Tudo começava no alto da minha laje. Era o meu refúgio para soltar pipa e ver o movimento. Luciana, a vizinha do lado, era o exemplo da mulher "de família". Mãe de dois, casada, frequentadora da igreja, nunca saía de casa sem aqueles vestidos de algodão que iam até o pé. Mas, do meu ângulo privilegiado, o papo era outro. Sempre que eu estava lá em cima, ela aparecia no terraço dela. Puxava assunto, perguntava da linha, mas o olhar dela era um convite silencioso que durava meses. Naquela tarde de calor insuportável, o marido dela saiu para o trabalho e o convite veio: "Vizinho, minha caixa d'água está fazendo um barulho estranho, você não dá uma olhada para mim? As crianças estão dormindo, estou sozinha." O Meio: A Revelação no Quarto Desci as escadas sentindo o sangue latejar. Entrei na casa dela, que cheirava a limpeza e café. Luciana me guiou até o quarto de casal. Assim que a porta se fechou, a "santa" sumiu. Com uma lentidão provocante, ela deslizou o zíper do vestido longo, deixando o tecido cair em um monte aos seus pés. O choque foi absoluto. Sob o algodão comportado, ela usava um bojo preto que apertava seus seios com uma firmeza pecaminosa e uma calcinha fio dental preta que se perdia nas suas curvas generosas. O contraste da pele clara com a renda preta era de enlouquecer. O Ápice: A Transa em Detalhes Eu a prensei contra a penteadeira, sentindo o calor que emanava daquele corpo faminto. Começamos com um beijo urgente, com gosto de proibido. Minhas mãos mapearam cada relevo que o conjunto preto valorizava, sentindo a firmeza das suas coxas e o encaixe perfeito da sua cintura. A transa foi bruta e física. Joguei-a na cama e o silêncio da casa só era quebrado pelos gemidos abafados dela. Luciana se revelou insaciável. Ela se posicionou por cima, o cabelo solto chicoteando nos meus ombros, enquanto rebolava com uma autoridade que mostrava que ela não era nenhuma amadora. O bojo preto subia e descia com a respiração ofegante, realçando o balanço dos seios que eu tantas vezes imaginei sob as roupas largas. Eu sentia a pressão de cada movimento dela, o suor colando nossas peles, enquanto a mão dela se apertava nos lençóis para não perder o equilíbrio. O medo de ser descoberto era o tempero final. Quando o clímax veio, foi uma explosão; ela arqueou as costas, cravando as unhas nos meus braços e mordendo o lábio com força para não gritar e acordar os filhos no quarto ao lado. Foi uma entrega total, visceral, onde cada centímetro daquela "santa" foi explorado com a fome de quem guardava aquele desejo por anos. O Fim: A Volta à Ordem Ficamos ali por segundos, tentando recuperar o fôlego no meio do caos de lençóis revirados. Com uma calma que me assustou, Luciana se levantou, vestiu o vestido longo e ajeitou o coque impecável. Em minutos, a vizinha evangélica estava de volta. Ela me levou até o portão com um sorriso de segredo nos olhos. "Obrigada pela ajuda, vizinho. Amanhã tem mais vento na laje." Saí de lá com as pernas bambas. Cruzei com o marido dela na rua minutos depois; ele me deu um "boa tarde" respeitoso. Ele não fazia a menor ideia de que, sob o vestido da esposa, morava uma mulher que o fogo do inferno teria inveja.
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