Era mais um sábado de sol e a casa estava no mais completo silêncio. Minha mulher tinha ido para a casa da mãe, e eu fiquei por ali, com a mente vazia e aquele tesão latente que parece pulsar no cu. Sem nada planejado, peguei a bike e resolvi pedalar até a praça. O movimento estava calmo, apenas algumas pessoas circulando, e eu já me preparava para voltar quando um moleque me abordou. Ele segurava um pacote de balas e me ofereceu com insistência. De início, agradeci e disse que não queria, mas enquanto ele fazia menção de sair e eu de seguir meu caminho, minha mente fértil deu um estalo. Eu o chamei de volta. — Ei, garoto! Eu compro suas balas, mas só tenho dinheiro em casa. — Tudo bem, tio. O senhor mora aqui perto? — ele perguntou, com esperança. — Um pouquinho. Fomos caminhando, eu empurrando a bicicleta e ele ao meu lado. Chegando em casa, peguei as duas caixas de Halls que ele carregava e fiz o pagamento. O sorriso que ele abriu foi tão simpático que me deu o impulso final. — Qual é o seu nome, garoto? — Me chamo Arthur, tio. — Arthur, quer me ajudar a limpar a piscina? Te dou mais um trocado. Ele não pensou duas vezes: — Claro, tio! Agora? Convidei-o a entrar e, enquanto fazíamos o serviço, a conversa fluía. Mentindo para testar o terreno, disse que morava ali com minha irmã e confessei que era gay. Arthur me olhou de cima a baixo, surpreso. — O senhor nem parece ser gay — comentou. Foi a deixa. Abaixei um pouco o meu shorts e mostrei a calcinha que eu tinha vestido estrategicamente naquela manhã. O efeito foi imediato; percebi o volume subir rápido no shorts do garoto. — Putz, tio... posso ver tudo? — ele perguntou, com a voz mudada. Disse que ali fora era arriscado, então entramos. No meio da sala, abaixei o shorts até os pés. Arthur ficou paralisado: — Caramba, que bunda bonita! Aproximei-me e coloquei a mão no pau dele. Quando ele baixou o shorts, fiquei espantado: era um pauzão de respeito. Não perdi tempo. Me abaixei e comecei a chupar com vontade, sentindo-o fechar os olhos e puxar minha cabeça contra ele. O desejo de ser possuído por aquele moleque era insuportável. Fui para o sofá, fiquei de quatro e, enquanto passava creme de pentear para facilitar, dei a ordem: — Vem comer o tio, Arthur! Ele não perdeu um segundo. Rolou o pau no meu cu com uma vontade bruta. Eu gemia feito puta, sentindo cada estocada daquela rola jovem me preencher. Foi meia hora de um massacre delicioso, ele socando sem parar até que senti o corpo dele tremer. Arthur soltou um gemido alto, e eu senti o leite denso e quente escorrendo para dentro do meu cu, selando aquela tarde de sábado. Arthur se ajeitou, ainda meio atordoado pelo prazer, e eu fiquei ali, sentindo o preenchimento e o latejar daquela entrega. Paguei o combinado com um bônus, e ele saiu com um sorriso de quem certamente voltaria para limpar a piscina — ou o que mais eu pedisse.
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