Catarina: Entre o Ofício e o Desejo - Um casada recatada garantido sua vaga na empresa
A transformação de Catarina começou no exato momento em que ela cruzou a fronteira entre o Rio e São Paulo. Aos 30 anos, com dois filhos e um casamento estável, ela era o retrato da eficiência e da discrição. Tinha estudado quatro anos, enfrentado noites em claro, e agora, no estágio, engolia o orgulho diante dos "puxa-sacos" da empresa para garantir o futuro da família. ?O convite para o congresso era o bilhete de ouro. O marido, embora relutante no início, entendeu a importância estratégica. Mas o que Catarina não esperava era que o verdadeiro "congresso" começaria longe das salas de conferência. ?O Convite Inesperado ?Sábado de manhã. O sol de São Paulo estava atipicamente forte. Um dos diretores, Dr. Marcelo — um homem de 45 anos, postura autoritária e olhar que parecia ler planilhas e intenções com a mesma facilidade — avisou: "O evento é só às 18h. Vamos para um beach club reservado. É uma oportunidade de networking informal. Não aceito 'não' como resposta, Catarina." ?Catarina sentiu o frio na barriga. Ela não tinha biquíni, não gostava de se expor. Mas o medo de parecer a "estagiária chata" falou mais alto. Júlia, uma das colegas mais desinibidas, sorriu e entregou uma sacola: "Usa esse. É o meu número, vai ficar perfeito em você." ?O Despertar no Playground ?O local era um paraíso escondido, um refúgio de luxo onde a elite empresarial se despia dos ternos. Ao entrar no vestiário, Catarina abriu a sacola. O coração quase parou. Não era um biquíni comum. Era um conjunto de cortininha em tom de bronze metálico, com uma calcinha de laços finos que, no seu corpo curvilíneo de mãe, mas bem cuidado, parecia uma provocação à mão armada. ?Quando ela saiu, o silêncio ao redor da mesa da empresa foi ensurdecedor. ?Catarina, a mulher "quieta" de roupas fechadas, tinha sumido. No lugar dela, surgiu uma mulher de pele alva, curvas perigosas e uma postura que, apesar da timidez inicial, exalava um magnetismo cru. Dr. Marcelo, que antes mal a notava, deixou o copo de whisky de lado. Os outros dois chefes, homens acostumados a ter tudo o que queriam, trocaram olhares rápidos. ?O Jogo de Poder e Desejo ?À medida que os drinks de gim e tônica desciam, a barreira do profissionalismo evaporava. Catarina percebeu que, naquele "playground", o networking era feito de toques casuais e olhares profundos. ?"Você escondeu esse talento todo por quatro anos de faculdade, Catarina?" — provocou Marcelo, sentando-se mais perto do que o protocolo permitia. ?Ela sentiu o calor do sol misturado ao calor do álcool. A brisa da praia batia nas suas costas nuas, e pela primeira vez na vida, ela não sentiu vontade de se esconder. Ela viu como os "chefões" a olhavam — não como a estagiária que organizava arquivos, mas como o prêmio da noite. ?A conversa, que começou sobre metas e mercado, logo descambou para confissões. Marcelo falava baixo no ouvido dela, a mão dele "acidentalmente" roçando na lateral da sua coxa enquanto apontava para algo no horizonte. O toque enviou uma descarga elétrica direto para o ventre de Catarina. Ela sabia que era um jogo perigoso. Sabia que em casa o marido a esperava com a rotina de sempre. ?Mas ali, em São Paulo, entre homens poderosos que a desejavam abertamente, Catarina sentiu um poder que nunca tinha experimentado. Ela começou a retribuir os olhares. Cruzou as pernas, deixando o laço do biquíni bronzeado em evidência, e percebeu que o "puxa-saquismo" da empresa poderia ser substituído por algo muito mais sedutor. ?O Final da Tarde ?O sol começou a se pôr, tingindo o céu de laranja e roxo. O congresso oficial das 18h parecia uma ideia distante e irrelevante. Marcelo se inclinou e sussurrou: "O hotel tem um terraço privado com uma vista incrível. Acho que temos muito o que discutir sobre a sua vaga fixa antes do jantar..." ?Catarina olhou para as colegas, que já estavam entrosadas com os outros diretores. Ela sorriu, um sorriso que nunca tinha mostrado no escritório. Levantou-se, sentindo a areia nos pés e o fogo no corpo. ?Ela entrou naquele playground como uma estagiária dedicada, mas estava saindo de lá como uma mulher que descobriu que o maior mercado de trabalho é o do desejo — e ela estava pronta para ser a CEO daquela noite. ?Catarina descobriu que ser "do lar" e "discreta" era apenas uma camada, e que São Paulo tinha despertado uma versão dela que nem ela mesma conhecia. A atmosfera no suntuoso quarto de hotel do Dr. Marcelo mudou drasticamente assim que a porta se fechou. O ar-condicionado no máximo não era suficiente para esfriar o clima que subia entre as paredes decoradas com luxo. Catarina, ainda vestindo o biquíni bronze que mal cobria sua pele dourada pelo sol de São Paulo, sentia-se exposta, mas, pela primeira vez, essa exposição não a assustava — ela a embriagava. ?Marcelo serviu a primeira taça de vinho tinto. O líquido escuro e aveludado desceu queimando, e Catarina, que nunca tinha passado de um suco de fruta, sentiu as barreiras da "mulher de família" desmoronarem no primeiro gole. Na terceira taça, o mundo começou a girar em um ritmo mais lento e muito mais interessante. ?O Ritmo do Pecado ?O som do funk começou a bater, grave e pulsante, preenchendo o quarto. Aquilo era o oposto de tudo o que Catarina vivia no Rio. Ela estava no centro, cercada por quatro homens poderosos, homens que decidiam o futuro de carreiras com um aceno de cabeça, e agora todos eles tinham os olhos fixos apenas nela. ?— “Solta esse cabelo, Catarina. Esquece a estagiária lá fora” — ordenou Marcelo, aproximando-se por trás. ?Ela obedeceu. O cabelo caiu em ondas sobre os ombros nus. A música entrou em suas veias. O vinho tinha transformado sua timidez em uma audácia faminta. Ela começou a se mover, os quadris seguindo a batida do funk, a calcinha de lacinhos do biquíni acompanhando cada movimento provocante. ?O primeiro toque veio de um dos diretores laterais, uma mão firme que desceu pelas suas costas até encontrar a curva da sua cintura. Catarina não recuou; ela se inclinou para trás, soltando um suspiro que se perdeu na batida da música. Outro diretor se aproximou pela frente, as mãos grandes segurando seus ombros enquanto ele observava o decote do biquíni que subia e descia com a respiração ofegante dela. ?A Entrega ao Desconhecido ?O quarto virou um redemoinho de sensações. Marcelo, o "chefão", não aceitava ser apenas espectador. Ele a puxou para o centro do grupo. Catarina sentia mãos por todos os lados — mãos que a abraçavam, que sentiam a maciez da sua pele, que tiravam "casquinhas" propositais enquanto dançavam colados. O cheiro de whisky, charuto e perfume caro se misturava ao calor do corpo dela. ?Ela estava em transe. Sentia o roçar dos tecidos das calças sociais deles contra suas pernas nuas. Alguém mordeu levemente seu pescoço, enquanto outro sussurrava promessas de cargos e bônus que ela mal conseguia processar, mas que aceitava com risadas baixas e beijos roubados. A discrição de quatro anos de faculdade tinha sido trocada por uma entrega s***** e crua. ?Catarina se tornou o centro de um banquete de desejos. Ela se deixava ser manipulada como uma boneca de luxo, girando entre os braços deles, sentindo a virilidade de cada um contra seu corpo. O jogo de poder da empresa tinha se transformado em um jogo de pele. Ela não era mais a estagiária; ela era a rainha daquela noite clandestina em São Paulo. ?O vinho continuava a fluir, e a música ficava mais alta. Catarina sabia que, naquela noite, a vaga fixa estava garantida, mas o preço — ou o prêmio — seria pago em cada centímetro de pele que aqueles homens estavam explorando com tanta fome. O vinho já tinha feito o seu trabalho, transformando a cautela de Catarina em uma urgência líquida que corria por suas veias. O quarto, antes um símbolo de status corporativo, agora era um santuário de excessos. A música batia forte, e a cada batida do funk, Catarina descia um degrau na escada da moralidade que tanto a prendera no Rio. ?Marcelo, percebendo que a presa estava totalmente entregue, deu o sinal silencioso. Os outros três diretores formaram um cerco ao redor dela, uma barreira de ternos caros e intenções cruas. ?O Ápice da Negociação ?Catarina estava no centro, os olhos semi-cerrados pelo efeito do álcool e do prazer visual de ser o objeto de adoração de quatro homens poderosos. Um deles, sentado na poltrona de couro, a puxou pelo laço lateral do biquíni, trazendo-a para perto. Ela tropeçou rindo, sentindo o calor das mãos dele subindo pelas suas coxas, apertando a carne com uma possessividade que a fazia estremecer. ?— "Você é muito mais do que um currículo, Catarina..." — sussurrou Marcelo, aproximando-se por trás e colando o peito quente nas costas nuas dela. ?Ele segurou os pulsos dela acima da cabeça, enquanto os outros dois diretores se encarregavam de explorar o que o biquíni bronzeado ainda tentava esconder. As mãos deles eram exploradoras, mapeando cada curva daquela mulher que, horas antes, era apenas "a estagiária quieta". Ela sentia beijos famintos em seus ombros, mordidas leves no lóbulo da orelha e o roçar constante de corpos que não conheciam a palavra "limite". ?Catarina se entregou ao caos. Ela não sabia de quem era a mão que a acariciava, ou de quem era a boca que buscava a sua em beijos profundos com gosto de whisky e vinho. Ela apenas sentia. Sentia-se poderosa por ser o motivo daquela desordem, por ver homens tão sérios agindo como animais famintos por um pedaço dela. ?A "pegação" escalou para um nível onde as roupas deles começaram a ser abertas, os cintos afrouxados, e o biquíni dela tornou-se um mero detalhe decorativo. Ela era movida de um colo para outro, sentindo a virilidade de cada um deles contra sua pele, uma promessa tátil de que aquela noite mudaria sua vida para sempre — tanto profissional quanto pessoalmente. ?O Silêncio do Prazer ?No auge daquela confusão de corpos, Catarina não pensava nos filhos, no marido ou na faculdade. Ela só pensava no peso das mãos de Marcelo em sua cintura e na forma como os outros três a devoravam com os olhos e as mãos. Ela era a protagonista de um filme que nunca ousou imaginar. ?Quando o cansaço começou a bater, misturado à embriaguez profunda, ela se viu deitada naquela cama king size, cercada por eles, em um emaranhado de lençóis de fios egípcios e suor. O silêncio que se seguiu não era de arrependimento, mas de uma conquista compartilhada. ?Ela olhou para o teto do hotel de luxo e sorriu. Sabia que, na segunda-feira, ao entrar na empresa no Rio, ela não seria mais a mesma. Ela teria o segredo mais quente de toda a diretoria guardado sob suas roupas discretas, e sua vaga fixa estava selada não com caneta, mas com o fogo daquela noite em São Paulo. ?Catarina descobriu que, às vezes, para garantir o seu lugar ao sol, é preciso primeiro se perder na escuridão de um quarto de hotel.
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