Duas semanas depois, levei meu marido a uma casa de swing liberal. Ele estava de vestido curto, calcinha de renda preta, salto baixo e uma coleira discreta. Eu, de vestido vermelho aberto, sem calcinha, montada no salto.
A regra da noite foi simples: "Todos os homens vão comer minha buceta e meu cuzinho. Depois, quando estiver toda gozada, meu marido vai lamber cada gota. E enquanto ele lambe, vocês vão cheirar as axilas dele e mijar nele se quiserem."
Começamos devagar. Um homem moreno, pau médio, veio primeiro. Meteu na minha buceta com força enquanto eu olhava nos olhos do meu marido, que estava ajoelhado ao lado, assistindo.
— Olha, seu viado. Olha como ele me come. Você nunca me comeu assim.
Meu marido gemia, se masturbando com a calcinha ainda vestida.
Veio o segundo – mais velho, pau grosso. Comeu meu cuzinho enquanto o moreno metia na boca do meu marido. Sim, eu mandei meu marido chupar o pau gozado do moreno enquanto eu era comida atrás.
Veio o terceiro – um gigante, pau enorme. Eu quase não aguentei. Ele me deixou de quatro, enfiou tudo e gemeu:
— Essa putinha é toda minha.
Meu marido assistia, babando, com a mão no pau. Eu gritei:
— Goza dentro de mim! Todos vocês vão gozar dentro de mim!
Eles gozaram. Um por um. O moreno gozou na minha boca. O velho gozou no meu cuzinho. O gigante gozou na minha buceta. Eu estava escorrendo esperma – uma cascata de porra descendo pelas minhas coxas, pingando no chão.
Aí veio o momento que eu mais esperava.
— Agora, seu viadinho. Vem lamber. Lambe cada gota. Lambe minha buceta gozada, lambe meu cuzinho escorrendo porra, lambe o chão onde caiu. Quero você lambendo até eu ficar brilhando.
Ele se arrastou de joelhos até mim. Enterrou o rosto entre minhas pernas e começou a lamber – lamber com fome, com desespero. A língua dele entrava na minha buceta, sugava a porra dos três homens, engolia tudo. Ele gemia como um animal.
Enquanto ele lambia, os homens se revezavam cheirando as axilas dele. Um deles levantou o braço do meu marido e enfiou o nariz fundo.
— Caralho, que cheiro forte. Esse viado cheira a suor e a xixi.
Outro homem mijou nas costas do meu marido enquanto ele lambia minha buceta. O mijo quente escorreu pelas nádegas dele, e ele nem parou de lamber. Continuou, babado, gozando no chão enquanto chupava o esperma de dentro de mim.
Um dos homens, o gigante, ainda não satisfeito, enfiou o pau na bunda do meu marido enquanto ele lambia minha buceta. Dupla penetração invertida: o gigante comendo o cu do meu marido, e meu marido com a língua enfiada em mim. Todos gozaram de novo. O gigante gozou dentro do cu do meu marido, e meu marido gozou no chão pela terceira vez sem nem tocar no pau.
Quando acabou, eu estava limpa. Brilhando. Ele tinha lambido cada gota de esperma, cada resto de mijo, cada suor meu e dos homens.
Ele olhou para mim com os olhos marejados e sussurrou:
— Obrigado, minha dona. Obrigado por me fazer tão puta.
Eu pisei no pau mole dele com o salto e disse, em voz alta para todos os homens da sala ouvirem:
— Não agradece ainda, viadinho. A noite não acabou. Agora você vai lamber o pau de cada um desses homens que me comeram. E depois você vai beber o mijo de todos eles. Só aí você pode dormir.
Ele sorriu.
Ele agradeceu.
E ele lambeu.
Saímos da casa de swing às 6 da manhã. Meu marido estava com o rosto lambuzado de porra, mijo e suor. A calcinha dele estava encharcada – não dava para saber se era mijo, porra ou tesão. Provavelmente os três.
No carro, ele colocou a cabeça no meu colo e pediu:
— Dona, posso cheirar sua axila antes de dormir?
Estendi o braço. Ele cheirou fundo. E dormiu assim, com o nariz enfiado na minha axila, babando no meu vestido vermelho.
Eu apenas acariciei os cabelos dele e pensei: "Agora sim. Agora ele é completamente meu."
Depois da noite na casa de swing, meu marido já não era mais um segredo. Algumas amigas ficaram sabendo – e ficaram curiosas. Mulheres fortes, donas de si, algumas casadas, outras solteiras, todas com fetiches guardados na gaveta.
Uma delas, a Roberta, me chamou no WhatsApp:
— Amiga, conta tudo. Dizem que você tem um viadinho em casa que lambe axila, bebe xixi e cheira calcinha suja como se fosse flor.
— Pior que sim – respondi. – Ele é minha lixeira humana. Quer conhecer?
— Quero. E quero levar minhas amigas. Umas quatro. Todas com calcinhas bem sujas.
Marquei para sábado. Regras: cada mulher traria pelo menos duas calcinhas usadas – de preferência com xixi, suor, buceta ou corrimento. Algumas trariam axilas suadas do dia inteiro. Outras, prometeram mijar na hora.
Meu marido não sabia o que o esperava. Eu só disse:
— Vai ter visita. Mulheres. Você vai servir.
Ele tremeu de tesão.
No sábado, às 20h, chegaram Roberta, Márcia, Luana, Cláudia e Fernanda. Todas com roupas normais, mas com mochilas e bolsas cheias de calcinhas – algumas em sacos plásticos, outras a vácuo, outras simplesmente enroladas num papel.
Eu mandei meu marido recebê-las de joelhos, de calcinha de renda branca – a mesma que eu tinha mijado naquela manhã – e camiseta velha, sem sutiã, os mamilos durinhos.
— Podem entrar, meninas. Aqui está o nosso brinquedo.
Elas se sentaram no sofá, em volta dele. Roberta foi a primeira. Tirou a calcinha que estava usando – uma fio dental preto, com uma mancha amarelada no centro – e jogou na cara dele.
— Cheira, seu viado. Sente o cheiro da minha buceta que não tomei banho hoje.
Ele enterrou o rosto na calcinha e respirou fundo. Seu pau endureceu na hora, marcando a calcinha branca.
— Tá gostoso? – perguntou Márcia.
— Sim, dona – ele respondeu, com a voz trêmula. – Tem cheiro de buceta suada… de xixi…
— Lambe então.
Ele lambeu a mancha amarelada. Lambeu com vontade, com a língua babada, chupando o tecido como se fosse um doce. As mulheres riram. Luana tirou a própria calcinha – uma vermelha, encharcada de suor e corrimento – e colocou na cabeça dele como se fosse uma touca.
— Agora usa isso. Quero você fedendo a buceta o tempo todo.
Ele vestiu a calcinha vermelha por cima da calcinha branca mijada. Ficou com duas calcinhas – uma mijada, uma suada – e o pau duro escapando por baixo.
Cláudia, mais ousada, chegou do trabalho sem tomar banho. Levantou o braço e disse:
— Cheira minha axila, seu porco. Cheira o suor de quem trabalhou o dia inteiro.
Ele se arrastou de joelhos até ela. Enterrou o nariz na axila peluda de Cláudia e respirou fundo. O cheiro era forte – de suor velho, de perfume vencido, de pele azeda. Ele gemeu.
— Pode lamber – ela ordenou.
Ele lambeu. Lambeu a axila inteira – os pelinhos, o suor, a pele salgada. Babou tudo. Enquanto lambia, Roberta se aproximou por trás e enfiou a própria axila no nariz dele – uma dupla penetração de axilas. Ele cheirava uma e lambia a outra, todo suado, todo babado.
As mulheres se revezavam. Márcia enfiou o pé suado na boca dele. Luana mijou num copo e mandou ele beber enquanto cheirava a calcinha suja de Roberta. Ele fazia tudo – bebia, cheirava, lambia, pedia mais.
Fernanda, a mais quieta, até então só observava. Mas ela tinha um plano. Abriu a bolsa e tirou um saco plástico com cinco calcinhas – todas usadas por ela durante uma semana inteira. Algumas com xixi seco, outras com corrimento amarelado, uma com uma mancha marrom de buceta menstruada.
— Essas são as minhas preciosidades – ela disse, jogando o saco no colo dele. – Você vai cheirar cada uma. Vai lamber cada mancha. E vai me dizer qual tem o melhor gosto.
Ele abriu o saco e o cheiro invadiu a sala. Azedo, forte, inconfundível. As outras mulheres fizeram careta de nojo – mas com tesão. Meu marido, porém, sorriu. Enterrou o rosto no saco e respirou fundo várias vezes. Seu pau gozou ali mesmo, dentro das calcinhas, sem ninguém tocar.
— Essa aqui – ele disse, pegando a calcinha menstruada – essa tem o melhor cheiro. Parece… parece sangue doce. Com xixi.
— Então lambe – Fernanda ordenou.
Ele lambeu a mancha marrom. Lambeu até o tecido ficar úmido de saliva. Engoliu o gosto metálico do sangue seco, misturado com xixi e suor. Gozou de novo.
Roberta teve a ideia final:
— Que tal darmos banho nele?
Todas entenderam.
Formaram um círculo ao redor dele, que estava de joelhos no centro da sala, com as calcinhas sujas na cabeça, no rosto, penduradas nas orelhas. Cada mulher abriu as pernas e, uma por uma, mijaram nele.
Roberta mijou no peito dele. Márcia mijou nas costas. Luana mijou na cara. Cláudia mijou no pau duro. Fernanda, a mais generosa, mijou na cabeça dele, encharcando as calcinhas sujas que estavam sobre ele.
O mijo quente escorria pelo rosto, pelo peito, pelas pernas. Ele abria a boca e bebia o máximo que podia. O resto escorria para o chão – e ele se debruçava e lambia o chão também.
As mulheres riam, se abraçavam, tiravam fotos (só para elas, claro). Meu marido não era mais um homem. Era um brinquedo. Um coletor de fluidos. Uma lixeira humana com cheiro de buceta, axila e xixi.
Depois que todas mijaram, ele estava irreconhecível. O cabelo colado de mijo, a cara lambuzada de calcinha suja, o pau mole de tanto gozar. As mulheres se vestiram, pegaram suas bolsas e foram embora rindo.
Roberta, antes de sair, enfiou a calcinha suja que ela tinha usado a noite inteira na boca dele.
— Isso é para você dormir chupando, seu viadinho. Amanhã eu volto com mais.
Ele balançou a cabeça, babando ao redor da calcinha.
Quando a porta fechou, eu me ajoelhei na frente dele, tirei a calcinha da boca dele e beijei sua testa molhada de mijo.
— Você foi um bom menino hoje – sussurrei. – Meu bom lixinho.
— Obrigado, dona – ele respondeu, com a voz rouca. – Posso lamber sua axila antes de dormir?
Levantei o braço. Ele lambeu. Cheirou. Gozou pela quinta vez no dia – só de sentir o meu cheiro.
Depois, levei ele para o banheiro. Lavei ele como se lava um cachorro – com mangueira, no quintal, porque o fedor estava forte demais para o box. Ele adorou cada segundo.
Na cama, ele dormiu abraçado com o saco plástico das calcinhas sujas da Fernanda. Eu dormi ao lado, rindo baixo.
Amanhã tem mais. Sempre tem mais.
Depois daquela noite das calcinhas sujas e do banho de xixi coletivo, meu marido virou lenda entre minhas amigas. O que antes era curiosidade agora era obsessão. Roberta, Márcia, Luana, Cláudia e Fernanda não paravam de pedir mais.
Foi aí que tive a ideia.
Criei um grupo no WhatsApp chamado "As Donas do Cheiro". Coloquei as cinco amigas e anunciei:
"Competição semana que vem na minha casa. Regras: cada uma vai trazer a axila mais suada, mais forte, mais azeda que conseguir. Meu marido vai cheirar cada axila, sem lamber, sem tocar. Só cheirar. Vence quem fizer ele gozar mais rápido. Prêmio: uma noite com ele para fazer o que quiserem."
Todas aceitaram na hora.
Meu marido leu as mensagens por cima do meu ombro. Seu pau endureceu. Ele sabia que não era mais um homem – era um cão de caça farejador de tesão.
Durante uma semana inteira, as mulheres se prepararam como atletas olímpicas do suor.
Roberta – corria 5 km por dia sem desodorante e usava a mesma blusa por três dias seguidos. Dormia de axila fechada para acumular calor e umidade.
Márcia – malhava na academia e depois ficava duas horas dentro do carro com os vidros fechados, no sol, para potencializar o cheiro. Suava em bicas.
Luana – apelou para métodos extremos: não lavava as axilas há cinco dias e passava pasta de azeitona preta e suor de treino velho. O resultado era um cheiro forte, picante, quase podre – exatamente o que meu marido amava.
Cláudia – fez jejum de banho por quatro dias, além de usar a mesma calcinha suja de xixi para esfregar nas axilas e transferir o odor. Ela queria um cheiro composto – buceta, xixi e axila tudo junto.
Fernanda – a mais experiente, simplesmente parou de tomar banho por uma semana inteira. Não só as axilas – o corpo todo. No quinto dia, o cheiro já estava tão forte que o marido dela dormiu no sofá. Ela comemorou.
Sábado, 21h. Minha sala estava transformada. Um colchão no chão, luz baixa, velas perfumadas (ironicamente), e uma cadeira no centro – o trono das axilas.
Meu marido estava de joelhos, nu, com uma coleira preta e uma calcinha minha mijada amarrada no rosto como se fosse uma máscara de cavalo. Eu estava sentada na cadeira, de vestido curto, sem calcinha, pronta para arbitrar.
As cinco mulheres entraram uma a uma, todas com roupas esportivas suadas, todas com os braços levantados propositalmente para exibir as axilas peludas (algumas), raspadas (outras), mas todas – absolutamente todas – fedendo a céu aberto.
— Regras – anunciei – Cada uma terá 30 segundos com o nariz do meu marido colado na sua axila. Ele não pode lamber, não pode tocar, não pode se masturbar. Só cheirar. Vence quem fizer o esperma jorrar primeiro. Juíza: eu.
Meu marido tremia. O pau já babava pré-gozo só de sentir o cheiro das cinco mulheres misturados no ar.
Primeira competidora: Roberta
Roberta se aproximou, levantou o braço esquerdo e enfiou a axila no nariz do meu marido. O cheiro era de suor puro, salgado, com um fundo adocicado de desodorante vencido. Meu marido inspirou fundo. Seus olhos reviraram.
— Tempo – gritei, após 15 segundos. Ele já estava ofegante, o pau pulsando, mas sem gozar.
— Aguenta, viadinho – Roberta sussurrou, esfregando a axila no rosto dele.
Aos 22 segundos, ele gemeu alto. Aos 28 segundos, o pau dele deu um salto. Aos 30 segundos, o tempo acabou – e ele não gozou. Segurou por pouco.
Tempo: não gozou. Roberta eliminada.
Segunda competidora: Márcia
Márcia não perdeu tempo. Enfiou a axila direita – a mais suada, com pelos grossos e gotículas de suor escorrendo – diretamente nas narinas dele. Meu marido fungou como um animal. O cheiro era ácido, forte, com notas de academia velha e pele não lavada.
Aos 10 segundos, ele já estava com os olhos lacrimejando. Aos 18 segundos, o pau dele endureceu a ponto de parecer que ia explodir. Aos 25 segundos, uma gota de pré-gozo escorreu. Aos 30 segundos – nada. Ele segurou.
Tempo: não gozou. Márcia eliminada.
Terceira competidora: Luana
Luana era a favorita. Ela não só levantou o braço – ela esfregou a axila peluda e fedida no nariz dele com força. O cheiro era avassalador. Azedo, picante, com um toque de azeitona preta podre e suor fermentado. Meu marido abriu a boca instintivamente – mas não podia lamber. Só cheirar.
Aos 5 segundos, ele gemeu. Aos 10 segundos, seu pau escorreu. Aos 15 segundos, ele começou a tremer. Aos 20 segundos – BAM – o esperma jorrou. Jorrou forte, jorrou longo, subiu até o peito dele, escorreu pelo chão. Ele gozou sem ninguém tocar, só com o cheiro da axila podre de Luana.
— VENCEDORA! – gritei. – 20 segundos! Luana é a campeã!
Luana deu um sorriso de canto e esfregou a axila suada na cara dele, lambuzando o esperma no rosto do meu marido.
Mas as outras mulheres não se deram por vencidas.
— E nós? – Roberta reclamou. – Perdemos a competição, mas queremos nosso cheiro também.
Eu sorri. Levantei da cadeira e anunciei:
— Regra extra: agora que ele já gozou, vocês podem fazer o que quiserem com ele. Mas sem paus. Só axilas, calcinhas sujas, xixi e boca.
Foi um festival.
Roberta sentou no rosto dele e esfregou a axila nas duas narinas enquanto ele lambia a calcinha suja dela.
Márcia colocou o pé suado na boca dele e a axila no olho esquerdo – ele cheirava e chupava ao mesmo tempo.
Cláudia enfiou a própria calcinha mijada na boca dele e esfregou as duas axilas no rosto dele, fazendo um sanduíche de suor.
Fernanda simplesmente deitou em cima dele, com as duas axilas tapando o nariz e a boca – ele quase sufocou de tesão e gozou de novo, a quinta vez na noite.
Luana, a vencedora, apenas observava. Ela tinha o prêmio: uma noite inteira com ele. Mas ela queria mais.
— Minha noite vai ser amanhã – ela disse, acariciando o cabelo mijado do meu marido. – Hoje eu só quero ver ele sofrer um pouco mais.
No dia seguinte, Luana apareceu na minha casa às 19h. Ela estava com uma blusa suada de três dias, calcinha suja de xixi e buceta, e uma mochila cheia de "presentes".
Meu marido já estava de joelhos no hall de entrada, com a coleira e a calcinha mijada amarrada no rosto.
— Boa noite, brinquedo – Luana disse, chutando ele de leve. – Hoje você é só meu. E eu vou fazer você gozar só com cheiro até não restar uma gota de esperma no seu saco.
Ela passou a noite inteira fazendo rodízio de axilas – esquerda, direita, alternando. A cada 15 minutos, ele gozava. Depois de seis gozadas seguidas, ele já não tinha mais esperma – saía só um líquido claro, quase água. Mesmo assim, ele gozava. O corpo tremia, os olhos reviravam, a língua babava.
Luana também mijou na boca dele três vezes. Fez ele cheirar a calcinha suja dela enquanto ela esfregava a axila no nariz dele. No final da noite, ele estava desidratado, mas sorrindo.
— Obrigado, dona Luana – ele sussurrou, com a voz falhando.
— Não agradece – ela respondeu, dando um tapinha na cara dele. – Semana que vem tem revanche. E eu vou trazer axila de uma semana inteira sem banho.
Eu, da porta do quarto, apenas observei e pensei: "Meu marido não é mais um homem. É um farejador profissional de suor feminino. E ele nunca esteve tão feliz."




