POR ACASO (parte 02)

POR ACASO (parte 02)

Minutos depois chegamos ao restaurante, numa travessa da rua Augusta.

- Nossa, adoro esse lugar ! Adorooo ...
- Que ótimo, pelo jeito temos coisas em comum.
- Verdade !

O manobrista abre minha porta, desço e vou de encontro a Herman. Mais uma vez, ele me guia para o restaurante me “segurando” pelo cotovelo. O maitre leva a gente até uma mesa discreta, onde puxa a cadeira para que eu me sente.

- Senhorita, por favor !

Ouvi isso e fiquei nas nuvens, adoro ser tratada assim. Na sequência, nos entrega os cardápios, pergunta sobre as bebidas.

- Você gosta de vinho ?
- Gosto sim.
- Alguma preferência ?
- Não entendo muito, deixo pra você escolher.
- Perfeito, menina.

Ele pede um vinho que não conheço e duas águas minerais. Avisa que vamos escolher os pratos depois. Assim que o maitre se afasta, voltamos a conversar sobre várias coisas. O jantar se encerra depois da segunda garrafa de vinho, sobremesa, café para ele e a conta.

O valet entrega o carro, após dar a partida, ele me olha longamente.

- Quer esticar em algum lugar, nem é meia noite.
- Desculpe querido, amanhã tenho umas coisas para fazer amanhã cedo.
- Fica para a próxima, certo ?
- Certissimo !

Seguimos direto para minha casa. Alguns minutos depois chegamos. Com o carro estacionado quase na frente do prédio, ainda conversamos por mais uns minutos. Mas na hora da despedida, acaba tudo dando “errado”. Não sei se a culpa foi dele, minha ou de ambos. Quando me inclino para o beijinho de despedida, nossos lábios se tocam. Logo a lingua dele esta na minha boca e a minha se enroscando na dele. E caramba, que beijo delicioso, mas sequer consigo tomar fôlego, pois ele me beija de novo. Retribuo enroscando meus braços em seu pescoço. Sua mão “solta” do meu pescoço e vai parar no meu peito e sem vergonha alguma, entra pela minha camisa e dedinhos safados começam a brincar com um mamilo e quanto aperta, solto aquele gemidinho básico de dor e tesão. Tenho os mamilos super sensíveis e morro de tesão quando são tocados. Ele faz isso e instintivamente coloco a mão sobre seu pau, por cima da calça. Quando percebo os detalhes do “brinquedo” , automaticamente fecho a mão sobre ele.

No mesmo instante, sua boca vai da minha para meu pescoço e levo uma mordiscada gostosa, depois com uma voz grossa e meio rouca, ele sussura no meu ouvido :

- Basta lembrar de você, desde o avião, que ele fica desse jeito, sabia ?
- Sério ???
- E muito !

Nisso quase me jogo em cima dele e o beijo longamente, enquanto ele aperta deliciosamente meu mamilo. É quando resolvo mandar às favas meu compromisso do dia seguinte. Minha vez de morder o lóbulo da orelha dele e sussurro :

- Quer subir ?
- Seria um sonho, mas você não tem compromisso amanhã, linda ?
- Tenho, mas eu me viro ! Vem ...

Para reforçar o convite faço ainda mais pressão sobre seu pau, durissimo a essa hora. Ele solta nossos cintos e rapidinho sai do carro e vem abrir minha porta. Assim que eu saio ele me abraça e me beija deliciosamente. De mão dadas atravessamos a rua e entramos no prédio. Por dentro, fico torcendo para que a Duda, menina que mora comigo, não tenha apressado o fim de suas férias. No elevador, ele ainda tenta me dar uns amassos, mas depois que mostro a câmera, ele se contém, ou quase, já que seus dedos estão meio que desenhando minha bunda sobre o tecido da calça.

Minha ansiedade é tanta, que tenho certa dificuldade em abrir a porta, enquanto Herman me encoxa na cara dura e não faz força nenhuma para disfarçar aquele volume roçando em mim. Entramos e assim que fecho a porta, ele me agarra, com uma habilidade impressionante, ele desabotoa e tira minha camisa e vai me levando para o sofá, onde acaba se sentando me segurando em pé a sua frente. Agora, com toda a calma do mundo, ele começa a abrir minha calça, mas assim que solta o primeiro botão, seus dedos entram na minha calça e avançam direto para as alcinhas da minha calcinha, ou melhor, tanguinha. Uma vez que conseguem isso e se encaixam nelas, com alguns movimentos faz com que elas fiquem para fora e acima da minha calça, marcando meus quadris, logo em seguida, minhas calças estão no chão. Apoio minhas mãos em seus ombros e ele me ajuda a livrar dos sapatos e da calça.

Estou bem a sua frente, só de calcinha, sem querer faço a tímida. Ele me olha fixamente, retribuo o olhar. Sou trazida mais para perto dele. Segura meu bumbum firmemente com as duas mãos. Faz com que eu chegue ainda mais perto dele, beija minha barriga e vai descendo os lábios para minha calcinha. Nessa hora, mal consigo respirar. De um jeito bem suave, delicado, ele abaixa minha calcinha e toca no meu grelinho, um tremelique de prazer. Novamente, ele me olha, dessa vez com um sorriso maroto. Com delicadeza segura meu grelinho entre seus dedos e suavemente beija a cabecinha rosada. Outro beijo e o coloca na boca, brincando com a lingua e sugando bem de levinho. Ele me olha, retribuo o olhar e sorrio. Ele brinca comigo uns minutos, mas no máximo meu grelinho fica tipo meia bomba, é bastante difícil ter uma ereção plena, mas não me importa muito, visto que a penetração me da muito, mas muito mais prazer. Novamente, ele segura meu grelinho bem firme, quase carinhosamente, se levanta e me beija. Outra vez enrosco os braços em seu pescoço e segue um longo beijo molhado.

- Garoto, seu grelinho é lindo, realmente um grelinho lindo de uma menina linda.

Ainda enrosca no seu pescoço e fazendo carinhos em seu cabelos, meio que respondo :

- Amor, tenho que te avisar que sou passivinha de tudo ...
- Nem poderia ser diferente, uma menina linda como você não combina com o lance de ser ativa, não mesmo ...

E nos beijamos de novo, minha vez de tirar sua roupa. Abrir o cinto e a calça é simples e rápido, logo consigo sentir o calor e a pulsação da sua rola na minha mão. Termino o beijo e vou lentamente me ajoelhando, seu pau durissimo encosta no meu rosto, sem pensar muito, tento colocar tudo aquilo de uma vez só na boca. Fico quietinha com ele na boca, sentindo seu calor, a pele fininha, o sangue pulsando, difícil descrever o prazer que isso me causa. Herman segue fazendo carinhos em meus cabelos. Vagarosamente, vou deslizando o pauzão gostoso para fora da minha boca, quando só a cabeçona esta nos meus lábios, vou a engolir, minha lingua acompanhando o contorno das veias e tocando a cabeçona. Não demora, começo a sentir o gostinho daquelas gotinhas nascem do seu pau. Isso só me atiça. Tiro de vez da boca, seguro firme, começo a lamber e beijar tudo aquilo. A seguir, vou alternando esses beijos e lambidas, com mamadas mais gulosas. Suas mão apenas “descansam” na minha cabeça. Numa dessas, trocamos olhares, os olhos dele parecem em fogo.

- Caraca, menina, decididamente você sabe fazer isso. Sabe mesmo ...

Agora ele me segura de forma mais firme, tira a camisa e se livra dos sapatos e calça. Por um breve momento, ele se afasta de mim e se joga no sofá, quando se ajeita, segura seu pauzão com uma mão, a outra me puxa para ele, me ajeitando entre suas pernas, ainda estou de joelhos. Chacoalha a coisona bem na frente dos meus olhos.

- Vai, gostosa, me chupa !

Obedeço na hora. Beijo, lambo, acaricio, brinco, prendo entre os lábios e enquanto faço isso, ele me faz carícias nos cabelos, no rosto ou nos ombros. Eu me esforço em agrada-lo e a mim mesma, diria até que seu pau era muito suculento. Depois que me diverti um bocado com seu pau delicioso, suas bolas e até mesmo sua virilha, começo a perceber que esta prestes a gozar.

- Se você continuar assim, vai me fazer gozar, menina !

Paro o que estava fazendo, olho para ele, sorrio.

- Então goza na minha boca, eu gosto !

Não espero resposta e caio de boca outra vez naquela coisa linda. Um tempinho depois, ele segura firme minha cabeça, arqueia ligeiramente o corpo. Nem preciso adivinhar, apenas aperto meus lábios naquela barra e tiro suas mãos de mim, mas continuo segurando elas bem firme meio longe de mim.

Nisso, ele arqueia mais um pouco e despeja o primeiro jato de leite na minha boca, em seguida outro e mais outro, só não engasguei porque já estava esperando, só não esperava tanto gozo. Engulo um pouquinho, logo vem outro jato. Agora começo a sentir o gostinho quase adocicado, meio amargo, meio salgado, meio amarrento, mas o que sobressai é aquele sabor docinho. Penso comigo, que ele deve comer muito certas frutas, decido perguntar depois. A tensão em suas mão e corpo parece diminuir, já não ganho mais leitinho, embora minha boca ainda esteja cheia de porra quente, levemente doce.

Com todo cuidado do mundo, bem devagarinho, vou tirando sua rola da minha boca, quando sai completamente, olho para ele e abro, mostrando seu gozo, ele sorri. Fecho a boca e engulo tudo de uma vez, ainda passo a lingua nos meus lábios. Volto a olhar para ele e a mostrar minha boca agora vazia. Dessa vez o sorriso dele vai de orelha.

Percebo que umas gotinhas ainda aparecem na cabeçona, menina esforçada, termino de lamber. Ele me puxa pelo cabelo para perto dele, encosto meu peito no dele.

- Menina, isso foi absurdamente delicioso ! Acho que vou pedir mais depois ...
- Pode pedir a hora que quiser ...

Ele me beija longamente, tenho a impressão que sua lingua na minha boca tenta saborear seu gosto em mim. Confesso, aquele gosto de macho na boca me deixa plena, feliz.

==> segue parte 03


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Ficha do conto

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Nome do conto:
POR ACASO (parte 02)

Codigo do conto:
257945

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/03/2026

Quant.de Votos:
3

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