgindade pro meu namorado (que eu chupava sempre), mas antes disso engoli mais de uma dúzia de gozadas dos formandos nerds da turma.

Na faculdade foi ainda mais fácil… não demorou pra eu virar a piranha que chupava qualquer um e eu chupava mesmo.
Chupei calouros, salas inteiras, professores, o coordenador do curso e, no último ano, passei um fim de semana inteiro mamando a turma inteira de informática numa república aqui em São Paulo.

Depois que engravidei do meu namorado no último semestre da faculdade, e sendo uma boa católica, casei com ele.

A gente teve três filhos, todos homens. Durante anos tentei ser a esposa fiel, dona de casa certinha. O Tiago tem uma rola gostosa e nunca recusou minhas chupadas diárias. Eu mamava ele toda manhã antes do trabalho, toda noite antes de dormir… mas nunca era o suficiente. Sempre faltava mais.

Aí um dia… saindo do mercado… entrei numa sex shop aqui na zona leste… e acabei numa cabine com glory hole, dessas comuns em casas de swing. Fui parar de joelhos, chupando rola de estranho atrás de estranho.

Quando a primeira gozada explodiu na minha boca, quente, grossa, o vício voltou com tudo.
Naquele dia eu chupei seis paus diferentes e engoli cada uma das gozadas únicas, saboreando devagar, me convencendo que era só uma escorregada, uma recaída de uma vez só pra matar a fissura.

À noite, sentada na mesa da cozinha com o Tiago e o nosso caçula de dezoito anos (os de dezenove e vinte e um já tinham saído de casa), senti uma culpa do caralho. Culpa por ter traído, por ter virado a puta do glory hole de novo… jurei pra mim mesma que nunca mais ia fazer isso.

Mas…

Voltei no dia seguinte e passei umas boas duas horas de joelhos, chupando uns doze paus diferentes. Perdi a conta do tempo e das gozadas, e acabei chegando atrasada num compromisso naquele dia.

Toda noite eu sentia uma culpa do caralho pelo que tinha feito, mas no dia seguinte lá estava eu de novo, numa sex shop suja qualquer (descobri que a cidade tem pelo menos uma dúzia de lugares com glory hole, sem contar as cabines improvisadas que uns tarados montam em bares liberais… então eu rodava por todos pra variar o cardápio e não virar “a puta fixa” de um só lugar). De joelhos, mamando o máximo de rolas que conseguia no tempo que eu me dava. Meu recorde foi numa terça-feira no centro, no meio da hora do almoço dos engravatados: trinta e três paus. Engoli vinte gozadas inteiras e as outras treze eu deixei pintar minha cara toda… mas o normal mesmo eram três a cinco cargas por sessão.

Uma tarde, depois de engolir seis gozadas logo após a reunião, cheguei em casa uma hora antes da saída da escola e levei um susto ao ver que ele tava em casa.

Passei a mão no rosto rapidinho pra ter certeza de que as duas gozadas que tinham espirrado na minha cara tavam todas limpas antes de entrar. Olhei pra baixo na minha blusa vermelha: tinha umas manchinhas de porra seca, mas era improvável que ele sacasse o que era… meu filho era meio desajeitado, tímido pra caralho, e aos dezoito anos tava mais preocupado em tirar nota máxima no vestibular e ganhar bolsa integral numa federal top do que em balada ou putaria.

Entrei em casa e fui direto pro quarto pra trocar de roupa, já que não vi ele nem na cozinha nem na sala. Passei pelo corredor e tava quase chegando no meu quarto quando ouvi um som que me parou na hora.

- Isso, sua vadia, chupa essa rola.

Era a voz do Pedro.

Eu ouvi direito? Meu filho chamando alguém de vadia?

Falando em chupar rola?

Eu nunca tinha ouvido ele soltar nem um “puta merda” na vida.

Fui andando devagar até a porta entreaberta do quarto dele - não, pera… era o meu quarto. Curiosa pra caralho pra saber com quem ele tava falando assim, especialmente na minha cama.

Aí ele continuou, gemendo rouco:

- Isso, vai, mamãe… engole essa rola inteira com essa boquinha de puta.

Eu congelei.

Quê?

Ele tava falando de mim?

Alguém tava se fazendo de mim?

Antes que eu conseguisse me mexer, ele soltou outro gemido:

- Aaaah, isso… esfrega essas pernas gostosas na minha rola, mamãe.

Eu sempre usava meias 7/8 ou arrastão fino… o Tiago adorava, e eu tinha crescido na época em que isso era febre nos anos 80/90, especialmente com as roupas curtas festas da escola. Eu amava como elas deixavam minhas pernas em destaque, lisas, brilhando, e, pra ser sincera, adorava a sensação do tecido fino roçando na pele (só comprava as de seda bem fininhas, 7/8 ou arrastão discreto, daquelas que sobem até a coxa e ficam seguras com silicone).

Devagarinho, coração na boca, cheguei mais perto da porta entreaberta e espiei.

Fiquei em choque.

Ele tava sozinho.

Deitado na minha cama.

Se punhetando com uma das minhas meias de seda enrolada na mão, deslizando devagar pela rola dura, vermelha de tesão.

Na outra mão, segurava uma calcinha minha usada, que ele tava cheirando fundo, inspirando o cheiro da minha buceta e do meu cu como se fosse o ar que ele precisava pra viver.

E ele tava completamente pelado.

E…

E…

E…

A rola dele era enorme.
Grossa pra caralho.
Comprida.
Perfeita.
Do tipo que faz a boca encher d’água na hora e a buceta pingar sem nem tocar.

Por um segundo eu esqueci completamente que ele era meu filho. Só conseguia ficar olhando praquela rola perfeita, ali a poucos metros de mim, pulsando na mão dele, vermelha de tesão, veias saltadas, cabeça inchada brilhando de pré-gozo.

- Cê quer minha porra, né, sua puta? - ele gemeu, agora batendo punheta com fúria, a mão envolta na minha meia deslizando pra cima e pra baixo na vara inteira.

Eu soltei um suspiro abafado - graças a Deus ele tava tão no mundo da lua que nem ouviu. Fiquei ali, paralisada, assistindo tudo como uma voyeur tarada, enquanto ele grunhia:

- Toma minha gozada na cara toda, meu deposito de porra

Puta merda, eu não acreditava nas palavras que saíam da boca dele… nem no quanto elas tavam me deixando louca de tesão. Eu sempre adorei chupar rola, adorava porra, mas nunca curti ser chamada de nomes assim. Eu era uma dama… uma dama viciada em gozada, só isso.

Mas agora? Essas palavras tavam incendiando minha buceta. Ou talvez fosse a rola grossa, longa e dura do meu próprio filho. De qualquer jeito, eu tava completamente bêbada de tesão só de ver ele se punhetando na minha cama.

De repente a porra dele explodiu no ar como um foguete. Jatos grossos, brancos, voando alto. Eu olhei com uma fome do caralho e uma tristeza profunda - que desperdício de porra preciosa, caindo em qualquer lugar menos na minha boca.

- Isso, toma tudo, mamãe - ele gemeu rouco, enquanto jato atrás de jato saía dele como se fosse uma metralhadora de porra, enchendo o ar com aquele cheiro forte, salgado, que eu conhecia tão bem.

Quando o último jato caiu em algum lugar na minha cama, eu dei uns passinhos pra trás na ponta dos pés, coração disparado, e saí correndo da casa antes que ele percebesse que eu tava ali e tinha visto tudo.

Entrei no carro e fiquei lá, parada, em choque total.

Que porra acabou de acontecer? Tá, eu sei o que aconteceu… a pergunta de verdade era: o que eu faço agora?

Será que é normal um filho fantasiar com a mãe?

Quantas vezes ele já fez isso?

Por que caralho isso me deixou tão excitada?

Quantas vezes ele usou minhas meias pra se masturbar… cheirou minha calcinha suja de buceta e cu?

Tá, ele tem uma rola gigante mesmo!
Tá, ele goza um volume absurdo de porra… porra gostosa, cremosa, daquelas que eu mataria pra engolir.

Mas ele é meu filho.

Esperei uns minutos pra dar tempo dele se limpar, guardar minha calcinha suja no cesto de roupa suja e a meia de volta no lugar (fiquei imaginando se alguma gota da porra dele tinha caído nela, marcando o tecido com aquele cheiro forte de macho jovem). Aí sim entrei de novo em casa.

Bati a porta com força suficiente pra ele ouvir que eu tinha chegado.

Fui pra cozinha, dando mais um tempinho pra ele se recompor, peguei um copo d’água… tentando matar a sede, embora a sede que eu sentia não fosse de água coisa nenhuma.

Aí gritei pro corredor:

- Pedro, cê tá em casa?

- Tô sim! - ele respondeu, descendo a escada.

- Chegou cedo hoje, hein? - falei, tentando soar a mais natural possível, enquanto ele entrava na cozinha. Meus olhos foram direto pro volume na calça jeans dele, imaginando como caralho ele conseguia esconder uma rola daquele tamanho ali dentro.

- Saída antecipada no cursinho hoje - ele explicou, tranquilo.

- Ah, verdade… sempre esqueço disso - respondi, balançando a cabeça, mas minha mente tava louca pra saber quantas vezes ele já tinha feito isso enquanto eu não tava em casa.

Enquanto ele falava, percebi que os olhos dele tavam grudados nas minhas pernas. Decidi testar o terreno: balancei uma perna pra frente e pra trás devagar, como quem não quer nada, só pra ver se ele ficava hipnotizado.

- Meu dia foi… surpreendente, pra dizer o mínimo - comentei.

- Como assim? - ele perguntou, sem tirar os olhos da minha perna, como se fosse um pêndulo de hipnotizador.

- Ah, só descobri que as pessoas nem sempre são o que parecem - falei, parando de mexer a perna de propósito.

Ele finalmente levantou o olhar pra mim, mas dava pra ver que não tinha prestado atenção em nada do que eu disse, tão vidrado que tava nos meus pés e nas minhas pernas.

- Então… como foi seu dia? - repetiu ele, como se a conversa tivesse recomeçado do zero.

Conversamos sobre o cursinho pre vestibular, as provas… depois ele foi pro quarto.

Quando a comida já tava no forno, subi rapidinho pro quarto pra checar se tinha deixado alguma marca.

Na cama não tinha porra visível, mas tinha umas duas manchinhas ainda meio úmidas. Ele claramente não só limpou com a mão… deve ter lambido, esfregado, sei lá o quê.

Minha calcinha não tava mais em cima do cesto de roupa suja - tava embaixo da saia de ontem, como se ele tivesse tentado esconder.

Já a meia… sumiu. Não achei em lugar nenhum.

Será que ele guardou pra si?

Tantas perguntas, tão poucas respostas.

Desci de novo, a buceta pegando fogo, latejando de tesão, mas o Tiago tava pra chegar a qualquer momento, então tive que engolir o desejo de ir pro banheiro rapidinho me esfregar até gozar pensando naquilo tudo.

Aquela noite, depois de foder e chupar o Tiago como sempre, deitei na cama e não conseguia tirar da cabeça as palavras do meu filho mais cedo, aquela rola enorme, pelo menos uns cinco centímetros maior que a do pai, e aquela gozada absurda jorrando como se não tivesse fim.

Ver meu filho pelado na minha cama, se punhetando com minha meia, cheirando minha calcinha suja… aquilo tinha virado meu mundo de cabeça pra baixo.

Será que todas as fantasias dele eram comigo?

Quantas vezes ele entrava no meu quarto, cheirava minhas calcinhas usadas pra se masturbar?

Será que ele me via mesmo como a puta particular dele? Como a “mamãe puta ” dele, ou o “deposito de porra dele”?

E por que caralho só lembrar daquela cena surreal me deixava molhada de novo?

Por que as ofensas, os nomes sujos, tavam me excitando tanto?

Por que a ideia de ser o deposito de porra particular dele me deixava louca de tesão? (Além do fato óbvio de que eu já era uma viciada em gozada mesmo).

Porra! Caralho!


Na manhã seguinte, assim que o Tiago saiu pro trabalho e o Pedro foi pro cursinho, eu entrei de fininho no quarto dele e fui direto pro computador.

Tava curiosa pra caralho… que tipo de pornô eu ia encontrar ali?

Quer dizer, aposto minha buceta que qualquer adolescente macho tem pornô no PC. É lei da natureza.

Graças a Deus ele não tinha senha. Comecei a fuçar.

Claro que não tinha pasta chamada “pornô” ou “mamães putas ” na tela principal, mas depois de uns minutos, quando eu já tava achando que talvez tivesse o único moleque do Brasil sem pornô no computador, achei.

Tava bem escondido: pasta chamada “trabalhos”, dentro dela “Português”, dentro dessa “Shakespeare” e, por fim, dentro dessa “Paulo Freire”.

Além de um trabalho sobre Paulo Freire, tinha três pastas a mais: P, S e V.

Cliquei na P e vi três subpastas numeradas: 1, 2 e 3.

Abri a 1 e quase soltei um grito. Tinha mais de dez mil fotos de mulheres de meia 7/8 ou arrastão fino… quase todas mais velhas, tipo na faixa dos quarenta pra cima. Algumas posando vestidas, outras peladas só com a meia subindo até a coxa, outras em cenas de sexo (a maioria lésbico, mas tinha uns casais hétero e até umas orgias ou roda de macho).

Fui olhando algumas, lembrei rapidinho das minhas poucas experiências com mina no colégio e na faculdade, senti um arrepio gostoso… mas cliquei pra voltar e abri a 2.

Essa era puro gozada em mulher: mais de mil fotos. A maioria facial, mas tinha várias de porra nos pés, porra nas tetas, porra na bunda e até umas de mina lambendo porra do chão.

Qualquer mãe normal ia ficar chocada, nojada… eu? Só fiquei com água na boca. Minha buceta já tava latejando de fome.

Voltei e abri a 3.

Se as duas primeiras já tinham me abalado, essa me derrubou de vez. Eram todas fotos minhas.

Não eram fotos escondidas, tipo paparazzi doente, nada creepy assim. Eram fotos normais, de família, de festas, de churrasco de fim de ano. Eu de salto, eu descalça em casa com a meia, eu sentada no sofá mostrando as pernas… tudo isso.

Se eu ainda achava que a punheta dele ontem era coisa de uma vez só, aquilo acabou com a ilusão na hora.

Cabeça girando, voltei duas vezes e entrei na pasta S.

Ali tinha centenas de contos eróticos… e todos eram sobre incesto entre mãe e filho (ou filhos).

Títulos tipo: Sentada no Colo do Meu Filho
Mamãe Puta
O Que a Mãe Não Sabe Vai Foder Ela
A Rola Gigante do Meu Filho
Sem Camisinha na Minha Mãe
Submissão da Mamãe
Dona de Casa, Mãe e Puta
Um Caso de Família
Mamãe Vadia

A maioria batia certinho com o que eu tinha ouvido ontem: mamãe-puta, deposito de porra, vadia submissa, chupadora de rola ansiosa, gozada na cara, no corpo todo…

Li uns vinte ou trinta contos seguidos. Cada um me deixava mais molhada, cada um tornava a ideia de incesto mais real, mais certa, mais inevitável. A ideia de chupar a rola enorme do meu filho começava a parecer… natural.

Gozei forte pra caralho enquanto lia a série “Mamãe de Estimação”, imaginando que eu era a mamãe submissa e o Pedro era o filho dono de tudo. Meu corpo tremia, a buceta apertando os dedos que eu tinha enfiado por baixo da calcinha, gozando em silêncio no quarto dele.

Aí lembrei que ainda não tinha aberto a pasta V.

Cliquei.

Era cheia de vídeos. Rolei a lista e vi que tinha clipes de incesto de verdade (ou que pareciam bem reais): “Mamãe tira minha virgindade”, “Mamãe é minha boqueteira oficial”, “A rola grande do meu filho”, “Mamãe na roda de macho”, “Meu Dono, Meu Filho”, “Mamãe precisa de porra”… e vários outros.

Meu coração batia tão forte que eu mal conseguia respirar. A buceta pingando na cadeira do computador do meu filho, o tesão misturado com culpa, medo e uma vontade louca de ir atrás dele agora mesmo.


Minha buceta tava pegando fogo de novo. Depois de baixar uns contos de incesto pra ler mais tarde (salvei uns bem pesados na pasta escondida do celular), saí do computador do Pedro com a cabeça girando loucamente. Tava desesperada pra engolir umas gozadas, qualquer coisa pra matar aquela sede insaciável… que só tinha aumentado depois de descobrir as fantasias do meu filho comigo.

Quase todos os títulos pareciam escritos pra mim:

Eu tinha quase certeza de que o Pedro ainda era virgem. De repente, a ideia de ser eu a tirar a virgindade dele me deu um tesão chocante, do tipo que arrepiava a espinha inteira.
Igualmente excitante era imaginar ser a boqueteira oficial dele: brincar com aquela rola gigante, ter gozada fresca à disposição o tempo todo (ele mal saía de casa, era novo, recarregava rápido e claramente gozava um volume absurdo).
Nunca tinha curtido muito ser chamada de nomes sujos (só quando vinham do outro lado do glory hole), mas a ideia de ser a “mamãe puta ” dele, talvez até ter o Pedro como meu dono… porra, isso me intrigava pra caralho.

Dirigi até o glory hole mais próximo, só uns dez minutos de casa, um que eu evitava justamente por ser perto demais da escola do meu filho e do bairro. Entrei correndo.

Tinha só uma hora livre, já tinha marcado com a cabeleireira , mas tava faminta por porra.

Mal fiquei dois minutos na cabine e já apareceu uma rola grossa, gostosa, semi-dura, me oferecendo.

Não hesitei: caí de joelhos e enfiei na boca, sentindo ela crescer rápido, endurecer na minha língua, pulsar enquanto eu chupava com vontade.

Fechei os olhos e imaginei que era a rola do Pedro. Não conseguia evitar. Era como se uma porta tivesse se aberto e minha mente não conseguisse mais fechar.

Chupava com fome, imaginando que, em vez de só ver ele se punhetando ontem, eu entrava no quarto e ajudava.

- M-m-mãe… - ele gaguejou, surpreso, enquanto eu pegava a rola dele na mão.

- Cê quer mesmo sua própria mamãe de puta particular? - perguntei, voz baixa e safada, enquanto masturbava devagar aquela vara dura como pedra.

- Desculpa… - ele murmurou, claramente morrendo de vergonha por ter sido pego no meu quarto, com minha calcinha usada e falando aquelas putarias.

- Não, filhinho, quem tem que pedir desculpa sou eu - ronronei, me aproximando. - A mamãe devia ter percebido que suas necessidades não tavam sendo atendidas. - Me inclinei e engoli a cabeça grossa, rodando a língua em volta da glande inchada, sentindo o gosto salgado do pré-gozo.

- Aaaah, caralho… - ele gemeu alto.

Repeti a pergunta, lambendo o pau inteiro de cima a baixo, devagar, molhando com saliva:

- Então, cê quer mesmo sua mamãe de puta ? Uma boca pra meter quando quiser, uma buceta pra socar quando bater a vontade, e até um cuzinho apertado pra arrombar a hora que der na telha?

- Ai, mãe… - ele choramingou, como se não acreditasse que a fantasia tava virando realidade.

- Não é “mãe”, filhinho… é “mamãe” - corrigi, safada, antes de chupar uma das bolas dele, sugando devagar, sentindo o peso na boca.

- Não acredito nisso… - ele sussurrou, enquanto eu passava pra outra bola, lambendo e chupando com carinho.

- Essa é sua fantasia, né, meu bem? - perguntei, subindo a língua devagar pela vara grossa de novo.

- Sim… - ele respondeu, olhos vidrados, como cervo na frente do farol.

- Cê sempre se punheta pensando em mim como seu deposito de porra? - perguntei, antes de engolir a rola inteira, sentindo ela bater no fundo da garganta.

- Ooooooh…

Chupei por menos de trinta segundos e ele já grunhiu, explodindo. Jatos quentes, grossos, de porra jovem inundaram minha boca e escorreram direto pra garganta. Engoli tudinho, gulosa, sentindo o gosto forte, salgado, perfeito.

Quando terminei de engolir e a rola do estranho sumiu pelo buraco, sacudi a cabeça. Que porra tava acontecendo comigo?

Por que eu não conseguia parar de pensar na rola do meu filho?

Eu seria capaz de fazer algo tão proibido assim?

Do outro lado da parede já tinha outra rola esperando, dura e pronta. Me arrastei pra lá e engoli de novo, faminta por mais porra.


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Uma mãe viciada em porra - Parte 1

Codigo do conto:
254292

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/02/2026

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